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Digital Drops Blog de Brinquedo

Quando surge um Plants vs. Zombies para Mega Drive

Por em 24 de julho de 2013

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Quem teve a oportunidade de visitar a PAX Australia na última semana viu que havia um setor da feira que era dedicado aos jogos antigos e lá, escondido num canto estava um guerreiro Mega Drive rodando um título que não havia sido desenvolvido originalmente para ele. Na verdade o jogo em questão nem era da sua época, tendo sido lançado há poucos anos, o que tornava aquela conversão do Plants vs. Zombies um tanto improvável.

Sim meus amigos, quem se aventurou por aquela área nostálgica de um evento onde muitas das grandes estrelas são os jogos de última geração teve a felicidade de ver algo extremamente raro, uma adaptação do tower defense para um console tão antigo e mesmo duvidando do que seus olhos via, o autor do blog Retrospekt, Dave Cudrev, quis saber do dono do jogo onde ele havia conseguido aquela cópia e a resposta não poderia ter sido outra além do eBay.

De acordo com o rapaz, certo dia enquanto navegava pelo site de leilões ele se deparou com essa pérola e resolveu investir cerca de US$ 30 para ver se o jogo realmente funcionaria. Tendo sido criado por um programador russo anônimo, o vendedor ainda perguntou se ele gostaria de adquirir outras conversões não-oficiais, mas o sujeito não aceitou a proposta, ficando apenas com o Plants vs. Zombies.

Quanto ao demake, é óbvio que a versão não tem todo o apuro visual que ajudou a tornar o original tão popular, mas se levarmos em consideração as limitações técnicas do console, Cudrev disse que o jogo se comporta bem e na minha opinião, é uma aquisição que eu adoraria ter na minha coleção, mesmo que fosse somente pelo inusitado.

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Clássicos do Amiga serão lançados para Android

Por em 24 de julho de 2013

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No início desse mês a Writers’ Group Film Corp, uma distribuidora de conteúdo situada em Los Angeles, revelou algo que encheu os fãs do Amiga de esperança, a aquisição – por US$ 500 mil – da Amiga Games e consequentemente dos direitos sobre mais de 300 títulos lançados para o computador vendido pela Commodore durante as décadas de 80 e 90. A dúvida era em relação a o que seria feito com tudo isso e agora essa resposta nos foi dada.

De acordo com um comunicado oficial do grupo, a intenção é que até o final deste ano eles passem a vender esses jogos para os dispositivos Android através do Google Play e como a proprietária da loja virtual já aprovou a comercialização, é apenas uma questão de tempo até que os clássicos comecem a aparecer por lá.

O Android é a plataforma de mais rápido crescimento do planeta e estamos empolgados em estar no mercado do Google,” declarou o CEO Eric Mitchell. “Estes desenvolvimentos reforçarão ainda mais a nossa vantagem competitiva no mercado de jogos. A Amiga Games, Inc focará em entregar uma experiência retro-gaming de qualidade para o consumidor, então estou muito otimista sobre nosso novo acordo de distribuição.

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Homeworld 1 e 2 ganharão remakes

Por em 22 de julho de 2013

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Quando a Gearbox anunciou há alguns meses que havia aproveitado o desmanche da THQ para adquirir os direitos da série Homeworld, os fãs da franquia ficaram empolgados e curiosos para saber qual destino ela teria e durante uma apresentação na PAX Australia a desenvolvedora revelou o que está por vir.

Ao contrário do que muitos poderiam imaginar, a criadora do Borderlands não está trabalhando em um novo jogo que nos colocará no controle de uma frota de espaçonaves, mas sim em versões remasterizadas dos títulos desenvolvidos pela Relic Entertainment e já adiantou que a ideia é vendê-los para PC através de serviços de distribuição digital (alguém aí também pensou no GOG?).

Tendo custado 1,35 milhão de dólares, a franquia teria sido adquirida principalmente devido a admiração do diretor de criação da Gearbox, Brian Martel, que nunca escondeu sua vontade de tornar tais jogos acessíveis às novas gerações, mas há dois aspectos curiosos relacionados à marca e que acho que merecem ser mencionados.

O primeiro deles é que durante o leilão da THQ o estúdio responsável pelo Homerworld foi adquirido pela Sega, então eu imagino que os fãs teriam achado melhor se a série tivesse ido junto com eles. Lamentações a parte, o outro detalhe é que no início desse mês foi encerrada uma campanha no Kickstarter que pretendia conseguir o financiamento de um jogo chamado Void Destroyer e que funcionará como sucessor espiritual do clássico jogo de estratégia. A julgar pelo valor arrecado os fãs estão dispostos a dar seu dinheiro para algo não oficial e agora o objetivo do game designer Paul Zakrzewski é conseguir uma votação suficiente para ter sua criação vendida no Steam.

Sendo assim, o que você prefere? Encarar um jogo inspirado no original ou esperar o lançamento de versões remasterizadas e descobrir como eles envelheceram?

[via Joystiq]

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SDCC 2013: Capcom anuncia remake HD de Strider

Por em 19 de julho de 2013

Strider

Durante painel realizado ontem na San Diego Comic Con 2013, a Capcom reforçou algumas informações já conhecidas sobre jogos anunciados anteriormente, como as novidades prometidas para Ultra Street Fighter IV, DuckTales Remastered, Lost Planet 3 e outros. Basicamente ela apenas repetiu tudo o que já foi anunciado anteriormente, o que reforçou o sentimento de mais do mesmo por parte dos espectadores.

Entretanto sem nenhum aviso, a empresa solta uma bomba ao anunciar que está desenvolvendo um remake HD de Strider para os consoles atuais e da próxima geração, além do PC.

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A fonte da juventude para o seu console velho de guerra

Por em 17 de julho de 2013
Nhami, o bolo vai ficar uma delícia.

Nhami, o bolo vai ficar uma delícia.

Certo, nos últimos artigos (1, 2 e 3), vimos uma série de informações importantes sobre as causas do amarelamento dos plásticos de consoles antigos, formas de prevenir o dano causado pela radiação ultra-violeta e a explicação técnica sobre como isso ocorre. Agora chegou a hora de colocar a mão na massa. Abaixo estão explicações e testes que eu realizei para tentar determinar a melhor maneira de lidar com esse problema, as receitas utilizando ingredientes caseiros e os resultados.

Mas, antes de começar, alguns lembretes importantes:

− Lave muito bem as peças antes de qualquer procedimento para remover todas as impurezas, poeira e outras manchas. Eu utilizei aqueles produtos chamados “limpeza pesada”, eles tem alto poder de remoção. Depois de lavar, enxague muito bem para remover o próprio produto de limpeza da peça. Você também pode usar detergente neutro, mas algumas manchas podem ser mais difíceis de remover com ele.

− Nunca use nada abrasivo para limpar as peças. Nada de usar escovas de cerdas duras, saponáceos ou palha de aço. Além de não ser eficaz, vai riscar e danificar a peça permanentemente. Se você se deparar com alguma mancha realmente difícil de remover, deixe de molho por algumas horas e tente de novo. Use apenas a parte amarela da bucha de limpeza.

− Use luvas. Todos os experimentos abaixo podem te ferir. E EU ESTOU FALANDO SÉRIO. O peróxido de hidrogênio pode queimar a pele e se chegar aos seus olhos ou mucosas, podem causar complicações ainda maiores. Use luvas e tenha muito cuidado.

− Se você for usar uma lâmpada de luz ultra-violeta, NUNCA olhe diretamente para ela, você pode ficar cego. SÉRIO.

− Nenhum resultado é 100% garantido. No meu caso algumas peças precisaram ser tratadas mais de uma vez para atingir o resultado esperado. Tenha calma, cuidado e paciência.

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Game designer cria versão do Mario Bros. para o Atari

Por em 17 de julho de 2013

Esta semana o Nintendinho completou 30 anos de vida e apesar do console ter recebido alguns dos maiores clássicos da indústria, acho que podemos dizer que Super Mario Bros. foi o maior deles, fundando os alicerces para um gênero e sendo responsável por mudar toda a indústria ao mostrar ao mundo que havia vida (com qualidade) após o caos que o Atari levou ao mercado.

Princess-Rescue_17.07.13Agora, você já pensou o que teria acontecido se ao invés de lançar seu próprio console e usar o jogo do encanador como carro-chefe a Nintendo tivesse decidido criar uma versão para o aparelho que por tantos anos nos divertiu com títulos como River Raid e Pitfall!?

Nós nunca saberemos o que teria acontecido, mas o ilustrador polonês Chris Spry decidiu saber como o jogo se comportaria no Atari e usou seu conhecimento para criar o Princess Rescue, um jogo com vários elementos da obra de Shigeru Miyamoto e que acreditem, possui uma versão física com caixa e manual sendo vendida neste site por US$ 50.

É claro que para chegar ao resultado final o game designer teve que encarar muitas limitações, uma delas sendo o fato de que cada linha de sprites só poderia ter uma cor e por isso ele teve que usar espaços negativos (as linhas negras) para criar os desenhos, mas mesmo assim ele conseguiu entregar um game facilmente reconhecível por contar com características marcantes como os vários power-ups ou mesmo a trilha sonora.

Com impressionantes 16 estágios, o que pode ser considerado bastante conteúdo para um jogo do videogame, impressiona saber que ele possui apenas 32 kB, algo que Spry afirma ser bastante para a época e que apenas um jogo do Atari usou todo esse espaço, o Fatal Run, que só foi lançado em 1990.

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Famicom, NES, Nintendinho: 30 anos de vida, 20 anos de Brasil (oficialmente)

Por em 15 de julho de 2013

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Há exatos 30 anos, em 15 de julho de 1983, chegava às lojas japonesas a tentativa da Nintendo de entrar no mercado de videogames com um console próprio, mesmo com o ocidente enfrentando um duro revés no mercado (o que viria a ser conhecido como o Crash dos Videogames de 1983): seu computador familiar, o Family Computer, que seria conhecido na América como Nintendo Entertainment System, ou simplesmente NES (ou simplesmente Nintendo, até a chegada do Super NES).

Ele não só se tornou um dos consoles mais bem-sucedidos da história como efetivamente salvou a indústria dos games. Não fosse pelo Nintendinho, dificilmente teríamos novos consoles hoje, ou numa visão menos tenebrosa, o mercado levaria muito mais tempo para se recuperar.

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