Fitas K7 batem recorde de venda

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Existe todo um movimento saudosista na internet: o YouTube está cheio de ótimos canais de tecnologia antiga, como o Techmoan, o Retro Man Cave ou o Lazy Game Reviews e o 8-Bit Guy, essa turma mantém acesa a lembrança de tempos mais simples, onde homens eram homens e montavam seus próprios computadores. Mulheres também. Quer dizer, elas também montavam seus computadores, homens não montavam mulheres, por mais vezes que a gente assistisse Mulher Nota Mil anotando tudo que eles fizeram, mas divago.

Há uma indústria vintage que ainda hoje prensa LPs e produz álbuns em fitas K7, mas é um mercado minúsculo que se reduz a cada ano. Agora ele deu um belo salto. Em 2016 as vendas de música em K7 aumentaram 74%, e agora em 2017, subiram 35%. Vinil por sua vez representa 14% de todos os álbuns vendidos em mídia física. É o melhor número desde 2012.

O principal culpado disso tudo? James Gunn.

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Guardiões da Galáxia não só teve trilhas lançadas em K7, como o Walkman do Starlord é parte importante dos dois filmes. Isso reforçou o saudosismo entre os fãs mais velhos, e atiçou a curiosidade dos mais novos, renovando a fanbase, o que é essencial.

Stranger Things também atraiu bastante gente para sua trilha vintage, e mesmo artistas modernos visionários e gênios mentalmente estáveis como Kanye West lançaram álbuns no formato, na última década.

Claro, isso não quer dizer que o K7 vai renascer das cinzas, o K7 é nicho dentro de nicho. Em 2017 foram vendidos 169 mil álbuns em K7, já em vinil foram 14,3 milhões.

O lado ruim disso tudo é que os equipamentos bons (antigos) estão cada vez mais caros e difíceis de achar e as porcarias chinesas feitas nas coxas, como essa abominação que tirou o 8-Bit Guy do sério:


The 8-Bit Guy — How NOT to create MP3 music from cassette (Feat. Techmoan)

Fonte: The Verge.

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Autor: Carlos Cardoso

Entusiasta de tecnologia, tiete de Sagan e Clarke, micreiro, hobbysta de eletrônica pré-pic, analista de sistemas e contínuo high-tech. Cardoso escreve sobre informática desde antes da Internet, tendo publicado mais de 10 livros cobrindo de PDAs e Flash até Linux. Divide seu tempo entre escrever para o MeioBIt e promover seus últimos best-sellers O Buraco da Beatriz, Calcinhas no Espaço e Do Tempo Em Que A Pipa do Vovô Subia.

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  • Leo Lemos

    me lembro como se fosse hoje, o meu começo no mercado de transferência entre mídias (cópia de LP para k7) e posterior venda desse k7 🙂

    horas copiando LP’s em k7’s da sony (fitas UX-METAL, tinha que ter sorte para não comprar as falsas lá em PY) criando os masters e aquelas transparentes vagabundas de FERRO da BASF como destino, usando replicadores xexelentos da panassonic e gradiente para o processo…

    “comprei” o meu 1 computador (o meu MSX DD expert plus da gradiente) com o $$ que guardava desses trabalhos 🙂

    • Leo Lemos

      mas eu era profissional, usava aquelas letrinhas de decalc para fazer a “contra capa” e as vezes as capas, quando eu não achava uma original para me “inspirara” 🙂

      e xerocava no melhor lugar, assim as pessoas podiam ler o que estava escrito e tal, eu me diferenciava nisso, na qualidade do material e uma melhor qualidade no áudio, pois usava equip. de ponta para capturar e gravar o master…. também era fácil, meu tio tinha uma loja de venda de equip. de som 🙂 … era meio que em família isso 🙂

      tenho boas lembranças do meu antigo walkman fininho e seus fones descartáveis 🙂

  • Jefferson Viana

    Já reparei que cardoso é formado na Universidade de sociologia, economia e psicologia de south park, é impressionante como south park acerta tudo.

  • Cocainum

    Saudades de limpar o cabeçote com cotonetes e álcool por causa das fitas vagabundas… Só que não.

    • Salles Magalhaes

      E quando diziam que cds piratas arranhavam os cabeçotes dos leitores de cr

    • Marcogro®

      Saudades do roadstar tkr cara preta (auto reverse) no fiat 147 rebaixado com farol de milha… Bons tempos

      • Alvaro Carneiro

        esqueceu do amplificador com equalizador gráfico 7 ou 9 reguas da TOJO

        • Zalla

          que vc tinha que tirar do carro pra nao ser roubado…aí comprava o suporte com engate rápido

          • Lui Spin

            kkk eu lembro do meu pai com aquele drive gigante, andando pelo centro, sempre que estacionava o carro na rua.

            Depois a “moda” era um que tirava só a “carinha” dele. Quem tinha um daqueles na época era chique.

          • Zalla

            até hoje vende o que tira a cara, mas o roubo diminuiu tanto que nem tiro a do meu…mas antes disso teve aquele que era uma moldura que vc não pendurava no painel, era o radio de “gaveta”…vc encaixava no proprio painel…fica bonitinho..vc so tinha que puxar o radio…era bom pra dar muito mal contato depois de algum tempo…o carro passava num buraco e o som sumia

          • Lui Spin

            Então. Tava falando justamente desse.

            Antes do de tirar a cara, tinha o que tirava o rádio inteiro.

            Tinha até uma alça para carregar ele. kkk https://uploads.disquscdn.com/images/7825ab55a731015129dc39aa9a42b54d2e92c8d538d348c35e388679d4b998ee.jpg

          • Lucas Timm

            Hoje vale mais a pena roubar o estepe.

    • Sander Manzoli

      E regular o azimute, claro!

  • Bruno do Acre – (Etevaldo)

    Tempos em que homens eram homens, e mulheres montavam nos homens….Old times….(prevejo altos mimimis)

  • Xultz

    Fitas K7, quantas lembranças… as principais são de usar o rádio-gravador da minha irmã (escondido) como datacorder do meu MSX (funcionava que era uma beleza, era um rádio Gradiente), gastar um par de pilhas vagabundas (eram as mais baratas) da banca de revistas perto de casa, prá ouvir duas vezes uma fita durante um rolê de bicicleta. Mas principalmente, ficar horas tentando ligar na emissora de rádio prá pedir uma música, sempre avisar pro radialista que era prá gravar, ficar com o rec e o pause pressionados, esperando um tempão a música começar prá gravar, só pro maldito locutor falar no meio da música e não poder usar a gravação no bailinho de garagem do fim de semana…

  • Manoel Jorge Ribeiro Neto

    Esse tipo de saudosismo eu não tenho. Limpar cabeçotes com álcool isopropílico e ainda ouvir um som todo abafado e com ruído, deixo isso para o passado.

    • Meganegão

      Para mim a única vantagem do k7 é que ao contrário do LP dava pra levar no bolso e ouvir no walkman. Ainda tenho o meu, pena que só funciona o rádio agora.

      • Zalla

        até hoje lembro das fita chromium….era um som bom..mas foi superado..adeus…descanse em paz

        • Meganegão

          Rapaz, na mudança que fiz ano passado encontrei uma Sony ux ainda lacrada no meio das minhas coisas, depois vou procurar.

    • Zalla

      é a mesma coisa de gente que gosta de fotografar com filme….normalmente são pessoas que nunca fizeram isso..comprar varios rolos, deixar na geladeira, deixar voltar a temperatura ambiente pra depois abrir, colocar o filme, ignorar a primeira foto pq pode ser que um pedaço do filme tenha velado, tirar as fotos e não saber como ficou….acabar o filme no meio do ato importante e ter que colocar correndo ou queimar as ultimas fotos para trocar logo pro filme novo, esperar dias pra revelar (revelação em 1h só pra foto besta), enfim..só desvantagens…hoje em dia…gratificação imediata…se não ficar bom vc faz outra até ficar bom…e o melhor de tudo..lightroom

      • Rodrigo Justi

        Disse tudo: Gratificação imediata.
        Se o smartphone trava, a geração Nutella já quer jogá-lo na parede. Bons tempos que pra ligar um computador levava-se muito tempo e ele fazia barulho.
        E a frase: “Seu computador já pode ser desligado com segurança”…

        • Sergio Fagundes

          Lindo era aqueles cuja ventoinha da fonte ainda era um ventilador 110/220 e a fonte fazia um barulhão. A gente gostava de se exibir falando que tinha um computador com turbo.

          • Haadok

            Tenho computador desde 1987. Comecei com um clone de Apple II, um TK 2000 e depois um outro clone fabricado pela Milmar que tinha uma placa CP/M.
            Não tenho saudosismo de tecnologia obsoleta, mas se achasse novamente um deste da Milmar, eu o guardaria.
            A fita k-7 só tinha problemas. Tinha que rodar a fita para localizar uma música, tinha péssima qualidade de áudio, cabiam poucas músicas, ocupavam muito espaço, e o pior, em de vez e sempre era mastigada pelo mecanismo do tocador.

          • rssoares

            Esse TK2000 usava a fita K7 para carregar os programas. Além de demorar, a chance de dar erro era enorme.

          • Haadok

            Cara, me lembro de digitar os programas em assembler e gravar em k-7. As unidades de discos de 5″ custavam o olhos da cara. Que coisa de loucos!

        • tuneman

          bons tempos o meu cacete.
          se a geração atual é assim foi por que alguem os criou dessa maneira.

        • Zalla

          olha, concordo que pessoal de hoje é impaciente demais, viver naqueles tempos me deu a paciencia, mas que antigamente não eram bons tempos não…gosto muito de um notebook com SSD que inicia em 5 segundos…..

  • Jonatas

    OFF-TOPIC: Cardoso, não queria muito, mas estou ancioso por um texto tributo seu do John Young, na minha opinião, o melhor astronauta da história.

  • major505

    Guadei meus 2 walkmans a Aiwa e ainda tenho meu gravador profissional da Gradiente. Se fitas k7 voltare estarei pronto.

    Ano passado comprei um lite de fitas cromo no mercado livre. Ma não para ouvir música, e sim para usar no meu tk 85.

    • Deni Carson de Souza

      Meu Walkman Sony amarelo e um Aiwa auto-reverse não resistiram a minha aborrecencia, porem meu discman lenoxx com seus incríveis 10 segundos de anti-choque ainda funciona, pena que na época a estrada de chão não dava mole ao buffer, era difícil a viagem de 1 hora até a ETF-SC sem que ele pulasse uma duzia de vezes. Além do par de pilhas por dia letivo.

      • major505

        Eu nunca comprei a idéia de discman esse negócio de ficar pulando, mesmo com o buffer de anti-choque. E na época gravador de CD era absurdamente caro, então para fazer meus mixes era mais fácil de uma fita k7 para outra. Então até o meio da da faculdade que eu ia de busão, meu walkman funcionou bem. Ai um amigo meu tava devendo uma grana, para mim, porque ajudei ele no trampo da facul ai ele me deu como pagamento um RIO, que já tava bem surradinho, mas funcionava bem.

        Ai eu conseguia por umas 15 músicas nele antes de encher o disco rsrs. E usei ele quase até o fim da faculdade quando me furtaram ele.

        Depois disso mp3 player já era mais em conta e celular estava começando a torcar mp3. Inclusive usava o Treo 650 do trabalho para isso.

        https://uploads.disquscdn.com/images/83c731125cb0da13d2981028afc41bec385891c129a98764ca240edf3473d512.jpg

    • O maU elementaU

      So tem veio caduco aqui…vai uma partida de tk-man ae?

      • major505

        Não consegui rodar tk-man no meu… mas monster maze é sucesso.

  • Diego

    Até acha bastante equipamento bom (antigo) no ML. O complicado é convencer a esposa de que gastar uns 2k/3k pra comprar essas antiguidades vale a pena.

    • Marcogro®

      Dê a ela um presente de 1k que você gasta outros 2k sem ‘muita’ reclamação.

  • Marcos Yokota

    Uma vez meu drive de dvd do meu notebook parou de funcionar enquanto estava gravando um trabalho da faculdade (que tinha que ser entrege em 15 min), hoje odeio cd e dvd, nao nenhuma curiosidade de usar disquete k7 e essas coisas.

    • Daniel

      Eu usei tudo isso… e sinceramente não sinto falta. Ainda me lembro de um mp3 player de 32 MB da Philips (tinha espaço para espansão mas um cartão custava um rim), que parecia magia negra, um som ótimo, e longa duração da carga (comparado a um walk/disc man) apesar de na melhor da hipóteses guardar uma meia hora de música, a partir desse momento nunca mais achei prático outras formas de armazenamento e reprodução de áudio.

      • Lucas Timm

        Eu tive um Samsung SL45i, com um cartão de memória de estontiantes 32MB. O celular ficava numa dock e sincronizava por porta serial.

        A qualidade dos MP3 naquele celular ficava absurdamente bom. O player e o fone eram proprietários. Mas como 32MB dava pra tipo, 3 ou 4 músicas, o que sobrava era diminuir a qualidade delas pra caber pelo menos 10.

        ._.

  • Marcogro®

    Não vejo futuro no passado…

    • Flávio Pedroza

      https://www.conjugacao.com.br/futuro-do-preterito-do-indicativo/

      • Marcogro®

        Koé… Pasquale é você?

  • Ivan

    Eu vejo o futuro repetir o passado
    Eu vejo um museu de grandes novidades
    O tempo não para
    Não para não, não para

  • Theuer

    K7 é TÃO merda que não consigo encontrar uma razão para ela ser usada.
    Gosto muito de vinil, tenho meu toca discos com os melhores prés, amps e cabos que o AliExpress pode enviar para o Brasil com baixo preço. Compro discos sempre que encontro algo bom por valor justo.
    Vejo dois lados: Um é o de comprar um disco novo com encartes que são “obras de arte” e são um presente ao comprador.
    Outro(que é puro saudosismo), é comprar discos velhos e saber o quão “próximo” eles estão da gravação original e as vezes encontrar coisas como um LP do Aerosmith que tive em que “Crazy” estava MUITO gasta! Alguém deve ter ouvido mais de mil vezes aquela faixa até acabar com o grave da música.

    • Theuer
      • Lucas Timm

        Eu compraria. O show inclusive é incrível.

    • jacob

      Tecnicamente falando, vinil é tão merda quanto k7, os dois têm uma headroom vergonhosa, péssima relação sinal-ruído e precisam de aparelhos ridiculamente caros pra soarem minimamente decentes. O único formato analógico aceitável pra mim seria fita de rolo 1/4″ ou acima (que também não deixa de ser caro, além de ser escasso). A questão dos dois formatos estarem tão em voga hoje é puramente saudosismo e massageamento de ego para colecionadores. Geralmente quando vejo alguém comprar vinil ou k7 hoje em dia, o intuito é se exibir pros outros e pagar de diferentão (nada contra quem realmente goste de colecionar, no entanto). Porque se o intuito for reprodução, não faz o menor sentido você pagar caro pra obter uma qualidade bem inferior. Que o diga o seu vinil do Aerosmith, provavelmente um MP3 128kbps deve ser mais agradável de ouvir.

      • Rapaz, penso o mesmo de ti. Tenho muitos amigos que compram vinil para serem “os diferentes”. Uma vez fui na casa de um deles que colocou Wish You Were Here do Pink Floyd para tocar dizendo que era o mais puro som analógico, próximo ao que Waters e Gilmour imaginaram. Eu tive que comentar: “Desculpa aê, mas estou ouvindo só chieira e de vez em quando um acorde ou outro de guitarra!” O cara ficou puto comigo dizendo que eu não entendia a arte do som. Saquei o meu iPhone, app Spotify e coloquei o mesmo disco. Liguei numa caixa de som velha e então podemos contemplar na íntegra o som. Lembro que colocamos as músicas, primeiro no vinil e depois no Spotify. Cara, no vinil você não consegue ouvir nada direito. Parece que se misturam tudo os médios, os agudos e os graves. No final, acho que o que vale mesmo é você ter apenas como objeto de coleção mesmo, quando se gosta muito de um trabalho!

        • ElGloriosoRangerRojo™

          Os caras pegam a master feita pra gravar o CD e só tacam no vinil. E os idiota ficam lá ouvindo o “puro som analógico”… ¯(o_o)/¯

          E se pá a master de um cd gravada em vinil deve soar melhor que vinis “de época”…

      • Vitor Felipe

        Também não entendo, a explicação que me vem a mente é a mesma da sua: Ou o cara gosta de colecionar e está ciente que tem como conseguir coisa melhor com tecnologias mais recentes e baratas (o que é perfeitamente entendível) ou só quer pagar de diferentão “vinil tem maior qualidade sonora”.

        Até onde entendo, formatos analógicos teriam uma fidelidade melhor para armazenar sinais analógicos (não estou falando só de musica), pois teria uma taxa de amostragem “infinita”, enquanto uma mídia digital tem sua taxa de amostragem bem definida. Na pratica é completamente diferente, o material atua como fator limitante, não tem como conferir se o sinal se mantem intacto (não tem como fazer um crc de um vinil), e tratar sinais analógicos hoje em dia exige algo chamado “magia negra”.

        • Zalla

          isso aconteceu no inicio da tecnologia digital…na epoca que os CDS ainda vinham com as siglas AAD..DDD, etc…hoje em dia essa limitação de captação não existe mais, e se não me engano já superou a do Vinil faz um tempinho…hoje em dia não se justifica usar o Vinil pela qualidade do som..é saudosismo puro

          • Vitor Felipe

            Taxa de amostragem é algo inato do sinal digital, é uma limitação eterna. Só que como você bem citou, hoje a largura de banda disponível com a tecnologia atual da e sobra pra um sinal de áudio com uma taxa de amostragem grotesca, o suficiente pra satisfazer qualquer ouvido do planeta. O desafio de verdade é com a reprodução do áudio e não armazenamento dele.

          • Zalla

            Eu assistia um programa chamado gadget show e eles gravaram e reproduziram um cara cantando e depois colocaram esse cara cantando e o som gravado em seguida para que as pessoas identificassem qual era o ao vivo e qual era o gravado…todas acertaram qual era a voz dele e qual era o som gravado, mas todos falaram que estava muito, mas muito proximo do real, e tudo feito acompanhado por especialistaws em acustica…tudo bem que as caixas custavam algumas dezenas de milhares de dolares….mas o vinil já era, inclusive aquela besteira de som valvulado é melhor, é tudo gourmetização

          • Sophos Nsm

            vc fala isso pq nunca usou lcd. depois de um adesivinho os chiados dão uma caracteristica unica a musica

          • Oberaldo Gilmentoo

            não seria LSD ao invés de LCD ?

          • Sophos Nsm

            2:23 da manhã de sexta (hoje é sexta né?) meio bebado, então esteja grato por ter acertadoo duas letras, hahahah

          • Zalla

            kkk….adesivo de lcd…colocar aquele relogio da apple grudado na pele?…lkkkk

        • Lucas Timm

          Na verdade quem usa a taxa de amostragem infinita pra falar da superioridade do vinil, normalmente não sabe do que está falando. Tirando todas as questões do desgaste natural e da qualidade do equipamento aqui, ok?

          Fato: formato analógico, onda analógica. Vai gravar exatamente o que foi transferido ela, de forma fiel ao que foi captado.

          Formato digital: Onda recriada a partir da amostragem da onda analógica. Sim, ela pode conter menos informação que do que a onda original.

          Usando Nyquist, pra reproduzir uma onda analógica idêntica (ou seja, absolutamente igual), são necessários inifnitos pontos de amostragem da onda analógica, o que vai gerar um arquivo digital infinito (apenas lógica até aqui, o que pareceria que estou jogando no time dos audiófilos).

          Agora, SE a quantidade de pontos de amostragem for suficiente, e não demasiadamente reduzida, e a onda não for demasiadamente complexa: A onda analógica vai sim ser reproduzida na sua totalidade de forma completamente fiel num arquivo digital.

          E, convenhamos. Em 1960, não tinha como fazer milagre. Dá pra reproduzir a onda digital com absoluta fidelidade num arquivo digital sim, e nem precisa ir longe (um MP3 de 160kbps já deve ser suficiente, nem precisa ser um FLAC).

          • Vitor Felipe

            Exato, na teoria um sinal digital representando 100% de forma fiel um analógico não é possível devido aos pontos de amostragem infinitos necessários, necessitando de um meio de armazenamento infinito.

            Fora da teoria, o sinal analógico representa uma quantidade de informações útil finita, e portanto já pode ser representado em forma digital em toda sua plenitude.

            Esses mitos do vinil ser superior eram verdades a muuuito tempo, hoje em dia são só desculpas.

        • Sophos Nsm

          na verdade vc esta errado, tenho amigos que ja me provaram que o vinil é melhor.
          era uma galera das antigas e posso garantir que depois de uma cartela de lcd os chiados do vinil viram features.

          • Zalla

            sou caretão.eheheh

      • tuneman

        Você é um rapaz de coragem.
        Tenho um círculo de amigos que me mataria se eu falasse mal de vinil.

  • Marcelo Eiras

    Daqui a pouco vai ter gente usando data corders, regulando azimute na chavinha philips e limpando com cotonete e álcool isopropilico.

    • O maU elementaU

      Tinha alcool isopropilico na epoca, mac?

      • Marcelo Eiras

        Devia ter. Mas eu usava álcool comum mesmo. =P

    • Como assim, tem gente que NÃO REGULA O AZIMUTH?

      …que mundo horrível…

    • Márcio Chaves

      Essa toalinha de renda em cima é muito anos 60/70…

      • Evandro

        Mas são essas rendas que dão o charme pra esses equipamentos antigos.kkkk

        • Márcio Chaves

          Sim, claro.. haha acho legal pra caramba.

    • Carlos Marin

      Nossa, eu tive um desse que acabou no lixo pois o concerto ficava muito caro. O som da minha TV era ligado direto nele, época de ouro da MTV.

      • Márcio Chaves

        Tive um desses que eu ligava minha guitarra com pedal. O som era melhor do que de um amplificador próprio nacional que eu tinha.

      • ElGloriosoRangerRojo™

        Um concerto deve sair caro mesmo. E todos os músicos da orquestra devem ocupar bastante espaço também…

    • Lucas Timm

      Meu avô tinha um conjunto exatamente igual.
      Eu quis MUITO ficar com ele, após a morte do vô.
      Mas aí, a avó, por pensar que hoje ele não valia mais nada, deu pra uma vizinha, com rack e tudo.

      Foi das poucas vezes que tive vontade de matar. 😛

    • Zalla

      isso é da época que a gradiente fazia coisa boa

  • Lucas Do Prado Polo

    Na verdade é tudo um complo da industria de canetas para alavancar suas vendas https://uploads.disquscdn.com/images/6cc97ddef75055fcd2d8f2a927f9ae727006202ae6d8e0d707a3d8759eaa9be4.jpg

    • Gostaria de uma descrição do processo cognitivo que te fez achar que uma imagem seria necessária pra explicar seu comentário.

      • Davos, o lord cebolito!

        centennials não têm a referência. Ele não quis falar só com os véi paia.

        • Começa que Centennials nem são gente.

          • Davos, o lord cebolito!

            Não entendi. Centennials é o termo utilizado pra caracterizar aqueles que nasceram na virada do século, nascidos a partir dos anos 2000. Millennials, que o Cardoso utiliza constantemente nos textos aqui designa o pessoal que nasceu de 79 a 95.

          • Carlos Pacheco

            Não se discute com minérios… 😛

    • Torquato Pit Bull

      Foi assim que a Bic cresceu no ramo. Encaixavam perfeitamente.

  • Teclado sem acento

    Ou o consumo de cha esta aumentando ( ͡° ͜ʖ ͡°)

  • Franklin Anderson de Oliveira

    Alguém já passou pela situação em que a fita aparecia misteriosamente com uma volta !? É como se alguém tivesse aberto a fita e girado um dos discos !! Se não me engano isso acontecia depois de vc desenrolar a mesma que se soltou no cabeçote !

    • Marcelo Santos

      Curtindo, porque eu tenho um igualzinho

      • NO CREO….

        Tenho de trocar uns caps nele e a correia…. aí terei mais algo pra ligar no receiver (e ocupar um espaço da porra).

        Tava na casa dum amigo há uns dez anos ou mais, e aí já viu né….

  • Prevejo qualquer toca-fitas a preço de ouro, e um novo problema.
    Se não depender dos chineses, quem vai providenciar peças na manutenção?

  • Joao Holanda

    A questão é que as pessoas meio que pararam de se importar com qualidade sonora (a massa como um todo) ninguém dá a mínima, pra qualidade de uma música (qualidade do artista/estrutura da música-qualidade de reprodução sonora) nego ripa música do YouTube a 128kbps e tá se lixando pra qualidade.
    Aí aparece alguém vendendo K7 hj em dia, e esses bando de otários querendo pagar de old-school/diferentões compram a idéia.

  • Nilton Pedrett Neto

    Não seria “mente instável”?

  • Germano

    Bons tempos em que me orgulhada de ter um som portatil com 2 toca fitas e saia copiando geral as fitas dos colegas.

  • Eu não tenho nem aonde colocar um cd de musica, imagina uma fita k7, faz tempo que não tenho aparelho voltado apenas para audio em casa, acabo ouvindo musica no celular ou notebook mesmo, detalhe meu notebook nem tem drive de cd/dvd e não faz falta alguma….

  • Gilson Lorenti Fotografia

    Aparelhos de vinil, mesmo os usados, custam uma fortuna. Para minha tristeza 🙁

  • Carlos Pacheco

    E ainda haverá um dia que o termo “kinescopia” será popular… 🙂

  • Mesmo sendo saudosista pra caramba com meus videogames (tenho Atari 2600, Master System, Mega Drive, Super Nintendo, etc…), não tenho saudade de fitas K7. Lembro de sair levando walkman, algumas fitas (de preferência cromo, que tinha menos ruído e mais resposta nos agudos), pilhas recarregáveis reservas (de Cádmio, que era uma bosta e poluía o mundo), fone de ouvido que enrolava todo, etc. Saudade zero. Viva o celular cheio de MP3, Deezer e fones bluetooth!

  • Diego Berlezi Ramos

    Uhm… será que eu devo mandar consertar o tapedeck do meu Philips FW650c? Pelo menos ele conseguia programar uma gravação de k7s.

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