Acompanhe amanhã o provável lançamento do HTC Professional, digo, Home, digo, Ultimate com Windows Phone
O MeioBit foi convidado para um evento misterioso, envolvendo Microsoft, Windows Phone, Vivo e HTC.
Na parte da manhã iremos cobrir esse misterioso evento, prometemos trazer para vocês as surpreendentes revelações do que será anunciado, tanto através de posts fresquinhos (ui!) como através do nosso Twitter Oficial, se o Nick lembrar da senha.
Fontes não-oficiais indicam que o lançamento pode ter a ver com telefonia. Nosso co-irmão, GizmodoBR chegou a especular que seria anunciado o HTC Ultimate, mas essa especulação não tem qualquer fundamento, exceto as dicas propositalmente mal-escondidas no convite oficial e a documentação de homologação do aparelho junto à Anatel. O Pedro Burgos está sendo precipitado em sua conclusão, em minha opinião ![]()
Na remota hipótese com 100% de chance de ele estar certo, o aparelho lançado será uma versão nacional (ou nacionalizada) do HTC Titan, rodando Windows Phone 7.5 Mango.
O Titan tem 131.55mm x 70.7mm x 9.9mm (fino bagarai), pesa 160 gramas e tem uma tela monstruosa de 4,7 polegadas (800×480), isso é quase um tablet!
A câmera traseira é de 8 Megapixels com led duplo e filma em 720p. A dianteira tem 1,3 Megapixels. O aparelho vem com 16GB de armazenamento, 512MB de RAM e processador de 1,5GHz.
É um senhor aparelho, e segue a linha adotada pela Microsoft de não homologar qualquer acarajé, para não depreciar a experiência de uso e consequentemente a marca.
Dito isso é esperar até amanhã. Por enquanto o mistério continua. Fiquem ligados.
Os 3 caminhos da Nokia

C2-06: 2 chips, touchscreen e browser capado
Conversamos com o pessoal de produto e marketing da Nokia nesta semana e levantamos a estratégica da companhia para os próximos anos e descobrimos, entre outras coisas, que a função “lanterna” é altamente apreciada em alguns lugares do mundo.
Falando sério, a empresa finlandesa não está parada e continua investindo para manter-se a líder do mercado. Seja por bem, ou por mal.
A ascensão do smartphone light
A popularidade do C3, o celular Nokia mais vendido no Brasil, mostra que há um espaço grande para telefone celulares que fazem mais do que apenas ligar. Eles servem para apurrinhar seus amigos no Facebook, enviar emails com piadas velhas para a família e até achar o caminho do bar.
Segundo a empresa, a diferenciação entre um smartphone light e um full é basicamente o sistema operacional. Os lights rodam em Symbian S40, já os full rodam em S60, o Anna, o Belle ou qualquer OS obscuro prestes a ser descontinuado, como o Maemo e o MeeGo.
Os novos aparelhos do segmento, cujo líder é o C3, não têm GPS, mas têm Nokia Maps localizado via rede de celular. O seu browser canaliza todo o conteúdo por um proxy que diminui o consumo de dados. E algumas versões ainda são touch e outras dual SIM.
Voltando ao mercado light, aparelhos baratos e funcionais como C3 e o C2 estão ajudando a Nokia a manter-se bem no mercado brasileiro, já focado em reposição e é uma boa aposta para outros segmentos menos exigentes.
O casamento da Nokia com o Windows Phone muda tudo de novo
Perdendo terreno por todos os lados e ficando cada vez mais atrás na corrida dos smartphones, a maior fabricante de telefones celulares do mundo, a Nokia, está em vias de se reposicionar no mercado novamente.
Quer dizer, reposicionar-se em termos, pois o objetivo declarado da empresa é estar em todos os segmentos. Todos. E este posicionamento esquizóide, típico de um líder de segmento, continua. Continue lendo »
Zune’s dead, baby. Zune’s dead
Depois do lançamento de sua primeira versão, funcional mas horrorosa em seu marrom-cocô Ubuntu,a Microsoft acertou a mão com o ZuneHD, um player mais bonito e funcional que qualquer iPod.
Só que como até a Apple descobriu a era dos players de música está acabando. Apesar de bem recebido pela crítica o Zune levaria anos para se firmar em um mercado totalmente dominado pelo iPod, Um mercado sem futuro, canibalizado pelos smartphones.
Trazendo em sua interface o embrião do Metro, o ZuneHD foi muito mais um protótipo que fugiu e se multiplicou em ambiente selvagem do que algo de longo prazo. Eu sempre o vi como teste de interface, tanto que o SERVIÇO Zune, com o Zune Pass continua, no XBox 360, Windows Phone e PC.
Já o ZuneHD, MORREU, bateu as botas, cessou de existir, foi encontrar seu criador.A Microsoft não produzirá mais nenhum player.
Descanse em paz, Zune. O mundo não foi feito para alguém tão bonito quanto você.
Fonte: TC
Nokia 701, primeiro smartphone com Symbian Belle
Fui convidado para participar ontem do Nokia Roadshow, um evento da Nokia que passará por diversas cidades do Brasil, mostrando as novidades da empresa (sim, ele iniciou em Recife). Uma das novidades foi o Nokia 701, o primeiro smartphone da empresa com a atualização para o Symbian Belle.
Tive a oportunidade de usar o mesmo (apesar de não ter tido a chance de filmar, já que meu tempo estava curto), e notei que o 701 possui uma navegação bem rápida e sem travamentos (algo que ocorria muito com o meu N97). Talvez isso seja em decorrência do processador de 1GHz (acredito que não seja dual-core)
O aparelho que roda com a nova versão (ainda não lançada ao público) do Symbian, a chamada Belle, também conta com uma câmera 8MP que não filma em Full HD (como o N8, por exemplo), mas que suporta até a resolução em HD. Possui dual LED flash, zoom digital de até 2x e uma 2ª câmera frontal para a realização de vídeo-chamada. O aparelho também conta com o Nokia Mapas. Continue lendo »
“Do No Evil” my ass, Google controla Android com mão de ferro
Quando o Android surgiu um monte de freetards deu as mãos cantando Kumbayá, destilando as maravilhas do modelo Open Source e como ele é mais humano, mais gentil, mais bondoso, mas Odara do que o modelo da Apple ou da Microsoft.
A idéia era que os telefones seriam livres, que não sofreríamos mais nas mãos das operadoras e que não correríamos risco de espionagem ou de sermos abandonados sem upgrades.
Na prática os fabricantes obram e andam para atualizações, elas demoram uma eternidade e sequer saem para todos os aparelhos. Usuários precisam entrar na Justiça para conseguir um upgrade disponível em outros países.
Os Googletards, claro, distanciam a empresa disso tudo, defendem com unhas e dentes dizendo que ela não tem culpa do mau uso do Android, bla bla bla, whiskas sachê.
Agora com a briga judicial entre Google e Oracle veio à tona um documento onde fica explícita a posição da Empresa:
“Não desenvolva em aberto. Ao contrário, só torne o código-fonte disponível depois da inovação estar completa”.
“Dê acesso antecipado ao software para parceiros que constroem e distribuem dispositivos segundo nossas especificações (ex: Motorola e Verizon). Eles ganham uma vantagem não-contratual de tempo para chegar ao mercado e em retorno se alinham a nossos padrões.”
Quer dizer: Se você dançar conforme a música ganha acesso ao código-fonte do Android ANTES dos outros, Se for um fabricante que não tenha bala na agulha, ou que tenha idéias próprias de inovação, fique chupando dedo esperando o Google liberar os fontes, enquanto os Parceiros Oficiais ganham MESES de dianteira para debugar, otimizar e lançar seus aparelhos.
Isso difere das práticas de outras empresas? Nem um pouco, exceto que as outras não se escondem por trás de um pelotão de usuários iludidos por discursos de boas intenções e promessas falsas de Liberdade e Software Livre.
Fonte: FOSS Patents
Nokia oferece US$10 mil por um novo ringtone
A Nokia teve a honra de ser a primeira empresa a fazer merchandising em um filme de Star Trek. Na película de 2009 o jovem James T. Kirk recebe uma chamada no carro (roubado) do padrasto. O toque é uma versão futurista do Nokia Tune, um dos sons mais conhecidos do mundo,
Agora a Nokia resolveu brincar com as variações do toque, criando um concurso onde visitantes podem criar a nova versão do Nokia Tune. A regra é simples: Precisa ser original E familiar, afinal ninguém está sugerindo a loucura de abandonar uma melodia que está associada à marca desde 1994.
Para participar compondo ou apenas votando, é só visitar o site do concurso.
Fonte: The Register


