Digital Drops Blog de Brinquedo

Bye, Buntu.

Por em 12 de dezembro de 2011
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  • http://www.facebook.com/people/Rafael-Netto/1044152409 Rafael Netto

    Ótimo post Cardoso. E o Mint vai comendo pelas beiradas, quem diria…

    E lá vamos nós outra vez!!!

    • http://www.facebook.com/sena.ufc David Sena

      Pôxa, eu fui super fã do Ubuntu com Gnome por anos e anos. Depois que saiu o Unity, pensei: vou dar uma testada em outras distros: ai foi Mint, Fedora, outros Ubuntu based, mas quando testei o Arch Linux, foi paixão forte. Extremamente simples, com um gerenciador de pacotes muito mais rápido que o apt-get e um repositório de usuários com programas que sequer acho pra ubuntu e sem ter que ficar instalando mil repositórios, e muito bem documentado. Resumindo: é de lascar :)

  • Rafael Machado de Souza

    Noticia velha e pelo que já haviam noticiado não é bem assim. As estatisticas vêm do Distrowatch e são baseadas em interesse na busca por distribuiçoes no proprio site. Não significa que o Mint ultrapassou o Ubuntu em uso e sim apenas em interesse dos utilizadores do Distrowatch (que é um sitem BEM voltado a utilizadores linux)

    Prepara-se para uma chuva de pedras Cardoso. Novamente você se equivocou.

    • http://www.dennisaltermann.com.br/ Dennis Altermann

      Eu ia comentar algo, mas você já comentou tudo. Faz tempinho que essa notícia foi “amplamente” divulgada e até deu tempo de resposta, onde todos apontam que o Distro Watch não é algo tão bom para ver popularidade de Ubuntu. Mas enfim, acho importante ver outras distros crescendo, só acho que devemos ter cuidado com esses dados mesmo.

      Sem contar que essa semana saiu que Ubuntu foi escolhida melhor distro do ano por revistas especializadas, mesmo “perdendo a popularidade”.

      • http://contraditorium.com Carlos Cardoso

        Yay, viva o Ubuntu, em breve o Opera das Distros.

        • http://www.dennisaltermann.com.br/ Dennis Altermann

          Podia ser pior, eu podia realmente achar que Ubuntu vai ser o maior SO do mundo.

          • http://twitter.com/rodrigofante Rodrigo Fante

            Nem em tamanho, visto que controlam ele para ter 700MB, ops, agora pode mais né, ainda sim é a metade dos concorrentes no mínimo, mas hey, isso é bom :)

        • http://www.facebook.com/lucas.s.magalhaes Lucas Sampaio Magalhães

          Ri bastante com o post do Cardoso. Embora seja um usuário do Ubuntu (com Unity) e não leve muito em conta o ranking do distrowatch, tenho a dizer no dia-a-dia que o uso têm diminuído bastante. Há alguns dias li na web que os testes de usabilidade do Unity têm detectado diversas falhas… tê-las em uma versão de longa duração como a 12.04 LTS que está pra sair é complicado, bem complicado.

          • Antonioni de Araújo Rocha

            A Canonical falou que o próximo STL praticamente não terá novidades, será apenas focado na correção em massa dos problemas.

    • Daniel de Oliveira

      De acordo. Dei valor. Eu mesmo busquei por Mint no site e nem sequer baixei a iso!

      • Ruy Acquaviva

        EU entrei no distrowatch, lí o resumo, fui para o site da distro, baixei, instalei em uma máquina virtual e testei e gostei.
        Mas continuo usando meu ubuntu como sistema principal para o dia-a-dia, só que não entrei na Distrowatch para ler sobre ele, pois já conhecia.
        Então eu contei como um daqueles que baixou o gráfico do Ubuntu e subiu o do Linuxx Mint, embora continue usando o ubuntu.
        Fica claro aí a distorção provocada por se tentar confundir a popularidade no Distrowatch com o marketshare da distro.

    • Antonioni de Araújo Rocha

      Verdade. O Ubuntu continua firme e forte como a distro mais utilizada, mesmo com a derrapada do Unity, que, sinceramente, acho melhor que o Gnome 3.

      Já no mundo mobile… se até o Windows está se ferrando, imagine quem quiser entrar agora pra enfrentar o Android e os i’s da vida…

      • http://www.flickr.com/stuffbox DuduMaroja

        O unity é a apenas uma Shell, que roda por cima do gnome 3! em vez de usar o gnome shell

        Basicamente gnome e o sistema de desktop que permite representações graficas, e o shell é como esses graficos vão ser representados!

  • Scott Toledo

    Cardoso, me mostra um link do site da DistroWatch que diz que eles medem market share, por favor.

  • http://www.julianfernandes.com.br/ Julian Fernandes

    Gosto muito dos seus textos Cardoso, mas devo admitir que seu desgosto pelo Linux num geral, as vezes te faz cometer erros. Sem problemas quanto a isso, cada um usa e gosta do sistema operacional que quiser. Particularmente prefiro tirar proveito de ambos os “mundos”, mas enfim.

    A notícia é um tanto velha e já deu o que falar. Como o Rafael Machado comentou abaixo, as estatísticas são baseadas no site Distrowatch e são baseadas em buscas pela distro no próprio site, mais especificamente, elas são geradas de acordo com os pageviews da página da distro no Distrowatch.

    Levando em consideração que nem todo usuário conhece o Distrowatch, e um usuário novato provavelmente não vá acessa-lo (mesmo eu que uso o Ubuntu a tempos to cagando e andando pro site), é natural que a distro suba ou despenque no ranking do site. Claro que a nova interface gráfica do Ubuntu, o Unity, deixou muita gente pouco feliz e a ideia do Mint de trazer uma interface mais “windows like” ajudou o Mint a se tornar uma distro mais amigável para usuários vindos do Windows curiosos, mas não creio que o Mint realmente bateu o Ubuntu.

    Mesmo se o fez, o Mint é o Ubuntu… mas verde, com alguns softwares pré-instalados a mais e algumas adições que a Canonical não pôde adicionar ao Ubuntu por questões legais. É como um fusca com várias peças não originais… pode até ser diferente, mas continua sendo um fusca.

    No mais, parabéns pelos seus textos aqui no Meio Bit. Sou leitor a um bom tempo e gosto muito do trabalho de vocês aqui ;)

    • http://contraditorium.com Carlos Cardoso

      E o Ubuntu é o Debian, por essa lógica o Ubuntun não existe.

      • http://www.julianfernandes.com.br/ Julian Fernandes

        É um bom ponto. Não tenho nenhum bom argumento pra isso.

        Apesar das diferenças entre Ubuntu e Debian serem muito maiores do que Ubuntu e Mint, além da Canonical trabalhar em cima do Ubuntu em relação a segurança e tudo mais, enquanto o Mint só joga alguns aplicativos.

        Mas o ponto é bom, não há argumento quanto a isso. O que não tira o fato da estatística não ter fundamento algum.

        • http://www.facebook.com/people/Marcelo-Sousa/100001393641602 Marcelo Sousa

          talves, no fim das contas, isso tudo, so vem à fortalecer o Ubuntu (q é sempre bom)…torço por isso!

      • francisco Brito

        É diferente, o Ubuntu usa repositórios próprios e seu desenvolvimento não depende do desenvolvimento do Debian, o Mint usa os repositórios Ubuntu e seu desenvolvimento depende, ainda e em grande parte, do desenvolvimento do Ubuntu.

      • http://twitter.com/tonysacanix Tony Kamillo

        O Mint é só uma remasterização do Ubuntu.

  • http://www.facebook.com/fernandocarletti Fernando Carletti

    Eu já traí o Unity.

    Pessoalmente, não me adaptei. Comecei a usar o Gnome 3 antes de voltar pro 2 (que era a idéia) mas acabo por estacionar nele.

    Apesar de parecidos, a forma de trabalho (digo atalhos e o formato do espaço) muito mais agradáveis de se trabalhar. E como bom “debianzêro”, tenho usado o mint desde a versão 10 (eu venho do ubuntu).

    Mas veremos… O futuro é uma incógnita!

    • Rafael Machado de Souza

      o Gnome3 ainda é cru, mas isso já era esperado. A facilidade e simplicidade de uso do Gnome permanece espetacular. Estou usando KDE no momento, mas, apesar de lindo, perto do Gnome ele é extremamente bagunçado.

      • http://profiles.google.com/1bertorc Humberto Ramos Costa

        Ser cru não é problema, ser travado é… Querem mudar? Mudem OK, mas quanto custaria deixar eu colocar o launcher onde quisesse? E os menus também.

    • http://www.facebook.com/people/Marcelo-Sousa/100001393641602 Marcelo Sousa

      Talves, no fim das contas, isso tudo, so venha à fortalecer o Ubuntu, o linux, e etc (q é sempre muito bom, pq uma predominacia muito grande de OSs em quaisquer áreas, não é muito estimulante pq não causa “medo”, tem q haver um certo equilibrio)…Torço por isso no geral….browsers webs, officers, etc, etc

  • Anônimo

    Não vai fazer falta nos desktops. Agora concorrer com o Android vai ser foda. E nos servidores, para que usar ubuntu se o debian é melhor.
    Particularmente eu sinto que estou no Windows95 quando uso os desktop linux, eles são muito ruins, apesar do design e das firulas gráficas.

    • Rafael Machado de Souza

      Ubuntu Server é excelente.
      O melhor dos ambientes linux é a agilidade no uso. Pode-se configura-lo a sua maneira de usar. Para mim a usabilidade do Gnome e KDE sempre irão superar a do “Explorer” do Windows.

    • Alexandre Figueiredo

      Exagerou!
      Windows95 era uma porcaria…

      • Luiz Felipe

        O arrastar e soltar não serve para nada, e não tem menus de conexto em quase nada, igual o W95.

  • http://www.bikecompany.com.br Eugenio Cardoso

    como ja comentáram a questão do distrowatch pulamos esta parte… mas só pra ilustrar um pouco… uso ubuntu e nunca baixei nada via distrowatch.. pego o torrent do iso mais recente do próprio site do ubuntu e atualizo a versão… além de que o ubuntu oferece atualização automática do sistema assim que sai do beta, então, vários usuários nem precisam ir atras de baixar distro.
    estatisticas são muito perigosas… tem que saber que dados estamos tratando antes de tirar conclusões.
    pra referencia, to rodando ubuntu 11.10 com gnome 3, acho bem prático.

  • André 0991

    Se o Cardoso tivesse a mesma suposta habilidade em ser engraçado para escrever conteúdo de qualidade, eu leria com mais prazer seus artigos. Mas quando percebo que ele não sabe nem o que as estatísticas do Distrowatch mostram (como já falaram mil vezes e qualquer usuário bem informado sabe), só pode resultar nisso, um texto que tenta ser engraçadinho, mas que falha ao mostrar a verdade ou pelo menos apresentar o que é o Unity, por exemplo.

    • http://contraditorium.com Carlos Cardoso

      Não adianta chorar, seu querido Ubuntu MORREU, é Mint nas cabeças!

      • André 0991

        Não uso o Ubuntu, apesar de reconhecer que é uma excelente distro. O último Ubuntu que eu usei foi o 6.06.

        Estou baixando agora o atual para testar esse tal Unity.

      • Paulo Brito

        É o Cardoso mesmo? Aquele que escreve tão bem o Contraditorium?

        • Rafael Machado de Souza

          pelo jeito vc ainda leu pouca coisa que o Cardoso escreveu…

        • http://ceticismo.net André

          Vc ainda não conhece o Cardoso, pelo visto.

  • Anônimo

    Eu to achando que foi a Microsoft, veja bem eles criaram o Bing e logo depois surgiu este tal de Mint, deve ser Microsoft is not tux.

    • Luiz Felipe

      Bing – Bing is not Google, essa é boa mesmo, copiado do tux.

  • Anônimo

    Ainda espero a tal versão que seria tão boa quanto o Mac OS, meu macbook aguarda.

    • http://ceticismo.net André

      E aquele Ubuntu Perfeito que o Hamaker criou?

      • http://www.facebook.com/hectorcamp Héctor Campos

        Já usei muito os scripts do Hamacker..

  • Anônimo

    Ubuntu who?

    A Canonical resolveu entrar em uma crise de identidade. A interface unity pegou o pior do iPhone, do Android e da METRO e jogou tudo num liquidificador . Resultado: Deu no que deu.

    Os bons e velhos menus que as pessoas já estavam acostumadas, bom.. tá caindo.

    QUanto ao Distrowatch… é mais ou menos como confiar nas notícias da Record sobre a Copa . A situação pode não ser das melhores, mas com certeza não é tão ruim quanto o Bispo ou o Cardoso querem .

    É fato de que a Canonical vai entrar pelo Canonico e não vai ter papa pra Canonizar o ubuntu

    Outra previsão ridícula é a de que os Tablets vão superar e deixar os Pcs obsoletos, bom… é o mesmo que falar que motos vão substituir caminhões de carga…

  • http://www.facebook.com/people/Leandro-Segatti/1270186378 Leandro Segatti

    Que curioso, Linux estacionado em 1 digito no desktop, e suas distros ainda roubando usuários entre si, até quando este SO vai tolerar esta falta de identidade própria?.. Nunca vai sair deste 1 dígito pelo visto.

    • Renan teixeira

      Vamos por parte o Linux é um kernel (é uma parte do SO) logo não funciona sozinho, outra toda a distro pode ser considerada entre aspas o “SO” em si. Temos que entender que o eco-sistema é diferente, entre SO’s baseados em Linux, SO’s baseados em BSD (sim apple falo de você também) , e Windows. Os gráficos não são lá esclarecedores são tirados do Distrowatch pessoas que acredito ter na maioria mais anos de linux. Logo a interface com gnome ou lxde que são mais próximos da que antingamente trabalhavam no seus desktop’s para eles devem ser melhores de operar.

      minha opinião.

    • Ruy Acquaviva

      Tomara que não saia mesmo…
      Um grande engodo, geralmente propalado pelos noobs, é avaliar os softwares livres em geral e o Linux em particular, pelos mesmos critérios usados para se avaliar os softwares proprietários comerciais.
      O Linux é um S.O. de nicho mesmo. E que nicho! Os 1% que usam Linux contribuem 99% para o desenvolvimento da tecnologia e os 99% que usam sistemas proprietários contribuem 1%.
      Quantidade não é qualidade.
      O Linux não está competindo para ser o S.O. mais usado na maioria das máquinas desktop e nem precisa competir para isso. É sim um sistema disponível para uma ampla gama de aplicações, poderoso, estável e com grande flaxibilidade.
      Considerando que Linux é a denominação do kernel e que é esses mesmo kernel usado no Android, podemos muito bem dizer que ele tem o maior marketshare no mercado mobile. Mas aí há um porém, o Android mesmo sendo um software livre (e é, em que pese as acusações de que ele não é “tão livre assim”), ele segue uma lógica comercial. O Android sim busca quantidade de usuários e almeja atingir a maior fatia possível de dispositivos. Isso porque segue a estratégia de uma empresa, a Google.
      Já as distros Linux para desktop não estão todas subordinadas à estratégia de uma empresa. Na verdade existe todo tipo de situação possível, de distros comerciais a comunitárias, mantidas por empresas, comunidades ou desenvolvedores independentes, de uso geral a especializadas em um tipo de aplicação, de completas a especialistas, usadas desde os dispositivos mais simples até os maiores supercomputadores. É essa diversidade que é a força do linux. Se fosse restrito a umas poucas versões e submetida aos interesses de uma única empresa, padeceria dos mesmos defeitos do Windows.
      É errado pensar no Linux como um concorrente ao Windows. É uma alternativa a esse S.O. sim, mas é muito mais do que isso também. Além disso concorrer implica em uma lógica de mercado e isso não se adequa a um software livre que não está necessáriamente (porque algumas versões até estão) submetiadas á lógica comercial.
      É por isso que esse artigo é completamente equivocado e irrelevante. O fato de uma outra distro chamar a atenção a ponto de ser mais pesquisada no Distrowatch não indica necessariamente uma notícia ruim para o Ubuntu. Até porque o Mint é derivado do Ubuntu. Para saber se 2011 foi um ano ruim para a Canonical seria necessário ver os resultados da empresa. Ela pode até mesmo aumentar seu faturamento enquanto diminui o marketshare geral porque ela não vende licenças para desktop e sim serviços. Então poderia muito bem perder usuários no segmento doméstico, que não contrata serviços e ganhar no segmento corporativo que demanda serviços da companhia.

      • italo_mg

        Excelente comentário acima!
        E posso reiterar amolando mais os nossos dedos.
        É uma das piores matérias que já li! Percebe-se que quem escreve nada entende de Linux.
        Em primeiro lugar que o usuário das distros pouco se importa se uma está em queda ou não (e o Ricardo Bicalho comentou mais ou menos sobre isso. O usuário, no caso, pode se adequar às incontáveis que lhe apetecem com plena liberdade de uso; ou seja, o corpo da matéria – um gráfico apontando algo muito vago que ele define como “share” num teor de guerra – é mera infantilidade. Além do mais: a verdadeira origem desse gráfico é o Distrowatch, baseado em busca pelas distros (a distro mais buscada no Distrowatch ganha maior notabilidade no site. O que é bem diferente de dizer que, no mundo, a distro perde ou não notabilidade).
        Em segundo lugar, a pessoa que escreve não entende de Ubuntu e de Open Source. De fato há um investimento da Canonical na interface Unity, mas isso não quer dizer que se venha a deixar de usar outras. Eu, por exemplo, uso Gnome 2 no Ubuntu 11.04. Daí posso escolher o padrão (Unity) e o Gnome 3 (com Gnome Shell). Também posso escolher Xfce, Kde, FluxBox, OpenBox, BlackBox, Icewm, etc. Daí atribuir um ar “fechado” nessa matéria é ridículo.
        Em terceiro lugar: “Há bons indícios de que isso é planejado, para melhor controlarem o sistema e garantirem uma interface enxuta para as tais futuras versões mobile, tablet, tv, dildo, etc. / Uma leitura possível é que a Canonical considera o desktop irrelevante e está se preparando para enfrentar Android, iOS e Windows 8 no mundo mobile. Boa sorte pra ela.” – de onde essa pessoa tirou isso? Além das opções de interfaces que pus aqui, e que não é nem o começo, de 6 em 6 meses uma nova versão Ubuntu é lançada, além das versões LTS (3 anos com atualizações e suportes garantidos), quando a próxima versão 12.04 Precise Pangolin (Abril, 2012) será mais um LTS, ou seja, atualizações e suportes até 2015. Diante disso, dá pra ver a irrelevância do desktop.
        Em quarto lugar, Meiobit parece entusiasta da Apple (estou certo?). Isso quer dizer: hype de tecnologia e design pra pouco entendimento.
        Amigo, ou vá estudar ou desista de escrever – ao menos sobre Linux. Ok? É o conselho que dou.

  • Keaton

    Hipster Keaton used to use Mint Linux before it was cool. :P

  • Marcelo Mosczynski

    Desculpem, mas market share pode a principio designar a participação de algo (empresa, musico ou sei lá o que) relativo a um universo, comparado a seus pares.
    A propósito, poderíamos dizer que o Cardoso tem a maior participação em comentários haters em todo o meio bit, assim ele teria o maior Market Share de haters de todos os Colunistas do meio bit…

  • Anônimo

    Estou aqui escrevendo no meu Ubuntu 11.04, com Unity, muito satisfeito.
    O Ubuntu não precisa ser a primeira distribuição em popularidade para eu gostar ou deixar de gostar dele.
    Aliás, a vida ensina que maioria não é sinônimo de qualidade (alô Windows, alô Lula, alô música sertaneja…).
    Mas não custa lembrar que o Mint é Ubuntu maquiado. E não, Ubuntu não é mais Debian. Pelo que sei, não depende mais do Debian.
    Para aqueles que criticam o Unity, viva a liberdade! podem seguir a vida com o Mint ou qualquer outra distribuição ou sistema operacional que prefiram.
    Quanto ao post… notícia velha, pura falta de criatividade… quando falta assunto basta falar mal do Linux, não é Cardoso? Deve alavancar bastante comentários.

    • Radical Livre

      O Unity é a pior peça de software que eu já vi em termos de usabilidade e ocupação de espaços no desktop. Eu tenho DUAS telas de 22 polegadas, e o unity insiste em me tratar como uma tabuleta de 7″. É ridículo, um dos maiores tiros no pé que eu já vi.
      Estou estacionado na versão 10.04, a última que presta. Na próxima rodada, vou ter que testar um Fedora ou outra Distro qualquer.
      Desculpe, eu uso Ubuntu há cinco anos, desde a 6.0x, sei lá se foi em junho ou abril que lançaram. A interface Unity é muiiiiiiiiiiiito ruim – seria ruim até num tablete.

  • http://www.facebook.com/rafhabass Rafhael Marsigli

    Meu último Ubuntu foi o 9.04 Karmic Koala, que amava de paixão, as atualizações que vieram depois me fizeram migrar para outra distro…

  • http://twitter.com/mazeguitar Maze

    “a Canonical está sendo acusada de trair o movimento”

    Só eu dei risada com isso?

    • Rafael Machado de Souza

      Não

  • felipe augusto

    Já que vale juntar todos os *buntu, então fato é que o Debian e a distro mais usada!

  • http://twitter.com/29185159 29185159

    De “do-contra” esse mundo está cheio… de “amantes” de firulas mais ainda!!!… da filosofia do Ubuntu ninguém quer saber… contrubuir com ele, pior ainda!!!… resta então muntar em cima dele por ser muito bom, jogar algumas firulas por ser muito fácil… e fingir ser o melhor ao menor custo… é assim em qualquer lugar do planeta…

  • http://twitter.com/GuilhermeMoura_ Guilherme Moura

    Eu uso o UBUNTU, mas depois que a Canonical trocou o Gnome pelo Unity ficou muito ruim (pesado e cheio de frescuras), parei na versão 11.04 pois ainda vem com a opção para usar o Gnome.

    Enfim…
    “Teria sido melhor ir ver o filme do pelé” By Chaves

  • Eduardo K

    tenho o mint na estação de trabalho e o ubuntu no meu notebook, (já utilizei diversas distros em ambas as maquinas)
    mas devo dizer que o ubuntu está muito mais preparado para o usuario final e iniciantes do que o mint,
    o mint poderá ficar muito bom, mas teremos que esperar até o gnome-3.4, enquanto estiver baseado no gnome-3(.2) que é um ambiente ainda incompleto e que teve um nascimento prematuro, continuará lotado de bugs

  • Elisson Costa

    Só esclarecendo que o Ubuntu não abandonou o Gnome, ele continua lá na sua versão 3. O que não foi adotado foi Gnome Shell, esse sim deferido em prol do Unity.

  • http://twitter.com/rbicalho Ricardo Bicalho

    Depois de tantos anos acompanhando o mundo de informática e escrevendo sobre ele, acredito que a função das distros de Linux seja a de laboratório de ideias.

    O Ubuntu morrer faz parte do ciclo de vida das distros. Eu lembro de emrpesas dando cursos de Red Hat, Caldera, Conectiva e Suse. Não esqueçamos de Slackware e outros. O tempo passa e as distros uma competem pela atenção dos 1%.

    No mercado mobile, Maemo e Moblin viraram Meego que aparece aqui e ali, mas não é unânime.

    Mas desse turbilhão de ideias, nasce um Android. E sua derivação Amazon-Droid. E como puderam selecionar as melhores ideias do formigueiro, aparece um SO mobile forte e maduro, unificado.

    Acho que a sacada do Linux é essa mesmo: caos e destruição com vários ciclos de renovação. Esses 1% geram ideias que depois acabam sendo usadas por milhões de pessoas, em servidores.

    • http://meiobit.com/author/max_laguna Emanuel Laguna

      Seja o Android laboratório ou não, vou preferir entrar nos smartphones pelo Windows Phone… =¬|

      • Ruy Acquaviva

        Faz muito bem em seguir sua opção. O importante é existirem opções para escolhermos.

        Se fossemos seguir o conceito do Cardoso, que quer acabar com o linux porque o marketshare dele no desktop é minúsculo, teríamos que falar do WP7 com o mesmo desprezo com que o Cardoso fala do linux, já que o marketshare do WP7 é igualmente diminuto.

        Só que isso é um erro.

  • http://profiles.google.com/1bertorc Humberto Ramos Costa

    Ubuntu 11 não serve nem para adubo. Finalmente a Canonical conseguiu deixar o Ubuntu pior que o windows e isso não é pouco.

  • http://twitter.com/fagsouza3 Felipe A.G. de Souza

    Só imagino o que virá depois do Ubuntu: RICO, K-Walski, PR-VT ou SKIP-ER?

  • gervasio dantas

    Percebo que está havendo uma espécie de chuva de especulações baseada em apenas um site, mas na prática não conheço uma única pessoa que utilize o linux Mint (Já trabalho a mais de dez anos com linux).
    É bem possível que isto seja uma campanha intencional contra o Ubuntu, tentando forçar uma situação do interesse de alguém, ou de alguma empresa. É bem possível que existam interesses por trás desta maré de especulações.

  • http://www.facebook.com/thiago.cantero Thiago Cantero Mari Monteiro

    Sempre acompanho o Distrowatch e sempre ficava atento na segunda posição “Linux Mint”, inclusive estou em meu note há cerca de uns cinco meses a versão 11!
    Confesso que adorei a Distro, lembra muito a saudosa e marvilhosa Distro Kurumin, cujo esta nunca foi valorizada pela comunidade em geral.
    O Kurumin também era baseado em Debian, mas especificamente no Knoppix, na inicialização utilizava o hotplug para reconhecimento de dispositivos e depois passou a utilizar o Udev, que tinha mais maturidade pois definia o hardware pelo seu tipo e modelo!Tinha um kernel sólido, enxuto e eficiente!
    Se caso você quisesse utilizá-lo apenas em substituição ao Windows o Kurumin era uma mão na roda, graças aos Scripts que Carlos Morimoto fez com a interface Kommander (rodando no KDE), era bem simples e intuitivo!
    O Kuruma tinha até mesmo Scripts avançados para implantação de servidores e diversos serviços, até mesmo LTSP!
    Bom!rs
    O tempo passou, infelizmente o Kurumin foi um projeto descontinuado e ao mesmo tempo com a chegada do Mint, me faz lembrar da época em que tive o contato com ele!
    Fácil utilização, tudo ao seu alcançe é isso que o usuário quer!
    Você, eu ou outra pessoa que conheça como subir um módulo no kernel ou criar Scripts em Shell Script, consegue se virar no Linux!
    Mas para que os demais usuários finais tornem-se um usuário Linux em potencial, temos que pensar na usabilidade!E isso é encontrado atualmente no Linux Mint!
    Viva o Linux e um forte abraço à todos!

    • Héctor Campos

      Mas é isso,eu uso Ubuntu e Windows,tenho preferência pelo Ubuntu.Mas quando um amigo pede para instalar Linux no PC/Note eu instalo o Mint sem piscar.

  • ninpou

    mals o duplo

  • http://www.flickr.com/stuffbox DuduMaroja

    A dritrowatch não é metrica de nada, porque ela so analiza clicks dentro da propria dristrowath, não leva em conta computadores instalados nem novas instalações para averiguar!

    A relevancia do Mint no distrowatch veio da propria comunidade ubuntu, recomentar o Mint como melhor solução para evitar por enquanto o gnome 3… e não quer saber de KDE ou outro equivalente!

    Novamente. esse grafico não é de SHARE!!! e sim e somente de interesse dentro do distrowatch! apenas isso!

  • http://www.facebook.com/people/Marcelo-Eiras/1567301419 Marcelo Eiras

    O Ubuntu acaba de receber, pela 7a. vez consecutiva, o título de Melhor Distribuição Linux de 2011 pela Readers’ Choice Awards 2011, evento realizado pela revista digital Linux Journal.

  • Anônimo

    Eu defino a reclamação contra o Unity em uma só palavra:

    Birra.