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Warcraft: Orcs & Humans e Warcraft II poderão ser relançados

Por em 12 de novembro de 2013

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Uma das principais vantagens do PC em relação aos consoles é a possibilidade de jogarmos nele games bem antigos. É verdade que em muitos casos, para fazermos isso é necessário uma série de ajustes e programas, como por exemplo o ScummVM ou o DOSBox.

Porém, felizmente as desenvolvedoras perceberam esse interesse por parte dos jogadores, aproveitando para relançar alguns de seus clássicos e uma que indicou isso foi a Blizzard, que poderá trazer às máquinas mais modernas o Warcraft: Orcs & Humans e o Warcraft II: Tides of Darkness.

Então, atualmente temos uma cara em nossa equipe – na verdade vários caras em nossa equipe – que estão trabalhando em um projeto paralelo para fazer isso de alguma maneira. Nós somos fãs do Warcraft 1, Warcraft 2, Warcraft 3 e certamente adoraríamos jogar esses games novamente,” revelou o diretor de produção do World of Warcraft, J. Allen Brack.

Isso me fez lembrar que o Warcraft II foi provavelmente o primeiro contato que tive com o gênero e como na época não tinha PC em casa, as muitas horas que gastei nele foram na versão do PlayStation, o que me faz pensar que seria fantástico poder encará-lo novamente.

Mas fora a parte da nostalgia, que sem dúvida é uma das principais responsáveis por nos fazer investir em jogos antigos, o que considero importante nessas iniciativas é a contribuição para a manutenção da história dos games, algo que me permitiu jogar alguns clássicos que não tive oportunidade na época e que uma excelente maneira das novas gerações conhecerem alguns dos pilares da indústria.

Fonte: Polygon.

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Quando o Call of Duty era conhecido como “MoH Killer”

Por em 5 de novembro de 2013

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Hoje marca o lançamento do Call of Duty: Ghosts, jogo que provavelmente figurará entre os mais vendidos do ano, mas em um ótimo artigo que conta a história da franquia, o site MCV nos lembrou quem dava as cartas antigamente quando o assunto era os jogos de tiro em primeira pessoa.

Talvez você não saiba ou nem lembre disso, mas após o término do desenvolvimento do Medal of Honor: Allied Assult, a EA não queria que o pessoal da 2015, Inc. continuasse trabalhando com a franquia, o que levou a Activision a contratar aqueles profissionais e criar a Infinity Ward.

Para o primeiro projeto a editora decidiu então investir pesado no desenvolvimento de um novo título, conforme contou Scott Dodkins, ex-vice-presidente da Activision:

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Blizzard está dando o clássico Blackthorne

Por em 1 de novembro de 2013

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A Blizzard pode ser conhecida pelas gerações mais novas apenas como a criadora do World of Warcraft ou do StarCraft, mas existia vida na empresa muito antes desses títulos e uma das suas criações que marcou época foi o Blackthorne.

Lançado originalmente em 1994 para DOS e Super Nintendo, o jogo logo conquistou muito fãs graças a sua ambientação sombria e jogabilidade desafiadora, que nos colocava no papel do casca-grossa Kyle Vlaros. Focado nas sequências de plataforma e tiroteios, tínhamos que encarar 17 estágios até o final, coletando itens pelo caminho e conversando com outros personagens.

Infelizmente, ao lado de franquias como The Lost Vikings e Rock n’ Roll Racing, Blackthorne acabou esquecido pela Blizzard, mas de maneira até surpreendente, a produtora começou a distribuir o título gratuitamente através da Battle.net e queira você conhecer este ótimo jogo ou simplesmente jogá-lo novamente, garantir a sua cópia é bem simples.

Para fazer isso, você precisa acessar sua conta no serviço, clicar no link “Download de jogos” localizado no lado direito e ao rolar a página, verá que ele se encontra dentro da seção “Jogos clássicos”. Aparentemente o game não está disponível no programa de distribuição digital da Blizzard, mas acho que isso não será um entrave para muita gente.

Tal aquisição valeria a pena mesmo se tivéssemos que pagar por ela e com um pouco de sorte, quem sabe a empresa não libera também outros dos seus clássicos?

Fonte: WoW Insider.

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Android e iOS receberão trilogia Double Dragon

Por em 31 de outubro de 2013

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Como o grande apaixonado por Beat ‘em ups que sempre fui, uma das séries em que mais passei tempo foi a Double Dragon. Isso porém nunca me impediu de reconhecer sua inferioridade em praticamente todos os aspectos quando comprada com outros gigantes do gênero, como o Streets of Rage e Final Fight, e é por isso que não consegui me animar muito com a notícia de que ela está sendo levada para o Android e iOS.

Ok, atualmente existe toda uma adoração aos jogos clássicos e de fato é possível encontrarmos bastante diversão nos três primeiros títulos da franquia – Double Dragon, Double Dragon 2: The Revenge e Double Dragon 3: The Rosetta Stone – mas se com um joystick já era comum sofrermos com as respostas dos comandos nesses games, fico imaginando quantos celulares e tablets serão jogados na parede por pessoas que se irritarão com a jogabilidade.

Enfim, no jogo teremos dois modos à nossa disposição, um arcade, onde deveremos conseguir o máximo de pontos possíveis e outro baseado na história, que contará com conquistas e estágios desbloqueáveis. Além disso, o Double Dragon Trilogy ainda terá um placar de pontuação, partidas cooperativas através da conexão Bluetooth dos aparelhos, três níveis de dificuldade e suporte a controles.

No fundo até acho a proposta bacana, mas eles teriam me conquistado se tivessem anunciado o relançamento para PC, consoles e portáteis. Jogar algo assim sem resposta tátil? Acho que prefiro ficar com o Double Dragon Neo mesmo, que é bem divertido.

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Criador revela segredos do Street Fighter II

Por em 29 de outubro de 2013

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Uma das coisas mais legais dos jogos eletrônicos é a capacidade que a mídia tem de manter alguns segredos, mesmos após vários anos de um lançamento e um exemplo disso é o Street Fighter II, que somente agora teve alguns de seus mistérios revelados, graças a chegada do designer chefe do jogo, Akira Nishitani, ao Twitter.

Originalmente as mensagens foram publicadas em japonês, mas felizmente um usuário do fórum Mugen Fighters Guild as traduziu e assim pudemos conhecer um pouco dos bastidores de um dos mais importantes games já feitos, veja só:

Os Hadoukens vermelhos no primeiro SF2 não eram glitches, eram easter eggs intencionais colocados pelos programadores. Mas eu não podia imaginar que ele eventualmente poderia se tornar o Shakunetsu Hadouken.

No SF2, as vezes o Ryu leva danos absurdamente altos quando está atordoado. Isso acontece pelo fato de termos experimentado com os personagens tomarem o dobro de danos quando atordoados e aplicamos isso aos frames de animação de atordoamento de todos, mas depois esquecemos de remover de um deles.

Tenho quase certeza que era um frame de quatro, então é possível ver a animação quando o Ryu está tonto e se o atingirmos no momento certo, causar mais dano.

Também chama a atenção algumas ideias que poderiam ter mudado consideravelmente a jogabilidade. Uma dizia respeito a defesa, já que inicialmente eles queriam que cada personagem tivesse um valor diferente ao se defender. Porém, conforme o jogo foi sendo desenvolvido, a equipe não conseguiu fazer com que a mecânica funcionasse e acabou que todos tiverem o mesmo nível de defesa.

Nishitani também queria que partes específicas dos lutadores servissem como pontos fracos, algo que como sabemos não foi implementado, assim como permitir que os golpes especiais causassem mais danos caso os comandos fossem realizados mais rapidamente, tudo deixado de lado devido a falta de tempo.

Caso tenha se interessado pelo assunto, no tópico do fórum há muitos outros segredos. Vale a pena dar uma olhada.

Fonte: Shoryuken.

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Versão do ToeJam & Earl 3 para Dreamcast aparece na web

Por em 24 de outubro de 2013

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Entre as muitas boas franquias esquecidas pela Sega está uma que nasceu no Mega Drive e trazia uma dupla de simpáticos alienígenas que adoram funk. Curiosamente, enquanto o primeiro ToeJam & Earl tornou-se um clássico, com sua trilha sonora sendo lembrada até hoje, a sua continuação não teve a mesma recepção por parte dos jogadores e o terceiro, lançado apenas para o Xbox, muitos nem sabem que existe.

Eu tive a oportunidade de jogar um pouco do ToeJam & Earl 3 e embora tenha sido muito legal ver a os personagens em três dimensões, sem falar no humor presente no game e na bela direção artística, logo fiquei um tanto entediado com sua jogabilidade e por isso não estranho o fato dele não ter feito sucesso.

De qualquer forma, o que eu nunca imaginei era que a Sega havia iniciado o desenvolvimento do TJ&E 3 ainda no Dreamcast e só descobri isso porque um sujeito criou um tópico em um fórum dizendo que tinha conseguido os códigos de uma versão preliminar dele e para provar que estava falando a verdade, ele divulgou dois vídeos mostrando o game em ação.

Levando-se em consideração a capacidade técnica do console, acho que o jogo estava bastante apresentável, mesmo se tratando de algo que ainda precisava de retoques e que ainda apresenta vários bugs.

A única coisa que lamento é essa história de o cara ter a intenção de iniciar uma campanha para arrecadar uma certa quantia e só assim liberar o protótipo, já que ele alega trabalhar em tempo integral e por isso precisa do dinheiro. Eu até espero estar enganado, mas fico com a impressão de que isso não passa de uma desculpa para lucrar em cima de algo que nem foi ele que criou e por isso não sentirei um pingo de pena caso a Sega resolva lhe meter um processo.

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Sony cria vídeo para lembrar os 18 anos do PlayStation

Por em 22 de outubro de 2013

Playtation

Eu me lembro como se fosse ontem. Alguns meses depois da quinta geração de consoles ter início, fui até a locadora de games que frequentava para comprar o meu tão desejado PlayStation. Como a paciência nunca foi uma das minhas virtudes, acabei saindo do lugar com um Sega Saturn, simplesmente porque eles não tinham o aparelho da Sony à pronta entrega e não demorou para que me arrependesse.

Tudo bem, o videogame da Sega era muito legal, mas quem teve um sabe que a oferta de jogos para ele estava muito longe da vista no PlayStation e após algum tempo, tomei a decisão de mudar de lado (o que acabou me custando um Super Nintendo na troca).

Pois é, provavelmente todos que tiveram o console na metade da década de 90 possuem alguma história para contar e para relembrá-las, a Sony lançou um vídeo fantástico que comemora os 18 anos do lançamento do console e se nós dependemos de nossas memórias para fazer uma viagem no tempo, na propaganda ela acontece dentro de um quarto.

Como sou uma pessoa extremamente saudosista, acho que não havia maneira melhor deles prestarem uma homenagem, mesmo que ela também sirva como divulgação para p PlayStation 4 e mesmo que você não tenha interesse em adquirir o novo console da fabricante japonesa, admita, o PlayStation já te deu algumas alegrias (e tristezas também), não?

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