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Designer da Ubisoft usa GIFs para homenagear jogos antigos

Por em 13 de setembro de 2013

Noirlac é um funcionário da Ubisoft cujo nome verdadeiro é desconhecido e que tem dedicado seu tempo (espero que livre) a uma tarefa fantástica, “dar vida” a cenários e personagens de jogos antigos apenas mudando alguns de seus pixels, fazendo com que se pareçam vídeos em loop infinito.

Nesta cruzada desde 2010, a pessoa criou um Tumblr onde existem mais de 10 mil dessas imagens e navegar pelo local é o mesmo que fazer uma viagem no tempo, sob o risco de ficarmos completamente hipnotizados pelas ilustrações que normalmente não possuem mais do que dois ou três frames.

A ideia do/a designers se torna fantástica devido a simplicidade, dando origem a belas imagens como a deste post, tirada do jogo Super R-Type e nos faz perceber a beleza que pode ser encontrada em jogos criados numa época em que os artistas precisavam lidar com as limitações técnicas das máquinas e não tinham os muitos efeitos de hoje em dia.

O único ponto em que Noirlac peca é por não citar os games de onde as imagens foram citadas e caso tenha ficado curioso, saiba que existe outro Tumblr dedicado a corrigir essa pequena, mas importante falha. Porém, talvez o pior de tudo seja olhar essas artes e ficar com uma baita vontade de comprar um tablet só para transformá-lo em porta-retrato digital e deixar exibindo algumas delas o tempo todo.

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Fonte: Wired.

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Campanha tenta financiar produção do novo River City Ransom

Por em 13 de setembro de 2013

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Em 1989 o Nintendinho ganhou um jogo que rapidamente conquistou uma legião de fãs, o River City Ransom. Aquele Beat ‘em up da Technos conseguia entregar no modesto console uma experiência em alguns aspectos até superior a o que víamos nos grande nomes do gênero na época, como Double Dragon ou Final Fight, muito graças aos elementos de RPG presentes na produção.

Porém, mesmo com tamanho sucesso a franquia foi ignorada por anos e apesar das várias promessas de uma continuação, eles nunca foram lançadas, cenário que poderá mudar em breve graças a uma campanha no Kickstarter que tentará levantar pelo menos 180 mil dólares canadenses para a criação do River City Ransom: Underground.

Desenvolvido pela Conatus Creative, um pequeno estúdio situado em Ottawa, a expectativa é de que o jogo seja lançado para PC em aproximadamente um ano e caso o valor desejado seja superado com alguma folga, existe a possibilidade de que outras plataformas recebam uma versão.

Segundos os responsável pelo desenvolvimento, a ideia não é implementar novas funcionalidades ou alterar consideravelmente a jogabilidade, já que eles acreditam que o original era bom o suficiente, mas aumentar bastante a duração da campanha principal ao incluir novas lojas, inimigos e fazer com que ele se pareça muito mais “mundo aberto” que o título que vimos no antigo console da Nintendo.

Caso eles cumpram com o prometido, este River City Ransom deverá contar com inimigos com uma inteligência artificial mais apurada, a possibilidade de jogarmos cooperativamente, talvez até através da internet e pelo vídeo abaixo, seus gráficos farão a alegria dos amantes de pixel art.

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O Game of Thrones como um jogo 8 bits

Por em 12 de setembro de 2013

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Uma das primeiras coisas que qualquer pessoa que gosta de games pensa ao assistir alguns episódios da série Game of Thrones é como ela poderia ficar fantástica se transformada em um jogo eletrônico, mas na duas vezes em que isso foi tentado os resultados ficaram longe de agradar.

Então, achando que poderia aproveitar suas habilidades para homenagear a criação de George R. R. Martin, o game designer espanhol Abel Alves resolveu imaginar como seria um jogo de plataforma estrelado por Jon Snow e cia se tivesse sido lançado há 20 anos e o resultado é bastante impressionante.

Com apenas 68 MB, o game pode ser baixado gratuitamente aqui e durante a aventura ainda teremos a oportunidade de controlar outros personagens marcantes, como a bela Daenerys, com o detalhe de que cada um deles possui golpes e características distintas, o que ajuda a levar alguma variação à jogabilidade.

Seja você um fã da franquia ou apenas alguém procurando um jogo para passar o tempo, vale a pena dar uma chance ao Game of Thrones The 8 Bit Game, nem que seja somente para ouvir sua ótima trilha sonora.

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Ultima IV ganha versão gratuita para iOS

Por em 11 de setembro de 2013

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Em se tratando de gráficos os jogos da série Ultima não costumam ser elogiados por terem envelhecido muito bem, mas ainda hoje eles são lembrados por sua liberdade e por oferecerem uma experiência que mesmo muitos RPGs mais modernos não conseguem.

Caso você sempre tenha ouvido falar da imersão que eles podem proporcionar, mas nunca tenha tido a oportunidade de testá-los, uma parceria entre a Mythic e a Elite Systems permitiu que esta adaptasse para os dispositivos iOS a versão do Ultima 4: Quest of the Avatar lançada no Commodore 64. Ao fazer o download teremos acesso ainda a uma versão digital de seu manual e um guia oferecido pelo GameFAQs, sem falar em algumas melhorias que a tecnologia nos permite atualmente, como ter o progresso salvo automaticamente ao fecharmos o game.

Para deixar a oferta melhor, o Ultima IV: C64 pode ser obtido gratuitamente através da App Store e felizmente não há pegadinha, como a necessidade de adquirirmos itens através de microtransações. Todo o jogo está disponível sem que tenhamos que gastar um centavo por ele e antes que você santifique a EA pelo presente, ele foi a maneira encontrada pela empresa para divulgar o Ultima Forever, que até tentei jogar, mas que ficou bem ruinzinho no meu iPad 2.

PS: Se preferir jogar no PC, saiba que o Ultima IV está disponível, também de forma gratuita, no GOG.

Fonte: Joystiq.

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GOG não planeja vender jogos para Linux

Por em 10 de setembro de 2013

gog

Muito devido a inciativa da Valve e que foi seguida por algumas desenvolvedoras, aos poucos os gamers que utilizam o Linux como sistema operacional tem ganhado motivos para sorrir, mas se depender de outro serviço de distribuição digital, o GOG, essas conversões não se tornarão tão comuns quanto poderiam e quem explicou o motivo desta resistência foi o responsável pelo marketing da empresa, Trevor Longino.

Infelizmente pouco mudou na nossa posição em relação a dar suporte ao Linux nos últimos meses e há uma razão principal para isso. Desde o nosso nascimento, há cinco anos, temos dado total suporte aos consumidores em todos os jogos que lançamos e isso não mudará. Para cada jogo que lançamos damos garantia de total devolução do dinheiro: se não pudermos fazer o jogo funcionar no computador do consumidor através da ajuda da nossa equipe, devolvemos o dinheiro.

A arquitetura do Linux, com suas muitas distros, cada uma delas sendo atualizadas constantemente torna incrivelmente desafiador para qualquer companhia de distribuição digital poder testar apropriadamente o jogo em questão e então oferecer o suporte para o lançamento.

Longino disse que eles poderiam liberar um aplicativo que venderia os jogos e deixasse que os usuários do Linux se virassem para fazer com que eles funcionassem corretamente, mas que isso está fora de cogitação devido a política de negócios que adotaram.

Se por um lado considero a atitude deles louvável, por outro acho triste pensar que com essa “desistência” perdemos uma ótima oportunidade de termos acesso a uma vasta biblioteca de títulos antigos que cairiam muito bem em computadores mais modestos rodando Linux, quem sabe até videogames portáteis usando o sistema do pinguim.

Fonte: Destructoid.

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Consolemod: saída de vídeo componente para Super Nintendo

Por em 30 de agosto de 2013

Um dos meus passatempos preferidos quando era Padawan era desmontar e remontar os eletrônicos da casa. Minha mãe ia a loucura quando a hora da novela se aproximava e o aparelho de televisão estava espalhado pela sala. Nada escapou ileso à minha ânsia por saber como diabos aqueles eletrônicos funcionavam. Munido de coragem (e revistas velhas de eletrônica) modifiquei rádios para captar ondas curtas, coloquei saída de vídeo composto no meu velho Atari Dactar, adicionei alto-falantes e amplificadores caseiros para ampliar a potência do toca-fitas (velho, velho, muito velho), além de toda sorte de cacarecos eletrônicos experimentais que você possa imaginar.

Algumas dessas modificações eram pura farra, não tinham utilidade real. Mas a experiência em modificar eletrônicos rendeu muitos bons momentos para meus videogames quando os televisores foram ficando maiores, mais fininhos e impossíveis de se conseguir uma imagem decente dos consoles antigos. A modificação que vou descrever a seguir é muito simples e você não precisa ser nenhum mestre Jedi da eletrônica para fazê-lo, basta conseguir segurar um ferro de solda sem se queimar (difícil, muito difícil) que já está valendo. O mod em si consiste em adicionar uma saída de vídeo componente (YPbPr) ao Super Nintendo, o que gera uma melhoria inacreditável na imagem em televisores modernos.

Não tem como errar, o BA6592F está claramente identificado.

Não tem como errar, o BA6592F está claramente identificado.


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Criadores dizem que EA não acreditava na série FIFA

Por em 26 de agosto de 2013

FIFA International Soccer

Embora eu sempre tenha gostado de futebol, até 1994 não via a menor graça em games do gênero. Vez ou outra eu até alugava um ou outro jogo que tentava recriar o esporte bretão, mas nunca consegui perder muito tempo neles e sempre acabava partindo para outro título.

Isso mudou quando naquele ano tive meu primeiro contato com um tal de FIFA International Soccer. Aquele jogo para Mega Drive era algo inacreditável! As partidas eram extremamente emocionantes, repletas de possibilidades e organizar campeonatos com diversos amigos era uma experiência ímpar, capaz de nos manter diante da televisão por horas.

Ao longo dos anos a franquia passou por altos e baixos, muitas vezes sendo massacrada pelo PES/Winning Eleven, até que na atual geração a coisa mudou e ela voltou ao topo. Porém, o que poucas pessoas sabiam é que os idealizadores da franquia enfrentaram muitas dificuldades para iniciá-la, tendo inclusive que enfrentar resistência de dentro da própria EA.

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