A notícia já está correndo no Twitter, e dessa vez, acredite se quiser, não é nenhum “CALA BOCA [insira aqui a persona non grata do momento]“. Dessa vez, o imbróglio tem relação com o fanblog Twitter Brasil, mantido pelo trio Fernando Souza, Raquel Camargo e Gabriela Zago.
O blog, criado no comecinho de 2008, é totalmente focado na ferramenta de microblog mais popular do mundo. Nos primórdios, como relata Raquel neste post, a trupe entrou em contato com os criadores do Twitter informando sobre a nova empreitada, e o pessoal de lá ficou lisonjeado com a iniciativa, incentivando-a, inclusive.
Tudo ia bem até que no dia 12 de julho o Twitter Brasil recebeu um e-mail do Twitter Inc. exigindo que o nome do blog fosse mudado, todo material do Twitter, removido, e o domínio transferido à empresa. No desenrolar da conversa, a funcionária do Twitter que vem lidando com o caso pediu até para que o pássaro do tema (gratuito, Bluebird) fosse alterado.
Após expor o caso publicamente no próprio Twitter Brasil, muita gente manifestou apoio ao blog brasileiro através de retuítes — neste momento, já foram quase trezentos do post original. O caso também levanta alguns pontos preocupantes, como o uso do nome, pássaro e outros aspectos de propriedade do Twitter em serviços relacionados à ferramenta. Não são poucos.
Especula-se que essa reviravolta no relacionamento entre Twitter (serviço) e Twitter Brasil (blog) tenha a ver com o processo de localização do site no Brasil. A tradução, comandada por Carol Schimmelpfeng, já começou, e um blog feito por fãs com o nome da marca poderia atrapalhar eventuais futuros planos da companhia em solo brasileiro.
Vale lembrar que não é a primeira vez que o nome Twitter Brasil coloca esse blog em apuros. Em setembro de 2008, uma decisão do TRE do Ceará o tirou do ar, acidentalmente, graças a uma confusão com o Twitter “verdadeiro”. O episódio foi relatado por lá, em duas partes.
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29 de julho de 2010, 15:46
Alguém mais se lembrou do NokiaBR? O que isso nos ensina? Por mais que vc admire uma marca, ela se lixa pra vc e não lhe vê como nada. Assim, o pessoal que pare de endeusar tais empresas.
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julho 29th, 2010 @ 17:48
@Pryderi, Sem sombra de dúvidas. E sem querer incitar nada nem ninguém, mas me lembro disso em especial no caso de: freetards, applemaníacos[que são os mais chatos] e também os adoradores incondicionais de bill gates, embora essa última estirpe esteja sumida.
Responder
julho 29th, 2010 @ 18:27
@gopher, as pessoas precisam sair de visão infantil de ídolos. Twitter, Nokia etc são empresas. Eles não dão a mínima pras pessoas, querem lucros, independente se vc é fã ou apenas comprou o (nome do produto) apenas uma vez. Para eles, está tudo no mesmo juízo de valor: dinheiro que entra. A hora que as pessoas pararem de criar partidos, times ou sei lá o que para empresas, e comprarem apenas porque gostam dos produtos, sem dever fidelidade canina, acho que as coisas mudam. ou não. Eu só compro o que me agrada e não sou fiel a marca nenhuma.
Responder
julho 30th, 2010 @ 8:07
@gopher, Fidelidade cega e incondicional é ruim sob qualquer ângulo, mas fansites desempenham papel fundamental e acabam funcionando como “ponte” entre empresa e usuários.
Digo isso por experiência própria. O WinAjuda funcionou e ainda funciona como essa “ponte” para clientes domésticos da Microsoft. A forma com que a empresa lida com isso faz toda diferença; em vez de se afastar e intimidar, pode criar relações que trazem imensas vantagens para ambos os lados. Para a empresa, continua o trabalho de “suporte” e ajuda aos seus usuários; para o dono do site, acesso a funcionários e informações em primeira mão.
Claro que rola interesse, mas o que conta é a desenvoltura da empresa para lidar com a questão. Ela pode transformar o fansite numa arma contra si mesma (casos da Nokia e Twitter), ou potencializar o papel que prestam junto às suas comunidades de usuários (Microsoft, e só consigo pensar nela num primeiro momento…).
[]‘s!
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julho 30th, 2010 @ 8:22
@Rodrigo Ghedin, eu só queria saber se seu site se chamasse MicrosoftBR como iria ficar.
Responder
julho 30th, 2010 @ 8:38
@Pryderi, Daria problema, haha!
Usam nomes de terceiros é sempre complicado. Mesmo no alto dos meus 16 anos, quando criei o WinAjuda, inconscientemente sabia disso, de modo que evitei — ainda que “WinAjuda” seja um nome horrível, pelo menos é original.
O grande problema com o Twitter Brasil é que o próprio Twitter Inc. deu aval (tácito) na época em que o blog foi criado. Isso não elimina o direito deles sobre o nome e de obrigar a galera do TB a tomar providências, mas fica um clima estranho no ar…
[]‘s!
Responder
julho 30th, 2010 @ 13:45
@Rodrigo Ghedin,
Se tivessem entrado em contato com o pessoal do blog informando que precisariam do nome para a operação no Brasil e oferecendo para redirecionar os twitts para um novo nome/endereço, não teria gerado esse clima todo.
Infelizmente a maioria das empresas é completamente imbecil ao tratar com fãs…
julho 30th, 2010 @ 8:51
@Pryderi, Eu lembrei de cara desse caso. Realmente, babar ovo de empresa é pedir pra se dar mal.
Pelo menos isso (ainda) não se extende a artistas. Imagina todo site de fã-clube ou de torcedores ter que mudar por causa de briga pelo nome? Seria um tiro no pé fenomenal.
Responder
29 de julho de 2010, 16:23
Ficou feia foi a postura “Quero, quero agora! Já!!!!” que o post no twitterbrasil mostra. Eu esperava mais da turma do pássaro azul.
Responder
julho 29th, 2010 @ 18:28
@irtigor, isso fará com que as pessoas boicotem o Twitter? Não? Então, tá beleza. Não fará diferença.
Responder
29 de julho de 2010, 16:46
E a Twitter Inc. tem direito de EXIGIR que eu transfira o domínio?
Responder
29 de julho de 2010, 16:46
E a Twitter Inc. tem direito de EXIGIR a transferência de domínio?
Responder
julho 29th, 2010 @ 17:42
@coloradors, sim. Sei por experiência própria. Se ele entrar com uma ação contra o Twitter Brasil (o blog), aí é que fode tudo mesmo
Responder
julho 29th, 2010 @ 20:20
@Yeltsin Lima, neste caso sim, mas se voce tivesse registrado o domínio antes da empresa ser criada não.
exemplos:
gmail.it
apple.co.uk
Responder
julho 30th, 2010 @ 7:17
@fazedordesite, queria tanto que a Apple comprasse esse dominio! Sempre que tento acessar a loja daqui abro esse endereço ¬¬
Responder
julho 29th, 2010 @ 17:48
@coloradors, Como o Yeltsin disse, aqui no Brasil a gente tem um negócio chamado “Princípio da Anterioridade”. Como o Twitter veio antes do Twitter Brasil, um bom advogado pode “demonstrar que eles agiram de má fé” com uma empresa que não havia sido instalada por essas terras.
Como o pessoal do Twitter Brasil ter provas para provar que não houve má fé, que a empresa tinha apoiado a iniciativa e tudo mais, só resta ao juiz falar quem está errado nessa história, mas tudo vai depender da grana injetada em advogados.
Abraços,
tio .faso
Responder
29 de julho de 2010, 17:44
Sempre ocorre isso quando as cifras (leia “a presença da ferramenta no Brasil”) se torna mais relevante que o relacionamento com os fruidores (aqueles que admiram) e consumidores da marca.
Tenho empresa e sei como o dinheiro é importante, mas acredito que a melhor coisa que o Twitter Inc. poderia ter feito seria “oficializar” a parceria gratuita que o pessoal do Twitter Brasil vem fazendo há tanto tempo.
Ao invés de pedir para retirar marca, dar o domínio e coisas do tipo, o pessoal do blog poderia se tornar uma fonte oficial de informações da presença do twitter em terras tupiniquins.
Tenho certeza que eles gerariam mais tráfego com o serviço e mesmo os paraquedistas seriam devidamente redirecionados para o Twitter.com .
Infelizmente, crescer e pensar não andam lado-a-lado.
Abraços,
tio .faso
Responder
julho 29th, 2010 @ 17:51
@.faso, Sinceramente, não é só quando o dinheiro influencia não. O caso da nokia me pareceu mais a uma incompetência do setor jurídico mesmo, que extrapolou, que deve contrariar em quase tudo o de marketing.
Responder
julho 29th, 2010 @ 17:59
@gopher, Vero! O negócio começa a ficar muito estranho quando o monstrinho corporativo ganha corpo e cresce.
As empresas precisem fazer uma política interna muito rígida para separar a exploração indevida da sua marca dos fãs que a idolatram e ajudam voluntariamente a divulgar seus produtos.
Tenho uma empresa de bonecos e volta e meia alguém me pedia para fazer um bonequinho da Fail Whale… foi por esperar reações desse tipo que eu nunca fiz, afinal eu “estaria sendo pior que o pessoal do Twitter Brasil” (nos olhos deles), pois estaria explorando economicamente uma criação de terceiros.
O triste é ver uma empresa que nasceu na web ter um pensamento tão… tão… empresa tradicional!
Abraços,
tio .faso
Responder
julho 29th, 2010 @ 18:32
@.faso, mas eles são uma empresa tradicional: lucro é tudo o que importa! Vc não acha que eles mantém o Twitter por sentimento altruísta, né?
Responder
julho 29th, 2010 @ 20:41
@Pryderi, Claro que sei que como toda boa empresa o Twitter Inc. visa lucro, mas o que me refiro é pelo fato dela ser virtual, seu negócio depender das relações virtuais entre as pessoas.
Eles deram um enorme passo ao bolarem um sistema de comunicação em tempo real e público, tornando fatos que antes só veríamos no final da noite na TV em algo que podemos acompanhar na hora que acontece. Eles pensaram além do comum e saíram da caixa.
Quando essa mesma empresa, que deve seu sucesso aos seus consumidores, começa “a caçar” aqueles que de uma forma ou outra os ajudaram a ser o que é, o tratamento começa a ficar esquisito. É como as gravadoras que não se adaptam a nova realidade do mercado digital.
Eu não cobro essa postura do dono da padaria aqui da esquina, mas de uma empresa web sim. Eles precisam proteger seu patrimônio marcário, evitando que pilantras se aproveitem dele, mas essa mesma proteção surge quando eles incentivam seus usuários defensores e não os atacam.
Um ato negativo repercute mais do que um positivo. Se eles tivessem conversado com o pessoal do Twitter Brasil para colocar algo para levar os usuários para o twitter.com, acretido que esse post NUNCA teria existido.
Basta pensar como tal ato pode ser negativo para a marca Twitter. Hoje perseguem o Twitter Brasil, amanhã uns outros blogs. Depois de um tempo o pessoal que sempre incentivou a ferramenta vai se sentir atacado pela empresa, criando antipatia por ela e, finalmente, abandonando a mesma. E isso sim é ruim para qualquer negócio.
Um super abraço,
tio .faso
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julho 29th, 2010 @ 21:12
“Claro que sei que como toda boa empresa o Twitter Inc. visa lucro, mas o que me refiro é pelo fato dela ser virtual, seu negócio depender das relações virtuais entre as pessoas.”
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Desculpe, faso, mas não concordo com este modo de ver. Compreenda, ela não é virtual. É real! Imagino que está registrada como uma empresa e tem algum número de registro similar ao nosso CNPJ. Assim, ela é uma empresa como a Coca-cola, Microsoft ou a padaria do Seu Manoel.
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“Eles deram um enorme passo ao bolarem um sistema de comunicação em tempo real e público, tornando fatos que antes só veríamos no final da noite na TV em algo que podemos acompanhar na hora que acontece. Eles pensaram além do comum e saíram da caixa.”
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Desculpe, mas isso é irrelevante. Eles poderiam até mesmo comercializar abóboras, ainda seriam uma empresa. Creio que devam ter ações na bolsa; e tendo acionistas…
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“Eu não cobro essa postura do dono da padaria aqui da esquina, mas de uma empresa web sim. Eles precisam proteger seu patrimônio marcário, evitando que pilantras se aproveitem dele, mas essa mesma proteção surge quando eles incentivam seus usuários defensores e não os atacam.”
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Meu caro, não existe empresa web. Existem empresas. That’s all. Eles têm folhas de pagamento, têm salários e recolhem impostos. Para o governo americano (ela é sediada nos Isteites? Eu realmente não sei, mas vc compreende o que quero dizer), não há diferença nenhuma entre eles e a Wallmart, enquanto empresas. E mesmo que repercuta o lado negativo como vc diz, o que acontecerá a eles? Nada! Mais e mais pessoas estarão se cadastrando no Twitter, muitos sequer saberão que exist(e/ia) um blog sobre isso. E nisso eu estou sendo específico para com brasileiros. E mesmo que brasileiros parem de usar (coisa que eu duvido), o que afetará a empresa? Mais uma vez eu digo: nada! Vc acha que o Ghedin, Cardoso, Fabiane e todos os que colaboram com o Meio Bit se mostrarão indignados a ponto de cancelarem suas contas?
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“Basta pensar como tal ato pode ser negativo para a marca Twitter. Hoje perseguem o Twitter Brasil, amanhã uns outros blogs. Depois de um tempo o pessoal que sempre incentivou a ferramenta vai se sentir atacado pela empresa, criando antipatia por ela e, finalmente, abandonando a mesma. E isso sim é ruim para qualquer negócio.”
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Como o da NokiaBR? O que aconteceu mesmo? O cara fechou o blog, a Nokia continua vendendo seus produtos e a vida vai em frente. A carta que a garotinha escreveu pro Steve Jobs e ganhou uma ameaça de processo por parte da Apple deu em que, mesmo? As vendas sofreram algum impacto? Não, nem vai. Todos dirão “p**a falta de sacanagem, Apple”, mas ninguém deixará de babar pelo iPod, iPhone ou iWhatever. Vamos ver daqui a 2 meses se alguém se lembrará do Twitter Brasil. Vamos ver se brasileiros deixarão de usar o Twitter. Eu sei e vc sabe o que acontecerá. A imagem do Twitter ainda estará bela e resplandescente e ninguém dará a miníma pro que aconteceu ou deixou de acontecer. Simples assim.
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Abraços.
julho 29th, 2010 @ 21:55
@Pryderi, Sei que empresa é empresa e ponto final, mas o que falo está em um nível acima, no nível de marca (que é minha formação).
Concordo contigo que ninguém vai deixar de usar o twitter ou qualquer outro serviço ou produto por causa do fato ocorrido, mas a minha questão bate no martelo da diferença de uma empresa que só tem presença física na rua/shopping/mercado/etc. de uma empresa que só tem presença no mundo digital.
Todo objetivo de uma empresa é gerar lucro e não há nada de errado nisso. Minha bronca aqui é pelo fato da gestão da marca Twitter pregar algo e fazer outra completamente diferente. É como a operadora OI falar em liberdade e no final tem uma cláusula de contrato que te prende a ela (e deve ter).
Entenda o motivo das minhas argumentações: o Twitter APROVAVA o Twitter Brasil e depois muda de oposição. Eles precisam ganhar seu dinheiro sim, mas ao mesmo tempo precisam ter uma coerência de discurso, mesmo que isso não interfira em nada na vida deles.
Se você no seu site passasse a publicar que o Inri Cristo é o verdadeiro Jesus, isso seria uma quebra de discurso de marca. Pode não ter efeito nenhum, mas no plano marcário (que é o que venho discursando aqui) teria efeitos.
Eu adorei seus pontos e concordo com eles no cerne “empresa com cnpj”, mas o mundo da marca (que é o que geralmente temos contato) a coisa não funciona tão bem assim – e ainda bem! Senão não teria por que existir isso! XD
Abraços do tio .faso
Responder
julho 30th, 2010 @ 8:29
@.faso, eu entendi o que vc falou no tocante ao Twitter aprovar o Twitter Brasil. Acho que para sempre, o caso do NokiaBR será lembrado como paradigma. A própria Nokia do Brasil reconhecia o trabalho deles, patrocinava viagens etc. Só que os deuses do Valhalla decidiram acabar com a brincadeira. Vc me desculpe pela minha total ignorância no tocante ao “nível de marca”, mas não a vejo como algo mais poderoso que o interesse econômico. Se fosse, eles sofreriam algum revés com essa atitude. Sua marca continua forte e prosseguirá sendo forte. Marcas não pregam nada. Elas simplesmente… são marcas, um nome; não obstante, não subsiste por si só, enquanto marca. Se assim o fosse, muitas empresas famosas não teriam falido.
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(papo bom esse, sô).
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Abraços.
julho 30th, 2010 @ 15:24
@Pryderi, O caso do NokiaBR é paradigma perfeito como você bem apontou. Lá em cima o @Rodrigo Ghedin apontou perfeitamente o problema de uso de nome de terceiros e do bom (e mau) relacionamento com as empresas e fruidores.
Marcas são um assunto fascinante, mas por ser algo tão imaterial e ao mesmo tempo ter mais valor que os ativos físicos de uma empresa, pode gerar diversas confusões, como aquele caso da Nike com mão de obra infantil lá sabe deus aonde.
O caso do Twitter Brasil é apenas pequeno problema como uma ação real pode prejudicar uma marca (nesse caso, não vai prejudicar muito). Lembra dos problemas de privacidade do Facebook? Isso aí é um caso real de como um problema físico pode afetar a imagem de uma marca, pois muitos usuários começaram a olhar a empresa de forma estranha quando o seu fundador fala que a privacidade não é importante. É tudo questão de escala.
Não sei se disse lá acima, mas a marca -por mais imaterial que seja- e a primeira forma de contato e relacionamento que temos com uma empresa/serviço. Basta ver quanta gente elogia a Apple sem nunca ter tido um produto da marca.
Há muitos livros legais sobre isso e com mais empresas lançando apenas os seus produtos para web, novos conceitos, erros e acertos vão surgindo em um lugar que a sua imagem e seus lucros estão ligados a um público com voz muito ativa.
(e realmente o papo tá bom! X) )
Abraços,
tio .faso
julho 29th, 2010 @ 18:31
@gopher, mas a Nokia não sofreu nada com isso. Seus produtos continuam sendo vendidos e ninguém mais se lembra do Blog. Os advogados venceram, as pessoas continuam usando seus nokia e o dono do blog… Bem, quem se importa com donos de blogs? Eu sou do tempo que “tibs” eram “bits”.
Responder
julho 29th, 2010 @ 18:28
@.faso, não acho que seja questão de dinheiro, mas de burrice, mesmo.
A grana que eles vão gastar com advogados não daria pra comprar o domínio de boa, sem atitude arrogante e imagem negativa pro lado deles?
Responder
julho 29th, 2010 @ 18:33
@Krash Destrutor, acho que não. Os advogados estão lá, sendo pagos sem fazer nada. Simbora botar os caras pra trabalhar!
Responder
julho 29th, 2010 @ 23:20
@Pryderi,
—-Sala Jurídica da empresa onde Advogado1 e Advogado2 se encontram —-
Advogado1: Acabei de descobrir que quando aqui é dia, lá no Brasil é noite.
Advogado2: Então vamos nos preparar para amanhã a noite, Advogado1.
Advogado1: O que vamos fazer amanhã a noite, Advogado2?
Advogado2: O que fazemos todas as noites…
Advogado2: Vamos fechar um Blog e dominar o mundo
Responder
julho 30th, 2010 @ 8:30
HAHAHAHAHAHAH
Bem por aí.
Responder
30 de julho de 2010, 09:03
Acho que o Twitter está procurando todos os meios de faturar e qualquer um que possa faturar de um jeito que poderia ser ele, vai entrar na mira.
Responder