A CES deste ano foi tomada por eReaders. A Tinta Eletrônica, antes ficção chegou para ficar. O Amazon Kindle foi o produto mais vendido da Amazon.com e venderam mais livros eletrônicos em 2009 do que livros físicos.
O preconceito com a falta de cor não está sendo realmente significativo, as pessoas pelo visto perceberam que todos os livros de adulto são em preto-e-branco. Mesmo assim leitores coloridos já estão aparecendo também.
Mesmo empresas não muito dadas a inovação, como a RCA, apresentaram modelos. A estrutura de pegar carona em redes 3G está sendo replicada, e quando um de meus amigos menos geeks ganha da namorada igualmente não-geek um Kindle, e gosta, tenho que reconhecer que “inclusou”.
O modelo acima tem excelente resolução, 1600×1200, tela de 29,2cm, ridículos 6,8mm de espessura, uma semana de bateria, WIFI, 3G, 4GB de memória, slot para cartão SD, alto-falante, entrada de headphone, etc, etc, etc. É um Skiff, ainda não tem preço definido.
Vale a pena comprar?
Não.
Os preços ainda estão inflacionados pelo hype da novidade. Os mais baratos custam US$250,00. A estrutura ainda está muito amarrada aos vendedores, formatos proprietários imperam e a própria questão da propriedade intelectual não está bem resolvida.
Ano passado a Amazon fez algo impensável, e com o pior título possível: Após um imbroglio com os detentores do Copyright, assumiu uma postura Big Brother e apagou remotamente dos Kindles dos usuários cópias vendidas de 1984.
A medida horrorizou todo mundo, resultando em um pedido de desculpas de Jeff Beezos onde a medida foi chamada de estúpida e impensada. Só que o que ela fez foi mostrar que o Rei está nu, que embora tenhamos pagado por por eles, os livros legalmente adquiridos não são necessariamente nossos.
Não consigo conceber uma livraria invadindo minha casa para retomar um livro vendido por engano, então não concebo isso sendo feito eletronicamente.
Portanto, em vista de tudo isso acho melhor esperar.
Esperar por uma política de preços menos baseada no hype e mais baseada no valor real dos produtos. Não faz sentido um leitor de eBooks custar o mesmo que um netbook completo.
Esperar por uma maior unificação de formatos e lojas. diminuindo a dependência dos vendedores originais. Ninguém compraria um Dell que só funcionasse (ou funcionasse nitidamente mais adequadamente) com programas comprados no lojinha da Dell. Por quê comprar um leitor de ebooks que só é realmente amigável com uma loja?
Esperar subsídios reais para aceitar situações como as do parágrafo anterior. Se é para me prender à loja, que banquem a parte do leão.
Esperar a chegada definitiva dos modelos coloridos, que com certeza já existem em laboratórios, mas estão sendo retardados para aproveitar o interesse que já existe nos modelos monocromáticos.
Pode parecer estranho pregar paciência para uma tecnologia tão reconhecidamente útil e satisfatória como ebooks, mas é exatamente por isso que o estou fazendo. Acredito que eReaders serão tão fundamentais e presentes em nossas vidas, em um futuro próximo, que devemos pressionar fabricantes atrás dos melhores modelos possíveis, não dos melhores que estão dispostos a liberar no momento.
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11 de janeiro de 2010, 05:28
Com os e-books teremos a pirataria de livros !!! ( De verdade, não em CHM)
ÊÊÊÊÊ !
Responder
janeiro 11th, 2010 @ 10:55
Poxa! Será que só eu gosto da forma de navegação dos livros em CHM? Para ler um romance eu até concordo que os outros formatos podem ser melhores, mas para livros técnicos…
Responder
janeiro 11th, 2010 @ 15:28
Bom, Cardoso, parece que aqui apareceu o principal motivo para os formatos estarem tão fechados e tão atrelados às lojas.
Sinceramente, bratao, se o eReader tornar possível comprar por R$ 15,00 um livro que em papel custa R$ 45,00, pra quê piratear? Ao contrário, acho que devemos estimular esse novo formato de distribuição.
Responder
11 de janeiro de 2010, 05:58
não há q se negar q o Kindle veio como uma bomba nesse natal. robou a cena.
mas na boa, ainda há mto oq prosperar.
Comprar agora é fogo de palha.. eu, concervador que sou, aguardaria ainda um bom tempo para pegar os ebooks readers ‘desbloqueados’.
Só lembrando que já há precedentes no Judiciario no sentido de ser possível a chegada do kindle (na verdade, ebooks readers) sem o pagamento do Imposto de Importação (que é o que mais encarece as compras feitas no exterior).
Com a palavra, g1: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1416018-6174,00.html
Responder
11 de janeiro de 2010, 09:09
Já existe um e-reader com e-paper colorido no mercado, é da fujitsu: http://www.frontech.fujitsu.com/en/release/20090318.html
Responder
janeiro 11th, 2010 @ 10:44
Que por sinal é o primeiro. (esperamos que muitos venham depois)
http://blog4.opovo.com.br/tecnosfera/wp-content/uploads/2009/05/flepia.jpg
Responder
11 de janeiro de 2010, 10:05
Como sou conservador, ainda prefiro ver os meus livros um ao lado do outro na estante (mesmo que esta já tenha abaulado pelo peso).
Responder
janeiro 11th, 2010 @ 12:12
Mas como vc faz pra achar um termo/palavra/frase no livro, sem ter que folhear página por página?
Já num e-Reader, é só usar algo similar ao “Ctrl + F”.
Responder
janeiro 11th, 2010 @ 13:21
Procure no índice – em geral, livros têm índices. Alguns mais de um – por capítulos, no início; por termos (índice onomástico), no final.
ou senão, anote na margem, use um marcador, faça uma orelha no canto superior.
Se você quer justificar sua compra, ok. mas não por este problema.
Responder
janeiro 11th, 2010 @ 14:57
Isso é pouco prático. Imagine um livro técnico onde eu quero achar uma ocorrência da palavra “singleton” em conjunto da palavrão “padrão”. No seu método é inviável, não te exime de ter que perder minutos procurando, já num e-Reader vc digita “singleton.*padrão” e acha em menos de 1 minuto.
Sem contar o fator peso. Imagine carregar 10 livros de 1.000 páginas, quando vc poderia carregar um simples e-Reader que pesa menos de 1Kg.
Lembre-se, tempo é muito dinheiro.
Responder
janeiro 11th, 2010 @ 16:55
Eu não estava dizendo que não é bom. Apenas que isto não seria suficiente para me convencer. Por exemplo, tenho ouvido por aí que cabem 1500 livros num kindle – mas você não pode organizá-los por pastas, ainda(?). Ou que o suporte é ruim para folhear, para ficar pulando daqui para lá – imagine um livro de história ou qualquer outro em que as notas, bibliografias, etc ficam no final e você precisa ficar consultando-as duas ou três vezes por página lida. Impossível, né?
Enfim, pagar 259 dólares por isso é muito. Quando eu tiver mais liberdade, puder emprestar livros, comprar em mais de uma loja, tiver um formato não proprietário e, principalmente, quando eu tiver certeza de que os livros que estão no meu ebook são meus e não podem ser tirados de mim (kindle, anyone?) – aí sim eu vou comprar.
Responder
janeiro 11th, 2010 @ 17:54
[quote]Ou que o suporte é ruim para folhear, para ficar pulando daqui para lá – imagine um livro de história ou qualquer outro em que as notas, bibliografias, etc ficam no final e você precisa ficar consultando-as duas ou três vezes por página lida. Impossível, né?[/quote]
Pra que folhear? No índice de cada livro contém hyperlinks que vão direto para a página desejada, como se fosse no papel, a diferença é que vc não precisa folhear… funciona como link de internet/PDF.
Mas concordo que em determinadas situações é um pouco ruim.
[quote]Quando eu tiver mais liberdade, puder emprestar livros, comprar em mais de uma loja, tiver um formato não proprietário e, principalmente, quando eu tiver certeza de que os livros que estão no meu ebook são meus e não podem ser tirados de mim (kindle, anyone?) – aí sim eu vou comprar.[/quote]
Nesse ponto eu concordo 100%.
11 de janeiro de 2010, 10:37
[quote]Não consigo conceber uma livraria invadindo minha casa para retomar um livro vendido por engano, então não concebo isso sendo feito eletronicamente.[/quote]
Fiquei chocada com esta informação. Não sabia disto.
Realmente é de se revoltar.
Quase todo lançamento é caro e são sábias suas dicas para aguardarmos. (não que eu tivesse algum plano de comprar algum destes bichinhos agora)
Responder
11 de janeiro de 2010, 10:51
O ínicio é conturbado, mas promissor. Imaginen isto nos metro daqui uns dias. Mas tem que existir um sistema mais aberto para a venda ou aluguel de livros, com livre uso em qualquer dispositivo. Aguardemos!
Responder
11 de janeiro de 2010, 11:32
Nossa, parabéns, você disse o que venho pensando há certo tempo a respeito desse assunto e que não vi ninguém antes de você dizendo!
E tem um outro detalhe: acho que esse “desespero” todo atrás de e-book readers é fake. As empresas estão manipulando dados. Não nos esqueçamos de que esse aparelho é pra LEITURA e as pessoas não estão lá muito interessadas em ler, não. Pode ser que nos EUA e na Oropa se leia mais, mas DU-VI-DO que o número de pessoas dispostas a ler num aparelho eletrônico seja tão grande assim como estão querendo nos fazer pensar. E no Brasil – desculpem o pessimismo – esse produto já nasceu ou nascerá morto.
Responder
11 de janeiro de 2010, 11:32
Muita coisa nesse setor pode mudar se a Apple meter a distribuir conteúdo através de sua estrutura já consagrada (itunes).
É esperar pra ver…
Responder
janeiro 11th, 2010 @ 14:27
Duvido nadinha se Apple lançar um E-Reader que tranforma em filme o conteúdo do livro em tempo real…
Sabe como é…campo de distorção ativado…
Responder
janeiro 13th, 2010 @ 11:45
Esqueceu de comentar: Filme 3D
.
Responder
11 de janeiro de 2010, 11:41
Concordo, melhor esperar. Teve a oportunidade de usar o Kindle de um amigo um pouco e, apesar de ser um cambio de direção fantastico, este gadget é muito caro, proprietario e ainda bem “verde”.
Menciono dois temas a favor e contra que não vejo no post:
1) A favor: evitar de gastar papel e gasolina (pelo transporte). Na verdade esta é um elemento muito bom, eu não aguento mais gastar tantos recursos naturais como estou fazendo desde 40 anos (sim, sou velho
2) Contra: poucos livros em outras linguas estão disponiveis e poucos serão por muito tempo, devido aos tempos de reação de dinosaurios das editoras fora dos EUA.
Abraços,
Francesco
Responder
janeiro 12th, 2010 @ 4:56
Um dos problemas dos livros de engenharia é o preço elevado das versões traduzidas, o que, para alguns, justificava as fotostáticas ilegais. E é justamente por causa de tais cópias que as editoras brasileiras mantinham os preços elevados.
[quote=fracardi]
2) Contra: poucos livros em outras linguas estão disponiveis e poucos serão por muito tempo, devido aos tempos de reação de dinosaurios das editoras fora dos EUA.
[/quote]
Eu não me importaria em pagar UM POUCO mais caro por uma versão traduzida, mas, como provavelmente não terei tal opção ainda durante a minha faculdade, terei de exercitar minha leitura em inglês e español com a biblioteca da universidade.
Responder
janeiro 12th, 2010 @ 6:28
Na verdade, mesmo lá nos EUA os livros de ciência são caros, custando de uns 100 a 200% a mais do que os outros. Só em países que subsidiam diretamente a produção desse material é que os preços são equiparáveis aos das demais publicações.
Inclusive, ao que parece, os e-books da Amazon nem sempre vão ser assim tão econômicos: US$38 na versão kindle do Landau 1, contra US$40 na versão paperback, um Calculus do Larson custa US$139 contra 173 da versão hardcover. A série do Halliday e Resnick, por outro lado, custa a metade (US$65) da versão impressa.
IMHO, o que vai acabar acontecendo é que os estudantes vão trocar uma pirataria por outra, a xerox pelo PDF baixado num site qualquer, de graça.
Responder
janeiro 13th, 2010 @ 11:53
[quote=thiago_pc]
IMHO, o que vai acabar acontecendo é que os estudantes vão trocar uma pirataria por outra, a xerox pelo PDF baixado num site qualquer, de graça.
[/quote]
Eu já vejo isso de certa forma acontecer entre alguns de meus alunos. A coisa está tão descarada que em várias turmas já aparece um perguntando se alguém não tem o pdf do livro texto. :O
Responder
11 de janeiro de 2010, 11:45
Não sou muito fã da idéia de comprar essas coisas via download. Não gosto de pensar que paguei por algo que não me pertence. Um livro, dvd, CD posso vender depois que enjoar ou estiver precisando de um $$ extra. Mas e um download? não é minha propriedade
Responder
janeiro 13th, 2010 @ 12:01
Acho que esse é justamente um dos pontos bem colocados pelo Cardoso: a questão da propriedade intelectual no mundo digital não está bem resolvida. Na verdade o livro te pertence, mas a mídia (o papel e a mídia do CD): o conteúdo do livro e do CD pertencem a seus proprietários (em geral a editora e o autor). Tanto que vc não pode xerocar o livro, copiar seu conteúdo descaradamente, etc.
Mas isso é uma grande questão que precisa ser resolvida no mundo digital, concordo que o momento ainda é de esperar, até que passe o boom do preço alto e a questão da liberdade de uso fique mais clara.
Responder
Para Faculdades os e-readers serão uma mão na roda, imagina se livrar daqueles livros de 900pg e levar tudo em uma folha de “papel”
Responder
janeiro 11th, 2010 @ 12:15
É verdade… a coluna agradece.
Responder
janeiro 11th, 2010 @ 12:42
E assim acabam as xerox de partes de livros na faculdade
Responder
janeiro 11th, 2010 @ 18:05
[quote=H123er]
Para Faculdades os e-readers serão uma mão na roda, imagina se livrar daqueles livros de 900pg e levar tudo em uma folha de “papel”
[/quote]
e os 5kgs de livros na minha mochila tambem…
Menos idas ao ortopedista/massagista…
Responder
11 de janeiro de 2010, 12:55
Os e-readers fazem parte de algo que se chama tecnologia disruptiva.
Assim como os CDs tomaram lugar dos LPs e o VHS vencido pelo DVD, livros serão artigo de luxo e para pessoas que querem pagar mais.
Já imaginou o tamanho do estoque da Amazon?
Quantas arvores são derrubadas para virar Harry Potter ou Biblias?
E mais uma vez o que vai ganhar é a facilidade. Vai ser mais fácil distribuir e lucrar com isso.
Ao mesmo tempo, é um tiro no pé.
Assim que alguém criar um modelo de negócio aberto, totalmente livre e global, algum sujeito mais inteligente irá criar uma nova “Amazon” dos livros digitais.
Aposto nos e-livros que poderão ser lidos no PC ou nos e-readers, e sim, serão seus depois de comprados e poderemos deixa-los na web ou num pendrive.
O CD pode ter matado o LP, mas curiosamente foi depois do CD que o mercado de música mais cresceu. E o MP3 que muitos alegam ser o terror dos direitos autorais não fez muita diferença nos cofres das mega empresas de entretenimento, que agora ganham com shows.
Não vai demorar para surgirem livros de US$ 0,50 que serão copias descaradas de lançamentos de autores famosos, e outros que farão sucesso mundial com tecnicas avançadas de flatulência.
Em uns 2 ou 3 anos pode ir na sua loja preferida comprar seu e-Reader da Multilaser, Clone ou CCE, tudo Made in China, e com repositório em alguma ferramenta do Google que ainda nem existe.
Responder
11 de janeiro de 2010, 13:25
Esse é um gadget que estou louco para comprar, mas também estou esperando uma baixa de preço.
O problema é que corre o risco de que eles fiquem até mais caros com o passar do tempo. Tá com cara de acontecer o mesmo que com os netbooks, em vez de vermos os preços baixarem, vamos ver esses ereaders ganhando cada vez mais funções até se tornarem notebooks com e-ink. Aliás já tinha uns assim na CES.
Responder
11 de janeiro de 2010, 14:22
Tenho medo…
Trabalho em Livraria
Responder
11 de janeiro de 2010, 14:32
Esse lance do 1984 foi realmente um tiro no pé, da Amazon. E até hoje não sei se os usuários lesados tiveram algum tipo de “refund” ou compensação. Alguém sabe que fim levou?
Responder
janeiro 11th, 2010 @ 19:56
Eles devolveram os livros e não cobraram por ele (quem já tinha pago, ficou com crédito ou fizeram um estorno).
Responder
11 de janeiro de 2010, 15:35
O Amazon já está aceitando encomendas do Kindle DX, ele tem tela maior e suporte nativo a pdfs ! Mais salgado também }:)
Responder
janeiro 11th, 2010 @ 22:26
O Kindle original também suporta PDFs nativamente, desde uma atualização de firmware que saiu no final de 2009.
O que me deixou triste foi ver que a Amazon só envia o KindleDX pro Brasil perante o pagamento de quase US$ 1k, pra garantir a coberturas de taxas de importação. Tinha que sair logo uma lei regulando a importação de e-readers como livro-equivalentes, pra acabar com essa palhaçada (a decisão daquela juíza, que saiu nos jornais, não tem força de lei. É um precedente importante, mas ainda é preciso recorrer à justiça pra conseguir não pagar o imposto de importação).
Responder
11 de janeiro de 2010, 15:36
Ah! Eu sei que ainda é cedo, mas confesso que a vontade de por a mão em um desses é quase irresistível. Imaginem, poder levar comigo toda a minha biblioteca, poder bancar o Nero Wolfe que, ao consultar um verbete na Britânica, sempre se perdia lendo outros e mais outros… É o Manual do Escoteiro-Mirim chegando para ficar a disposição de todos.
Responder
janeiro 11th, 2010 @ 17:00
KKKKKKK
Realmente, ter sempre a mão o manual do escoteiro-mirim já é motivo suficiente para justificar a compra.
Responder
janeiro 13th, 2010 @ 12:02
Sim, é irresistível mesmo. Eu quero não o manual do escoteiro, mas a coleção (eram uns 20 volumes em capa dura, que li e reli umas trocentas vezes
).
Responder
11 de janeiro de 2010, 22:42
[quote]Ninguém compraria um Dell que só funcionasse (ou funcionasse nitidamente mais adequadamente) com programas comprados no lojinha da Dell. Por quê comprar um leitor de ebooks que só é realmente amigável com uma loja?[/quote]
“Ninguém compraria um iPhone que só funcionasse (ou funcionasse nitidamente mais adequadamente) com programas comprados no lojinha da Apple.”
FAIL, Cardoso!
ps.: Fim do jailbeak (ainda fazem isso?) não inpediria que continuassem comprando iPhones.
Responder
janeiro 12th, 2010 @ 2:48
Não. Fail PORRA nenhuma. O Dell roda sistema operacional da Dell? Roda Windows.
Não compare celular com PC de uso geral, vai te fazer passar vergonha.
Responder
janeiro 12th, 2010 @ 20:55
Não compare plataformas abertas com plataformas fechadas, vão te fazer passar vergonha.
Responder
janeiro 13th, 2010 @ 15:09
[quote=ovtbqr]Não compare plataformas abertas com plataformas fechadas, vão te fazer passar vergonha.[/quote]
Touché, bigode.
Eis um dos pontos fracos do Cardoso. Ele sabe que já falou bastante besteira sobre isso, inclusive se contradizendo, tudo em prol de um post provocativo. E nesses exemplos, ele com certeza passou vergonha perante leitores que não façam parte de seu círculo de amigos ou fãs.
Responder
janeiro 13th, 2010 @ 19:42
Desculpa amigo, não que eu queira defender o cardoso. A diferença tá na visão do consumidor.
Ele está acostumaod a aceitar plataformas fechadas em celulares, em pcs JAMAIS.
Responder
janeiro 13th, 2010 @ 15:06
[quote=Carlos Cardoso]Não. Fail PORRA nenhuma. O Dell roda sistema operacional da Dell? Roda Windows.
Não compare celular com PC de uso geral, vai te fazer passar vergonha.[/quote]
Curioso é que antes do iPhone tínhamos um ecossistema com smartphones/PDAs que rodavam seus PlamOS, Symbian e Windows Mobile, e os usuários estavam acostumados a uma realidade bem próxima à dos PCs: procurar em sites a esmo por programas de qualquer fonte pra instalar em seus aparelhos.
Portanto, apesar das diversas diferenças entre os universos PC e mobile, o modelo Apple (de um aparelho que pode usar somente aplicativos autorizados e vendidos em sua loja) é apenas uma nova etapa desse ecossistema, que acabou prevalecendo pela praticidade, mas definitivamente não é algo inerente a plataforma.
Em resumo, FAIL again.
Responder
11 de janeiro de 2010, 22:57
fique tranquilo, quando puder ser recaregado na luz,a bateria durar mais de 2 anos, ser dobravel e a prova d´agua eu compro.
Responder
janeiro 11th, 2010 @ 23:26
Ou seja: nunca?
Responder
janeiro 12th, 2010 @ 12:53
Nunca diga nunca, a não ser para falar essa frase.
Na verdade não é inviável, pois aqui no Meio Bit já se comentou de estudos de baterias que duravam muito tempo (seria um “enquanto o aparelho durar”) e ser a prova d’água é fácil. E como a bateria “dura pra sempre” não precisaria ser recarregada.
Outra saída é a utilização de “baterias” nucleares portáteis.
Responder
janeiro 12th, 2010 @ 15:08
Nunca não existe no nosso mundo da tecnologia rapá
Responder
12 de janeiro de 2010, 05:03
Assim que a moda realmente começar, os Xing Lings vão chegar, e lendo todos os tipos de formatos que podem ser baixados.
Além disso, vai ser muito mais barato, e muito mais vagaba, mas as pessoas vão adorar.
Responder
12 de janeiro de 2010, 13:03
Uma coisa que acho interessante, você poderá estar lendo um texto, que poderá ter um link para algo atualizado (por exemplo, falando da vida de um artista, você poderá ir ao website dele, ou a uma loja que vende música dele ou produtos licenciados como camisetas, etc).
Porém haverão obras (livro, revista, jornal, ou qualquer outra coisa) que certamente serão hackeados (seria correto este termo?), onde spammers colocarão links para seus sites, e redistribuirão o texto modificado (ou com informações erradas propositalmente).
Sei que aqueles que comprarem seus livros de fontes seguras não correrão esse risco, mas imaginem a quantidade de pessoas que farão downloads de coisas assim e nunca irão imaginar que foram enganados. Livros traduzidos antes dos oficiais serão uma bela isca!
Responder
12 de janeiro de 2010, 15:12
Eu gostei, só achei caro como alguns falaram ae.
Não vejo mais vantagens em usar livro de papel…. Outro dia vi um e-book que queria por 14 dólares. Lançamento de uma tecnologia, vantagem super grande ter em mãos <strong>já</strong>!
Vamos as vantagens:
> Disponível imediatamente
> peso 0
> + barato
> menos agressivo a natureza
A pior coisa é eu ter que escolher livros quando vou sair, não posso levar vários por causa do peso #fail
Responder
26 de fevereiro de 2010, 21:36
será o fim dos livros e cadernos
Responder
1 de março de 2010, 23:31
Nem vejo a hora de que a os e-readers funcionem como deveriam… Mas não consigo conceber um e-reader de sucesso que não tenha o mesmo conforto que proporciona um livro de papel. E-readers flexíveis e que vc possa abrir como um livro de papel – entourage edge talvez esteja no caminho - podem ser uma boa solução. No mais, vai ser ótimo diminuir a quantidade de papel.
E poder ler Senhor do Anéis ou A Montanha Mágica sem ter dor no braço também vai ser muito bom! hehehe }:)
Responder