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Como seria despertar num mundo 25 anos mais avançado tecnologicamente?

Por em 6 de março de 2013
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  • http://www.facebook.com/escrutinador Demian Bianchi Bertozzi

    O link pro artigo do Cardoso e a citação do Bom Doutor fizeram entrar um cisco no meu olho. Excelente post pra ler depois das porcarias daquele outro articulista do site.

  • http://twitter.com/frturchetto Fernando Roberto

    A tecnologia evoluiu para melhor. Mas será que o ser humano evoluiu para melhor?

    • http://www.facebook.com/amsalau Alexandre Salau

      Sim. Pelo menos estatisticamente.

      • Gabriel Rezende

        Haha, exatamente. Conseguimos construir máquinas para viver até os 90 anos, mas com os hábitos e a alimentação de hoje com 60 o pessoal já tem Alzheimer, 20 anos a mais de vida, vegetando agora, haha.

        Por isso que essas estatísticas são interessantes.

        • http://profiles.google.com/cquintela Cristiano Quintela

          Sim, bom eram os anos 60 que a expectativa de vida era de 50 anos no Brasil. Ahhh saudade do tempo que se morria jovem…

          • Rodrigo Fante

            ou o começo do século, onde 30 anos era terceira idade, se não morresse de tuberculose, morria de sarampo, coqueluche, tinha paralisia infantil. Delicia.

  • http://www.facebook.com/lucasmartinsss Lucas Martins Silva

    É só viajar para o Japão que saberemos!

    • Guest

      sim. brasileiros podem fazer essa a qq hora experiência viajando para um país desenvolvido.

    • http://www.facebook.com/rogerioantoniooliveira Rogerio Oliveira

      Boa, verdade pura!

  • RedVivo

    Se ele tivesse sido preso no Brasil não teria choque tecnológico nenhum. Na cadeia teria o melhor Smartphone, Tablet, etc, para se comunicar com o “bonde” todo. Aliás, eles tem celulares mais modernos que o meu… com certeza. É Bra”z”il … zil … zil … zil !!!!

  • http://ceticismo.net/ Pryderi

    Deixe-me ver.

    Há 25 anos no Brasil, as casas não tinham internet. Bem, estou há uma semana sem Velox, então não faz diferença. Há 25 anos, ninguém esperava usar internet 3G nos celulares. Não mudou muito por aqui.

    Há 25 anos, o índice de analfabetismo era absurdamente elevado. Não tinham resolvido o problema das enchentes nas grandes cidades. Ainda havia gente morrendo de esquistossomose, leishmaniose e e leptospirose, que basicamente é acarretada por falta de saneamento básico. A Telefonia no Brasil era um lixo, os canais de TV só passavam porcaria, as passagens aéreas eram escorchantemente caras, novidades tecnológicas demoravam a aparecer aqui e vinham com preços estratrosféricos. Os carros populares eram ruins, caros e pouco mais avançados tecnologicamente que o carro dos Flintstones. Professores eram mal-remunerados com cargas de trabalho vergonhosas e um sistema de saúde pública que é melhor nem tocar no assunto. Os sistemas de transportes públicos não atendiam à massa de trabalhadores, e nem falo dos que não trabalhavam, pois os índices de desemprego e empregos informais também eram elevados. A tecnologia empregada para a segurança pública não fazia o cidadão andar tranquilo pelas ruas, e a resposta média aos chamados era inaceitável, fora os idiotas que sobrecarregavam os chamados passando trotes. As ruas e estradas estavam mal conservadas. Com todo o investimento na área tecnológica, os serviços bancários são os piores e os Correios não passam de algo como mandar um zé ruela de uma cidade à outra a pé. Todo o avanço na tecnologia médica não estava disponível à população, somente em hospitais particulares caríssimos e pesquisadores brasileiros ralavam peito daqui ou teriam que dar aula em cursinho para poderem ter um salário decente.

    Qualquer brasileiro que tenha ficado na geladeira por 25 anos não verá diferença. Meu medo é que alguém que venha do futuro chegue aqui e diga “hummm, não estou vendo diferença alguma”

    • http://twitter.com/rinaldodem Rinaldo

      Cara tu é muito chato, distorceu completamente o sentido do texto dado pelo autor. Gente de mal com a vida, você vê por aqui.

      • http://ceticismo.net/ Pryderi

        Levando em conta que eu obedeci as regras para postar um comentário e não violei nenhuma legislação ao postar o referido comentário, exerci meu direito de exprimir minha opinião. Seu direito é de não concordar com o que eu escrevi e o meu é o de achar que vc deve muito bem ir pro inferno por querer que eu tenha a opinião que vc queira.

        Seja feliz no seu mundo mágico, Alice.

        • Fernandaum

          “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.”

          • http://twitter.com/Cyber_Ramses/ Ronaldo Gogoni

            Concordo. É importante que se agregue mais conteúdo nos comentários e alguém traga a discussão do “e agora, o outro lado”. Ninguém é dono da verdade e todo assunto cabe ser discutido, revisto e comentado, dentro das regras de civilidade e da política de comentários. E todo mundo tem direito a expressar sua opinião mesmo que alguém não concorde.

            E outra, o André exemplificou bem algo que não abordei no texto porque não queria me ater ao negativismo, mas é real: em 25, 30 anos o Brasil não avançou grande coisa. A fonte do problema pode ser social ou política, mas nada muda que estamos bem atrasados.

        • http://www.facebook.com/gigaflops Guilherme Gomes

          Você pode dizer ou pensar o que quiser, mas isso não muda o fato de que você distorce tudo pra criar polêmicas e ser “do contra”. O seu comentário foi absolutamente deslocado, pois o texto foca em tecnologia… você usou a ideia do hiato de 25 anos pra fazer críticas soltas e ser ranzinza e chato.

          Mas você tem esse direito.

          • Mario Neis

            hheeh é que a reposição hormonal não ta mais funcionando ele ta voltando a ficar de TPM por tempo indefinido.. mas tem muitas verdades no meio da ranzinzice dele

          • http://ceticismo.net/ Pryderi

            Bem devagar para os lentinhos:

            Pouco importa a evolução tecnológica se ela não está acessível às pessoas.

            “U-AU! Temos celulares capaz de conversar ao vivo com a ISS e tecnologias médicas que parecem bruxaria!”

            As pessoas ainda não têm água encanada e acesso a uma saúde pública no mínimo decente. As donzelinhas deslumbradas, amam a tecnologia enquanto tecnologia. Eu aprecio o grau de acesso das pessoas a essas tecnologias. Mas isso é querer demais que num país com mais de 50% de analfabetos funcionais nas faculdades tenha este tipo de visão. Que nem o babaca que criticou o Romário por criar leis para facilitar a importação de material para pesquisas científicas.

          • http://www.facebook.com/people/Sebastiao-Coelho/100002460004507 Sebastiao Coelho

            “Pouco importa a evolução tecnológica se ela não está acessível às pessoas.”

            é esse seu maior erro. A tecnologia justamente está mais acessível agora e pra qualquer classe social. 25 anos atras quem queria celular tinha que se cadastrar e esperar uma cartinha do governo pra conseguir a linha. Quem tinha a grana de ter um PC fazia o IR, gravava num diskete e tinha que pegar fila pra entregar na caixa. e internet? uhahahahah. talvez um BBS da mandic fosse o mais proximo disso. e acessar só depois da meia noite por causa da tarifa telefônica. E há tantas coisas mais de equivocadas naquele seu primeiro comentário que nem vale a pena rebater. Finalmente, não que concorde com a maneira que o governo trata a educação superior, mas a 25 anos atras nem vaga pra esses 50% de analfabetos funcionais tinha. Não que o Brasil tenha melhorado 100%, mas convenhamos que em vários aspectos ele melhorou.

            Mas não era nem disso que o texto original tratava, sobre atualmente ser melhor que no passado, apesar do autor ter dito que não sente saudades. Falou sim do choque das mudanças. Seu comentário foi um verdadeiro off-topic hater sem sentido. Acho que o único que não notaria mudanças significativas se ficasse hibernando por 1/4 de século seria um mendigo.

          • http://twitter.com/rinaldodem Rinaldo

            Assino embaixo, perfeita observação.

        • http://twitter.com/rinaldodem Rinaldo

          Note que chamar de chato não é ofender, agora tu quando me manda pro inferno está sim perdendo a razão e sendo ofensivo. O teu comentário é quase um artigo, conversa com o Laguna pra ver se tu consegue uma boquinha no meio bit. E sim, tu distorceu o assunto do post pra criar polêmica.

          • http://www.facebook.com/gigaflops Guilherme Gomes

            Isso! Ele poderia escrever sobre o ponto de vista dele, ao invés de tentar detonar o do outro. Poderia render um texto interessante, uma outra abordagem ao tema.

          • http://twitter.com/rinaldodem Rinaldo

            Perfeito.

    • Luis Moraes

      Este cenário se deve ao próprio povo brasileiro, as inovações existem isto é inegável, mas enquanto o povo estiver com olhos vendados para o cenário nacional (presidente elogiando o ‘Hugo Cháves’, protéstos de cunho partidário como ‘Yoani Sánchez’, etc..), o Brasil não vai mudar.

      Você deve parar para análisar as verdadeiras causas dos problemas, cuja culpa da existênica é apenas nossa.

    • http://www.facebook.com/havary.camara Havary Camara

      Poh mais o cara falou algo sensato, realmente, fora o fato que uma pouca parcela de população do Brasil tem 3g e ps3, o resto nem estudo tem. e sem estudo não tem como o cara mudar sua posição social, isso realmente parece os primórdios da civilização onde o cara que nascia ferreiro tinha que ser ferreiro a vida toda…..

      • http://www.facebook.com/havary.camara Havary Camara

        Ele n distorceu o testo….ele foi o Morpheus entregando a pilula de realidade aos Neos aqui no forum……rsrsrs. O Apoc não gostou de sair da Matrix…

    • Keaton

      Agora a Televisão passa porcaria em pseudo-HD.

    • http://www.facebook.com/rafaelermel Rafael Ermel

      Isso não tem nada a ver com o assunto do post, que é sobre tecnologia e não sobre a merda que é o Brasil. Mas enfim, assista esse vídeo, se é que você já não conhece, é fantástico:

  • André K

    Belo texto, valeu!

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  • Carlos Magno GA

    Trilha Sonora pra esse texto: “Quero voltar pros anos 80″ do Seminovos. O cara bate o carro em 86 e só vai acordar em 2011.

    Ontem, com o risco de queda de luz (choveu aqui no RJ), eu estava lembrando de como era desligar a televisão da tomada sempre que choviscava por conta do risco real de falta de energia. De correr descalço no chão cheio de água para desligar os disjuntores da casa para não queimar a geladeira e as lâmpadas.

    Em 1991, minha casa foi a segunda da rua a ter telefone e a quarta do bairro: após 7 anos de quitado, ganhamos o sorteio para ter telefone. O Real surgiu quando eu tinha 10 anos e já devia ser a minha 4ª ou 6ª moeda. Minha mãe me levava pra fazer compras com ela pois eu sabia fazer conta em Ufir e de Real pra Cruzeiro.

    Motoristas de Ônibus andavam armados por conta do alto risco da profissão. Não ter carteira assinada era risco de morte caso o filho ficasse doente e chegar às 4 da manhã no hospital era mandatório para que você não recebesse um “volte amanhã” às 17h da tarde.

    Meu pai largava do trabalho às 14 horas no dia de pagamento e a gente ficava no supermercado até 19h, dada a fila e quantidade de produtos a se levar.

    • Carlos Magno GA

      Acabei de conferir: de 84 a 94 tivemos 6 moedas diferentes: Cruzeiro, Cruzado, Cruzado Novo, Cruzeiro, Cruzeiro Real e Real. Entre esses dois últimos tivemos o Ufir, mas ele não conta.

      • http://www.facebook.com/jonathan.schaffelu Jonathan Schaffelu

        E eu me lembro de quando ia comprar bala com uma nota de 10 milhões (Cruzado, Cruzeiro…), e algum tempo depois ele recebendo o carimbo remarcando o valor, cortando 3 zeros…

        • Carlos Magno GA

          Acho que o Cruzado Novo e o Cruzeiro real eram versões dos Cruzado e Cruzeiro sem os 3 zeros.

      • http://twitter.com/Cyber_Ramses/ Ronaldo Gogoni

        UFIR não, URV (Unidade Real de Valor). O valor dela era flutuante (para cima, lógico) até 01/07/1994, data da conversão, quando foi definido que:

        CR$ 2750,00 = 1 URV = 1 Real

        O UFIR (unidade Fiscal de Referência) era (é) um fator de correção de impostos. Foi extinto em 2000 em quase todo o território nacional (quando valia R$ 1,0641), com exceção do estado do Rio, que ainda o utiliza (e hoje vale R$ 2,4066).

      • http://twitter.com/Cyber_Ramses/ Ronaldo Gogoni

        E te falar que quase coloquei esse clipe dos Seminovos, mas achei que o post já estava bem grande e além do mais, eu não quero voltar! :)

  • http://nada-aqui.posterous.com Marcio Neves Machado

    Em 87 nem Atari eu tinha. Já tinha visto em casa de primos e coleguinhas de escola que eram mais afortunados. Mas por incrível que pareça na época tínhamos DUAS televisões em casa, o que era raríssimo: uma P&B velhusca, que ficava no quarto que eu dividia com a minha irmã, e uma colorida de 14″ de segunda mão ornamentando a sala. Aliás, essa P&B nos acompanhou por MUUUITO tempo, e nela joguei tanto o meu Atari quanto o meu nintendo-clone. Teve jogo que eu nunca conheci como eram as cores dele, por exemplo, por não tê-lo jogado quando esses VGs tinham a sorte de estar espetados numa TV colorida.

    Computador? Hah, piada, né? Meu primeiro computador foi um MSX Expert da Gradiente, e só em 95 (que ano que estreou malhação? Lembro de ter comprado/ganho nessa mesma época). Celular? Meu pai comprou um StarTac da Motorola em 98, quando começou a difusão de linhas no Brasil, com a entrada das bandas A e B, etc e tal. Linha fixa? A primeira que conseguimos foi só em 2001, de “segunda mão”, comprada da mãe de um ex-namorado da minha irmã.

  • Jefferson Virgílio
    • http://twitter.com/Cyber_Ramses/ Ronaldo Gogoni

      A fonte é a mesma, o post original do Michael Santos no Quora (o link está no rodapé de ambas publicações). A diferença é que o post do Gizmodo gringo é “ipsis litteris” e o Br traduziu. Eu preferi discorrer sobre. Mesmo sendo meio velhinho, era um texto que eu queria trabalhar.

  • Zilardo

    Até um certo período não existiam tantas engenhocas eletro-eletrônicas. Acho que o boom foi a partir dos anos 70/80, e muitas tecnologias ficaram obsoletas rapidamente.

    Se colocar um filme dos anos 60 para trás, uma criança de 10, 12 anos pode até entender, mas um filme dos anos 70/80 deve ficar confuso com tanta tecnologia obsoleta que pode aparecer nas cenas. Telefone com disco, vitrola, vinil, vhs, fita cassete*; na rua ter que usar um telefone público.
    Ter que ir até o aparelho de tv, apertar ou girar algo, para mudar de canal (quem viu Argo deve ter reparado nessa cena)… e por ai vai…

  • http://www.facebook.com/lucasmpr Lucas Prado

    Ou Asimov errou um pouco na previsão, ou já escolhemos o nada.

    • http://www.facebook.com/amsalau Alexandre Salau

      Fale por você e não no plural.

  • http://www.facebook.com/fuzatto André Fuzatto

    A primeira TV lá de casa era uma Siller (alguém já ouviu falar?) preto e branco com seletor de canais monstruoso de um dos lados e logo abaixo três botões menores onde se regulava o brilho, vertical e a nitidez. Pesava mais que todos os equipamentos de áudio e vídeo que tenho hoje em casa juntos e era de fabricação anterior ao meu nascimento em 1972.
    Passei pelo final dos hipies, pela disco, new wave, pop, em LPs, fitas cassete e CDs, hoje (seja lá o que for que escutam agora), escuto em mp3 os rocks clássicos das décadas de 60, 70, 80 e 90. Também escuto alguns mais recentes no meu smartphone, tablet ou PC, mas o primeiro aparelho de som lá de casa, que foi o único por muitos anos, só tocava o que o radialista queria. Video game nunca tive (mesmo agora ainda não tenho) e apesar de jogar com os amigos que tinham, só vim saber o que era ter algo do gênero como um computador, quando pude ganhar meu próprio dinheiro, e mesmo assim demorou bastante.

    Quando moleque, entre 7 e 8 anos, ia na padaria do bairro, comprava pão e leite com aquela nota verdinha de 1 cruzeiro, e ainda sobrava um troquinho que eu enfiava naquelas geringonças cheias de chicletes em forma de bolas coloridas. Hoje o que encontro são as geringonças no mesmo estilo mas que ao invés do doce, tem bolas de borracha, brinquedos e outras quinquilharias e que só aceitam moedas de 1 real.
    Há! E a internet! Boa companheira nas horas que você não tinha o que fazer e ia para frente do 486 ou do Pentium MMX rodando Win95, se deleitar com as intermináveis horas de download no Netscape das páginas do UOL e AOL, ou fazendo buscas infrutíferas no Cadê pela conexão discada. Indescritível sensação! Já baixei CD do Conectiva Guarani a 33.6 kbps por um USRobotics hardmodem, espetado em uma PCChips M-algumacoisa, aproveitando o pulso único do final de semana e rezando para não cair a conexão e perder todo o download.
    Apesar de as vezes comparar o novo com o velho, como disse o Ronaldo quem vive de passado é museu. Viva a tecnologia e boa assimilação para o Michael.

  • http://twitter.com/Darkus Darkus

    Do passado apenas as interações sociais e os videogames, de resto que fique no passado.