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Phantasy Star Online 2 será gratuito

Por: em 26/03/12 na(s) categoria(s): Celulares, Computadores, MMO, Portáteis


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Infelizmente a minha única experiência com o Phantasy Star Online resume-se a alguns poucos minutos com a versão para o Dreamcast, numa época em que tínhamos que nos divertir online com uma sofrível conexão discada, mas ainda assim a impressão deixada pelo game foi muito boa. Por isso eu tenho uma certa expectativa em relação ao Phantasy Star Online 2, que será lançado no Japão no início do verão do hemisfério norte e algumas informações divulgadas pela Sega sugerem que o game deverá ser bem mais acessível que o original.

A principal delas diz respeito ao modelo de cobrança, que será o famoso Free-to-Play. Assim, qualquer pessoa poderá baixar e jogar gratuitamente, com o faturamento vindo das microtransações. A empresa também anunciou estar trabalhando em uma versão simplificada para os dispositivos iOS e Android, que contará com elementos sociais e compartilhará informações com o jogo principal, como a criação de personagens.

Contudo, os grandes destaques deverão ser mesmo as versões para PC e Playstation Vita, onde os jogadores de uma plataforma poderão jogar com os da outra e nos permitirá, por exemplo, começarmos uma partida no portátil e continuarmos no computador.

A previsão é de que o período de testes tenha início no Japão no próximo mês, com cerca de 100 mil pessoas participando e se tivermos um pouco de sorte, não deverá demorar muito até que uma versão localizada para o ocidente seja disponibilizada.

[via Andriasang]

Sakaguchi está desenvolvendo jogos para o iOS

Por: em 22/03/12 na(s) categoria(s): Celulares, Portáteis


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O grande problema de alguém criar alguma coisa muito grandiosa como um FInal Fantasy é que as pessoas sempre esperarão algo ainda maior e talvez seja por isso que quase todo anuncio da Mistwalker seja recebido com uma certa decepção por parte dos fãs, o que provavelmente acontecerá quando souberem que o game designer está se dedicando a jogos para smarthphones e tablets.

Estou trabalhando em três jogos novos jogos para o iOS,“ revelou o japonês através de um email ao site Siliconera.“Meu plano é publicar atualizações no meu Facebook conforme fizer progresso.

Sakaguchi limitou-se a falar apenas sobre um dos jogos, que será sobre surfe, um dos seus hobbies então só nos resta especular sobre o que poderiam ser os outros dois. Levando em consideração os projetos que ele já esteve envolvido, seria legal se fosse utilizados alguns dos conceitos do Cry On, game em que prometeu que nos faria chorar e acabou sendo cancelado, mas se fosse para apostar, algo me diz que um spin-off do Blue Dragon está neste pacote ou então algum game parecido com um adventure.

Talvez essa não seja a notícia por qual muitos esperavam, mas acho que o pai do Final Fantasy merece um voto de confiança e seja qual for o estilo adotado para os jogos, que eles sejam divertidos e se for o caso, tenham um bom enredo.

App do Dia: Denúncia, o jogo mais quente do iOS não é um jogo!


IMG_1238Existem vários segredos publicamente conhecidos sobre como fazer um jogo de sucesso para celular, mas é raro achar quem aplique corretamente essas regrinhas, obtendo assim o resultado esperado: Sucesso Monumental.

É o caso do Draw Something, uma App de iPad, iPhone, iPod e Android que acertou EM CHEIO no gosto popular e em 5 semanas acumulou 30 milhões de downloads e mais de 14 milhões de usuários ativos.

A idéia é MUITO simples, ele é uma espécie de Imagem & Inação, pois é assíncrono. Você recebe uma palavra, desenha e seu parceiro (não adversário) tem que adivinhar. Se ele acertar, você ganha moedas. Na próxima rodada, a coisa se inverte e é a vez do parceiro (eu sei, isso ficou desnecessariamente gay).

Acabou. É isso. Só que é extremamente divertido.

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I Am Alive ganha app e reviews contraditórios

Por: em 07/03/12 na(s) categoria(s): Celulares, Microsoft


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E o tão aguardado dia (pelo menos por mim) chegou e quem estava ansioso para ver como seria tentar sobreviver em uma cidade completamente destruída já pode adquirir o I Am Alive através da Xbox Live.

Junto com o jogo a Ubisoft encontrou uma maneira interessante para divulgá-lo, liberando gratuitamente para os dispositivos iOS um aplicativo que que funciona como uma espécie de guia digital, onde temos acesso a mapas, dicas dos desenvolvedores, descrições detalhadas dos itens encontrados durante a aventura e uma lista de conquistas. Além disso, o programinha ainda traz a trilha sonora do jogo, trailers, artes conceituais e alguns vídeos mostrando o desenvolvimento e a possibilidade de aplicarmos alguns filtros a fotos tiradas pelo celular.

Mas falando sobre o jogo, cuja versão de avaliação já baixei mas ainda não pude testar, algo curioso aconteceu em relação as análises publicadas pela mídia especializada. Se olharmos a página do jogo no Metacritic, vemos que enquanto alguns veículos respeitados como o Destructoid, Gamespot e Eurogamer rasgaram elogios ao título, afirmando que ele deve ser considerado um marco para os jogos distribuídos digitalmente devido a sua qualidade, outros como o IGN ou o UGO não tiveram o menor pudor de classificá-lo como um verdadeiro lixo, alegando que o tempo de desenvolvimento não condiz com sua qualidade ou que a história não leva a lugar algum.

No total, temos 16 análises que classificaram o I Am Alive como um jogo muito bom, 7 que disseram que ele é mediano e apenas 3 que o apontaram como horrível, o que novamente nos leva a discutir a real utilidade das análises e por sorte podemos testar o jogo antes de comprá-lo. Talvez ele não seja muito mais do que um bom game e por tudo o que li e vi desde ontem, tenho quase certeza de que vale a aquisição, principalmente por custar apenas US$ 15, mas pelo jeito tem gente por aí que prefere dar nota para um jogo de acordo com o tempo em que ele esteve em desenvolvimento, o que acho lamentável.

[via VG247]

Google Play é a nova plataforma de conteúdo do Google


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O Google anunciou hoje algo que já deveria ter acontecido há muito tempo, a unificação dos seus serviços de distribuição de entretenimento e agora quando quisermos adquirir jogos, filmes, música e livros, teremos que acessar apenas o Google Play.

Além da centralização do conteúdo, outra característica que deverá agradar aos consumidores é o armazenamento de todo o conteúdo na nuvem. Desta forma quando comprarmos uma música, por exemplo, poderemos acessá-la através do nosso celular ou ouví-la no computador, bastando acessar nossa conta. O serviço possui ainda uma opção para recomendarmos aos nossos amigos aquele filme do qual gostamos e como os diversos dispositivos como celulares e tablets estarão interligados, adquirir cópias digitais dos produtos será algo bastante simples (desde que estivermos conectados, é claro).

Quem adquiriu algum item antes dessa mudança não precisa se preocupar, já que como eles estão atrelados à sua conta, serão mantidos, mas o grande problema é que aqui no Brasil ainda não teremos acesso as mais de 8 milhões de músicas, mais de 4 milhões de eBooks e centenas de filmes, nos restando apenas os aplicativos e jogos vendidos na loja, que vale mencionar, passam de 400 mil.

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Sony estuda levar seus jogos para as redes sociais

Por: em 02/03/12 na(s) categoria(s): Celulares, Sony


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De alguns meses para cá temos visto várias desenvolvedoras tradicionais lançando alguns jogos em redes sociais ou telefones celulares e enquanto a Nintendo continua irredutível, garantindo que suas franquias continuarão exclusivas dos seus consoles, a Sony está enxergando nestas plataformas uma maneira de tornar suas marcas mais populares e consequentemente obter mais lucro, conforme revelou Shuhei Yoshida, responsável pelo Sony Worldwide Studios:

Temos discutido essa possibilidade e se você percebeu, nós lançamos um jogo temático do inFamous no Facebbok na época do lançamento do inFamous 2. Então, estamos experimentando e não acredito necessariamente que estamos competindo contra os celulares ou redes sociais – porque todo mundo usa o Facebook e muitas pessoas já possuem smartphones. Com o estilo das pessoas, elas sempre estão conectadas e comprometidas socialmente, então porque não colocar nossas propriedades intelectuais ali… ou dar-lhes uma pequena experiência relacionadas as nossas marcas como você disse?

Outro exclusivo do Playstation 3 que também contou com a ajuda do Facebook na sua divulgação foi o Resistance 3, assim como a EA já fez com o Dragon Age e tenho que dizer que acho a ideia muito boa, afinal, quem não gosta muito desses jogos casuais basta ignorá-los e no fim das contas isso serve para fazer com que muita gente tenha seu primeiro contato com algumas séries.

Mas já que a BigN costuma demorar um pouco para adotar certas tendências, será que um dia eles resolverão lançar jogos sociais baseados em suas franquias? Um Mario Party ou Mario Kart utilizando as redes sociais poderia dar certo, não acha?

[via GamesIndustry]