Andy Rubin se prepara para lançar o Essential Phone em mais mercados

O Essential Phone, o smartphone de Andy Rubin criado para concorrer com Apple e Samsung no mercado de dispositivos de ponta está pronto para ganhar o mundo. Lançado inicialmente apenas nos Estados Unidos, a startup já está em negociações para introduzi-lo no Reino Unido, Europa e Japão.

O Essential, até então conhecido pelo código interno PH-1 é um smartphone de respeito, contando com SoC Snapdragon 835 da Qualcomm, octa-core Kryo com quatro núcleos de 2,45 GHz, quatro de 1,9 GHz e GPU Adreno 540, display de 5,7 polegadas com resolução de 2560 x 1312 pixels (504 ppi) e proporção 19:10 que ocupa boa parte da frente do aparelho, 4 GB de RAM, 128 GB de espaço interno não-expansível, câmera principal dupla de 13 megapixels, uma monocromática e outra para alta fidelidade de cores; abertura f/1,85, HDR, autofoco e capacidade de filmar em 4K a 30 fps, câmera selfie com lente grande angular de 8 MP, abertura f/2,2 e que também filma em 4K a 30 fps, 4G/LTE, Bluetooth 5.0/BLE, NFC, GLONASS, bateria de 3.040 mAh e conector USB-C.

Ele chegou ao mercado norte-americano inicialmente por se tratar de uma empresa pequena, embora Rubin tenha sido o pai do Android e trabalhado por anos no Google ele não tem tanta capacidade de abraçar o mercado global como seus principais concorrentes. Pense na Essential como a OnePlus com restrições, já que os primeiros que compraram o aparelho não o receberam dentro do prazo de 30 dias prometido e ainda não há previsão de envio.

Ainda assim o engenheiro de software está disposto a brigar: recentemente uma variante “A11” do Essential Phone, que na prática é o mesmo dispositivo recebeu certificação da Wi-Fi Alliance, revelando que ele já sairá da caixa rodando Android 7.1.1 Nougat:

Esse A11 na verdade viria a ser o mesmo PH-1, o código anterior é mais uma denominação interna e convenhamos, a Essential não tem capacidade de introduzir um smartphone novo quando nem despachou o original. A certificação é útil principalmente para viabilizar o lançamento do Essential Phone em mais mercados e segundo fontes Rubin estaria negociando com operadoras do Reino Unido e Europa, ao mesmo tempo que estaria estudando a melhor forma de lança-lo no Japão; vale lembrar que embora os japoneses tenham resistência à Samsung e outros fabricantes de fora, a Apple é líder de mercado no setor e seguida por concorrentes locais como Sony e Sharp.

Por enquanto a Sprint é a única operadora que fechou com a Essential, e venderá o smartphone nos EUA por US$ 699; não há previsão de quando ele chegará a mais mercados e por enquanto, não há nenhum indício de que a startup pretende comercializa-lo no Brasil.

Fonte: Financial Times (paywall).

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Autor: Ronaldo Gogoni

Um cara normal até segunda ordem. Além do MeioBit dou meus pitacos eventuais como podcaster do #Scicast, no Portal Deviante.

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  • Danilo

    Um belo celular, mas acho que vai ser destruido pelo pixel 2 xl (ambos tem android stock), pq o preço vai ser parecido e os pixels são campeões de atualização

  • Acho tão desnecessário esses aparelhos de ponta. Colocam uma tela maior que o aparelho, fazendo curva, projetando na íris, lendo pensamento, mas quando cai numa almofada ela trinca e custa um rim pra trocar.

    Pra mim a grande inovação é fazer aparelhos resistentes, com bateria maior, com mais memória interna, suporte a micro-sd e especificações razoáveis.

    • Ivan

      Tipo a tela do moto force ou algo do genero, não sei pq não usam mais aquela proteção.

      • DumbSloth87

        por causa disso: https://www.youtube.com/watch?v=aORciBazy28

        • Rafael Rodrigues

          Eu tenho um moto X force. Sim, a tela arranha, mas paguei 25 trumps em cada shattershield de reposição. 1 ano e só troquei uma vez.

          Tela inquebrável é de longe a melhore feature.

  • MundialFCPwefaFCPcampeõesFCP

    Bem vindo Essential phone 🙌
    … Acaba com as porcarias samsungadas Ljeizadas e microsofteadas 😝, enfim… as porcarias de telemóveis que toda a gente tem.. 📴 🙏🏼

  • jairo

    Não duvido que nem.lancem ,

  • “…e por enquanto, não há nenhum indício de que a startup pretende comercializa-lo no Brasil.”
    Tenho um plano para ficar rico: vou alugar cadeiras para quem quiser ficar esperando sentado pelos indícios de que virá para o Brasil.

  • Odilon Costa Neto

    Da vontade de tirar aquela verruga(camera) no topo do celular na unha! Aflição

  • Superpato

    No início da era dos smartphones, a Docomo, até então a maior operadora do Japão investiu pesado na linha Galaxy para bater de frente com os iphones, exclusividade da SoftBank, segunda maior operadora.
    Na média, o japonês fica mais de 2 anos com o aparelho, que é o tempo de contrato de fidelidade. Os primeiros Galaxys venderam muito, mas o que eu vi nessa época, era uma insatisfação muito grande com a durabilidade do aparelho.
    Enfim, com o tempo a Au também passou a vender iphones e com isso a Docomo caiu pra terceira posição. A população japonesa não cresce, isso significa que no mercado saturado japonês, pra uma operadora crescer, outra tem que diminuir.
    Hoje o Galaxy é gratuito no plano de 2 anos, a Docomo também vende iphone, marcas japonesas como Panasonic deixaram o mercado de smartphone.
    Acredito que esse Essential Phone não tem nenhum diferencial pra incomodar no mercado japonês, será mais um entre Asus, Lenovo e outras marcas.

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