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Digital Drops Blog de Brinquedo

1001 videogames (+ 10)

Por em 10 de janeiro de 2014

No natal passado eu ganhei da minha mãe o 1001 Videogames Para Jogar Antes de Morrer, livro que tinha uma enorme curiosidade de conhecer e após dar uma rápida folheada nele para procurar alguns dos jogos que mais gosto, qual foi minha surpresa ao perceber que muitos clássicos foram esquecidos (ou teriam sido propositalmente deixados de lado?).

Oras, listas são sempre assim, com muitas escolhas com as quais não concordamos e a ausência de nossos favoritos, porém, estamos falando de uma quantidade absurda de citações e por isso acho indesculpável que eles tenham ignorado alguns dos mais populares – e importantes – títulos da indústria.

Pensando nisso, resolvi fazer uma lista com 10 jogos que acho que deveriam estar no livro e minha aqui intenção não é desmerecer o trabalho das pessoas que contribuíram para sua elaboração, mas sim lembrar alguns dos melhores games que tive o prazer de conhecer.

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Morre artista responsável pela capa do Sonic the Hedgehog 2

Por em 7 de janeiro de 2014

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Para que funcione bem, uma indústria como a dos videogames precisa que muitas pessoas façam seus trabalhos, mas para cada celebridade que se cria nesse ramo, há uma infinidade de outros profissionais que permanecem anônimos ou no máximo pouco conhecidos. Greg Martin é um destes casos.

Mesmo sem ter ganhado tanta notoriedade quanto um Yu Suzuki ou um Shigeru Miyamoto, Martin foi responsável por vender muitos jogos, afinal foi ele quem desenhou a capa de uma infinidade de clássicos dos 8 e 16 bits, como por exemplo vários capítulos da série Sonic e outros games inesquecíveis, como Super Adventure Island, Pac-Man e Landstalker, sem falar nas várias artes para títulos baseados em desenhos animados.

A notícia foi dada por um amigo do artista no fórum NintendoAge, onde os fãs rapidamente começaram a relembrar alguns trabalho do ilustrador que começou sua carreira na Hanna-Barbera e será sempre lembrado por todos nós por suas belas capas criadas para os games, o que devido as limitações da época, muitas vezes eram uma maneira de nos fazer entrar naqueles mundos virtuais.

Mesmo que tardiamente, espero que o trabalho de Greg Martin seja reconhecido por esses institutos que vivem prestando homenagens a figuras da indústria, inserindo seus nomes em halls da fama e coisas do gênero, pois apesar dele não ter colocado as mãos em uma linha de código de nenhum jogo, suas artes foram fundamentais para ajudar a formar o conceito de cultura gamer e penso que só por isso ele já merece todos os elogios possíveis.

Fonte: CVG.

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Agora você pode jogar games antigos no Internet Archive

Por em 28 de dezembro de 2013

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Embora todos nós viciados nessa parada de joguinhos adoram0s ver os lançamentos e as possibilidades que cada nova geração de consoles proporciona, para jogadores com mais de 25 anos nas costas é sempre muito legal parar um pouco, tirar aquele velho videogame de 16 ou mesmo 8 bits do armário e relembrar clássicos de uma época em que as coisas eram mais simples; multiplayer era sinônimo de reunir a galera da escola no fim de semana em casa para se entupir de salgadinhos e Tubaína, você não precisava atualizar o jogo ou o console toda vez que queria se divertir e assoprar a fita resolvia todos os problemas.

Para quem passou dos trinta como eu, muito provavelmente a lembrança de videogames mais antiga é a do Atari 2600. Para essas pessoas o site Internet Archive, considerado a memória vida não só da rede como da tecnologia em geral lançou nesta semana o Console Living Room, uma ENORME coleção de jogos vintage acessíveis pelo navegador, completamente de graça.

O Atari 2600 é o console com o maior número de jogos disponibilizados, sendo mais de 500. Entre os títulos estão clássicos absolutos como Enduro, River Raid, Pitfall, Adventure, Frogger, Space Invaders e Pac-Man, e até mesmo o famigerado jogo adulto Custer’s Revenge foi incluído. Em menor quantidade há jogos de outros quatro consoles, sendo eles ColecoVision, Magnavox Odyssey² (lançado aqui pela Philips como Odyssey já que o primeiro console da história, aquele desenvolvido por Ralph Baer nunca veio para cá oficialmente) e Astrocade, além do Atari 7800, que já era um console de terceira geração. No caso do Odyssey vale a curiosidade de descobrir o game original que foi renomeado aqui como Didi na Mina Encantada, além de entender que Munchkin (que foi chamado no Brasil de Come-Come) não é a bolota amarela da Namco.

Jason Scott, porta-voz da biblioteca virtual disse que o acervo vai se expandir bastante nos próximos meses, além de em breve corrigir o problema em que todos os games não possuem som. Em todo caso é uma excelente pedida para conhecer jogos antigos de forma rápida e o que melhor, de forma totalmente legal.

Fonte: Internet Archive via Mashable.

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Conheça o novo dono da maior coleção de games do mundo

Por em 26 de dezembro de 2013

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Como o Dori vira e mexe afirma, o ato de colecionar games às vezes vai muito além da simples vontade de ter tudo de uma determinada franquia ou sistema, ou no caso de muitos verdadeiramente aficionados, simplesmente possuir tudo relacionado à indústria. Eu mesmo ensaio há anos iniciar uma coleção relativa ao Mega Man, mas nunca a coloquei em prática devido restrições orçamentárias e principalmente, de espaço físico.

Por isso eu fiquei verdadeiramente impressionado com o mais novo recordista do Guinness Book. Michael Thomasson, um homem de 43 anos da cidade de Buffalo, Nova York é o dono da maior coleção de videogames do mundo com um acervo de impressionantes 10.607 itens (segundo a publicação), entre inúmeros consoles e sistemas. Mais impressionante é o fato de se tratar de sua TERCEIRA coleção e que desde a contagem oficial ele já expandiu o acervo para 11 mil itens. Ele superou com folga o recordista anterior, que entrou no livro em 2010 com uma coleção de 8.616 jogos.

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Depois do Mega Man, fã modifica Nintendinho em homenagem às Tartarugas Ninja

Por em 24 de dezembro de 2013

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PlatinumFungi é realmente um retro-artista de mão cheia. Como se não bastasse há alguns meses atrás ele ter causado frisson e faniquitos de fãs tanto do NES quanto do Mega Man ao apresentar um console modificado em homenagem ao robozinho azul, ele resolve repetir a dose e apresentar sua mais nova criação: novamente um Nintendinho, porém modificado no tema das Tartarugas Ninja.

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Primeiro Tomb Raider ganha versão para iOS

Por em 18 de dezembro de 2013

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Se tem uma coisa relacionada a games que acho que nunca esquecerei foi a primeira vez que vi o Tomb Raider rodando em um PlayStation. Estávamos na metade da década de 90 e na época, aquele jogo parecia muito diferente de tudo o que já havíamos visto. Assistir a Lara Croft correndo por aqueles imensos cenários ficou gravado na minha mente e não tenho dúvida de que foi um dos momentos mais incríveis que presenciei ao longo desses anos como gamer.

De lá para cá muita coisa mudou, a própria franquia passou por profundas alterações, inclusive perdendo boa parte da exploração e quebra-cabeças que tanto me agradaram quando joguei aquele clássico, mas se por algum motivo você não jogou o título que deu origem a uma das séries mais bem sucedidas da indústria, saiba que agora poderá faze isso até usando um celular ou tablet.

Disponível através da App Store para os dispositivos com pelo menos o iOS 7.0, o jogo é uma versão idêntica a original e a boa notícia é que para comprá-lo teremos que gastar apenas US$ 0,99, um valor irrisório se considerarmos o tempo que a aventura dura e a quantidade de diversão que ele pode nos proporcionar.

Esta versão é evidentemente mais recomendada para aqueles que fazem questão de ter o game em qualquer lugar, mas devido aos gráficos bastante datados e principalmente, a falta de controles físicos nessas plataformas, ainda acho que a melhor opção para quem quiser conhecer o início da série é o Tomb Raider: Anniversary, remake que manteve a maio parte dos elementos do original e ainda modernizou sua jogabilidade.

Fonte: TouchArcade.

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GOG está dando os três primeiros Fallouts

Por em 12 de dezembro de 2013

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O GOG deu início ao seu período de promoções de fim de ano e além de uma baciada de jogos que serão vendidos por preços bem convidativos, com a lista de descontos mudando diariamente, o serviço de distribuição digital está com uma oferta simplesmente irrecusável.

Primeiro que aqueles que não possuem uma conta por lá, ao cadastrar-se terão direito a 12 títulos gratuitamente, mas o que realmente está chamando a atenção é a loja estar dando cópias do Fallout, Fallout 2 e do Fallout Tactics: Brotherhood of Steel, sem sorteio ou sem pegadinha, basta acessar este link, mandar concluir a “compra” e pronto, os jogos são seus!

É importante dizer que todos os jogos distribuídos pelo GOG são livres de DRM e eles garantem que se o título não rodar na sua máquina, o dinheiro será devolvido e como uma boa parte do que é vendido por lá são games bem antigos, é muito bom saber que poderemos jogar mesmo se estivermos usando as versões mais novas do Windows.

Além disso, os jogos costumam ter bastante material adicional, como papéis de parede, manual, guias e mapas, sem falar na comunidade que se formou em torno do site, sempre disposta a ajudar os outros usuários e muitas vezes ensinando a como ter uma experiência melhor nos títulos, dando os passos para eles rodarem em widescreen, por exemplo.

Por fim, saiba que a partir do ano que vem estes Fallouts deixarão de ser vendidos no GOG, mas desde que você os adicione à sua conta, serão para seus para sempre. Portanto, se você sempre teve vontade de jogá-los, está é sem dúvida a sua melhor oportunidade.

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