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Produtor diz que remake do Final Fantasy VII demoraria muito para ser feito

Por em 18 de fevereiro de 2014

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Pois é meus amigos, já estamos em 2014 e ainda existe um número considerável de pessoas que esperam por um remake do Final Fantasy VII e caso você seja uma delas, o produtor Yoshinori Kitase concedeu uma entrevista onde voltou a dizer que dificilmente ele será feito.

Posso te dizer honestamente que adoraria fazer isso. Se você simplesmente me perguntar se pessoalmente eu gostaria de fazê-lo, sim, eu gostaria. Não há mentira sobre isso, mas você precisa acreditar quando digo que levaria muito tempo para acontecer.

Para o produtor, existem três fatores que pesam contra o projeto, que é a disponibilidade de pessoas, o orçamento e a motivação pessoal, pois na sua opinião, este seria o maior projeto com o qual já se envolveu, aquilo que ele classificaria como “o trabalho de sua vida”.

Como Kitase acha pouco provável que esses três elementos se alinhem, por enquanto ele prefere não descartar completamente a possibilidade de um dia vermos um novo FF7, mas reforçou que isso não deverá acontecer tão cedo.

Para termos uma ideia do tamanho do problema que o pessoal da Square teria nas mãos, o japonês chegou a dizer que para fazer o remake com a qualidade do Final Fantasy XIII eles demorariam algo entre três ou quatro vezes mais do que precisaram para criar o jogo do Xbox 360 e PlayStation 3, o que me faz pensar no enorme custo de produção e evidentemente, no risco envolvido.

Como a cada declaração de alguém da Square a criação deste jogo parece mais distante, acho que o jeito é nos contentarmos com a versão lançada recentemente para PC ou ainda melhor, mantermos apenas a lembrança de um jogo que marcou época.

Fonte: Eurogamer.

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Parece um Mega Drive, mas é o Megatron

Por em 12 de fevereiro de 2014

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Atualmente a Sega pode estar muito mais preocupada em atender os jogadores casuais, mas a empresa japonesa sabe o apelo que o Mega Drive ainda possui, especialmente no Japão, e para lucrar um pouco em cima do console, anunciou uma parceria com a fabricante de brinquedos Takara Tomy que dará origem a um item que qualquer colecionador adoraria ter.

Mesmo sem funcionar como um console real, o Mega Drive que eles venderão na verdade poderá se transformar no Megatron, o temido líder dos Decepticons, já podendo ser apontado como a melhor mistura de universos envolvendo um brinquedo dos Transformers.

Infelizmente nada foi dito sobre o preço, a data de lançamento ou mesmo se o brinquedo será vendido no ocidente, o que acho pouco provável, mas o que muitos realmente gostariam de saber é para que serve a conexão USB localizada no braço direito do robô. Quem sabe não se trata de um emulador com alguns clássicos para serem jogados no PC, não é mesmo?

Devido ao anúncio, a expectativa dos fãs é de que a ideia dê origem a outras fusões entre videogames e Transformers, mas não tem jeito, se o vilão da série foi adaptado no console da Sega, todos querem ver o Super Nintendo virando o Optimus Prime.

Enfim, a missão agora é tentar encontrar uma maneira de importar um Mega Drive Megatron destes, mesmo sabendo que isso poderá nos custar um rim e que basicamente só servirá para ficar decorando uma estante.

Fonte: MCV.

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Super Retro Trio, um console que roda jogos de NES, SNES e Mega Drive

Por em 6 de fevereiro de 2014

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A onda de admiração a jogos antigos parece mesmo ter vindo para ficar e como ter acesso a um console com mais de 20 anos em boas condições não é algo muito simples, algumas empresas estão investindo na criação de aparelhos que nos dão a possibilidade de jogar os games daqueles videogames, com a mais famosa delas sendo a Hyperkin.

Porém, o último modelo desenvolvido por eles, o RetroN 5, tem enfrentado alguns problemas de fabricação e passado por diversos adiamentos e após perceber que existe um mercado a ser explorado, a Innex resolveu se arriscar nesse caminho e anunciou o Super Retro Trio, um videogame que será capaz de rodar jogos do NES, SNES e Mega Drive.

Além de contar com entradas para os cartuchos desses três consoles, o pequeno aparelho também trará entradas para seis controles e caso tenha interesse, você ainda poderá adquirir por US$ 45 o Super Retro Adapter, o que lhe permitirá jogar os títulos do Game Boy Advance.

A previsão é de que o SRT seja lançado já na metade do mês de março e o preço cobrado por ele será de US$ 70, o que nem chega a ser tão caro se considerarmos que no Brasil um Super Nintendo em boas condições pode custar bem mais do que R$ 300 e você ainda teria acesso aos games de outros dois ótimos consoles.

Eu sempre tive interesse em adquirir um desses videogames “tudo-em-um”, mas no caso do Super Retro Trio, o que me desanima é o fato dele não ter saída HDMI ou vídeo componente, sendo limitado a S-Video ou vídeo composto e desta forma não terei uma imagem mais limpa do que a encontrada nos consoles originais, ao contrário do que é prometido pelo RetroN 5.

PS: Será que existe alguma lei que impede que esses aparelhos sejam bonitos?

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emMuseu Nintendo

PS1 e PS2 deverão ser emulados localmente no PlayStation 4

Por em 29 de janeiro de 2014

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Um dos aspectos mais criticados dos consoles da nova geração é a ausência de retrocompatibilidade e embora a Sony tenha sugerido uma solução para o problema, que é entregar jogos de seus antigos consoles pela nuvem, todos nós sabemos que tal serviço deverá demorar um bom tempo para chegar por aqui, se é que chegará.

Porém, se a informação obtida pelo pessoal do Eurogamer estiver correta, a empresa estaria pensando em oferecer streaming apenas de jogos do PlayStation 3, enquanto que o títulos dos seus antecessores rodariam localmente no novo videogame.

Como o PlayStation 4 não possui os chips necessários para executar os jogos do PS1 e PS2, a fabricante usaria emuladores para realizar a tarefa, saída que não é muito bem vista por algumas pessoas, mas que segundo a fonte ouvida, permitira até que tais jogos fossem exibidos em alta definição.

Vale lembrar que o PlayStation 3 já se utiliza desta técnica e devido ao poderio do seu sucessor e o conhecimento que a empresa adquiriu nos últimos anos, a expectativa é de que no PS4 a emulação de jogos fique ainda melhor, eliminando os gráficos borrados que vemos naquele console e se assemelhando a o que é visto nos emuladores para PC ou nas versões remasterizadas de alguns títulos que foram lançadas recentemente.

Vamos esperar então que a notícia seja confirmada, resolvendo assim o desejo de todos que gostariam de ter acesso a jogos mais antigos e por mais difícil que seja acreditar nisso, bem que eles poderiam permitir que a função funcionassem também no caso de termos os jogos em disco e não apenas para compras digitais.

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As ressurreições do SNES e do Dreamcast

Por em 28 de janeiro de 2014

O que dizer do Super Nintendo e do Dreamcast? Dois dos consoles mais queridos de todos os tempos e que tiveram um grande número de jogos fantásticos. Se você ainda os possui, saiba que nos últimos dias esses aparelhos ganharam motivos para serem tirados no fundo da estante, pois mesmo tantos anos após o fim de seus ciclos de vida, ambos receberam novos jogos.

No caso do videogame da Nintendo, o título em questão é o Nightmare Busters, um jogo de ação no estilo de clássicos como o Contra ou Gunstar Heroes e algo que chamou a atenção daqueles que investiram em sua compra foi a atenção aos detalhes empregada pelo pessoal da Super Fighter Team, com o jogo vindo numa caixa idêntica a dos originais lançado na década de 90 e o cartucho podendo ser utilizado tanto no SNES quanto no Super Famicom.

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Caso nunca tenha ouvido falar neste game, ele foi desenvolvido pela Nichibutsu e deveria ter sido lançado em 1994, o que só acabou acontecendo agora, quase dois anos depois da “editora” começar a aceitar encomendas do Nightmare Busters, cópia que custou aos interessados US$ 68.

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emMuseu Nintendo

Dispositivos iOS ganham versão gratuita do Tales of Phantasia

Por em 27 de janeiro de 2014

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Sempre que uma empresa anuncia o relançamento de um dos seus jogos antigos aparecem pessoas reclamando da atitude, afirmando que aquilo não passa de uma maneira preguiçosa de ganhar dinheiro e que eles deveriam se dedicar a novos títulos. Eu não questiono tal linha de raciocínio, mas sempre me agradou a ideia de ter acesso a games que não pude jogar na época, porém, a maneira encontrada pela Bandai Namco* para ressuscitar o Tales of Phantasia está longe de ser a minha preferida.

Apesar do primeiro jogo da franquia ter recebido diversos relançamentos ao longo dos anos, inclusive com versões melhoradas para o PlayStation e para o PSP, a maioria deles ficaram restritos ao Japão, com apenas a versão para o Game Boy Advance tendo aparecido nos Estados Unidos e como ter acesso a ela não é muito fácil, existia a esperança de que o jogo aparecesse nas novas plataformas, quem sabe através de vendas digitais nas lojas online dos consoles.

Porém, a editora preferiu lançar o Tales of Phantasia para o iPad, iPhone e iPod e se a falta de controles físicos nesses aparelhos te desagrada, saiba que ela está longe de ser o maior dos seus problemas. Acontece que a empresa decidiu distribuir o RPG gratuitamente e como eles precisam ter algum retorno com o game, as malditas microtransações poderão estragar profundamente a experiência de jogá-lo.

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Um PC/arcade feito de madeira

Por em 25 de janeiro de 2014

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Se você não acredita que o gabinete de um computador pode ser uma obra de arte, precisa conhecer a última criação de Love Hulten, um designer e artesão sueco.

Batizado como R-Kaid Revelation, trata-se de um computador feito de nogueira e cobre, cuja cereja do bolo é uma tela LCD transparente de 22 polegadas que nos mostra o interior da máquina quando ela está desligada e acredite, há muita coisa interessante a ver por ali.

Começando pelo sistema de resfriamento à base d’água, responsável por manter numa temperatura aceitável (e que imagino que no Brasil não seria o suficiente) um processador Intel i5 3570k, os 8 GB de memória RAM e uma placa de vídeo GeForce GTX 670 da Zotac. Mesmo funcionando como um computador normal, os dois SSD de 256 GB funciona em dual boot, sendo que um deles possui uma interface modificada que traz acesso direto a mais de 12.000 jogos clássicos, ou em português claro, diversos emuladores.

Para aproveitar esses games, Hulten incluiu no pacote dois joysticks sem fio e assim como o mouse e o teclado, seus designs foram adaptados para o conjunto, podendo ser guardados no interior da “caixa” quando não estiverem sendo utilizados e sem que a aparência seja prejudicada.

Hulten parece estar mesmo se especializando em criar essas máquinas de madeira com estilo retrô, com seu portfólio contando com várias obras interessantes, como esta outra “MAME machine” ou esse computador com projetor integrado.

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