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LG e Samsung quase literalmente lavando a roupa suja em público

Essa é deliciosa, deu polícia e tudo. Sujeito entra em uma loja e começa a quebrar as portas de lavadoras de roupa caríssimas para provar que o equipamento da concorrência é ruim. Brasileiro? Nem…

5 anos atrás

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As empresas da Pior Coréia não encaram competição como a maioria das empresas ocidentais: eles levam para o lado pessoal mesmo, e coreano não se finge de educado como os japoneses. Por causa disso é comum o bicho pegar, mas dessa vez LG e Samsung estão exagerando.

Tudo começou quando funcionários da Saturn, uma loja de eletroeletrônicos na Alemanha perceberam um sujeito abrindo forçando e entortando as portas de máquinas de lavar roupa Crystal Blue, da Samsung. Cada uma custa US$ 2.700,00. 

Nessa loja o sujeito danificou quatro máquinas. Há notícias de que outra loja foi vandalizada. Tudo foi filmado, claro.

O sujeito? Um tal de Jo Seong-jin, apenas o presidente e executivo-chefe da Divisão de Eletrodomésticos da LG. A empresa negou as acusações, disse que ele estava apenas testando o produto da concorrência, e que a Samsung faz lavadoras com “dobradiças fracas”.

A polícia alemã foi chamada, e para evitar processo a LG concordou em pagar o prejuízo, mas só assume responsabilidade por duas máquinas danificadas. Em seguida a LG processou a Samsung acusando-a de adulterar provas. Disseram que um funcionário da Samsung havia quebrado as tais portas.

Enquanto isso a Samsung entrou com uma ação na Justiça e a polícia coreana invadiu os escritórios da LG, executando mandado de busca e apreensão, recolhendo computadores e documentos. Vários executivos foram citados no processo, além de Jo Seong-jin e agora eles estão proibidos de sair do país, à disposição da Justiça.

Esse bate-boca de lavadeiras está começando a pegar mal, muitos consumidores acham que esse tempo e energia deveriam ser dedicados a coisas mais produtivas, como produzir melhores produtos.

Pelo menos o recorde de vergonha alheia entre empresas orientais ainda está nas mãos da Sony, que certa vez, no auge da pirataria de MP3 processou a si mesma.

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