O computador da Apollo: uma história de True Hackers

Faz muito tempo que problemas de computação passaram a ser resolvidos com força bruta. Otimização de código é considerado algo desnecessário, quando basta adicionar poder computacional no pool e tudo se resolve (exceto Ruby, que não escala).

Nem sempre foi assim. Houve uma época em que o auge da tecnologia de computação não permitia essas saídas fáceis. Era uma época onde o Talento ainda imperava, onde desenvolvedores dotados de poderes mágicos conjuravam programas impossivelmente eficientes, bons o suficiente para colocar um Homem na Lua.

A tarefa não era fácil. O computador de navegação das naves Apollo era tão fundamental que dois meses depois de John Kennedy proferir seu famoso discurso a NASA já estava fechando o contrato de desenvolvimento do sistema, antes sequer de saber como seria o foguete que ele controlaria.

Para surpresa do Complexo Industrial Americano, o contrato foi para as mãos do MIT, mais precisamente do laboratório de Instrumentação, liderado por um sujeito chamado Stark. Certo, era Charles Stark Draper, mas poderia muito bem ter sido Howard Stark, dado seu currículo.

Ele apenas inventou o sistema de navegação inercial para aviões, um conjunto de giroscópios e acelerômetros que determina com precisão a posição de uma aeronave, e associado ao piloto automático, bem… pilota o bicho até seu destino.

O sistema se baseia no conceito de que um giroscópio, quando em movimento giratório, mantém a mesma posição, fruto da inércia. Medindo a mudança de ângulo das estruturas presas ao giroscópio, temos direção. Some isso aos dados dos acelerômetros e é simples calcular a posição do objeto em relação a seu ponto de partida. E melhor ainda, giroscópios, ao contrário do acelerômetro do iPad, funcionam em gravidade zero:

Plasma Ben — Gyroscopically stabilized CD player in microgravity

No primeiro grande teste do sistema um avião levando Draper, sua equipe e jornalistas voaram de Boston até Los Angeles, sem usar referências externas, somente no automático. Quase no final da viagem o avião fez uma curva abrupta, o piloto por pouco não assumiu o controle, todo mundo achava que o sistema tinha pirado.

Não era o caso. Ele estava corrigindo a posição por causa dos ventos fortes, quando a curva parou o aeroporto de destino estava perfeitamente alinhado com a proa.

Draper pensou em usar essa mesma tecnologia para orientar a espaçonave, o que exigiu giroscópios bem mais precisos e duráveis que os existentes. E esse nem foi o maior problema. Num avião os controles eram simples, um sistema eletromecânico bastava pro sistema de navegação pilotar. Em uma nave viajando entre dois mundos, o buraco era muito mais embaixo. Ou em cima, dependendo de seu referencial.

Era preciso um computador. Isso em uma época onde computador ainda era sinônimo de algo que ocupava uma sala grande. Tinham que criar uma máquina funcional que ocupasse o volume máximo de 0,028 metros cúbicos. Qual o tamanho disso? Um PC desktop dos pequenos.

PARTE de um computador, no início dos Anos 60

Produzir esse computador não seria fácil, principalmente em 1961. O jeito foi apelar pra uma tecnologia recém-inventada, os circuitos integrados. Um computador usava 4.100 CIs, todos idênticos, cada um uma porta lógica NOR.

Isso mesmo, nada de processadores dedicados, o circuito era todo composto de unidades discretas. Eles literalmente montaram um processador, o que era compreensível, afinal o microprocessador em um único chip só seria lançado em 1971, com o Intel 4004.

Nessa brincadeira, no auge do programa Apollo a NASA consumia 60% da produção americana de chips, mesmo assim ainda havia mais problemas.

O computador de navegação sendo montado

Não havia especificação do sistema. Era tudo especificado em tempo de desenvolvimento. Não se sabia nem se o sistema iria controlar totalmente a navegação ou apenas auxiliar os astronautas. Os projetistas acabaram incluindo um backup que se tornou vital: um sextante. Isso mesmo, navegação pelas estrelas, como os primeiros marinheiros. Primitivo talvez, mas funcional e à prova de tela azul.

Por falar em BSOD, os travamentos eram uma preocupação, pois a vida dos astronautas dependeria daquele computador. A solução foi uma ideia radical: em vez de um sistema de time sharing, com multitarefa cooperativa, onde cada tarefa entregava o controle de volta ao sistema operacional, optou-se por um sistema onde havia tarefas cooperativas e um sistema de interrupções onde tarefas prioritárias eram executadas mesmo que outras aplicações não houvessem devolvido o controle ao sistema.

Listagem de um dos programas, ia até os pés da nerdzinha edificante

Os programas eram escritos em Assembly, com endereçamento de 16 bits e um conjunto de apenas 11 instruções diferentes, mas calma que melhora: como fazer cálculos complexos em Assembler (minha geração chama Assembly de Assembler, quem não gostar, GFY) é, foi e sempre será um inferno, o MIT criou uma máquina virtual com um conjunto de instruções expandido, com capacidade de cálculo em ponto flutuante e até operações vetoriais.

Essa máquina virtual rodava em tempo real, em cima do computador de navegação da Apollo.

Especificações

O computador era uma obra-prima de tecnologia, fazendo tudo isso com 2 kB de RAM e 48 kB de ROM, rodando a um clock interno de 1,024 MHz (ou apenas 1.024 kHz), sendo usado nas Apollos IV e VI. A segunda geração de computadores do sistema de navegação foi construída em 1966 com 2.800 CIs cada um com duas portas lógicas NOR, a RAM aumentou pra 4 kB e a ROM para 73 kB.

Obviamente não havia HD, os discos da época eram frágeis e grandes demais. A ROM era gravada em um negócio genial que, apesar do nome, não foi inventado em Pernambuco: a Memória de Corda.

Eram fios passando através ou em volta de núcleos magnetizados. O fio passando dentro era um 1, passando fora era um 0.

Memória de Corda. Sim, está bem ampliado

Como você já está imaginando, era um inferno escrever um programa, ou tecer, para ser preciso. Levava meses e qualquer erro significava jogar fora todo o trabalho, que era conhecido como Método LOL, de Little Old Lady, pois a maior parte dos funcionários que faziam a tecelagem do software eram velhinhas.

Esse cidadão está gravando um programa em ROM

Um zoom. Notem que não tem IntelliSense ou sintax highlight.

ÓBVIO que com tudo isso o projeto atrasou, a ponto da NASA nomear um interventor que foi explicar aos universitários como a banda tocava no mundo corporativo. Softwares inteiros foram reescritos, a própria função do sistema de navegação foi reduzida, de primário para auxiliar, e no final uma versão funcional foi entregue.

O sistema iria utilizar sinais de rádio da Terra como faróis de navegação, o módulo inercial seria um backup, usado somente em caso de emergência ou quando não houvesse contato.

O grande teste foi em 1968, com a Apollo VIII. Ao passar por trás da Lua ficaram sem o sinal de rádio, todo o controle foi feito pelos giroscópios e pelo software. Ao sairem da sombra o sistema enviou seus dados de telemetria para a Terra, e bateram com absoluta precisão com os valores calculados pela NASA.

Em 1969 foi a vez da Apollo XI usar o módulo mais complexo de todo o sistema, as rotinas de pouso. Em nenhum outro momento uma sequência contínua tão grande de instruções era necessária. Curioso é que esse módulo foi escrito quando 2/3 do sistema já estava pronto. O autor foi um jovem de 22 anos em seu primeiro emprego como engenheiro júnior chamado Don Eyles. Responsabilidade? Magina…

Durante a descida na superfície lunar, o computador disparou um alerta de erro, no caso, o famoso Erro 1202.

Problema é que na NASA ninguém sabia que diabos era aquilo, e sem idéia da gravidade, o natural seria abortar o pouso. Quem salvou o dia foi um sujeito chamado Jack Garman, engenheiro de software e que tinha a única cópia da lista de erros do sistema.

Ele levantou a mão, disse qual era o erro: overflow, o computador estava recebendo dados demais e não conseguia processá-los, mas graças ao sistema de prioridades de tarefas criado por Hal Lanning, as de baixa importância eram desconectadas enquanto o principal, relacionado ao pouso, era mantido rodando.

Jack Garman, o homem que salvou o dia

Depois descobriram qual havia sido o erro. A checklist estava errada, Buzz Aldrin, seguindo as instruções, ligou o radar de retorno, usado para acoplagem com a cápsula principal. Desnecessário para o pouso, só seria usado em caso de cancelamento, nunca havia sido testado nos simuladores enviando dados para o computador principal.

O resto, como dizem, é História. O sistema sofreu várias melhorias, inclusive a adição da possibilidade de reescrever parte dos programas em execução, função que foi fundamental para salvar a Apollo XIV, que teve problemas com um sinal intermitente nos circuitos de abortar o pouso. A 300 mil km de distância Don Eyles orientou os astronautas que entraram com uma rotina de bypass, em assembler. E você reclama do Java.

O computador de navegação e o painel de controle

O computador de navegação da Apollo se dava ao luxo de ter processamento de sobra, permitindo até detalhes como converter os dados de sistema métrico para unidades imperiais, ao gosto dos astronautas. Hoje temos que esperar a próxima atualização do iPad, pois a Apple não incluiu teclado em português na primeira versão…

Para saber (muito) mais:

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Autor: Carlos Cardoso

Entusiasta de tecnologia, tiete de Sagan e Clarke, micreiro, hobbysta de eletrônica pré-pic, analista de sistemas e contínuo high-tech. Cardoso escreve sobre informática desde antes da Internet, tendo publicado mais de 10 livros cobrindo de PDAs e Flash até Linux. Divide seu tempo entre escrever para o MeioBIt e promover seus últimos best-sellers O Buraco da Beatriz e Calcinhas no Espaço.

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  • elmartini

    Dos melhores textos que já li aqui no Meio Bit. Parabéns!

  • Teilor

    Um dos melhores posts do Meio Bit. Acho muito interessante esses textos mostrando como a computação antigamente era mais ‘conhecimento e criatividade’ do que ‘arrastar o mouse’ (sim, eu sei que ainda não tinham inventado o mouse.

    • upking

      @Teilor, assino em baixo

  • Hawk

    Excelente artigo.

  • kamikazenh

    Excelente forte de informação. Parabéns, Cardoso 🙂

    • kamikazenh

      @kamikazenh,

      :%s/forte/fonte/g

  • Parabéns Cardoso, um dos seus melhores textos, muito muito interessante. Full of win!

  • lucas.collovini

    Bravo Cardoso. Maravilhoso este artigo. Ao ver o nível de ninjismo daqueles caras me sinto uma ameba. Prometo nunca mais reclamar dos bugs do Tomcat no Windows 2003.

  • E ainda tem gente que duvida que fomos à Lua. É menosprezar muito a genialidade dessas pessoas…

    • Marcelo13

      @Krash Destrutor, Não podemos reclamar que as duvidas sejam por falta de motivos:

      Fotos com diferentes tamanhos da Terra, vista da Lua, evidenciando montagens desproporcionais.
      http://images.ksc.nasa.gov/photos/1969/medium/AS11-44-6642.jpg
      http://images.ksc.nasa.gov/photos/1969/medium/AS11-44-6549.jpg

      Existem diversas fotos com sombras em várias direções, sendo que a única fonte de luz seria o Sol e todas as sombras deveriam ser paralelas.
      http://images.ksc.nasa.gov/photos/1969/medium/AS11-40-5946.jpg

      Faltam as estrelas no fundo de todas as fotos. Com a ausência da atmosfera, as estrelas seriam ainda muito mais reluzentes.
      http://images.ksc.nasa.gov/photos/1969/medium/AS11-40-5903.jpg

      Em centenas de fotos, há pegadas dos astronautas na Lua. Mas, seria difícil haver formação de pegadas devido à falta de umidade e de gravidade. Estranhamente o modulo lunar infinitamente mais pesado não deixa praticamente marca alguma
      http://images.ksc.nasa.gov/photos/1969/medium/AS11-40-5877.jpg
      http://images.ksc.nasa.gov/photos/1969/medium/AS11-40-5873.jpg

      Pelo tamanho do Módulo Lunar, dificilmente existiria nele combustível o suficiente para colocá-lo em órbita novamente.
      http://images.ksc.nasa.gov/photos/1969/medium/AS11-40-5927.jpg

      Oficialmente, a NASA só teria realizado seis missões tripuladas à Lua, de 1969 a 1972, exatamente durante a gestão do presidente Richard Nixon. Após isso, nunca mais o homem teria voltado à Lua. Por que não foram mais ? Perdeu a graça?

      Numa das fotos mais famosas, aparece o Astronauta Buzz Aldrin ao lado de um tremulante bandeira Americana. Mas como diabos uma bandeira pode tremular na lua ?
      http://images.ksc.nasa.gov/photos/1969/medium/AS11-40-5875.jpg

      • Ismael

        @Marcelo13, dê uma olhada nesse link: http://www.projetoockham.org/historia_lua_1.html
        ele responde essas indagações colocadas pelos conspiracionistas.

      • @Marcelo13, sério? SÉRIO?
        Que tal pesquisar um pouco antes de ficar repetindo teoriazinha da conspiração batida?
        TODAS essas alegações idiotas já foram devidamente refutadas, é só ter um pouco de boa vontade pra acahar. Até os Mythbusters já fizeram um episódio sobre isso.

        • Helder_Zero

          @Krash Destrutor, “…Até os Mythbusters já fizeram um episódio sobre isso.”

          Provando que não são mitos, mas sim fatos!

      • avontz

        @Marcelo13, LOL

        Meu.. nao precisa nem falar nada… nem precisa pesquisar.. sua ultima foto.. sobre a bandeira tremulente.. veja que tem a porra de uma saida de um cabo.. É LOGICO que ele sustenta a bandera e obviamente foi feita para parecer daquele jeito.. pelo SIMPLES fato que você falou.. na lua nao tem vento =)

      • paulchess10

        @Marcelo13, A maioria desses argumentos conspiracionistas são facilmente rebatidos por quem estuda fotografia.

        1 – A Nasa não seria tão burra a ponto de fazer montagens desproporcionais. Conforme a distância focal da lente que fotografa, o plano de fundo pode parecer mais longe ou mais distante. Distâncias focais mais longas (leia-se grande zoom) tendem a achatar a perspectiva, fazendo com que o fundo pareça muito mais próximo. Ao contrário, distâncias focais longas deixam o fundo mais distante.

        2 – Não se vê nas fotos sombras em direções diferentes. Vê-se sombras de tamanhos diferentes, conforme o tamanho do objeto que a projeta.

        3 – Não se pode esperar que, pela falta de atmosfera, as estrelas deveriam aparecer reluzentes. É impossível que as câmeras fotográficas daquela época tivessem um alcance dinâmico capaz de captar, ao mesmo tempo, a luz das estrelas e a luz do primeiro plano, muito mais intensa. Nem as mais modernas câmeras digitais conseguem isso. Imagine-se àquela época.

        4 – Fugindo da fotografia, não seria necessário que o solo estivesse úmido para que os astronautas deixassem pegadas. Pise em uma superfície com pó suficiente macio que seu pé ficará bem marcado. E os trajes espaciais sem dúvida eram suficientemente pesados para permitir que os astronautas não saíssem voando e deixassem pegadas. E se o módulo lunar fico estacionado, ele não podia mesmo deixar marcas, exceto no local do pouso, as quais, sem dúvida, seriam apagadas com a propulsão na hora da partida.

        5 – É necessário muito menos combustível para colocar algo em órbita da lua do que para colocar em órbita da Terra. Lembrem-se que a gravidade lunar é 6 vezes menor.

        6 – Tem um suporte segurando a bandeira em pé. A tremulação é explicada pela gravidade baixa.

    • @Krash Destrutor, e os que não duvidam o Homem foi a Lua, mas dizem isso não aconteceu na data que a “história” conta?

  • Texto lindo, com certeza é essencial para todo mundo que gosta de computação, eletrônica, história, física e tudo mais.

    Em tempo: @Cardoso seu enjoado, tá enrolando para escrever um livro, com esses excelentes textos você deveria parar de procrastinar essa tarefa.

  • luizfelipestang

    Era exatamente o que eu ia dizer. tem otario que tem a audacia de dizer que não fomos a lua somente porque não gosta dos americanos, mas vive pagando pau isso é uma baita dor de cotovelo.

  • profeloy

    Tenho que endossar o coro, parabéns Cardoso, que belíssimo texto! O mais legal é que eu não tinha atentado ao nome do autor, ai quando li “nerdzinha edificante” pensei: “Cardoso!!” hahaha fui conferir e era.
    parabéns, realmente um dos melhores dos últimos tempos.

    • @profeloy, Juro que olhei a foto e pensei: Herrmione!

  • reinaldo.saraiva

    Gostaria de saber qual foi a referência ou como vc chegou a conclusão pra dizer q Ruby não escala ??

  • vitorrubio

    Excelente artigo. Este vou até imprimir 🙂 Muito interessante a história e as informações. Pra quem estuda engenharia de software é um prato cheio.
    Gosto muito das histórias dos primeiros computadores, da décadas de 60 pra cá, mas nunca vi (posso estar enganado) uma disciplina de história da tecnologia, ou história da computação em algum curso correlato. Seria interessante: uma matéria interdisciplinar entre história e ciência da computação.

    Essas histórias dos primórdios da computação não podem ficar “esquecidas”.

    Parabéns pelo texto.

    • @vitorrubio, não esqueça de incluir o link do presente post na impressão, ok? 😉

  • carlosdestro

    Máquina virtual em cima disso?!
    É, devemos aprender muito com esses caras. Nos sobra poder computacional, mas falta bom uso…

    Ô Cardoso, adorei o texto cara!

  • Wallacy

    Wow! Muito bom, principalmente pelos detalhes.

  • Rodrigo8

    Já tinha visto o documentário da Nasa sobre isso, mas ler sobre isso e relembrar faz-me lembrar do quanto somos NADA.

    Procurem esse documentário é de perder o fôlego

    ótima matéria

    • zuzé

      @Rodrigo8,
      Qual o nome do documentário? Tá disponível free for fun, ou é um material comercial?

      • zuzé

        @zuzé,
        Desculpa a pergunta burra. Agora eu olhei as referências no post.

  • Parabéns, ótimo post Cardoso.

    73 55

  • angraxs2

    E pensar que com a evolução que temos hoje em dia, o homem só volta pra lua em 2020. Eram gênios, sem dúvida, mas eu não me espanto mais com o poder da propaganda.

  • M_R_V

    Post FANTASTICO, Cardoso!
    Deu gosto de ler. Parabens!

  • solar1919

    Excelente!
    De arrepiar.

  • KingOfEmptyPromises

    Bom texto.

    Uma palestra legal é esta aqui http://www.infoq.com/presentations/Scrub-Spin do Gerard J. Holzmann que trabalha no Jet Propulsion Labs. Gerard faz considerações sobre o design de software espaciais das décadas passadas com os de hoje e propõe o uso de métodos formais leves em metodologias ágeis.

    Sei que a comparação de “ontem/hoje; assembly/(java|ruby)” foi para fins dramáticos, mas é non-sense. As circunstâncias eram outras e, afinal, os caras são engenheiros da NASA.

  • O artigo ficou bom mesmo. Parabéns. Em pensar que hoje em dia reclamam em rodar coisas mais simples e hardwares mais robustos. Vide a Apple reclamando de rodar Flash no iPhone, sendo que sistemas mais complexos rodavam em computadores bem piores e Flash rodava em Pentium 100…

    BTW e sendo chato, sobre o trecho “uma rotina de bypass, em assembler”, lembre-se que “Assembler” é o tradutor/montador/compilador/macumba que transforma a linguagem de montagem para código de máquina. A linguagem é “Assembly”. E eu acho Assembly mais simples e fácil que Java, C, C++ C#, C-PQP, etc… Assembly não é dificil. Só é trabalhoso demais, por ter que trabalhar diretamente com registradores e interrupções.

    Mas no mais parabéns novamente.

  • juliocesar757

    Lendo um texto desses eu digo que valeu a pena estudar Ciência da Computação.

  • ronan.vargas

    Impressionante. Muito bom texto, parabéns ao Cardoso. O que os desenvolvedores da época devem pensar sobre frameworks, IDEs, e o nível de abstração das linguagens atuais? E como disseram, a preferência por aumento de recurso computacional em detrimento da otimização de código.

  • zuzé

    Cê vai pedir um aumento pro Faoro, né?

  • Fabrício Camargo

    Só pra engrossar o coro: PARABÉNS Cardoso!

    Eu pessoalmente adoro história da ciência/tecnologia em geral e um texto desse só aumenta a paixão!

    Agora é esperar o primeiro mané aparecer dizendo que nunca fomos a lua, mas que quem construi as pirâmides foram alienigenas…

    • @Fabrício Camargo,

      Tentei mas não consegui resistir:

      nunca fomos a lua, mas que quem construiu as pirâmides foram alienigenas…

      😉

      • thE Masterkey Blaster

        @José Luís,
        Seu Mané!! 😆 :p
        .
        off topic total, mas me lembrei que foi assim que o salsinha entrou aqui no MB… sumido ele… o.o”

      • Fabrício Camargo

        @José Luís,
        ganhou o título. ahuahuahu

        xD

  • xtreme

    show de post… vlw 🙂

  • carituS

    “Faz muito tempo que problemas de computação passaram a ser resolvidos com força bruta. Otimização de código é considerado algo desnecessário, quando basta adicionar poder computacional no pool e tudo se resolve…”

    Oi, Java!

    (pausa para o #mimimi dos javalis sem senso de humor…)

    Falando sério agora, simplesmente fantástico artigo! Dá gosto de ter o feed do 1/2Bit no Google Reader.

  • Marcos Scofano

    Excelente post! Parabéns Cardoso. Muito gostoso de ler.

    E pensar que houve uma época na PUC-RJ que os alunos de informática (ou de engenharia) “ganhavam” o direito de 20 compilações (?!) no singelo “computador” que havia lá. Rs.

    Muito chinês (ou teste de mesa para o pessoal de SP) antes de submeter os cartões perfurados. Hehehe.

  • rodrigo.sarrat

    Dr. Manhattan que tirou o primeira foto do artigo?
    Parabéns pelo post… numa palavra só: excelente.

  • SandroCeara

    Belo texto, parabéns!

  • marcoscs

    poucos fazem ideia do que foi aquele voo em 1969, tudo que teve que ser criado do nada com a tecnologia de 40 anos atrás para fazer algo tão espantoso quando sair da órbita da terra e voltar são e salvo pela primeira vez na história da humanidade.
    Valeu, Cardosão, esse texto me fez ganhar o dia.

  • fmmjj

    … Eu me sinto um lixo =\

  • marcoscs

    a única coisa que eu não gostei foi a referência a Watchmen, não pela hq, mas pelo filme do Snyder.
    E pensar que essa mula vai dirigir o novo do Superman, ninguem merece…

    • @marcoscs, eu gostei daquele filme: o único defeito que vi nele foi a curta duração em relação à graphic novel. Tá e também o final alternativo em relação aos quadrinhos. 😛

    • Kalinke

      @marcoscs, algumas diferenças em relação a HQ, mas preciso dizer que o filme ficou muito bom!

  • alexey08

    O Manhattan subliminar na 1a imagem do post não poderia ser uma abertura melhor.

    Excelente! Realmente um dos melhores posts de todos os tempos!

    • @alexey08, SUBLIMINAR AONDE? D=

  • Que lindo :'(

    E eu tenho que aturar colegas de curso (Ciência da Computação) na faculdade falando para o professor que é perda de tempo estudar sobre os primeiros computadores porque “ninguém mais usa isso”. Revoltante.

  • Diego

    Excelente tema, excelente texto!

  • lblima.net

    Excelente post, um dos melhores que já vi aqui no meiobit, parabéns Cardoso!

  • guanch.openoffice

    Sensacional!!!!!

  • thymac

    Parabéns Cardoso, foi o melhor texto que eu já vi aqui no MeioBit, me emocionei só de imaginar a superação das dificuldades monstruosas, e da comemoração das pessoas após tais exitos.
    Excelente post, parabéns novamente!

  • fazedordesite

    Muito fodástico este post… manda a concorrência correr atrás porque artigo deste nível não vejo em outros blogs de tecnologia e ciência no Brasil.

    Isso é um post de ciência mesmo, não um aviso de campanha contra gripe como já tivemos em artigos por aqui.

  • drcfilho

    o melhor post que já li aqui no Meiobit! Parabéns Cardoso.

  • Então, resumindo: Buzz Aldrin era um usuário comum, que, como tal, faz m3rda e negligenciou o manual, e se o programa tivesse sido escrito por um “programador moderno”, baubau…

    • @Stormbringer, pelo contrário, ele seguiu direitinho, o manual que tava errado. Não era pra ligar a porcaria do radar naquela hora.

      • @Carlos Cardoso, 😀
        É que na primeira lida deu a entender que ele, o Buzz Aldrin, tinha invertido a ordem do protocolo 😛

        PS: estou impressionado com o numero de “negativos” que meu comentário gerou, akakkaka… E pra ganhar mais, vou contar que sou programador, e mediante a pressão da “produtividade”, acabo cedendo a atalhos que certamente colocariam o Buzz em apuros!

        • @Stormbringer, eu entendi que o pessoal gostou mesmo do texto, e veio defender em armas 😉

  • m4rcos

    Sensacional.

  • Melhor artigo do ano até agora. Parabéns, Cardoso!

    (LOL @ Ruby não escala).

  • Alguns pseudoeditores do MeioBit deveriam fazer curso de redação e estilo com o Cardoso, tanto pelo que é escrito quanto por como foi escrito. Cardoso não precisa de parabéns para escrever bem (quando quer), mas mesmo assim é obrigação reconhecer quando vemos um primor de texto. Realmente, excelente. Parabéns, Cardoso.
    .
    Science Rulez!

    • @André Pryderi, não sou ‘pseudoeditor’ e sim um “pseudocolaborador” do Meio Bit. E, assim que eu arranjar alguma verba, farei um curso de redação com o Sir Cardoso. Agradeço teu conselho: sei o quanto tu detestas meus textos recheados de links e trabalharei para diminuir a poluição visual nos meus posts. 😉

      • @Emanuel Laguna, eu não estava me referindo a vc, Laguna. Sem paranoia, ok? 😉

        • @tio André Pryderi, paranóico eu? Você já disse que não lê meus textos por detestar meu estilo. Aí tu complicas o raciocínio. 😮 😕

          • fazedordesite

            @Emanuel Laguna, Eu como o Pryderi, acho que você complica um pouco demais de forma desnecessária seus textos, os tornando massantes, mas diferente dele gosto muito do conteúdo e da presença deles no blog.

            O excesso de preciosismo nesse caso é compensado pelo rico conteúdo.

          • fazedordesite

            @fazedordesite, Ainda, eu como o Pryderi novamente, acho que alguns autores do meio bit produzem textos fracos com frequência, o famoso, escrevi para ter algo no blog, mas isso todo blog tem, faz parte.

          • @fazedordesite, tentarei fazer algo ainda mais divertido, então. 😛

    • @Pryderi, “quando quer” quem dera fosse tão simples.

      • @Carlos Cardoso, sorry about that, mas seus melhores textos são quando vc está mais preocupado com o conteúdo do que espetar alguém. Foi isso que eu quis dizer.

        • @Pryderi, e eu digo que de qualquer jeito dá trabalho, mas esse tem suas espetadas também, é só procurar 😉

        • qiqgclub

          @Pryderi, procure pelas preposições e locuções prepositivas que você encontrará todas as alfinetadas. =)

          Sabia que já tinha lido alguma pagação de pau para a genial capacidade deles de expremer códigos: http://meiobit.com/15564/us250-mil-por-um-processador-de-33mhz-e-vale/

          Eu penso que é um desperdício absurdo o que fazem hoje, principalmente com jogos. Cada vez maior a necessidade de hardware, para jogos que rodariam com MUITO menos se fossem minimamente revisados ou otimizados.

  • Zmaster

    Excelente, impressionante, genial!!

    Agora a pergunta!

    Porque não temos programadores deste nível para produzir softwares leves, com n recursos e que rodam em qualquer pc dos anos 90 com eficiência?

    Tanto poder computacional hoje e muita porcaria no mercado!

    Parabéns pelo post super informativo!!

    Estes foram os reis da escovação de bits! Eles respiravam 0 E 1!!

  • professordavid

    Serio.. melhor texto que já li.. puta merda cara.

  • Belo panorama sobre aqueles dias fantásticos.

    Redação impecável.

    Fiquei com saudades dos meus dias e noites passados com o bom assembly.

    Hoje uso só C e C++. Mas a nostalgia aperta de vez em quando.

  • Bootou pra f. Parabéns Cardoso!

  • Vinicius_K

    Excelente artigo. Parabéns.
    Espero ainda estar vivo quando o primeiro pouso tripulado a Marte acontecer, sem sombra de dúvidas será genial acompanhar e comparar as duas situações, principalmente a tecnologia envolvida.

  • marcelo.scs

    Simplesmente um dos melhores textos que lí aqui. Sensacional. Parabéns!

  • gatodibotas

    Rapaz Cardoso Que belo texto, muito bom !!!

  • jmarques

    Realmente uma obra prima do Cardoso, além de muito informativo, parece um romance que gente não consegue parar de ler…

  • História de um tempo onde programadores realmente “escovavam bits” (apesar de que, pelo visto, teciam bits)…

  • Artigo de excelente qualidade.
    Parabéns pela escrita didática e de ótimo conteúdo!
    E acessem http://www.epigrafeslegais.org
    🙂

  • bigua.kun

    Por textos como esse, e vários outros, q sou fã do Cardoso. Ótimo , parabéns

  • brunoalves65

    Todo esse texto gigante conta uma história da carochinha, criada com a intenção de nos fazer acreditar na capacidade humana de superar desafios pretensamente inatingíveis.
    Balela.
    Até o Sr. Cardoso sabe disso (vai ver ele foi muito bem pago prá calar a boca e escrever esse artigo du caralho)
    TODO MUNDO SABE QUE O SUCESSO DAS VIAGENS À LUA SE DEVE ÀQUELE CARA AZUL QUE APARECE ALI NA FOTO!

    Parece que vocês nunca leram os clássicos!

  • maximusgambiarra

    Esse texto foi dos bons. Muito bom!

  • black4cum

    É interessante essa tal de Cardoso querendo dar um de intelectual. Pega um monte de informações de sites em inglês, faz uma compilação e escreve com suas palavras.. Além do mais, demonstra total falta de conhecimento ao escrever coisas como:

    “Otimização de código é considerado algo desnecessário, quando basta adicionar poder computacional no pool e tudo se resolve (exceto Ruby, que não escala).”

    Envie seu texto a algumas maillists técnicas, vc vai ver o que vai acontecer. rsss

    • Tava demorando pra aparecer um trollzinho. É por essas e outras que vocês são a escória da Internet, medíocres e frustrados.

      “Pega um monte de informações de sites em inglês, faz uma compilação e escreve com suas palavras”

      Sim, seu IMBECIL, isso se chama PESQUISA. Faça um favor à Humanidade, morra.

      • profeloy

        “Sim, seu IMBECIL, isso se chama PESQUISA” –> hahahahaha EPIC WIN

    • Você sabe o que significa fazer compilação, meu filhote de trollzinho?

    • Wallacy

      @black4cum,

      Você é esperto mesmo!

      “Pega um monte de informações de sites em inglês, faz uma compilação e escreve com suas palavras”

      Quem dera que mais pessoas fizessem isso, porque o que mais vejo na net é pessoas inventando historias para “dar um de intelectual”.

    • black4cum = rosano444 + Maria Beatriz + zanproc + Jonas Flipper

      • arnoanderson

        @Emanuel Laguna, acho que você encontrou seu nêmesis.

    • carituS

      @black4cum,

      Interessante a capacidade do Cardoso em atrair trolls, até em textos que não deixam praticamente nenhuma brecha para isso.

  • Gigaflops

    Realmente emocionante!
    Todo mundo já disse, mas… lindo texto. Parabéns e obrigado.

    • @Gigaflops, de nada: volte sempre! 😆

      • Helder_Zero

        @Emanuel Laguna, Hahahaha…

      • gigaflops

        @Emanuel Laguna, hahahahaha

  • Genial Cardoso.

    Sabe o mais engraçado disso, depois de uma explicação como essa, com tantos dados, mostrando toda a tencologia utilizada para colocar algo na Lua, já vi professores da área de tecnologia, assim como muitos outros pseudo-gênios, dizerem que o home nunca foi a Lua por que simplesmente nunca tivemos tecnologia para isso.

  • caioluizdangelo

    Comentário tardio mas o texto é genial de fato. Faz programadores como eu pararem para refletir.

    E eu que achei um pé no saco ter que fazer meia dúzia de programas simples em assembly na faculdade… Os caras pousaram uma nave na lua!

    Esses caras faziam as coisas acontecer e textos como esse dão orgulho de saber do que nós seres humanos somos capazes. Basta dedicação e trabalho.

  • Toda e qualquer forma de prestar memória a estes gênios da ciência é mais que merecido.

    E hoje, quando vemos Kinects, iPods com giroscopios, um céu lotado de aviões que decolam, voam e pousam sozinhos e tecnologia em todos os lugares, me vem na cabeça as célebres palavras de Sir Isaac Newton:

    If I have seen further it is only by standing on the shoulders of giants.

    Um texto pra posteridade, Cardoso. Parabéns!

  • Excelente texto.

  • arnoanderson

    Já encaminhei o link do artigo para alguns amigos e colegas, coisa que não costumo fazer, de tão bom que ficou esse texto.
    Parabéns Cardoso.

  • depaul40

    Cardosão vç se superou neste texto!!Esquerdismos a parte,o Amir Klink nos contou do programa espacial sovietico (que ele visitou),e o mais impressionante é que os caras foram ao espaço usando tecnologia de trator,citando a estória da caneta da nasa que custava milhões e o russo usou um lápis.Pena que as histórias de lá não são divulgadas.

    • Joelson Ferreira

      essa história é LENDA….a história real é que realmente foi inventada uma caneta pressurizada para escrever no espaço, criada pela iniciativa privata, e que depois a própria Russa comprou para substituir o lápis, pois o grafite era perigoso de usar no espaço….ou algo assim….
      mas toda essa história que a NASA gastou milhões e os Russos usavam lápis é besteira, a NASA também usava lápis mas necessitava usar canetas….

  • Kalinke

    Comentário fugindo ao texto: Watchmen é foda!

  • mesgra2

    Cardoso, vc pode indicar algum livro sobre a história da corrida espacial ? (Livro mesmo… de papel, aquela coisa velha, que a gente tem que carregar e tudo mais.) Valeu!

  • ThiagoTietze

    Vale comentar, mesmo que já feito várias vezes por outros. Sensacional… OMFG… Seja lá o que for.

    Minha dislexia me impede de ler a maioria de textos deste “tamanho”, mas se propôs tão envolvente que passou despercebido.

    No más, encaminhei aos colegas da consultoria onde trabalho. Merece ser compartilhado.

    Se tivesse recebido textos como esses de meus “pseudo-professores”, talvez não tivesse trocado 3 vezes de facul.

    Parabéns. Simples assim.

  • Helder_Zero

    Cardoso, #epicwin

  • giovaneh

    E pensar que muita gente usa computadores só pra acessar orkut, mandar e-mail e imprimir alguns documentos.

    Nada contra… mas antigamente, parece que faziam muito mais com pouco.

    Internet 128k ISDN? Era meu sonho de consumo em 1996.

    • Edson Kunde

      Há seis anos, quando ainda falavan no Orkut 🙂

  • Andreh

    Parabéns pelo texto, muito prazeroso de ler. Fiquei feliz e ao mesmo tempo triste ao lê-lo. Feliz por ver do que o ser humano é capaz e triste por constatar que o Brasil ainda não terminou ainda o projeto do veículo para lançar satélites.

    grande abraço,

  • Fui só eu que notei que a nerdinha edificante tá fazendo um trollface?

    • Relaxa aí, geek. É só um sorriso… 8D

    • Joelson Ferreira

      só você

  • Parabens pelo texto. Leve, instrutivo, muito bacana mesmo. gostaria de ver mais escritos assim pela rede, mas… Parabens de novo!

  • Avelino De Almeida Bego

    Toda essa trabalheira pra fazer um filme num estúdio e nos enganar durante décadas? Reptilianos burros!

    • Carlos Adriano Mateus

      Reptilianos KKKKK Até então para quem não acreditava no vídeos e fotos da ida a lua. Hoje a tecnologia atual provou que realmente estiveram lá, e nada foi gravado em estúdios. A começar pelo comportamentos da poeira lunar gerada pelo movimento dos astronautas e dos veículos lunares em missões posteriores. Seria impossível de ser simulada o seu comportamento no vácuo de uma camara aqui na terra, simular isso com perfeição só foi possível com uso de supercomputadores mais recentes. A tem as fotos tiradas o céu escuro sem estrelas. Bem! Eles estavam lá? Na terra alguém consegue ver alguma estrela no sol do meio dia. A missão foi de dia claro. A lua não tem atmosfera a para refletir a luz,e ela volta para o espaço suprimindo o brilho das estrelas. Recentemente a fabricante de GPU chips gráficos NVIDIA fez uma simulação 3D baseado em uma foto do modulo lunar, e provou que a aluminação e sombras nas fotos não seria possível de ser reproduzida em qualquer estúdio de cinema moderno da época.. A farsa de ia a lua e caso encerrado. Veracidade comprovada pela ciência atual. Acreditar ou não e opção de cada um. Tem gente que acha que celular e smart phones funcionam com mágica.

  • Eu

    Muito, mas muito foda mesmo.. parabéns!

  • Joelson Ferreira

    Parabens cardoso, bela matéria

  • Ruan

    O banco de imagens deu pau? As imagens do texto não abrem ;(
    Somebody help ?

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