PUBG registra três milhões de jogadores simultâneos, mas bane 1,5 milhão de trapaceiros

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Não dá para negar que PlayerUnknown’s Battlegrounds foi uma das maiores surpresas de 2017 na indústria dos games. O experimento de Brendan Greene foi o estopim de uma corrida armamentista, tendo estimulado diversas desenvolvedoras a lançarem rapidamente games concorrentes ou inserirem patches de conteúdo em títulos já lançados (como aconteceu com Fornite Battle Royale, seu hoje maior concorrente principalmente por ser um modo gratuito), tudo para garantir uma parte do público no crescente gênero Battle Royale.

E ao que tudo indica o sucesso de PUBG não dará sinais de enfraquecimento tão cedo: neste último fim de semana, enquanto muita gente comemorava a chegada de 2018 uma legião de jogadores se acotovelava nos servidores do game no Steam, que registrou um pico de 3.106.358 usuários conectados. É importante lembrar que como o game recentemente saiu do Steam Early Access e se tornou enfim um título oficialmente lançado (ainda que esteja muito longe de um game devidamente otimizado; seus problemas de performance no Xbox One são a prova disso), trazendo um novo mapa e uma interface totalmente remodelada, fruto do tempo em que passou no beta e submeteu milhões de jogadores aos testes e aprimoramentos. E claro, ainda ganhando dinheiro no processo.

Só que nem tudo é festa.

O BattlEye, o serviço responsável por identificar e punir os jogadores que tentam se aproveitar utilizando trapaças ou explorando falhas em PUBG anunciou na semana passada uma atualização da quantidade de espertinhos banidos no total até então, que atingiu a impressionante marca de 1,5 milhão de malandros. Com a versão 1.0 no ar é possível que o número de exploits vulneráveis diminua, mas a quantidade de jogadores tende a crescer daqui para frente e como todo produto que atinge massa crítica, ele não será um alvo suculento para trambiqueiros em geral quanto para hackers, que tentarão derrubar os servidores ou acessar os dados dos jogadores.

De qualquer forma a PUBG Corporation (o estúdio responsável pelo game, uma subsidiária da sul-coreana Bluehole) está preparada para o que vem pela frente: em entrevista recente o CEO Chang Han Kim afirmou que PlayerUnknown’s Battlegrounds não se limitará apenas às partidas em computadores, e sua chegada ao Xbox One e a dispositivos móveis faz parte da estratégia da Bluehole de levar o título a “todas as plataformas existentes” e mais, a médio prazo a marca se estenderá para fora dos games e dará origem a filmes, séries, quadrinhos, animações e outros produtos.

O sonho da PUBG Corp. de tornar o game “uma franquia universal” pode demorar um pouco, mas de imediato PlayerUnknown’s Battlegrounds tem todas as chances de dominar o cenário gamer nos computadores e consoles, bastando para isso ser minimamente otimizado para consoles e smartphones/tablets.

Fonte: VG24/7.

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Autor: Ronaldo Gogoni

Profissional de TI auto-didata, blogueiro que acha que é jornalista e careca por opção. Autor do Meio Bit e Portal Deviante, podcaster/membro fundador/Mestre Ancião do SciCast e host/podcaster do Sala da Justiça.

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