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Digital Drops Blog de Brinquedo

História de Uma Vida Mobile

Por em 11 de setembro de 2010
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  • @MrCaio

    Acho que perdi a conta de quantas quedas meu antigo 3320 teve. De tanto cair, deslocou o visor mas ainda funcionava que era uma beleza.
    Na época eu era “empolgado” e tinha trocentas capinhas dele, que eram vendidas em qualquer loja de celulares (ou camelôs mesmo hahaha). Acho que é um dos celulares CLÁSSICOS, um super nintendo dos celulares.

    Sempre tive muita vontade de ter um N97, acho o celular com melhor visual já criado. Pena que tem tantas desvantagens.

    Muito bacana o post. Quem acompanha a evolução com certeza sentiu um pouco de nostalgia ao ler.

  • http://www.facebook.com/tomboderider Murilo Dos Santos Silva

    Saudade de vários destes celulares. Ver vários destes aparelhos me lembra o quanto evoluímos e o quanto precisamos evoluir ainda.

    Hardware é essencial, mas uma experiência agradável na interface é fundamental.

  • brunaomafiotecano

    Assim como vc eu tb fui uma “bitch” da Nokia…

    Tirando os celulares que penas ligavam e mandavam SMS, meu primeiro telefone por asim chamar multimidia foi o Nokia (nao me lembro o modelo =\), não era Symbiam, era um celular CDMA (acho que último deles) que era Slide e tinha uma câmera de 2mpx… Era um baita celular e teria ficado mais tempo com ele se a tela não tivesse quebrado 2 vezes…

    Depois disso comprei um MotoQ (Com WinMo5) meu primeiro smartphone que usei um bom tempo com o pano de Internet maravilhoso que a Vivo tinha para CDMA (conexão ilimitada de verdade e totalmente estável por 69,90 ao mês).

    Não lembro o porque me desfiz dele e fui para um Sony Ericsson W610 (devia estar bêbado), bom celular mas aquém dos meus “desejos de multimídia”…

    Depois que passei ele para frente peguei um K850… Mais um excelente aparelho, tinha uma câmera muito boa, dava pra acessar a Internet até que bem para um não smartphone, mas foi outro que foi e voltou 2 vezes pra assistência por causa da câmera…)

    Passei essa joça pra frente e peguei um E71, que como o Cardoso disse é um baita celular… Usava ele intensamente, mas ai fui seduzido pelo Nokia 5800 e a sua loja de músicas (essa sim fodástica… Tenho uns 30gb de músicas baixadas lá de forma legal) que tive uma relação de amor e odio até semana passada… Ele me foi bastante útil e eu gostava dele até o momento que mexi num iPhone, que foi o suficiente pra mostrar o quanto a plataforma Symbiam é arcaica. Adquiri um iPod Touch e usava o 5800 simplesmente como Access Point com o JoikuSpot… Depois vendi o iPod e comprei um iPad e estava tendo o mesmo uso, fazendo o meu Nokia 5800 de Access Point. E estava me atendendo bem e eu aceitando o fato de ter que enguli-lo até que após 1 mês da garantia vencer o danado me quebra a entrada aonde carrega a bateria… (E pra quem usa o JoikuSpot sabe o quanto isso é terrível)… Apesar de ter 2 baterias e 1 carregador de bateria fica inviável usar ele assim…

    Portanto eu digo, que esse foi o meu último celular da Nokia, apesar de toda a babação de ovo que eu tenho para os escandinavos, eu fico com a idéia que a Nokia agora é a vergonha daquela povo.

    E semana passada adquiri um Samsung Galaxy 5 com android 2.1 numa patcha promoção (paguei 540 reais sem operadora), e ele está sendo totalmente útil para mim… obvio que está anos luz atrás de um iPhone 3GS ou um Galaxy S, mas para meu uso de thetering WiFi para o iPad e uso ocasional nele do Gmail e do Twitter está perfeito, fora que o Barnacle dá um pau no JoikuSpot e ainda por cima é opensource…

    Bom esse foi um pouquinho minha saga…

  • andrelimaozinho

    Bem, a minha história com celulares tem singelos 4 anos (tenho 23 agora… até eu fico surpreso que o meu 1º celular comprei com 19 anos):
    – Sony Ericsson i310 (12/2006 à 07/2010): por 3 anos foi um celular perfeito. Ele fazia ligações, era o meu relógio/dispertador e ATÉ tinha agenda telefônica;
    – Nexus One (07/2010 até os dias atuais): o azar do i310 é que este que voz comenta resolveu fazer o seu TCC com a plataforma Android. Precisava de um Android bom, e que não poderia sofrer com as frescuras de fabricantes ou operadoras. Logo, só existe uma opção: Nexus. E não me arrependo. Paguei uma bela quantia, mas nada extorsivo em termos de celulares de ponta (Oi mercado-cinza o/). A parte multimídia dele não posso reclamar, já que as únicas coisas que eu assisto estão em CODECs über-alles-undergrounds, então não tem celular que rode mesmo, mas a parte dos aplicativos vem me sustentando de forma satisfatória. O meu preferido é um emulador de GameBoy Advanced, o qual vem me viciando nas últimas semanas.
    E desenvolver com ele é uma maravilha, ainda mais pra mim, que venho de 6 anos com Java. Choque cultural, zero.
    Por ser o Nexus, não preciso me preocupar com “Será que a Moto-rola vai me f***r e não atualizar? E será que a Vivo/Anatel vão permitir que isso chegue aqui?”. Quando é necessário, ele simplesmente me informa que deve atualizar algo, mostra que tipo de permissões serão usadas e tem lá os seus 2 botões: Sim, Não.
    Se a Google ainda realizasse a venda dele para o mercado comum, eu recomendaria ele como smartphone-geek-desenv-from-hell.

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=743283829 Erick Coelho De Campos

    Excelente texto! Pena que minha vida mobile ainda seja muito curta (pra falar a verdade ainda estou no 3º Capítulo), mas ainda terei muita história para contar.

  • alexkrycek

    Ótimo artigo, mas eu, como alguém que teve só três aparelhos em 10 anos, me encomodo um pouco em ver como o celular se tornou uma espécie de vestimenta, a cada temporada parece que as pessoas precisam trocar, já está ultrapassado. A produção de celulares é altamente danosa para o meio-ambiente, na manipulação de metais pesados, inclusive para as baterias, a melhor esperança parece ser ao menos o descarte correto depois do uso, hoje quase todas as lojas recebem celulares e acessórios que são enviados para o descarte correto, mas lembrando, é sempre melhor reduzir do que reciclar. As fabricantes também não ajudam, o valor da troca de uma capa ou bateria quase sempre é igual a um aparelho de iguais funcionalidades, assim não dá.

    • http://www.contraditorium.com Carlos Cardoso

      @alexkrycek, não parece. ESTÁ ultrapassado. E sinceramente, estou pouco me lixando, não moro numa caverna, danoso por danoso hidroelétrica também é e nem por isso vou desligar a televisão.

      • http://ceticismo.net Pryderi

        Sugiro destruirmos todos os carros, pois suas baterias grandes são feitas com chumbo.

      • Ivan

        Pensamento alto do dia: Caráter, aquilo que separa quem realmente importa do resto, não se aprende na escola.

  • joo_forto

    Engraçado perceber como os celulares evoluiram (muito) rápido.
    Há 6 anos atrás tive meu primeiro celular, um samsung, muito bom para a época.
    hoje estou com um SE w580i, acesso a web com o opera-mini, com apps para ler pdf, doc, xls e outras funções, ou seja; ele faz a mesma coisa que meu finado netbook fazia, só que sem chamar a atenção.

  • juliocesar757

    Cardoso não teve um motorola StarTAC! Em sua época era mais desejado que a Luciana Vendramini… ok, exagerei.

  • http://www.rapaduraht.wordpress.com beto_oliveira

    Essa $%%¨&* de texto só me deixou com ainda mais vontade de comprar um Iphone 3gs……

    Mas o texto ficou muito bom.. (;-)

  • rzzbr

    Me lembro de ter desejado o Gradiente Chroma, Sony Ericsson T610, e mais recentemente o Nokia N97, por sorte não o dinheiro disponível para comprar eles só veio depois de perceber que eram aparelhos que não valiam a pena gastar o que se pedia para compra-los.

    Hoje tenho um Nokia E66 (Irmão não-querty do E71), e ele tem mais do que preciso, após compra-lo acabei percebendo que não sou um “Heavy Cell Phone User” e não preciso exatamente de um aparelho smart. Pelas descrições dos aparelhos fiquei até interessado no LG Renoir, mas nah.. estou satisfeito com o meu E66 por hora. =)

    • SandroCeara

      @rzzbr, Deu sorte em não comprar o Chorma: A parte cromada descascava!

      • http://www.contraditorium.com Carlos Cardoso

        @SandroCeara, sorte dei eu, o meu nunca deu defeito NEM descascou. Foi a exceção da exceção.

        • http://ceticismo.net Pryderi

          Pô, Cardoso. Embrulhá-lo com contact é trapaça. ;)

  • SandroCeara

    Belo artigo.

    Em 1995/6 comprei uma linha no mercado paralelo por 500 reais e, aí, um Gradiente tijolão.

    De fato, como disse o Cardoso, as linhas eram sorteadas.

    Bons tempos, em que você PAGAVA para receber ligações…

  • carituS

    O meu primeiro foi em 2000. Nem cheguei a sofrer com esse problema de filas de espera e tal, graças a Zarquon. Comecei na era CDMA, com um Gradiente Strike (se não me engando era o mesmo Nokia 5125), da então Global Telecom. Depois foram na sequência: um StarTAC, um Motorola V8160, um Nokia 2280 e um 6225i, que foi meu último aparelho CDMA, e o primeiro a superar o efeito “uau!” que o V8160 causava. Era um barato tirar umas fotos a qualquer hora com aquela camerazinha ruim dele.

    Meu primeiro GSM foi uma m**** dum Siemens A50, que depois de 1 ano de uso aquela joça não dava nem 8 horas de bateria. Assim que pude troquei por um Sony Ericsson z530i, com o qual fui muito feliz até o ano passado, foi o aparelho que mais tempo ficou comigo.

    Agora estou com um Samsung Star, bonitinho mas ordinário. Mas como só queria um aparelho mais bacanudo que fosse barato, pra mim tá valendo, era uma boa opção em meados de Agosto do ano passado. Ele serve muito bem para acessar um e-mail ou outro, e apesar da navegação web ser um tanto frustrante, quebra um galho para acessar alguma coisa rapidinho na hora do aperto, e tem um cliente para ver vídeos do Youtube que funciona satisfatoriamente. O que mata é a instalação de aplicativos em Java, a única forma de rodar um .jar nele era baixar via navegador. O que resolvi com a instalação de um firmware alternativo.

    O que tá difícil é segurar meu lado consumista, que tá louco pra botar a mão em um iPhone ou algum Android. Eu não preciso no momento de nenhum ultra mega recurso de um smartphone faz tudo, eu ainda uso meu celular 90% do tempo como um… telefone, veja só. Mas minha vontate é muito irracional, se eu não tivesse no momento outras prioridades já teria feito uma hagada.

  • http://meiobit.com/author/Max_Laguna/ Emanuel Laguna

    Só tive dois celulares na minha vida: o Siemens C72 (desde 2006) e o Nokia 5310 Xpress Music (desde 2009). Apenas o C72 acessa à internê e olha que o 5310 possui Opera. :-(

  • rodrileo

    Sou um dos que estão abandonando o Dext e pretendo ir de iPhone agora. Realmente não adianta ficarmos céticos quanto à maçã. O cara é bom no que faz.

  • http://members.lycos.co.uk/metallizer/ metallizer

    apesar de ter celular a mais de 10 anos, tive apenas 4 aparelhos.

    o primeiro foi um ericsson t18, apesar de pequeno era horrível, a bateria mal durava 6 horas, fiquei com ele pouco tempo, foi roubado numa saída de jogo no maracana.

    o segundo foi um 5120 que peguei de segunda mão de minha irmã após o t18 ser roubado, ela pegou um 8260 (o celular do pelé), apesar de grande a bateria tinha boa duração, Além disso tinha centipede instalado.

    depois disso peguei um 3586 quando o problema do 5129 de contato por pressão da bateria piorou muito. Fiquei com o 3586 um tempão até a Vivo me oferecer um V3 para eu pular de CDMA para GSM.

    Estou com o V3 até hoje, o acabamento em alumínio preto fosco esconde bem a idade do aparelho. Só uso para telefonar mesmo então devo ficar com ele até dar o problema no flip.

    Uma coisa que pouca gente sabe é que um carioca foi o responsável pelo design do V3, Claudio Ribeiro, chefe de design em um estudio dos E.U.A. de design da motorola foi o responsável pelo aparelho.

  • Jos-El

    Gosto muito dessas restrospectivas geek.

    Tive poucos aparelhos, meu primeiro foi um motorola (hehehe aquele que era branco e vinha com capas emborrachadas com cores escalafobéticas) e depois só foram Nokias e Sony-Ericssons. Infelizmente a Nokia está do jeito que está. estou pensando seriamente em fazer um “downgrade” e pegar um E71 (que vai ter um iPod Touch como companheiro), mas realmente telas sensíveis deixam a gente mal acostumado. Se não for o E71 vou me render ao mundo iPhone.

    PS: Não sou ecochato, mas tudo bem admitir que causamos impactos no meio ambiente e isso não tem jeito. Mas “se lixar” é sacanagem. Não custa pensar um pouco e tentar diminuir isso.

    • http://www.contraditorium.com Carlos Cardoso

      @Jos-El, ontem me avisaram que um programa de TV estava mostrando uma “sopa ecológica com emissão de carbono zero”. Era feita com água fria e legumes crus. É uma boa forma de “diminuir isso”. Também podemos desligar a Internet e voltar pra cavernas.

      • Jos-El

        @Carlos Cardoso, Dá pra fazer isso sem exagerar tanto pra um lado quanto pro outro. “Se lixar” é a atitude dos idiotas que jogam lixo em qualquer lugar e desperdiçam sem pensar nas consequências.

        Às vezes basta ser educado.

    • http://ceticismo.net Pryderi

      @Jos-El, agricultura tb causa impacto ambiental. Flatulência de gado libera metano que é agente de aquecimento global (sério!). A saída é reduzirmos a população humana para níveis contados em termos de milhares de habitantes e não milhões ou (pior!) bilhões de habitantes.

      • m_atheus

        @Pryderi, qual a relação entre gado e AGRIcultura?

        • maximusgambiarra

          @m_atheus, ambos causam impacto ambiental.

      • Jos-El

        @Pryderi, Fato que o ser humano causa impacto no meio ambiente. TODO animal modifica o meio ambiente de alguma forma. É hipocrisia pensar que a gente pode existir e o planeta continuar do jeito que sempre foi. Mas não custa lembrar, até por questão de auto-preservação, que poderíamos pensar antes de certas atitudes.

        Idem pro que eu disse ali em cima, às vezes basta um pouco de educação.

      • Jos-El

        @Pryderi,

        Ah, certo. Vamos continuar a repetir essa falácia dos flatos do Gado que desde o Reagan tentam passar pro mundo.

  • fdfurlan

    Cardoso, temos que parar de usar tanto lixo eletrônico! Precisamos parar de pensar somente no meio-ambiente, mas no ambiente todo! ehehehehhe!

    Estava agora fazendo as contas e eu já tive 8 celulares. Meu primeiro celular foi um Ericsson (ainda não era Sony) A1228D. Uma caixa preta com uma barra de ferro em volta. Verdadeiramente uma arma branca. Ah, ele não tinha alerta vibratório, precisava de um acessório para isso!

    Meu segundo celular foi o honroso Start Tac da Motorola. Seguido do meu celular preferido, o Nokia 8210. Pequeno, cheio de recursos e com bateria infinita!

    Na seqüência eu tive um V90. Tenho que confessar que por muito tempo a Motorola faz os celulares mais bonitos!

    Dai fui para um Sony-Ericsson w810i. Excelente telefone! Bateria dele durava muito! Quase me esquecia que tinha que carregá-lo! Esse foi meu último telefone celular usado somente para falar.

    Fiz minha iniciação no mundo dos smartphones com o Samsung i618 (Blackjack II). Windows Mobile rodando em um processado de barbeador elétrico, imagine a experiência!

    Finalmente cheguei ao Nokia E71. Um celular que dispensa comentários. Excelente! Rápido, simples e funcional. Como um smartphone de trabalho tem que ser.

    Hoje estou com o iPhone 3GS que herdei da minha esposa (ela tem um iPhone 4) e estou muito contente. Devo ficar com ele por um bom tempo (acho…).

  • Rickd

    Eu ja joguei celular fora com bateria e tudo num rio. Dei minha cota de contribuicao troll ao meio-ambiente.

  • http://icaju.wordpress.com Mamutti

    Ainda sou fã da Nokia. Vocês lembram como a Motorola (dos celulares) estava antes do Google aparecer com o Android? Pois é, espero que o mesmo aconteça com a Nokia e o MeeGo.

    Acho que hoje, levando em consideração apenas questões técnicas, é até melhor escrever um programa para MeeGo e portar para Android depois, afinal é tudo Linux e o Qt (que é a GUI oficial do MeeGo) já está sendo portado para o Android. O Nokia N9 vai vir aí, e vamos ver no que é que dá.

    Sobre o Symbian^3 acredito que a Nokia deveria largar de vez a plataforma – eu gosto muito, mas comparado ao iOS e Android ele sempre vai estar um passo atrás – e fazer o mesmo que a Apple quando começou a usar os processadores Intel: uma camada de compatibilidade com Symbian para MeeGo.

    Comprei recentemente um E62 e apesar dele ter uma CPU meio lenta tem tudo que eu preciso: teclado qwerty confortável, office, agenda, push mail, Python, fora as toneladas de aplicativos Symbian e Java disponíveis. Custou pouco e eu estou bastante satisfeito.

    PS: Até hoje guardo meu Nokia 6600 com muito carinho. Ele também roda Python e serve pra testar meus programinhas. :)

  • Luciano

    Cardoso, uma correção. N-Gage classic *NUNCA* teve infravermelho. Te afirmo isso com 1000% de certeza, eu tenho um N-Gage até hoje que funciona perfeitamente.

    Eu já tive:

    – Motorola PT550 (vulgo porta-aviões) e um kit de baterias de fazer inveja ao cinturão do batmam

    – Nokia 5180 um telefone pé e boi , finado Baby da vivo

    – Kiocera K112 (queime no inferno! o pior telefone que eu já tive)

    – Nokia 3220 (alias, uma discoteca em forma de telefone, mas uso até hoje)

    – Nokia N-Gage, o primeiro e inesquecível Smartphone (tenho até hoje e não me desfaço)

    – E por ultimo um xing-ling “NCKIA”, mas é fabricado por uma tal de KDI, pelo que custou, valeu cada centavo pelas (poucas) funções que tem.

  • skjayanthi

    Estou no 4o. celular em 14 anos:
    – 1998-2001 – Ericsson TDMA- (tijolão da BCP, Claro hoje em dia), a bateria esquentava demais e sentia no bolso. O flip era uma capinha protetora evitando o acionamento dos botões indevidamente. Descobri a real funcionalidade depois que quebrou. Tinha uma antena emborrachada que vivia torta (por causa das gordurinhas da cintura). Morreu.
    – 2001-2006 – Motorola Startac CDMA- comprei quando já não era o celular da moda, mas foi um excelente celular. Menor que o tijolão, a bateria durava muito mais. Quebrou após algumas quedas. Tinha o suporte para cinto – foi meu último celular pendurado no cinto.
    – 2001-2009 – Nokia 2355 CDMA – esse foi o que mais gostei. Era pequeno (vivia perdido no bolso), flip funcional, tinha rádio (que para mim é essencial, por isso não me converti ao iPhone), tinha uma lâmpada LED que era muito útil em alguns momentos. Mas faltava um tocador de MP3 que seria útil quando andava no metrô. Internet era um Wap limitadíssimo. Máquina fotográfica era outro item que sentia falta. Mas como telefone era imbatível. A bateria durava uma semana. Também quebrou após algumas quedas.
    – 2009 – ? Renoir – o conceito dele é uma máquina fotográfica que embarca um celular. A máquina em si não é grandes coisas comparado a outras máquinas. O legal é a grande gama de possibilidades de ajuste e efeitos. Como telefone é convencional. Como smartphone, é limitado, mas creio não ser essa função. Sim, tem rádio. Aguardo quebra num futuro longíquo.

  • m4rcos

    Cara, eu tive um Nokia 232, e ainda comprei um acessório que servia pra pendurar na cintura (2 peças de plástico, uma no celular e outra no cinto) que ficava balançando. coisa linda!

  • marcosalex

    Saí do Grandient Concept pro Samsung SGH-D820 (sabonete) que tinha display colorido, era pequeno e bateria durava muito.
    Depois fui pro Samsung D820, que aceitava cartão, tinha câmera e tocava mp3. Em seguida fui pra Nokia E66 e depois N95 8Gb.

    Ia trocar pro N97 mas foi justamente as críticas do Cardoso que me desanimaram dele, embora seja melhor que meu N95 atual. Se a Nokia atualizar ele pro Symbian^3 eu ainda animaria comprar, mas acho difícil.

  • http://digitaldrops.com.br/drops/ Nick Ellis

    Belíssimo post do Cardoso, despertou muitas lembranças… Já dizia o velho ditado, o melhor celular é sempre o próximo, o que no meu caso quer dizer iPhone 4.

  • Alexandre Luckenzy

    Poxa, que texto gostoso de ler! (desculpem a sensibilidade)
    os comentários então, até parecem que falam da própria infância!
    Gostei
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    tive varios celulares

    1° – Nokia 1110, realmente bom. Era robusto e ficou comigo por muitos anos. Quebrou de tanto cair no chão, o bicho aguenta e funciona até hoje – quebrado.

    2° – LG Chocolate – Celular bonito, lembro que prometia o malfadado Bluetooth (super capado). Era todo fechado de recursos e me causava raiva, tinha uma camera boa para um celular comum. Espaço interno pífio para musicas (128 MB? não lembro) e uma terrivel tradição da LG – fabricar verdadeiras louças que quebravam atoa e sem dar nenhum suporte técnico com qualidade. Não compro LG por nada por causa disso.

    3° – Sony Ericsson T630 – eu achando que tudo iria melhorar, quem lembra da qualidade horrivel das fotos e de um espaço interno que parecia uma piada para guardar até uma anotação? Emprestei ele para um “amigo” de manhã, a tarde ele tinha trocado por pedras de crack.

    4° – Sony Ericsson W580i, um bom celular… fiquei com ele por muito tempo!
    emprestei pra minha mãe usar, ela perdeu no mês passado dentro do ônibus interestadual

    5° – Nokia N95 – dispensa comentarios – até hoje!