Você está vendo os artigos na categoria “Celulares”

PopCap lançará jogo dirigido por garoto de 9 anos

Por: em 28/04/11 na(s) categoria(s): Celulares, Jogos, Miscelâneas


dori_owa_28.04.11Quando ainda somos crianças, quando a nossa inocência ainda se encarrega de nos blindar da realidade muitas vezes cruel do mundo que nos cerca, desejamos uma infinidade de coisas aparentemente impossíveis para os adultos, como nos tornar um astronauta, namorar a garota mais bonita da escola ou ganhar uma medalha de ouro nas olímpiadas, mas para o pequeno Owain Weinert de nove anos e diagnosticado com leucemia aguda, tudo o que ele queria era criar um jogo eletrônico.

Foi quando a Make-A-Wish resolveu buscar ajuda e em breve ele verá o seu sonho ser realizado. Esta fundação tem como objetivo algo digno de todos os elogios, realizar o desejo de crianças com sérios problemas de saúde e que inclusive atua no Brasil.

Quem resolveu apostar na ideia do garoto foi a PopCap, que muitos devem conhecer por ser a responsável pela série Bejeweled e o Plants vs Zombies e lançará para os dispositivos iOS, ou seja iPad, iPhone e iPod, o Allied Star Police, um jogo de estratégia em tempo real futurista e que terá o valor arrecadado com as vendas destinado a ajudar a instituição.

O menino tem frequentado a sede da desenvolvedora para trabalhar como diretor no projeto e ontem a noite ele já pode sentir um pouquinho de como é ser um game designer celebridade, quando a desenvolvedora realizou uma festa com direito a bolo, pizza e camisetas para revelar o game e mesmo que ele não se mostre um sucesso, no momento isso é o que menos importa, já que de uma maneira ou outra a iniciativa certamente mudará a vida de todos os envolvidos e não só a de Owain.

[via GameSetWatch]

O jogo mais real já lançado para o iPhone

Por: em 20/04/11 na(s) categoria(s): Celulares, Games, Jogos


Numa das poucas vezes em que eu parei para pensar sobre a criação de um jogo, idealizei um onde a pessoa não poderia morrer, ou melhor, deveria evitar ao máximo que isso acontecesse, sob a pena de que não poderia jogar aquele game novamente. O conceito é bastante cruel e com exceção do The Witcher 2, que no seu modo mais difícil não permitirá que o save seja reaproveitado por quem deixar seu personagem morrer, eu nunca tinha visto ele ser utilizado, até conhecer o One Single Life.

Disponibilizado gratuitamente para o iPhone/iPod/iPad, o game possui uma jogabilidade extremamente simples.  Clique uma vez na tela para correr e outra para saltar e ao longo dos dez estágios você terá que realizar um pulo do topo de um prédio para outro. O interessante é que se você errar, ao contrário dos outros jogos que estamos acostumados, não teremos uma segunda chance e o jogo ficará “travado”, impossibilitando que uma nova partida seja começada. No começo de cada fase haverá uma placa indicando a porcentagem de usuários que morrerão ali e segundo o seu criador, apenas 4% daqueles que experimentaram o One Single Life chegaram ao seu final.

Acho muito difícil que um título comercial com esta premissa pudesse fazer sucesso, já que os consumidores não aceitariam a ideia de que não poderiam mais jogar algo por que pagaram e mesmo concordando que ter novas tentativas é algo inerente ao DNA dos jogos eletrônicos, penso que temer pela vida do nosso personagem é uma ideia que poderia ser explorada pelos desenvolvedores, nem que seja da maneira como a CD Projeckt fará no seu RPG.

Continue lendo »

Yoshinori Ono diz que iPhone não é para jogos hardcore

Por: em 08/04/11 na(s) categoria(s): Celulares, Nintendo, Portáteis


dori_ipad_08.04.11

Ver as produtoras fazendo pouco caso de plataformas em que já lançaram jogos não chega a ser uma novidade e depois de ganhar um trocado com a versão para iPhone do Street Fighter IV, ao ser questionado se poderemos ver no celular um jogo parecido com o lançado para o 3DS, o produtor Yoshinori Ono não teve medo de afirmar que os dispositivos com iOS não foram feitos para jogos hardcore.

Há diferença entre algo que foi feito para jogos e algo que pode ‘também’ rodar jogos. Mesmo que eles pareçam similares as vezes, as ferramentas disponíveis por trás da tela são totalmente diferentes. Um vislumbre do Street Fighter pode ser visto no iPhone, mas as pessoas querem realmente jogos hardcore nele? Acho que não, porque eles não foram feitos para isso.

Para ele, o grande problema estaria exatamente no fato de que o portátil da Nintendo foi desenvolvido pensando nos games, enquanto que o iPad e o iPhone fazem isso como um adicional. Ono fez questão de “enfatizar que a diferença está no ‘para’ e no ‘pode’, então isso ‘pode rodar jogos’ ou isso ‘é para jogos’.” De acordo o produtor, “é apenas uma palavra, mas é muito importante, ela muda tudo.

Sou obrigado a dizer que concordo plenamente com ele, até porque defendo a ideia de que os aparelhos tudo-em-um não costumam fazer nada muito bem. Eu sempre preferi a imagem da minha câmera digital a do celular e embora este consiga reproduzir músicas, gosto mais da qualidade sonora do meu MP3 player. Tudo bem, talvez eu esteja sendo conservador demais e me baseando num telefone sem muitos recursos e um iPhone ou um bom Android não perca em nada para uma digital ou um aparelhinho de ouvir músicas, mas pelo menos em relação ao games, acho que eles ainda não chegaram no nível de um portátil, até por causa de um simples detalhes, a falta de botões.

[via CVG]

Angry Bird Rio tem 10 milhões de downloads em 10 dias

Por: em 04/04/11 na(s) categoria(s): Celulares


dori_rio_04.04.11

Ao ler o título desse post, a princípio qualquer pessoa imaginaria que a Rovio acertou novamente e encontrou uma nova máquina  de fazer dinheiro, mesmo que na verdade o novo jogo não passe de uma variação do seu maior sucesso. No entanto, como maiores detalhes não foram informados, é possível questionarmos se o sucesso do Angry Bird Rio é financeiro ou apenas uma maneira de ajudar a marca a se fortalecer.

Primeiro porque estamos falando de um título que desde o seu lançamento está disponível gratuitamente para o Android na App Store da Amazon, então me pergunto quantos desses downloads foram feitos sem que a companhia ganhasse um tostão. Vamos levar em consideração também que segundo a própria desenvolvedora, o original conta com uma base instalada de mais de 100 milhões de jogadores, sendo que destes, cerca de 40% estão ativos. Tudo bem que o período é pequeno e que o número representa um milhão de downloads por dia, mas será que  marca não poderia ser ainda melhor? Será que nem metade dessas pessoas gostaria de aproveitar um jogo gratuito? Depois temos que lembrar que ele se vale do nome de uma animação que vinha sendo aguardada por bastante gente e que teoricamente poderia significar uma adesão ainda maior.

É claro que a façanha não deve ser desmerecida e se metade das pessoas que o baixaram fizeram para o iPhone, tirando os 30% da Apple, significa que o estúdio faturou US$ 3.5 milhões, algo excelente para pouco mais de uma semana e acho que se eu ocupasse um alto cargo dentro da Rovio, também iria querer sugar a imagem do jogo o máximo possível, até porque nunca se sabe quando a sua empresa irá conseguir emplacar outro arrasa quarteirões como esse. Porém, como sou apenas um jogador, o que quero ver é se eles nos mostrarão um jogo inédito em breve e não variações do Angry Brids, que na verdade nada mais é do que uma cópia do execelente web game Crush the Castle.

[via GamesBeat]

Rovio: No lugar da Nintendo também estaríamos aflitos

Por: em 30/03/11 na(s) categoria(s): Celulares, Jogos, Microsoft, Nintendo


dori_angr_29.03.11

De uma coisa não podemos discordar, os finlandeses da Rovio gostam de uma boa briga. Depois de terem decretado o fim dos consoles e proclamarem a sua maior criação como o sucessor do Super Mario Bros., os caras resolveram revidar as declarações da BigN de que os games para celulares podem atrapalhar a indústria e Peter Vesterbacka voltou a criticar o atual modelo de distribuição de jogos.

É interessante ver pessoas como a Nintendo dizendo que os smartphones estão destruindo a indústria de games. É claro, se eu estivesse tentando vender pedaços de plásticos por US$ 49 às pessoas, então eu também estaria aflito. Mas acho que isso é um bom sinal de que as pessoas estão preocupadas – porque do meu ponto de vista, estamos fazendo algo certo.

Veja, o mercado de consoles é importante, mas também… não está morrendo, mas não é a plataforma com o maior crescimento por aí. Não o vemos da mesma maneira que os outros veem. Um monte de gente na indústria de games acham que os jogos ‘reais’ estão nos consoles, que você só é uma desenvolvedora ‘real’ se faz games caríssimos, mas nós não temos esse complexo de inferioridade.

Vesterbacka tratou então de apontar sua metralhadora para a Microsoft, empresa que segundo ele é a responsável por o Angry Birds ter demorado tanto tempo para chegar à Xbox Live.

Isso é nossa culpa? Não, é o problema deles. Não há razão para que, quando você faz distribuição digital nos consoles, não possa haver updates frequentes e se os consoles querem permanecer relevantes, eles precisam começar a imitar o que está sendo feito nas lojas de aplicativos, nos smartphones e online. É a única maneira, porque as pessoas esperam que os jogos permaneçam novos.

Agora, sejamos francos, no fundo o sujeito não deixa de ter razão nas suas afirmações, mas acho que o problema é que o seu estúdio está ganhando uma perigosa aura de arrogância e antipatia, mas de qualquer forma, encerro por aqui esta transmissão que esteve repleta de proféticas e sábias palavras desta produtora que tem feito tudo para tornar a vida jogadores melhor e que sabe todos os segredos para salvar a indústria de games. Por falar nisso, o que acham de fundarmos a Igreja Angrybirdiana™? Te garanto que arrumar inimigos não será muito difícil.

[via IndustryGamers]

Sobreviva a um epidemia apocalíptica de zumbis com Outbreak! Zombies para Android

Por: em 24/03/11 na(s) categoria(s): Celulares, Games, Jogos, Mobile


outbreak

Nunca me animei para jogar ou mesmo para escrever sobre esses joguinhos baseados em geolocalização porque  os considero perigosos caso você se meta a jogá-los enquanto dirige seu carro, ou pelo menos vexatórios, caso você esteja numa mesa de um restaurante e necessite sair correndo para escapar de ser atacado por um zumbi.

Essa é justamente a proposta de Outbreak! Zombies, um game baseado em geoposicionamento criado por um membro do XDA Developers. Ao criar sua conta de usuário, você será aleatoriamente selecionado como zumbi ou como sobrevivente. A localização de todos os jogadores, obtida pelo GPS, é mostrada no mapa. Caso você seja um sobrevivente, você deve correr sempre que um infectado se aproxime do lugar onde você se encontra. Caso você seja um zumbi, seu papel é espalhar a infecção.

A proposta do game é, em tese, interessante. O problema é a viabilidade prática de jogar uma coisa desse tipo. Se você ficar por aí fugindo de zumbis que só você consegue ver, não tardará a perder todos os seus amigos ou mesmo ser internado num sanatório como doido perigoso. E se até lá alguém tiver lançado um Arkham Asylum baseado em geoposicionamento para você jogar internado, pode ter certeza de que nunca receberá alta.