Rodrigo Ghedin 16 anos atrás

Ainda hoje é comum vermos esse tipo de pegadinha em redes sociais, como o Twitter. Notícias bombásticas e aguardadas com ansiedade existem aos montes, e pululam sites do tipo. Terreno fértil para muitos rickrollings.
Ser rickroll'd não é motivo de vergonha ou de preocupação. É um sarrinho legal e "limpo", não contamina seu PC, não atrapalha a navegação, muito menos causa danos em serviços online como os ataques XSS — orkut e Twitter que o digam! Mas sempre há aqueles que não sabem, ou não gostam de brincar. Para esses chatonildos, criaram a extensão para Firefox RickRemoval.
Chega a ser engraçado o aparato que seu autor, Alex Nisnevich, criou para a extensão. Da descrição oficial:
"- First, every site you visit is matched against a database of 200+ known rickroll pages.
- The second level of protection is applied to all Youtube videos: the entire page is searched for suspicious keywords, and RickRemoval prevents it from loading if it finds too many warning signs."
Tudo isso para garantir que você não assista um vídeozinho de nada por engano, sem querer. Exagero?
Para quem passa muito tempo no Twitter, uma dica especial relacionada a URLs encurtadas pode livrá-lo do rickrolling sem que seja preciso instalar mais uma extensão no navegador.
Todos os bons encurtadores de URL possuem sistema de estatísticas, e é quase padrão, dentre eles, a forma de acesso: basta colocar um "+" (sinal de mais) na frente do link. Ao acessar as estatísticas, essas aparecem numa landing page, que dentre outras informações, dá a página de destino do endereço. Assim, fica fácil detectar quando um link encurtado leva a uma página do YouTube, o que, dependendo do contexto, entrega a tentativa de rickrolling.
Diz aí: depois desse post, sua navegação ficará menos traumática, não? 😉
Fonte: CNet.