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E o vencedor foi… o Papel?

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Na semana passada o LIfehacker havia pedido aos seus leitores para opinar informalmente sobre qual era o seu método para to-do list favorito. Bacana que foi o pessoal todo, muitas respostas foram recebidas e compiladas, dando conta de um resultado meio… inesperado para a pesquisa.

O bom e velho Papel (isso, de celulose mesmo, “Paper” não é o nome de nenhum aplicativo novo…) escangalhou disparado na frente das opções mais populares do mercado com 22% dos votos. Perdendo por apenas uma pequena fração decimal, veio o Google Tasks seguido do Remember the MilkToodledo e o meu preferido, o Things, na lanterna.

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Contra aquilo que se esperava, a maioria não parece se importar muito com derrubar árvores para se organizar e acha que no final das contas o bom e velho listão de papel é o que dá conta do recado.

É sério mesmo que existe alguém no mundo real que anda com listas de tarefa (de papel) no bolso?

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Autor: San Picciarelli

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  • Eu prefiro o papel porque ele é o mais fácil de perder, daí eu não tenho mais que me preocupar com todas aquelas coisas chatas que eu tinha pra fazer…

  • scarpin.machado

    Prefiro usar o telefone. Sempre comigo e nunca me deixa esquecer os compromissos.

  • matheus.rwahl

    Existe gente no mundo real que anda com listas de tarefa de papel no bolso: pessoas que precisam se organizar e não têm smartphones, como eu. Uso o Remember The Milk e ele é ótimo, mas seria melhor ainda se eu tivesse um smartphone. Por isso, estou pensando em migrar para o papel.

    Não adianta ter uma lista de to-do se você não puder acessá-la o tempo todo em qualquer lugar, e nesse quesito (e para esse público, principalmente) o papel continua sendo imbatível.

    • Max Power

      @matheus.rwahl, as vezes é mais rápido, prático e confortável escrever no papel mesmo.

  • Com certeza o papel é o melhor to-do list que já inventaram. Afinal de contas, pra que ficar re-inventando algo que já existe.
    Pra mim esses aplicativos são só pra atrapalhar. Você fica dependente de algo, que nem sempre está disponível e ainda por cima, depende de internet (e se eu estou sem internet no trabalho por qualquer motivo, o que faço?) . Utilizar aplicativos no celular, depende muito, ficar anotando tarefas com o teclado do meu N95 não é muito legal.
    Um papel esta sempre disponível! Funciona! Simples! Rápido, está sempre ali! Você inclusive pode “compartilhar” as suas tarefas!!!!! Sem Alt+Tab para acessar o browser, digitar o link, esperar carregar, login, senha, …. já desisti…

    Agora, quanto ao desmatamento, eu sempre procuro utilizar o verso de impressões mal sucedidas =) E também não utilizo uma folha inteira pra anotar meia dúzia de tarefas.

    • @Felipe Lorenz,
      Um papel esta sempre disponível! Funciona! Simples! Rápido, está sempre ali! Você inclusive pode “compartilhar” as suas tarefas!!!!! Sem Alt+Tab para acessar o browser, digitar o link, esperar carregar, login, senha, …. já desisti…
      .
      Perfeito o seu comentário. Numa reunião, um notebook não é prático como uma folha de papel e um quadro branco.

    • eduardodebastiani

      @Felipe Lorenz, Já usei alguns sites, ipod, email, mas ainda acho um bloco de papel o meio mais eficiente de todos. É simples, rápido, sem burocracia e ainda dá para rabiscar à vontade. Mas para quem precisa de alguma coisa mais complexa, aí vale uma To-Do num site especializado.

    • luctimm

      @Felipe Lorenz,

      É exatamente o que eu penso. Se eu for precisar acessar a internet pra cada vez que eu precise lembrar alguma coisa eu vou perder tempo e o foco. Meus celulares mesmo, nem tem internet. Um aplicativo pra uma to do list, seja no computador, seja no celular, é criar uma dependência completamente desnecessária para um problema já resolvido antes mesmo dos computadores.

      Aliás, no lado do meu (e principalmente no trabalho), sempre tem um papel e uma caneta. Pra ser ainda mais eficiente, uso o mouse na mão esquerda, deixando a direita livre para as anotações como essas. Google Tasks my ass.

    • luizfelipestang

      @Felipe Lorenz, Papel é geralmente produzido com celulose de eucaliptos, dificilmente há desmatamentos, pois as empresas usam fazendas de arvores para isso.
      Ja aqueles moveis que não são de MDF sim, contribuem para o desmatamento. Compre moveis de aluminio e não de madeira, a menos que seja MDF que tambem é de eucalipto.

    • @Felipe Lorenz,

      “Um papel esta sempre disponível!”

      Isso se você levar os papéis junto com você para onde for. Task managers na Internet podem ser acessados em mais de um lugar sem carregar nada.

      Outro ponto é a desorganização de coisas em papel.

      • thE Masterkey Blaster

        @mugnatto,
        não vou entrar nessa de discutir sobre cloud denovo…
        .
        já a desorganização das coisas em papel segue quem a desorganização de quem escreve nele…

        • @thE Masterkey Blaster, A questão é ser muito mais difícil organizar no papel. Acho até engraçado estar num fórum de tecnologia discutindo vantagens da tecnologia sobre o papel, mas enfim…

          • Wallacy

            @mugnatto,

            Papel é tecnologia….

            Além do mais, o blog ser de tecnologia não que dizer que não tenhamos opinião do que realmente é funcional ou não.

            Mesmo uma agenda na mochila pode ser acessada de forma muito mais rápida que qualquer aplicativo de qualquer meio hoje existente. E uma anotação rápida também tende a ser igualmente mais simples e eficiente.

            Pessoas que não sabem se organizar geralmente não usam listas de tarefas mesmo.

          • Wallacy

            @mugnatto,

            Sem contar que como eu disse mais em baixo.

            Existem casos e casos, geralmente o papel ganha em anotações simples e o digital em algo mais complexo.

            Tudo depende do que a pessoa deseja fazer, e quando. O maior erro é acreditar que todo mundo tem as mesmas necessidades.

            Pessoalmente mantenho as anotações mais importantes (como o fluxo de trabalho em um projeto) em seus devidos lugares, dentro do repositorio do projeto. É digital e é eficiente dado a complexidade das informações.

            A maior parte das to do lists pessoais vai no papel mesmo. No geral não passam de coisas como “comprar superbonde”, ou o uma nota simples como nome e matricula de alguem (se precisar enviar algo com esses dados, demora muito colocar no celular ou outro lugar para depois jogar fora).

            E por ai vai, existem casos e casos. A boa tecnologia é aquela que lhe é util.

          • thE Masterkey Blaster

            @Wallacy, perfeito. Tipo lápis para astronautas 🙂

          • @Wallacy, Não digo que você não possa optar o papel, cada um é cada um, mas eu pessoalmente uso meio digital até para essas tarefas mais simples. O Google Calendar, que tem integrado o “Tasks”, é maravilhoso justamente para essas pequenas notas a-temporais, pois além de aparecer no calendário, as tasks aparecem em uma lista sempre visível ao lado. Ao resolver o problema, clica-se no checkbox e, mais tarde, se quiser, “clear completed tasks”.

  • Joaquim Uchôa

    Como eu gosto de dizer: cansei de anotar coisa numa ferramenta de todo e minimizar a coitada… Papel eu anoto, jogo fora quando termino…

    E sim, quando é urgente, o papel vai no bolso da camisa.

    • kharstagir

      @Joaquim Uchôa, É sério que ainda existem bolsos nas camisas?

  • Quando é alguma coisa importante eu anoto no papel, não fico “refém” de energia, internet e outros. É claro que não é perfeito, mas eu não posso “me” excluir da equação.

  • souza.eduardo

    Eu vejo inúmeras vantagens ao usar listas de to-do de papel:
    1) Não consome energia
    2) Não depende de internet
    3) Não precisa de nenhum gadget. Apenas papel e caneta (ou lápis)
    4) Não corre o risco de ter o gadget roubado quando estou consultando a minha lista
    5) Os dispositivos são 99% compatíves (dá pra escrever com quase qquer caneta e em qquer papel)
    6) Cabe em qualquer bolso.
    7) Não precisa aprender a usar
    8) Dá pra compartilhar sem precisar de logins e senhas
    9) *para mim* é mais rápido adicionar um item numa lista de papel que digitar no celular.

    Apesar de tentar, eu ainda não consigo deixar de usar as minhas listas de papel.

    • luizfelipestang

      @souza.eduardo, esse 1% de falta de compatibilidade eu ja tive com papel e caneta, minha caneta simplesmente não pegava no papel, mesmo tentanto aqueles truques para quando a tinta esta fria ou acabando. dai troquei a caneta por outra e resolveu.

    • @souza.eduardo, boa lista, mas pra mim o digital tá vencendo, um problema sério que eu tenho é que a lista é feita pra lembrar, mas como lembrar de ver a lista? Sério, minha memória é falha a esse ponto. Por isso também evitava agenda, nunca lembrava de anotar as coisas lá, e quando anotava, nunca lembrava de verificar a agenda regularmente.
      Outro dia fui anotar um recado e não achei uma caneta, acabei usando as notas do Windows mesmo, e funcionou melhor do que eu imaginava, a pessoa que deveria receber o recado, simplesmente ligou o PC e viu, se fosse eu, já tinha esquecido.

      • Wallacy

        @jneto,

        Existem casos e casos, o meio digial vem para sanar esse tipo de problema. Uma nota na area de trabalho é util quando você sabe que vai estar em frente ao pc quando precisar daquela informação.

        Precisar ser lembrado é algo que nem sempre é necessário. Existem muitas notas atemporais, que no meio digital você esquece porque ele não te avisa. Principalmente nesses casos papel é mais util, pois fatalmente você vai abrir sua carteira uma hora e ver aquele papel lá, e lembrar das tarefas nele contidas sem mesmo abri-lo.

        Existem casos e casos, o ideal é procurar o que é melhor para o momento.

  • Quando atuo como PMP, não me imagino nem na mais remota das possibilidades utilizando o papel. Simply not-possible. Entretanto, já fui MUITO fâ de um trequinho que deve ser velho conhecido de muitos, o PocketMod (http://www.pocketmod.com/)

    • thE Masterkey Blaster

      @San Picciarelli, Não entendi… qual o problema de como PMP usar papel? :S

      • @thE Masterkey Blaster, Acho que sei do que se trata. A diferença está entre ter poucos compromissos e um número gigante de compromissos. Quando se tem um número muito grande de compromissos que muitas vezes tem dia certo embora possam ser postergados (ainda por cima), é praticamente impossível organizar tudo no papel. Viraria uma bagunça ingerenciável.

        • @mugnatto, Sim mugnatto. Isso e mais uma simples peçazinha ‘nada’ importante: EQUIPE, em diferentes LUGARES, trocentos NÚCLEOS. Se eu ver um PMP na rua que usa caderninho, desço a pedrada! É louco! :D:D:D

          • thE Masterkey Blaster

            @San Picciarelli,
            ahh então faz sentido. Mas daí o problema não é o papel ou você atuar como PMP e sim ter muitos compromissos E não ser capaz de organizá-los no papel.

          • @thE Masterkey Blaster, Ah é… já imaginou colocar o papel em ‘rede’ com São Paulo e Amsterdam? Piada…

          • thE Masterkey Blaster

            @San Picciarelli,
            papel em rede de São Paulo e Amsterdam??
            LOL rachei
            mas pesquei 😉

    • rafaelnetto

      @San Picciarelli, na verdade eu te entendo quanto a marcação de reuniões, em se tratando de equipes distribuídas geograficamente… Realmente nesse aspecto o Outlook 2007 (que utilizo rotineiramente) é imbatível. Mas isso é diferente do tema do post… organizar é uma coisa, anotar uma lista de tarefas é outra! Vejo que não necessariamente essa lista de to-do precisa estar organizada em uma linha de tempo.

      Também trabalho muito dessa forma (com projetos e operações), mas meu caderno é meu companheiro inseparável em qualquer ocasião… é bem mais fácil que usar o notebook, e também não passa aquela sensação ao interlocutor (cliente muitas vezes) de que se está lendo emails ou acessando o youtube durante os eventos.

      My 2 cents!

      • @rafaelnetto, Compreendo… no meu caso, penso que qualquer to-do list (de papel, por exemplo) deva ser, em algum momento, ou amassada e jogada no lixo porque já foi encerrada, ou então passada a limpo em algum sistema capaz de compartilhar (para o caso de delegação de tarefas, etc…). Aí acho que entra preferência pessoal mesmo (o foco da pesquisa). Para cortar o caminho, eu acabo nunca usando o papel e já disponibilizo a grande maioria das tarefas no sistema de compartilhamento (fatalmente, ware ou online). Na necessidade de uma reunião por exemplo, até mesmo porque não tenho tempo para parar de argumentar e deliberar para fazer anotações, eu simplesmente deixo o smartphone na mesa gravando. Primeiro que eu acho que corta o uso do papel (na boa, cliches a parte, o mais ecologicamente correto. Sacrificar todo o resto em prol de rabiscação mental, acho bobagem). Segundo, não se perde literalmente “nada” do que foi dito na reunião (não se deixa de anotar nada tambem… vem tudo na integra). Terceiro e último (acho que é mais meu caso ou preferência pessoal), uso um programinha que translitera tudo o que é dito para texto a partir do arquivo de voz. No momento certo, quando necessário, abro um grande arquivo de texto (que não de meu uma lula de trabalho) e dou copy/paste das partes pertinentes (to-dos, etc…) no sistema onde a equipe mama. Sacou? Por isso, acho mesmo o papel uma bobeira. Acho que isso pode mudar com o papel eletrônico + wifi ou + bluetooth (cortando o caminho pela metade, shareando na hora, ‘gravando’ tudo.. bla bla bla.

        Acho o papel caro demais para rabiscagem… E mesmo o reciclado (caro), custa caro para toda a máquina ao redor. Enfim, o que estou querendo dizer é que já acabou papel. Já foi. Ciao! So long. Gone. Dash! Poof!

        • @San Picciarelli, Que programinha milagroso é esse que você usa pra “transliterar”? Também quero. Aquele do Windows eu já sei que não serviria, principalmente com vozes faladas com naturalidade em uma reunião. Mesmo com comandos simples como “Abrir janela” ele já erra toda hora…

          • @mugnatto, pô velho, uso o ReQall (acredito que não o faça em português), mas a margem de erro é pequena. Esqueci de mencionar uma coisa… Quando disse, ‘deixo-o lá gravando’ faço o seguinte: deixo-o perto de mim (na mesa ou no bolso) e o microfone próximo da boca (à volta do pescoço, etc…) para que ele translitere (este é o termo mesmo em pt?) apenas a minha voz. De qualquer maneira, se precisar, posso ouvir o arquivo novamente onde ouço tudo da reunião (minha voz mais alta, claro porque estava com o mic proximo) e o resto das pessoas (que vem em qualidade ‘audível’ também. Na falta disso, simplesmente solto o bicho na mesa e gravo tudo mesmo. Depois, trabalhando, com o fone de ouvindo e retomando a reunião, distribuo as tarefas a contento. Mas, no geral, o ReQall funciona excelentemente bem para mim (mas não em pt).

          • @San Picciarelli, Valeu. O site parece interessante. Pena não ter em portugues.

          • @mugnatto, Por acaso, o reQall é super bacana porque acaba funfando em cima de qualquer coisa. Eu sou um usuário quase que clinicamente viciado em Evernote. O fato de poder falar tudo (em qualquer um dos dois) e ambos conversarem com a separacão, tags, controles e etc… adianta muito o lado!

  • Luiz Rodrigo

    mas o papel sò ganhou porque as outras midias estavam sub-divididas, se somar como fisico(?) e digital, o digital venceria.

    • luctimm

      @Luiz Rodrigo,

      Entre os entrevistados, sim. Agora, se for analisar no mundo quem usa papel e quem usa os digitais, aí a coisa seria completamente diferente…

  • gopher

    Pois é. É mais prático e todo mundo tem acesso. Quem trabalha com TI, por exemplo, não deve usar papel nem faz sentido andar com papel pra lá e pra cá, mas para outras áreas cumpre bem o seu… papel.

    • @gopher, Acredito que a área de TI se inclui nesse meio. Papel pra mim é o primeiro passo para iniciar um projeto. Não me imagino estar numa reunião com o cliente discutindo os requisitos do sistema, onde existem rabiscos, setas, pequenos diagramas, etc, utilizando um sistema que me limita a simples caracteres.

      Alguns podem achar um absurdo, mas quando recebo um e-mail com alguma instrução do cliente, eu IMPRIMO, pois posso fazer anotações, lembretes e desmembrar alguns itens em várias tarefas. Muito mais prático.

      Abrindo um parênteses, as vezes prefiro fazer um calculo simples no papel, do que abrir a calculadora ou o Excel…. Pra mim funciona mais rápido!!!

    • luctimm

      @gopher,

      Trabalho com TI, e pra mim é mais prático levar um papel do que algum meio digital e ficar dependente do que já foi exposto por aqui. Sem falar em alguns cálculos que tenho que fazer (máscara de sub rede, projeção crescimento e etc) que são muito mais práticos de fazer no papel do que no Word/Excel/Notepad…

  • carlos.ha.vieira

    Já tentei vários métodos de organização pessoal e hoje criei um método próprio de organizar minhas atividades utilizando: lápis (ajuda a manter minhas anotações mais organizadas) e papel. A facilidade e liberdade que estas ferramentas concedem não se compara a nenhuma outra.
    Antes que falem qualquer coisa, a argumentação ecológica/social é infundada se considerarmos também todo o processo de construção, manutenção e descarte das ferramentas mais tecnológicas.
    Espero que a febre de tablets e pads que está chegando ofereça uma ferramenta que me permita aposentar meu caderno e minha velha lapiseira 0.9 mm.

  • Max Power

    Eu nunca derrubei nenhuma árvore. Compro o papel pronto.

  • Há muito tempo não uso papéis para anotação, mas se precisar uso qualquer um, de panfletos a verso de folhas já usadas, as vezes faço a listinha no notepad e passo para o celular, quando preciso fazer uma anotação rápida nele, prefiro gravar e como já fiz muitas vezes tiro uma foto mesmo quando é cópia. Por conta disso quando preciso escrever só sai garrancho!

    As vezes fico rindo das pessoas em frente o micro percorrendo o aposento atrás de papel e caneta, quando podem digitar e, depois se desejarem, passar para o papel calmamente. Quanto a dependência de aparelhos eletrônicos, eu vejo muita gente reclamando que perdeu o papel anotado, mais do que os que reclama que perderam o arquivo no celular.

  • Há muito tempo não uso papéis para anotação, mas se precisar uso qualquer um, de panfletos a verso de folhas já usadas, as vezes faço a listinha no notepad e passo para o celular, quando preciso fazer uma anotação rápida nele, prefiro gravar e como já fiz muitas vezes tiro uma foto mesmo, quando é cópia. Por conta disso quando preciso escrever só sai garrancho!

    As vezes fico rindo das pessoas em frente o micro percorrendo o aposento atrás de papel e caneta, quando podem digitar e, depois se desejarem, passar para o papel calmamente. Quanto a dependência de aparelhos eletrônicos, eu vejo muita gente reclamando que perdeu o papel anotado, mais do que os que reclamam que perderam o arquivo no celular.

  • Existe papel reciclado agora, eles ”evitam” que você derrube árvores. (E a aparencia não é lá tão ruim.)

    Falando sério, gosto mais da midia digital mesmo. Uso meu N800 para esse tipo de coisa.

  • dbart

    so mais anotar na minha cabeça mesmo.

  • Chee-tos

    Papel, até pq trabalho em um grande banco e acesso a Internet é piada.

    Na cabeça só se guardam coisas quando não se tem nada para fazer.

  • Na boa, só conheco dois tipo de papéis (para mim):

    1) Evernote (http://www.evernote.com/) e
    2) TaskPaper (http://www.hogbaysoftware.com/products/taskpaper)

    Derrubar árvore para fazer lista… puwrra!… não rola.

    • luctimm

      @San Picciarelli,

      “Quem mata é Deus”…

  • Infelizmente o melhor é o papel mesmo. Não precisa derrubar mais árvores, é só reciclar. Além do mais, com o papel as ideias simplesmente fluem. Não é necessário clicar aqui ou ali antes de registrar as coisas a realizar.

  • “Contra aquilo que se esperava, a maioria não parece se importar muito com derrubar árvores para se organizar e acha que no final das contas o bom e velho listão de papel é o que dá conta do recado.”

    Essa afirmação não está correta. Se é para comparar papel com meio eletrônico, teria que somar os meios eletrônicos contra o papel, e aí a maioria será eletrônico absolutamente.

    • @mugnatto, Não é para comparar com o meio eletrônico, certamente. Sinto discordar, mas teu comentário me parece mais uma falácia de inferência (manja, tipo “A Giselle Bundchen é linda, a Vida é linda, portanto, a Giselle Bundchen é a vida”?). As duas pontas da discussão estão em ‘universos’ completamente diferentes… O que me supreendeu na pesquisa é que a essa altura do game, ainda precisemos derrubar árvores para fazer papel (em qualquer quantidade). Para além dos que acreditam que o papel é melhor que um meio eletrônico (o que já é bizarro o bastante), o lance é que penso não dar mais para produzir entulho com riqueza (nota-se: progressivamente escassa riqueza).

      Para registrar, não posso deixar de aplaudir o comment do @kharstagir sobre ‘os bolsos’… sensacional! 🙂 😀 🙂 😀

      • @San Picciarelli,

        “a maioria não parece se importar muito com derrubar árvores”

        Sua comparação foi entre derrubar árvores ou não, e a maioria NÃO derruba, pois a maioria usa meio eletrônico, segundo a pesquisa.

        • @mugnatto, captei. O equívoco foi o termo ‘maioria’. Ainda assim, surpreende-me (minoria ou não) que se use papel só para anotar coisas…

        • @mugnatto, E antes que mais algum doido vá nessa direção (me adianto): Só falta agora dizer que é justo manter e sustentar todo o processo ‘fortunesco’ de fabricar papel… porque depois dá para reciclar (…)!

          • @San Picciarelli, Infelizmente a tecnologia só fez crescer os gastos de papel. Em todas as empresas que trabalhei até hoje, quando um documento não está perfeito, impera a política do “imprime de novo”. Antigamente pelo menos se usava corretivo. Mas o erro no meu ver é os documentos continuarem sendo impressos em papel. Deviam todos ficarem apenas no computador.

          • @mugnatto, Pois é. Na boa, papel AINDA é útil, mas para qualquer coisa menos fazer nota depois amassar, pô! O processo de tirar o papel da árvore (reciclada, bla bla bla) até o bolso do lorpa é MUITO caro, arcaico, ultrapassado. Pode parecer um detalhe bobo, mas avançando uns anos à frente (e pelo jeito, muitos), um dia diremos “Cara, sabia que os cabras devastavam geral para fazer PAPEL? Acredita?”.

  • Se não fosse de papel, ainda usaria (já usei pacas, tempos atrás):

    http://pocketmod.com – tem content bacanudo também em
    http://www.diyplanner.com/

  • Ainda acho que já passou da hora e que acreditar que ainda não é uma idéia exequível é bobagem: http://www.gamevicio.com.br/i/noticias/37/37213-lg-desenvolve-papel-eletronico-flexivel/index.html

  • To vendo alguns aqui parecendo achar que o uso da tecnologia para anotações se resume a notepad e Word. Sugiro clicar no meu nick e ver a propósito justamente o último post do meu blog… Especialmente a ferramenta de mindmap não consigo mais viver sem…

    • thE Masterkey Blaster

      @mugnatto,
      na verdade, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa… a pesquisa do lifehacker é sobre to-do list. Acho que o não estão é percebendo o que foi pesquisado.

  • thE Masterkey Blaster

    ahh fala pro pessoal do papel usar esse daqui ó… quem sabe depois eles se acostumam! 😀 😛
    http://blogs.msdn.com/b/stevecla01/archive/2010/07/01/that-s-it-i-m-buying-an-ipad.aspx

  • hogler

    Já tentei usar o RTM, o Google Tasks e até o Microsoft Outlook, mas o que está me ajudando um bocado nos ultimos meses é o Stikies.

    http://www.zhornsoftware.co.uk/stickies/

    Tenho sempre aberto no canto superior direito da tela. Lista fácil de acessar e rápida para atualizar.

  • Lucas

    A melhor combinação para mim é to-do list de papel e quadro de cortiça com tachinhas em cima da minha escrivaninha… Não tem como esquecer de NADA! 😀
    E al alguns casos, uso uma agenda tbm… 😉

  • marcoscs

    San não usa papel pra salvar a arvorezinha de ser abatida.
    A arvorezinha agradece e vive feliz e contente em seu santo parque florestal.
    Milhões de pessoas fazem igual ao San, o que poupa a vida de milhões de arvorezinhas, todas vivendo felizes e contentes no mesmo parque florestal.
    Mas os milhões de gadgets e aparelhinhos dessas pessoas consomem energia, precisam estar ligadas na tomada para funcionar.
    Aí a empresa de energia acusa que está ficando sobrecarregada, que precisa produzir mais energia pra abastecer os milhões de gadgets dos milhões de pessoas que usam gadgets para salvar as arvorezinhas de virar papel.
    Então resolve-se que vai ser construída uma usina hidrelétrica para produzir mais energia.
    E os milhões de arvorezinhas que San e outros milhões de pessoas salvaram vão morrer afogadas para produzir energia que vai ser usada nos gadgets que San e outros milhões de pessoas usaram para salvar as arvorezinhas…
    E todos, com suas consciências limpas e tranquilas, viveram felizes para sempre.
    Exceto as arvorezinhas, óbvio.

    • @marcoscs, Ahahahahaha… Marcos, te dou a mão à palmatória. Obviamente vc entende lulas de novas tecnologias e sua argumentação não é lá das mais democráticas (nem tampouco nota 3 em respeito à opinião – perfeitamente tolerável no teu caso…). Mas meu velho, você leva um jeito para fazer criança ninar… 😀

      • marcoscs

        @San Picciarelli, hahahaahahaahaha, apesar do exagero ímpar ficou engraçado…
        mas deixando a galhofa de lado, é interessante isso, muitas das vezes cria-se um barulho enorme em prol de uma causa a principio ecologicamente correta, como a hidrelétrica a ser construída em Rondônia por exemplo, aí para não afogar as árvores fugir do risco de apagão o governo começa a investir em termelétricas a gás, mas enfim, tergiverso…

        • @marcoscs, O pior é que você está certo! Mas se é para evitar tergiversar mesmo, então nem entramos no link entre a matriz papel-energia e tecnologias.. senão, foo!

  • No caso muitas pessoas ainda usam muito papel nesses quadros, melhor optar-se por um quadro de anotações com caneta ou mesmo giz (em casa tenho adaptado de mesa de futebol de botão abandonada).

    Tudo é questão de hábito, em certos setores, em vez de obrigarem ter cópias de tudo em papel, será obrigado apenas ter uma cópia de um documento dizendo que não se deve nada, por exemplo à Receita Federal.

    Quanto mais smartphones ficam acessíveis, mais pessoas usarão menos papel, o que acontece é que a pessoa tem um smartphone e nem sabe que ele lê documentos do office.

    • @taekwonmaster, Então, fazendo rima com o teu argumento (bacana), o que eu penso não é que o hábito de anotar no papel está mal para a nossa época atual, mas sim a matéria em si (o papel) é que já passou da hora de ser substituído. Como disse a paródia-alegre do @marcoscs… há de facto um ciclo vicioso que envolve o simples ato da rabiscagem.

  • Direção: mobile
    Carregar essa tranqueira toda: solar, hidrogênio, etc… (já tá barato)
    Papel: o-bso-leto.
    Fulano (ainda no papel): balzacoooooooooooooooo!

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