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Após mais de 2 anos, resolvi vender meu Macbook branco, e acabo de substituí-lo pelo novo Macbook Pro de 13 polegadas. Comprei o modelo mais simples (MB990LL/A), com 2Gb de RAM e HD de 160 Gb, direto na Apple Store em Chicago.

Estou usando este notebook há 10 dias, e relato abaixo minhas impressões durante estes dias:

Em comparação ao meu Macbook antigo (o branco), o peso e tamanho do equipamento novo é praticamente o mesmo. Entretanto, o fato do chassis ser feito a partir de um bloco de alumínio faz com que ele seja bem mais robusto. Era perceptível a distorção do chassis do equipamento antigo quando eu levantava ele por um dos cantos somente. Com o Macbook novo, isto não mais acontece, o que dá a sensação de um produto de acabamento e qualidade superior. A tela, ao fechar, nao encosta mais plástico diretamente no plástico como antigamente, existe uma borracha bem fina que faz com que o fechamento se faça de uma maneira mais suave. Quando estamos falando da tela, qualquer coisa que traga menos impacto é positiva, na minha opinião. Apesar do acabamento glossy (que virou o padrão em toda a linha da Apple) não agradar a todos, eu estou acostumado e não me incomoda de maneira alguma. O brilho da tela é realmente muito intenso, eu tenho trabalhado com 30% de rotina, e isso também ajuda a economizar bateria.


Marcellus Pereira's picture

Livro: "Linux - Guia Prático"

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O Morimoto (aquele mesmo) finalizou, finalmente, sua saga! linux-smO livro “Linux – Guia Prático” (Editora Meridional, ISBN 978-85-99593-15-8, 719 páginas, R$ 72,00) é o último desta leva, que inclui o “Smartphones – Guia Prático”, “Servidores Linux – Guia Prático”, “Redes – Guia Prático” e “Hardware – Guia Definitivo”.

Para os iniciantes (e mesmo alguns já “iniciados”), escolher uma distribuição GNU/Linux® é um problema. Ou uma religião. Ou ambos. E, depois de “acostumado” a uma delas, muitos têm um misto de preguiça e pavor de mudar.

Com este “Guia Prático”, seus problemas acabaram! São nove capítulos que cobrem detalhes, dicas e instalação das principais distribuições do mercado (além de algumas outras menos conhecidas), conceitos importantes sobre o servidor “X”, o kernel, a árvore de diretórios e assim por diante.

O capítulo 8 é especialmente interessante, por tratar da virtualização (usando VirtualBox) e do Wine. A alfinetada no programa “Computador para todos”, do Governo Federal, também é impagável.

Mais uma obra imperdível, do mestre Morimoto.

Antes da parte mais aguardada (o sorteio, d’uh!), uma dica: já estão disponíveis, gratuitamente, os primeiros capítulos do livro “Smartphones – Guia Prático”. Vale a pena dar uma olhada.

Bem, como já é normal, temos um exemplar para sorteio. Em vez de simplesmente sortear, vamos fazer aquela boa e velha brincadeira: quem escrever aí nos comentários o melhor motivo para ficar com a obra (sem citar as palavras “Microsoft”, "M$", “Windows”, “xiita”, "*tard", “Richard”, “Stallman” e “Cardoso”) leva. Lembrando que “melhor” é um conceito relativo e, neste caso, cabe unicamente aos editores decidir. Os comentários estarão abertos até quinta-feira. Boa sorte a todos!


Samuel Corradi's picture

Opera Unite

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Sabe aquelas vezes que você pensa: - "Como ninguém pensou nisso antes?" Pois é, hoje isso aconteceu comigo.

Foi alertado aqui no Meio Bit a alguns dias (acho que pelo Cardoso) que a Opera (o melhor browser que ninguém usa) iria anunciar ontem algo que "mudaria a Internet".

Confesso que fiquei muito curioso. Como uma empresa que não conseguiu fazer seu browser decolar depois de vários anos, tem o "despeito" de anunciar algo que "mudaria a Internet"? Teria a Opera, depois de tantos anos de fracasso, perdido a noção do ridículo? Tenho a impressão que não...

Nada das abas que se abrem automaticamente com os últimos sites visitados; Nada de exibição de feed de forma organizada e limpa; Nada de um cliente de email embutido; Nada de permitir a busca em N sites diferentes diretamente aonde se digita a URL; Nada de permitir usar movimentos com mouse para navegar entre as páginas; Nada de um sistema de bloqueio de conteúdo e scripts maliciosos; Nada de um sistema de proteção com suporte a Extended Validation; Nada disso... Aliás, quem usa o Opera hoje (alguém ai??) já conta com essas funcionalidades.

O que a Opera aprontou dessa vez foi simplesmente incorporar um servidor Web ao seu browser!

Ou seja: Você instala um browser de 7mb para navegar na Internet e de brinde ganha um webserver. Você continua usando o Opera para acessar conteúdo dos servidores, mas também pode disponibilizar facilmente seus conteúdos. Sacou? Simples assim.

Mas espera aí! Mas como ninguém (MS, Google, Mozilla) pesou nisso antes???

Chamado Opera Unite, a tecnologia proposta pela Opera busca expandir a forma de interação na web. Como já foi dito, ela permite que o usuário possa, além de acessar conteúdo, disponibilizar o seu próprio conteúdo para quem quiser. Até para ele mesmo, podendo acessar seus arquivos pessoais de onde estiver.

Pode parecer coisa de maluco ou, a principio, complicado para ser utilizado. Mas não estamos falando de Apache ou ISS. Instalei a versão beta e, em 5 minutos, criei minha conta, disponibilizei uma página HTML, e alguns arquivos de um determinado diretório...

A disponibilização dos conteúdos pode ser feito no modo público, restrito (somente tiver sua senha) ou apenas para você. Entende-se como conteúdo vídeos, fotos, documentos, página web (somente em html). E tudo pode ser acessado em qualquer lugar, através de qualquer outro browser pois a interface é web (incluindo Mobile).

Tudo com uma pitada de rede social.

Além disso, recados podem ser deixados em um mural de recados, suas músicas podem ser ouvidas remotamente, e também é possível criar um chat com outros usuários do Opera Unite.

Será que isso irá mudar a Internet para sempre? O grande feito foi permitir disponibilizar qualquer conteúdo em sua máquina de forma simples e fácil. Muito mais fácil do que qualquer outra coisa que eu já tenha visto. Tudo sem ter que fazer upload.

O número de usuários de Opera finalmente irá crescer além dos fiéis escudeiros? Afinal, os recursos podem ser habilitados instalando o Opera em sua máquina mas você não é obrigado a navegar por ele. ;)

No meio dessas dúvidas me vem uma certeza: Por enquanto o Opera continua ser o melhor browser menos usado e é questão de tempo para mais esse recurso ser copiado pela concorrência.

Se quiser saber mais acesse Opera Unite.


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No Brasil é impossível encontrar NAS a um preço que não envolva partes do corpo e/ou seu primogênito, e backups em DVD não são realmente práticos. Depois de muito estudar a melhor alternativa, fora montar um miniservidor Linux com placa-mãe VIA (planos para os próximos meses) é utilizar HDs, que estão estupidamente baratos.

Inicialmente tentei cases externos, mas cada case significa um cabo de força, um cabo de dados, um tijolo ligado na tomada e um emaranhado de fios que deixaria Peter Parker emocionalmente perturbado. Abandonada essa estratégia, descobri as docking stations, suportes externos para HDs, onde posso espetar os discos, ler e gravar o que tem que ser lido ou gravado, guardar o disco na gaveta e pronto.

Um hard disk vira um disquetão.

O modelo escolhido foi o da imagem abaixo, comprando na Deal Extreme por algo em torno de US$18,00. Infelizmente o site está fora do ar neste momento, então nada de link direto.


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Anteontem a Nokia lançou mundialmente, com pompa e circunstância, sua OVI Store, a loja online onde serão concentradas as vendas de aplicativos para os telefones da empresa, independente de operadoras. Sim, é uma versão Nokia da App Store da Apple, como todo mundo está fazendo. E daí?

A loja permite filtrar o conteúdo de acordo com seu telefone. Há jogos, aplicativos, recursos para desenvolvedores e a funcionalidade é inovadora: O conteúdo é enviado diretamente para seu celular, via rede de dados da Operadora.

Há uma versão web e uma versão Mobile, que roda localmente no seu aparelho Symbian.


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Um dos maiores xingamentos que um programador nos anos 90 poderia ouvir era “aspeiro”.

Qualquer programador de respeito gastou meses de sua vida consertando as asneiras que vinham das tais “fábricas de software” e dos “pogramadores” contratados a preço de banana.

Eram horrores como um sistema de importação de dados que abria um recordset em memória com TODO A TABELA PRINCIPAL (sim, SELECT * FROM USUARIOS) depois varria linha a linha, seqüencialmente, em busca do registro a exibir.

Também encontrei um Gênio que guardava os dados do email “esqueci minha senha” (incluindo a senha) em um campo HIDDEN no HTML.


genial.

Do mesmo jeito que o mercado foi inundado por “designers” criadores de logotipos por R$15,00 graças ao CorelDraw, eu culpo a Microsoft pelos “programadores ASP”, formados pelo grupo que achava CLIPPER muito complicado.


Spencer Erhardt Stachi's picture

Teste - HP Workstation xw4600

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Foi difícil achar um ponto fraco nessa máquina. Pensando diretamente em um computador voltado ao ambiente de trabalho, a Workstation HP xw4600 é perfeita, se seus (dela) recursos que se enquadram com o que você precisa. Agora, se você trabalha com animação 3D pesada ou programas como Catia, SolidWorks etc... ela não é a melhor opção, mas mesmo assim não faz feio. Provavelmente a xw6600 se enquadre melhor no que você precisa e dói muito mais no bolso. O modelo base da xw4600 parte dos R$ 2500,00 chegando até os R$ 10.000,00 (sem os monitores).

A configuração da máquina testada por nós é: Processador Intel® Core™2 Quad Q9300 (2.50 GHz, 2 x 3 MB L2 cache, 1333 MHz FSB), 3 GB DDR2 800 MHz ECC (expansível até 8GB), 500 GB 7200 rpm SATA NCQ e com uma NVIDIA Quadro FX1700 (512 MB). Vem ainda com o Windows Vista® Business, downgrade para XP® Professional (sim, ambos em inglês). A configuração é divertida, mas é normal aficionados possuírem coisa “melhor” em casa. Um detalhe que me deixou tremendamente espantado, o computador é muito “redondo”. Ele me pareceu realmente projetado e testado como a HP disse no evento de demonstração dessas máquinas. O pessoal da HP nos garantiu que os engenheiros trabalham diretamente com empresas como Adobe, Autodesk, Avid etc. em testes de drivers e aperfeiçoamento de ambos. Pelo site interno de usuários dessas máquinas, os engenheiros sabem o que fazer para se ter um melhor desempenho em cada programa e com cada versão de driver, tudo testado com muita agilidade. A harmonia de se trabalhar com um computador assim me fez pensar, devo jogar toda essa tralha da “Santa Ifigênia” fora?

Nesses quase 15 dias, fizemos essa máquina realmente trabalhar no escritório e fizemos dela realmente ser multitarefa, como em uma coletiva de lançamento de Windows da MS. Ela era uma estação multimídia e com programas gráficos pesados rodando junto. E não que é que a danada aguentou e sem muito esforço? Dá para se trabalhar direto nela com Photoshop, Illustrator e InDesign juntos e realmente trabalhando.

Já que tínhamos de testar, aproveitei e tentei executar alguns jogos nela, para ver se a Quadro FX 1700 segurava bem o tranco. Testei dois jogos, o poderosíssimo Crysis e o sensacional Gears of War. O Crysis rodou bem mal, tive que desligar muitos detalhes e mesmo assim a queda de framerate acontecia constantemente dependendo das ações do jogo. Gears of War rodou como uma luva. Parecia que eu estava em um XBOX 360 sentado jogando no sofá.

Pontos positivos:
- Performance muito boa e essas memórias ECC que nos livram de crashs terríveis.
- Silêncio, muito silêncio.
- Duas saídas de vídeo em uma placa de vídeo só.
- 3 anos de garantia e de suporte online da HP. Acreditem, é sensacional mesmo.

Pontos negativos:
- Pesa mais de 15 quilos!
- Não tem a melhor performance para jogos, apesar que ela não é feita para isso mesmo.
- Tive que devolver a máquina para a HP, e meu coração está partido por conta disso.

Clique aqui para ler mais sobre as Workstations da HP.


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