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Digital Drops Blog de Brinquedo

PS3 terá coletânea remasterizada da série Kingdom Hearts

Por em 20 de setembro de 2012

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Nesta onda de jogos da geração passada que foram relançados para os videogames atuais com algumas melhorias, uma das franquias mais pedidas pelos jogadores era a Kingdom Hearts e em 2013 a Square Enix finalmente resolverá o problema. Quer dizer, pelo menos uma parte dele.

A revista Famitsu revelou que a empresa está trabalhando no Kingdom Hearts 1.5 HD Remix, coletânea para o Playstation 3 que como o próprio nome sugere não terá o segundo título da série principal, mas que trará o Kingdom Hearts Final Mix, Kingdom Hearts – Re:Chain of Memories e Kingdom Hearts 358/2 Days.

Tentando explicar aos que não conhecem muito bem a franquia, o Final Mix é uma versão lançada apenas no Japão e que trazia alguma adições feitas ao primeiro game quando ele saiu nos Estados Unidos. O Re:Chain of Memories por sua vez é um remake para Playstation 2 de um capítulo lançado para o Game Boy Advance e por fim, o 358/2 Days saiu apenas para o DS e a revista sugere que nesta coleção ele estará presente apenas na forma de cutscenes.

Tanto o Kingdom Hearts Final Mix quanto o Kingdom Hearts – Re:Chain of Memories terão suportes a troféus e nada foi dito sobre um lançamento no ocidente, o que espero aconteça, pois esta seria uma boa maneira de dar uma chance principalmente ao primeiro título, que joguei algumas horas no PS2, mas que não conseguiu chamar muito minha atenção.

[via CVG]

emMuseu Sony

Skies of Arcadia pode estar prestes a ser relançado

Por em 4 de setembro de 2012

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Finalmente os deuses do videogame parecem ter me ouvido e se tudo der certo, em breve um dos RPGs que mais tenho vontade de jogar, o Skies of Arcadia, deverá ser relançado.

A possibilidade surgiu depois de um usuário do fórum NeoGAF ter descoberto que a Sega renovou em julho passado o registro da marca e como a editora já havia mencionado que o título, assim como o Shenmue, poderiam estar entre os seus próximos lançamentos remasterizados, há uma boa chance de que não deverá demorar muito até que possamos comprá-lo através da PSN ou Xbox Live.

Tendo aparecido originalmente no Dreamcast, Skies of Arcadia foi desenvolvido por uma divisão da companhia japonesa conhecida como Overworks, antes Team Shinobi e que depois fundiu-se com a Wow Entertainment para dar vida à Sega Wow. Embora adaptações para o Playstation 2 e PC estivessem nos planos, elas nunca foram terminadas e o jogo só apareceu novamente no GameCube, onde se tornou um dos títulos mais raros do console.

Caso o “remake” seja mesmo confirmado, será uma maneira muito mais fácil de adquirirmos o jogo e, se assim como eu você não o tiver jogado, saber como é assumir o papel do protagonista Vyse e conhecer o mundo de Arcadia, onde as pessoas se locomovem de uma ilha suspensa para a outra utilizando barcos voadores.

[via VG247]

emMuseu Rumores

A coleção do Final Fantasy que todo fã gostaria de ter

Por em 3 de setembro de 2012

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Poucas são as franquias que podem ser orgulhar de contar com uma enorme e fervorosa base de fãs e uma delas é a Final Fantasy. Completando seu 25º aniversário este ano, a Square Enix pretende lucrar com a ocasião e anunciou, apenas para o Japão, uma incrível coleção trazendo os treze capítulos da série principal, o que deverá se tornar o sonho de consumo de qualquer um que idolatre a criação de Hironobu Sakaguchi.

Chegando as lojas no dia 18 de dezembro, o grande problema será pagar a quantia cobrada, 35 mil ienes, ou algo em torno de US$ 445, mas os sortudos (e corajosos) que conseguirem levarão ainda alguns extras, como dois discos com músicas da série, uma coleção de artes feitas por Yoshitaka Amano e alguns itens gratuitos para o FF XIV.

Por sorte eu tenho boa parte dos jogos da franquia e eu até diria que seria bom se a coletânea saísse no ocidente, mas pelo valor que seria cobrado, nem sei se vale a pena.

De qualquer forma, fique com a lista dos jogos e as plataformas em que as cópias do pacote serão disponibilizadas.

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emMuseu

Série Ultima com desconto no GOG

Por em 27 de agosto de 2012

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Recentemente publiquei um post aqui no Meio Bit sobre a maneira como os jogos nos impõem algumas limitações, algo que estava deixando a Fatima Tardelli irritada. Na ocasião acabei esquecendo de dizer que havia indicado a ela a série Ultima, que embora eu nunca tenha jogado um dos seus capítulos, sempre ouvi muitos elogios por nos oferecer uma liberdade não encontrada em outros games.

Pode até parecer mentira, mas alguns dias depois o leitor Paulo Correia me chamou no Gtalk para falar que como eu gosto jogos que nos permita fazer quase qualquer coisa, deveria conhecer o Ultima IX: Ascension e segundo ele, o grau de imersão é tão grande que ao jogarmos é fundamental utilizarmos um caderninho, só para poder ir anotando algumas informações imprescindíveis para a aventura.

O grande problema, disse para ele, seria encontrar o jogo para comprar, por ser tratar de um título antigo, mas para minha, ou melhor, nossa sorte, na semana passada ele foi adicionado ao catálogo do GOG e ainda melhor, o serviço de distribuição iniciou uma promoção onde toda a série está com 50% de desconto. Sendo assim, ao adquirir os onze títulos pagamos apenas US$ 17,94.

Como se trata de RPGs imensos, você precisaria de alguns anos para conhecer todos eles, mas se preferir comprá-los separados, a economia será menor, mas ainda assim valendo a pena. Só corra, pois os descontos só valerão por mais dois dias.

emComputadores Museu

Os clássicos do estilo Metroidvania

Por em 17 de agosto de 2012

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Muito antes dos games migrarem para as três dimensões e sermos surpreendidos com o Grand Theft Auto III e a popularização dos mundos abertos, havia um estilo em 2D que já nos oferecia um vasto cenário para ser explorado e o mais importante, fez com que os os jogos de plataforma ganhassem elementos de RPGs. Com o tempo esses games se transformaram em um subgênero e passaram a ser conhecidos como Metroidvania, numa alusão as duas séries mais famosas deste estilo, a Metroid e Castlevania.

Como gosto muito de jogos assim, sou um pouco suspeito para falar sobre o quão divertidos e desafiadores eles podem ser e se você também adora se aventurar pelos corredores labirínticos do gênero, recomendo dar uma olhada neste belo post do blog GameSpite. Nele o autor elaborou um lista com diversos Metroidvania, indo desde títulos do Nintendinho até plataformas mais recentes, como o Xbox 360 e Wii.

Além de me fazer recordar obras sensacionais como o Super Adventure Island 2 ou o Shadow Complex e de me deixar com vontade de conhecer algumas como o Monster World IV, graças ao texto aprendi algumas coisas interessantes, como o fato da série Front Mission ter recebido um jogo assim, o Gun Hazard e que no Playstation, além do inesquecível Symphony of the Night, tínhamos à nossa disposição o The Divide: Enemies Within, apesar dos gráficos sofríveis.

Aproveitando a deixa, esses dias descobri um Metroidvania independente muito interessante, o Project Black Sun. Com uma animação sensacional e um nível de dificuldade acima da média, o jogo custa apenas US$ 2 e só não o adquiri ainda por não ter conseguido fazer meu controle do Xbox 360 funcionar com ele.

Enfim, sei que a missão não será fácil, mas pretendo dar uma chance a muita coisa citada nessa lista, algo que pode garantir boas horas de diversão.

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O risco que transformou o GoldenEye 007 num clássico

Por em 17 de agosto de 2012

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Embora estejam presente nos consoles desde os 16-bits, os jogos de tiro em primeira pessoa nem sempre foram populares fora dos computadores e muitas pessoas gostam de atribuir essa massificação à série Halo, o que não deixa de ter um fundo de verdade. Mesmo assim, se tem um título que na minha opinião deveria ser conhecido por ter provado que era possível nos divertir em um FPS sem a utilização de um teclado e um mouse, este é o GoldenEye 007.

Mesmo não tendo sido lançado para uma plataforma tão popular como o Playstation, encontrar o cartucho disponível numa locadora era uma tarefa árdua e naqueles estabelecimentos em que pagávamos para jogar por hora os Nintendo 64 sempre estavam ocupados, muitas vezes com quatro pessoas jogando o multiplayer me uma tela dividida.

Talvez você já saiba que originalmente a criação da Rare não deveria ter o mata-mata, mas durante uma apresentação durante a GDC Europa, o diretor Martin Hollis revelou um segredo que poucos conheciam. A história envolve Steve Ellis, que ficou responsável pela programação do multiplayer, algo que realizou em um mês e diz o seguinte:

Até algo em torno de março ou abril de 1997, não havia um modo multiplayer. Seu desenvolvimento nem mesmo havia sido iniciado, o que realmente só aconteceu no último minuto – algo que você nem mesmo sonharia em fazer hoje em dia – e foi feito sem o conhecimento ou permissão da gerencia da Rare ou da Nintendo. A primeira vez que souberam disso foi quando os mostramos já funcionando. Contudo – como o jogo já estava atrasado naquela época, se não fizéssemos daquela maneira, isso provavelmente nunca teria acontecido.

Os seja, os caras resolveram correr um risco absurdo, mas no fim das contas tiveram sucesso e por mais que a campanha principal do jogo seja fantástica, não tenho a menor dúvida de que ele nunca teria feito o mesmo sucesso se o multiplayer não existisse.

[via Joystiq]

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Novo Neo Geo ganha preço e data de lançamento

Por em 13 de agosto de 2012

No início deste ano recebemos a bela notícia de que a SNK estava planejando a volta do NeoGeo, o que aconteceria na forma de um portátil que viria com 20 jogos instalados (a lista está no final o post). Aquela parecia uma ótima oportunidade de termos acesso a um belo videogame que custava o equivalente a rim quando foi lançado, mas para manter a tradição, saiba que o novo aparelho não será tão acessível quanto gostaríamos.

Batizado como NeoGeo X Gold, o portátil começará a ser vendido nos Estados Unidos no dia 6 de dezembro e o valor cobrado por ele será absurdos US$ 200, quantia que por lá nos permitiria adquirir um Wii, um 3DS ou um Xbox 360. Quem resolver investir a bagatela no aparelho levará ainda uma base para recarregá-lo que se parece com o console original, além de um imponente controle para deixar a jogatina mais parecida com a de um fliperama.

Mesmo podendo ser ligado a uma televisão através de um cabo HDMi ou o tradicional RCA, não parece ser um grande negócio pagar tão caro pelo videogame, principalmente porque pelo jeito não há como adicionar novos títulos à sua biblioteca. Se ele custasse metade do valor, mesmo que sem o joystick, e nos permitisse comprar novos jogos digitalmente, eu até me interessaria, mas nestas condições deixarei passar.

dori_neo_13.08.12

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