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Jogue mais de 300 jogos de DOS pelo navegador

Por em 6 de dezembro de 2012 - 4 Comentários

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O pessoal que há uns 20 anos utilizava seus computadores também para jogar provavelmente ficará bastante emocionado ao visitar o site RGB Classic Games. Com um sugestivo visual que nos lembra aquelas horrendas páginas do final do século passado, o lugar tem como lema manter os clássicos vivos e para isso oferece mais de 300 títulos que rodavam pelo DOS, todos eles podendo ser aproveitado diretamente do navegador e gratuitamente.

De acordo com os seus criadores, “o objetivo do site é apoiar os autores ao oferecer links para seus web sites, além de informações para as versões completas dos jogos que ainda estão sendo vendidos, encorajando os autores de jogos clássicos a preservarem seus games para as futuras gerações ao os tornarem disponíveis para venda ou como freeware.

Eles então pedem que as pessoas que tenham gostado de um shareware considerem adquirí-lo e afirmam que “todos os jogos no site são distribuídos gratuitamente porque se tratarem de shareware, freeware ou porque os detentores dos direitos liberaram oficial e legalmente todos os direitos para o domínio público (abandonware).

Tal afirmação é extremamente questionável, ainda mais se considerarmos que por lá é possível encontrar uma série de jogos que estão à venda em serviços como o GOG ou Steam, exemplos do Duke Nukem 3D, Earthworm Jim ou Indiana Jones and the Fate of Atlantis, isso sem falar em games que estão longe de terem sido liberados por suas editoras, como é caso do Mega Man X ou do The Secret of Monkey Island.

Portanto, algo me diz que a “boa intenção” do RGB Classic Games logo terá que enfrentar a ira de advogados e até por uma questão de princípios, acho que eles deveriam ter disponibilizado apenas as versões demonstrativas dos jogos.

[via PCGamer]

emComputadores Museu

Vídeo mostra como estava ficando o remake do Streets of Rage

Por em 5 de dezembro de 2012 - 4 Comentários

Existe uma grande quantidade de jogos e séries que ficaram perdidos no tempo, com os detentores dos direitos autorias se negando a dar ouvido aos fãs que clamam por continuações ou remakes e neste quesito, talvez nenhuma empresa consiga superar a Sega.

Embora tenha uma enorme quantidade de marcas outrora bastante populares, a empresa japonesa não tem mostrado muito interesse em lançar um novo Alex Kidd, Shadow Dancer ou Decap Attack, mas é inegável que o principal esquecido o Streets of Rage.

O beat ‘em up sempre aparece em qualquer lista sobre os remakes mais desejados e um detalhe que poucos conhecem é que por duas vezes um novo jogo quase foi feito. Uma desses criações estava a cargo da extinta GRIN e agora ficamos sabendo que o outro estava sendo produzido pela Ruffian Games, desenvolvedora do fraco Crackdown 2.

Previsto para ser lançado digitalmente, o game acabou sendo cancelado pela Sega, mas a autenticidade do vídeo abaixo foi comprovada por Sean Noonan, ex-funcionário do estúdio. Nele é possível ver como o trabalho estava ficando e embora eu ache que o game devesse utilizar a boa e velha visão lateral, tenho que admitir que ele estava ficando mais interessante do que eu poderia imaginar, especialmente em relação ao visual.

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emMuseu Vídeos

Um cartucho, poeira e glitches

Por em 29 de novembro de 2012 - 3 Comentários

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Na maioria das vezes eu costumo me manter afastado de jogos cujo objetivo principal é divulgar um produto ou marca, mas até por não saber que o Skrillex Quest foi desenvolvido com esse intuito, resolvi dar uma chance ao web game.

A princípio o que me chamou a atenção no joguinho foi o fato da aventura se passar dentro de um cartucho de NES, onde os habitantes correm risco de desaparecer simplesmente porque poeira se acumulou no contato. Cabe então ao jogador assumir o papel do P1 e lutar contra os glitches causados pela sujeira.

Com um estilo que lembra bastante o da série The Legend of Zelda, teremos que atravessar fases curtas para tentar salvar todo o mundo virtual e no total não gastaremos mais do que 20 minutos para terminá-lo, mas pode ter certeza de que valerá a pena, seja pelos belos gráficos ou pela jogabilidade simples mas viciante.

Ah, quanto ao “produto” que ele tenta divulgar, Skrillex é o nome de guerra de Sonny John Moore, uma espécie de Latino do primeiro mundo que cria músicas eletrônicas, algo que fica claro na parte final do jogo e pelo irritante dubstep que toca durante toda a aventura.

[via IndieGames]

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GOG adiciona suporte ao Windows 8

Por em 27 de novembro de 2012 - 4 Comentários

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Na minha opinião o grande mérito do GOG, antes conhecido como Good Old Games, foi permitir que pudéssemos manter viva a história dos jogos eletrônicos, oferecendo títulos que marcaram época e cuja aquisição até o lançamento do serviço era um tanto trabalhosa.

Porém, muitas pessoas não se dão conta de um detalhe fundamental para que a loja fosse bem sucedida, que é o fato dos antigos games vendidos por ela serem adaptados para funcionar da melhor maneira possível nas versões mais recentes do Windows e com a chegada do 8, havia um certo temor de que títulos muitas vezes desenvolvidos até para o DOS não fossem compatíveis.

Então, para que todos fiquem um pouco mais tranquilos, o GOG anunciou que 431 jogos vendidos por eles passaram por testes, receberam correções e agora estão rodando perfeitamente no Windows 8. Isso significa 90% do catálogo da loja e uma notícia ainda melhor é que como em boa parte dos casos não precisou serem feitas mudanças, não teremos que baixar atualizações ou todo o instalador novamente.

O ideal é que você dê uma olhada na sua lista de aquisições no site e caso algum dos jogos tenha um mensagem mostrando que há uma atualização, realizar o download, mas pelo menos para mim, nenhum dos 21 games que possuo por lá indicam essa necessidade.

emComputadores Museu

Fãs lançam patch para o primeiro Unreal

Por em 16 de novembro de 2012 - 3 Comentários

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Em 1998 a GT Interactive lançou o primeiro Unreal, jogo desenvolvido em parceria pela então Epic MegaGames e a Digital Extremes, e que foi responsável por fazer algo até então inimaginável, bater de frente com o tão idolatrado Quake. O título nos colocava em uma nave-prisão que acabava pousando em um planeta hostil e brilhava graças a primeira versão da Unreal Engine, que permitiu a utilização de gráficos e uma simulação de física impressionante para a época.

O FPS foi bem aceito tanto pela crítica quanto pelo público, recebeu uma expansão e alguns anos depois uma continuação, conquistando uma imensa legião de fãs e por mais difícil que seja de acreditar, quase quinze anos após o seu lançamento, várias pessoas ainda dedicam algumas horas de seus dias para manter o Unreal atualizado e esta semana eles lançaram o mais recente patch para o jogo.

A lista de melhorias feitas pelo grupo é bastante extensa e vai desde a eliminação de bugs até uma adaptação para jogarmos em telas widescreen e como a Epic Games reconhece o trabalho dos caras, acho que ele merece nossa confiança. Porém, infelizmente não consegui descobrir se o jogo está funcionando corretamente nas versões mais recentes do Windows, então o melhor a fazer é testar.

Essa notícia me fez lembrar que nunca terminei a campanha do game e por isso estou decidido a encontrar o meu CD do Unreal Gold para instalá-lo e ver se o game envelheceu bem ou apenas merece permanecer como uma boa memória.

[via Rock, Paper, Shotgun]

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Zone of the Enders HD estaria com problemas de framerate

Por em 9 de novembro de 2012 - Nenhum Comentário

Semana passada a Konami lançou o Zone of the Enders HD Collection, coletânea que traz versões remasterizadas dos dois principais títulos da franquia e que permitirá muitas pessoas conhecerem os jogos lançados originalmente para o Playstation 2, porém, aqueles que jogaram nesta plataforma estão reclamando da adaptação.

De acordo com alguns relatos e um vídeo que traz uma comparação, os “remakes” dos dois jogos teriam um ritmo um pouco mais lentos que os originais. Além disso, a taxa de atualização de quadros por segundos, o famoso framerate, também estaria incomodando os mais exigentes, com a versão para Xbox 360 alcançando valores mais altos e uma média superior ao jogo para o Playstation 3.

Vale lembrar que recentemente a Konami foi alvo de críticas por o Silent Hill HD Collection falhar no mesmo aspecto, algo que posteriormente acabou sendo corrigido através de uma atualização, mas apenas para a versão do console da Sony.

Apesar de um fps inconstante ser uma das coisas que mais me irritam num jogo, eu não consegui notar tanta diferença como alguns estão dizendo e na minha opinião não chega a ser algo tão impactante que me faria deixar de adquirir o game, mesmo porque ambos os ZoE para PS2 não são fáceis de se encontrar para comprar e principalmente, se trata de ótimos títulos. Além disso, acredito que os gráficos melhorados e o suporte à conquistas sirvam para compensar o “problema”.

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Pier Solar poderá ser lançado para computadores e Xbox 360

Por em 6 de novembro de 2012 - Nenhum Comentário

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Talvez você nem saiba disso, mas em 2010 o estúdio independente WaterMelon Co. lançou um jogo para Mega Drive chamado Pier Solar. Além de terem criado um game para um aparelho tão antigo e de ter o brasileiro Tulio Adriano chefiando o projeto, chamou a atenção o fato do cartucho ter 64 MB, algo inédito para o console e rapidamente todas as cópias foram vendidas. Poucos depois eles colocaram à venda uma nova tiragem, mas convenhamos, nem todos possuem o console da Sega e por isso muitas pessoas clamavam pelo lançamento do RPG em outras plataformas, o que poderá acontecer em breve.

Isso porque os responsáveis pelo game iniciaram uma campanha no Kickstarter onde tentarão juntar 139 mil dólares, valor que segundo eles, será suficiente para passarem a vender o jogo através da Xbox Live, PC, Mac, Linux e Dreamcast.

Com previsão de lançamento para dezembro de 2013, investindo US$ 15 já teremos direito a uma cópia do jogo e a principal novidade desta versão é que, com exceção do jogo para Dreamcast, todas as outras terão imagens em alta definição e no caso do Xbox 360, suporte a conquistas.

Como infelizmente não sou um daqueles que adquiriram o jogo para Mega Drive, torço muito para que o pessoal da WaterMelon consiga atingir o objetivo, mesmo porque isso pode lhes abrir portas para que outros jogos saiam do forno e caso você queira saber mais detalhes do Pier Solar, recomendo dar uma lida nesta análise e nesta entrevista, ambas publicadas lá no Gagá Games.

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