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A Banca do iPad–Agora vai?

Por em 31 de outubro de 2011
emApple e Mac Internet
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  • http://www.facebook.com/people/Metallizer-Armitage/100001517149673 Metallizer Armitage

    Para mim, o maior entrave da distribuição digital ainda é a intransferibilidade do conteúdo. Não é possível emprestar, trocar nem revender algo que você não deseja mais possuir.

    • Guttemberg Lombardi Júnior

      Eu já acho o contrário, é “transferível” demais para o gosto das editoras.

      • Anônimo

        Então, vc tem razão, esse é sim o temor delas, mas eu não acho que seja, eu concordo com o Metalizer. A falta de transferibilidade mata a propaganda boca a boca. Quantas vezes vc já não comprou algo depois de ler a que o amigo emprestou? Mas eu nunca emprestaria meu iPad pra alguém que nao morasse comigo ler algum ebook ou revista.
        Voltando ao seu ponto de vista, sim, as editoras aqui ainda acreditam que ebook é sinônimo de pirataria. Colocam os preços nas alturas, e com isso, atrasam o desenvolvimento desse mercado aqui.

    • Anônimo

      Se for barato, eu nem me importo. Vide os games em promoção na Steam ou apps baratinhos :-)

    • http://www.facebook.com/people/Pedro-Tkt/100003509241733 Pedro Tkt

      No iTunes você pode transferir conteúdo em todos os equipamentos Apple que você tem (Mac, iPhone, iPad, iTunes no WIndows) e também na situação que chamam de “compartilhamento em família”. Eu acho que tem sentido fazer esse controle, ainda mais com a cultura de piratas de alguns países como o nosso, tem gente que pode pagar, e muita gente pode pagar, e ficam pirateando como criancinhas. Não se pode pagar uma aluguel de vídeo de 2,50 numa locadora? Muitos podem mas preferem puxar pirata. Não vejo sentido nenhum nisso, é cultura de sanguessuga. E tem outra, um grande volume de compradores ajuda a baratear o custo da aquisição, escudado pela concorrência entre distribuidoras. Enfim, a questão de revender vai desaparecer porque vai ficar muito barato. E quem vai querer emprestado se será muito barato, como são hoje a grande maioria dos apps para tablets?

  • Anônimo

    A idéia da banca é muito boa, usando-a percebi que ela na verdade é apenas uma “pasta” do IOS que tem um tratamento diferenciado, ela agrega as apps dos publicadores. Se você já tinha a APP do “The Daily”, por exemplo, ao atualizar pro IOS 5 e depois de atualizar o APP, ele some da tela do Igadget e passa a aparecer na banca.
    Estou esperando a Abril se adaptar pra esse esquema, até agora não saiu nada deles. Quero ver como vai ficar na prática pra depois descobrir como fazer um backup dessas revistas e aliviar o espaço do Ipad/iphone.
    Vamos aguardar os publicadores brasileiros se manifestarem.

  • http://www.facebook.com/matheuskxt Matheus de Castro

    eu mal mal consigo achar livros em português no iBooks :/

    • http://www.facebook.com/people/Pedro-Tkt/100003509241733 Pedro Tkt

      No iBooks são raros e nesse momento na Amazon também são poucos, pouco mais de 4000, mas as coisas tendem a melhorar, é só ter paciência.

  • Anônimo

    ECONOMIA: Eis o motivo porque o papel dará cada vez mais lugar ao e-paper nos próximos anos.

  • http://twitter.com/Cyber_Ramses/ Ronaldo Gogoni

    Eu acho que a banca é uma ideia muito boa, restam as editoras abraçarem o formato.

    E agora o momento WTF: procurando por revistas de videogame, encontrei a brasileira OLD! Gamer (edições 4 a 6), a EDGE e a RetroGamer. Essa última merece destaque pois, entre os scans selecionados para demonstração na página do app, estava uma matéria sobre o Apple Bandai Pippin!

    Fazer média com a Apple tudo bem, mas usar o Pippin para tal é desserviço.

  • Guttemberg Lombardi Júnior

    Livros se tornam problemáticos quando os textos são muito extensos. Ler o calhamaço de oitocentas páginas que é Tormenta de Espadas tem sido uma ginástica bem desconfortável. Vez ou outra paro a leitura só para imaginar se a experiência não seria melhor num Kindle ou mesmo num Ipad.

  • Dhiogo Brustolin

    Os Comics eu ja abandonei o fisico em favor do iPad.

    • Anônimo

      Me too.
      Voltei a ler Conan, o bárbaro :D

    • http://contraditorium.com Carlos Cardoso

      Curiosamente são o motivo de eu ter comprado um.

  • Anônimo

    A idéia do eBook, desde o começo, é boa. A questão é conseguirem ser tão “barato” e fácil quanto o papel.

    • http://pulse.yahoo.com/_B4DX6ZCM224ULYHCU5IFBXKPIY Andre

      Eu não considero o preço dos livros no Brasil “barato”. Apesar do forte incentivo fiscal de que goza essa indústria.

      Espero que o e-Book avance bem além disso.

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      • Anônimo

        Por isso mesmo as aspas. Tem uns casos que não são nem um pouco baratos.
        Sim, também espero que vá além! Mas precisamos ainda facilitar a leitura desses livros. Um kindle quintuplica de preço pra chegar no Brasil, os readers nacionais custam 700 reais!

  • http://twitter.com/IlustreBOB Bruno O. Barros

    Uso o iPad para ler tudo hoje: blogs, revistas e livros.

    Para quem só precisa de livro, recomendo o Kindle. Tenho um e acho que ele serve justamente para “jogar no sofá” e receber um tratamento “medieval” (a la Tarantino). Ao contrário do iPad, o Kindle parece feito para ser tratado sem medo de quebrá-lo. É pequeno, leve, compacto e extremamente resistente — já o derrubei dezenas de vezes e nunca tive problema. Além disso, o modelo de 3ª geração está baratíssimo hoje. Dá pra comprar um pelo preço de um livro de arte na Livraria da Travessa.

    • http://ceticismo.net André

      Sim, mas BEM mais caro que livros técnicos. E eu nem mencionei romances.

      • http://www.facebook.com/people/Renan-Costa-Sousa/1059888025 Renan Costa Sousa

        Quando você vê os preços dos livros pro Kindle, você vê que compensa mais comprar o Kindle mesmo. As diferenças de preço são ridículos. Compro a dez reais livros que na livraria custariam 100.

        • http://ceticismo.net André

          Sim, concordo. Mas isso não esconde o fato que a alta incidência de impostos numa coisa que, basicamente, só serve para ler livros (sim, eu sei) é criminosa.

          Ainda assim pretendo comprar um Kindle, pois em 5 livros ele se pagou (fora os pdf soltos pela net)

    • http://www.facebook.com/people/Pedro-Tkt/100003509241733 Pedro Tkt

      O problema do Kindle é a grande limitação de mídia que ele permite visualizar. È bom para livros convencionais, e só. È inadequado para livros educativos e técnicos e especializados, que tem figuras, diagramas, cores, que o usuário exige visualizar na mesma diagramação que o impresso, isso já não dá num Kindle. E dependendo da diagramação dos pdfs também é um problema, No Touch não dá para ler no modo paisagem (talvez saia algum update futuro corrigindo essa “falha”), Enfim, se é livro basicão, o Kindle não tem melhor (evita o cansaço ocular), mas se saiu disso, fuja dele. Ah, tem muita gente que fala que a tela quebrou fácil, então cuidado aí….rsrs…

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=702460795 Fabian Umpierre

    O interessante do mercado do Brasil é o preço das assinaturas. Uma assinatura digital (1 ano) da Wired sai US$ 19,99 via iPad, a da Superinteressante digital: R$ 154. Outro exemplo é a Runner’s World digital, a versão internacional sai US$ 14,99, a nacional R$ 144,00.

    • Anônimo

      A questão é exatamente essa. Nesses preços pras versões digitais o mercado não vai popularizar. Como seria ridículo achar que só a gente percebe isso (será que nunca aventaram essa questão do preço em reuniões internas nas editoras? Sei!), só resta imaginar que eles não querem mesmo que o mercado ande. Tenho a impressão que eles acham que vai canibalizar a edição de papel e não conseguem lidar com isso ainda.

    • http://ceticismo.net André

      Superinteressante eu não assino nem que eles ME paguem (salvo se me pagarem boas quantias de dinheiro)

      • Rafael Machado de Souza

        verade cara.
        a “super” virou um almanaque de curiosidades…

        • Marcos Gomes

          e boa parte dessas curiosidades são temas para G1 ou Datena

    • http://www.facebook.com/people/Pedro-Tkt/100003509241733 Pedro Tkt

      Nem todas as editoras no Brasil seguem essa mesma “lógica” da Editora Abril. A Editora Duetto, por exemplo, que tem a Scientific American Brasil, Cérebro Mente, Conhecer, etc.. vende com preços pela metade no app O Jornaleiro. A Revista Galileu, da Globo, no app próprio, a mesma coisa.

      As edições mais antigas da Duetto, inclusive, coisa de mais de ano, e nem por isso desatualizadas porque tem assuntos de ciência que não “envelhecem” tão cedo, custam mais baratos ainda.

  • http://www.facebook.com/people/Henrique-Portela/100001953397467 Henrique Portela

    Discordo em alguns pontos. No que tange a maleabilidade de revistas e livros, as que eu compro, geralmente não tenho desejo de dobrá-las ou amassá-las (muito menos). Aliás, tenho tanto cuidado quanto eu teria com um Kindle (e nada de jogar no sofá. Vai que pula e pá!, lá foi de cara no chão). Bom mas isso é um ponto de usuário para usuário.
    Eu acho o tablet perfeito para esse tipo de leitura e portabilidade. Tenho um iPad 2, e seu peso aliado iBooks é ótimo para esse uso. O problema ainda está no preço. Mas isso é só ainda a ponta do iceberg.

  • http://twitter.com/denilsoncoelho Denilson B. Coelho

    Na minha opinião, a grande vantagem de revistas no iPad são aqueles internacionais que demoram uma eternidade para chegar aqui, a cada edição. O preço tem sido mais convidativo na versão para iPad e tenho optado por este tipo de assinaturas. Assim não dependo dos Correios…

  • Matheus Italo Italo

    Eu sei que vocês vão me matar depois disso, mas lá vai… Tenho 16 anos, minha mesada é curta, sempre gostei muito de ler revistas e livros, e antes de conhecer os “degracaemaisgostoso” da vida, comprava uma revista diferente por mês, as vezes acabava perdendo matérias úteis pq não podia comprar. Hoje eu baixo, Veja, Super, Men’s Health, Galileu, PC World, Total Film, Info Exame, sem pagar um tostão. A unica coisa que compro é livro, pq não suporto ler em PDF com aquele fundo branco detonando minha visão.

    • http://www.facebook.com/people/Pedro-Tkt/100003509241733 Pedro Tkt

      No iPad (e também no Android), dependendo do aplicativo que se usa para ler livros, tem uma opção para se “inverter” as cores, deixando o fundo preto e as letras em branco. È estranho, mas dá para o gasto e “liquida” com esse problema aí que você citou, que eu também não tolero, não dá para ler muito tempo com fundo branco.

  • http://twitter.com/viakenny Arthur V.*

    uma das exceções: a biografia de Steve Jobs.

  • http://www.facebook.com/people/Pedro-Tkt/100003509241733 Pedro Tkt

    Concordo com você, nada como ler algo no digital como se estivesse lendo um jornal ou revista em papel, com a diagramação feita para impressão em papel, e muitos apps mostram exatamente como se fosse em papel, seja usando PDF ou outra tecnologia. O app PressReader vende jornais do mundo inteiro, inclusive a FSP, mostrando o conteúdo como se fosse papel. O Jornaleiro vende as revistas nesse formato, e a Revista Galileu é quase isso, parece papel mas incrementaram com recursos que o aprimoraram, fazendo os extras das reportagens serem mostradas com recursos próprios. A diagramação em papel tem 500 anos de estudos, e realmente se folheando um jornal inteiro, mesmo que se leia só uma reportagem, a impressão que se tem, com o rastreamento ocular sendo muito mais eficiente, é que a experiência de leitura é muito melhor, que se ficou mais bem informado, do que uma tentativa de varrer um jornal como se fosse um portal em html, isso é muito ruim.