Shinji Mikami sai em defesa da distribuição digital

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Se há uns 10 anos alguém me dissesse que chegaria o dia em que eu perderia o gosto por cópias físicas de jogos, provavelmente diria a esta pessoa que ela estava ficando maluca. Porém, a verdade é que hoje raramente compro um jogo em caixinha e talvez eu pudesse escrever uma extensa lista com os motivos que me fizeram mudar de opinião.

Aliás, investir no aumento da sua coleção de jogos físicos é algo que muitos abandonaram e uma figura importante da indústria que tem comemorado a distribuição digital é Shinji Mikami, criador da série Resident Evil e que atualmente comanda a Tango Gameworks.

Saúdo o novo mundo do Steam e das vendas digitais. Eu costumava colocar todos os meus jogos em suas caixas físicas na minha estante para olhar para eles. Agora tenho uma coleção digital e isso é melhor para o povo japonês, porque nossas casas são tão pequenas.

Tenho que admitir que nunca tinha pensado por este lado. Hoje moro numa casa relativamente grande e mesmo não tendo uma coleção imensa, precisei fazer uma prateleira bem larga para colocar todos os meus jogos. Fico pensando então como faria caso precisasse mudar para um lugar menor e por isso me solidarizo com os japoneses.

Outro ponto implícito no comentário de Mikami e que considero merecer nossa atenção é o fato da distribuição digital ter facilitado muito a vinda de jogos japoneses para o ocidente ou mesmo para os computadores. Se não fosse por ela, hoje talvez não tivéssemos tantos JRPGs no PC, muito menos diversas franquias que por muito tempo foram apontadas como impossíveis de fazer sucesso fora dos consoles.

Por falar nisso, o game designer ainda afirmou que adoraria poder trazer para os computadores adaptações de alguns de seus jogos mais antigos, como por exemplo o God Hand, mas que isso infelizmente depende da Sony e da Capcom.

Mas e para você? Comprar jogos fisicamente ainda é uma prática comum ou a distribuição digital já se tornou a maneira principal de adquirir games?

Fonte: PCGamer.

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Autor: Dori Prata

Pai em tempo integral do pequeno Nicolas, enquanto se divide escrevendo para o Meio Bit Games, Techtudo e Vida de Gamer, tenta encontrar um tempinho para aproveitar algumas das suas paixões, os filmes, os quadrinhos, o futebol e os videogames. Acredita que um dia conseguirá jogar todos os games da sua coleção.

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  • Whirlpool

    Acho que o mesmo raciocínio vale para livros.

    • Bambino VJ

      Fora a poeira que junta. Quando vai ler um mais antigo é foda…

    • NOPE.

      A experiência que se tem com um livro de papel é completamente diferente….
      No livro digital, você não dobra ás página, não lambe o dedo pra virá-las, não precisa de luz pra ler…. não tem aquele cheirinho de coisa velha (ou nova)…

      ..pelo menos não tenho de carregar a bateria do livro ou temer ser roubado… este último por aqui, nem em meus sonhos mais bizarros…

      • Paulo Teixeira

        livro fisico é melhor, o problema é armazenar eles quando se tem um apt em cidade grande. parei de comprar livro fisico depois que casei. não tem espaço para a bagunça de dois, e quando chegar o terceiro morador.. esquece espaço livre!

        • Não consigo de forma alguma ler um ebook… tentei no Kobo, Kindle…. não me dá a sensação física que completa a experiência…
          Mas é algo opinativo, como colecionar vinis, só se tem a experiência completa quando se tem todo o cuidado com as bolachas…. idem pros livros…

          • Whirlpool

            Sim, quando se entra no subjetivo da experiência, aí cada um decide o que é bom / melhor / essencial. Um colecionador de jogos pode falar algo parecido sobre a distribuição digital vs física.

            Em relação aos livros, me rendi assim que fiz a minha primeira mudança. Eu também prefiro a experiência do físico, mas quando pondero os prós e contras de cada opção (e é isso que quis dizer com “o mesmo raciocínio vale para os livros”), eu fico com o digital mesmo.

          • Claudio Roberto Cussuol

            Eu sou um forte defensor do eBook. Só vejo vantagens:
            – Não tenho onde guardar os livros físicos.
            – Carrego um monte de livros junto comigo, no bolso. Viajo muito.
            – Muitos livros são pesados para segurar enquanto se está lendo.
            – Leio no escuro com a esposa dormindo. Apenas a luz da tela, bem regulada, incomoda menos do que uma luminária.
            – Tenho acesso a coisa nova no instante em que é publicado.
            – Tenho acesso a coisa antiga que seria praticamente impossível de achar em papel pra comprar.

          • Oberaldo Gilmentoo

            E tem a biblioteca do Paulo Coelho.

          • Claudio Roberto Cussuol

            Normalmente eu gosto de pagar.
            Mas se eu quero ler algo e não acho pra comprar……. não é culpa minha se os caras não querem receber.

          • Maom

            Engraçado, justamente no quesito experiencia o melhor são as versões digitais. Para jogos é muito mais prático ter tudo já baixado no computador/video game do que ter que pegar o cd ou cartucho do outro jogo pra jogar. Já em livros, como gosto de ler na cama, nada melhor que um kindle com luz além de não ter que ficar fazendo malabarismo para segurar deitado aquele bloco de folhas dos livros. Ler um livro de mais de 300 páginas é um porre em termos de conforto. Nos livros eu abri mão por conta da praticidade extreme de se ler num kindle. Mas no video game a diferença não é nada gritante… Nunca compro nada digital. Se eu não ver a caixinha do game na minha coleção me sinto mal. Por exemplo, como eu gostaria de uma bela caixinha do Kerbal, do fire watch, etc…
            Mas sim, adoraria materializar minha biblioteca digital do kindle na minha estante mesmo que eu vá ler apenas no kindle.

          • Bambino VJ

            Pra mim é a mesma merda! Na verdade o e-Reader é melhor por ser mais leve.. Sem ofensas, mas você é uma espécie em extinção..

            A única vantagem que vejo do livro físico é para os hipsters tirarem foto e postarem no insta. Com o e-book não fica tão “cool”

          • Quanta revolta!

            Só disse que, após minhas experiências com e-readers, não gostei… preferi o bloco de celulose…
            Quem sabe, um dia, eu me acostume? Foi assim com filmes em 3D, no início, não conseguia enxergar o efeito… aí, uma vez aleatória, consegui….

          • Bambino VJ

            Hhahaha falei de boa, sem revolta, só zoando os hipsters mesmo!

          • *Took the gramophone and the typewriter and gone post selfies from my iPhone from another coffee shop*

          • Metalmacumba

            cara, depois que eu li o chefão no PSP com aquele aplicativo nojento por que eu não tinha 5 reais no bolso pra comprar o diabo do livro, eu aprendi que:
            1) quem quer ler, lê até em papel higiênico;

            2) caso você se mudar (ainda mais pra outro país, ou cidade distante) vai preferir enfiar na mochila um leitor tosco do que 300 livros em 20 caixas, só pra fazer o carreto ficar mais caro.

            Já “chupando o assunto” do seu primeiro comentário:
            3) perde a oportunidade do cheiro do papel, de ver a tinta e em muitos casos os erros de tradução em livros mais antigos. é basicamente uma viagem ao passado, pois inúmeras vezes lendo livros que foram impressos em 1960 eu ficava imaginando como o mundo era naquela época.

            4) “A experiência que se tem com um livro de papel é completamente diferente….”
            Espero que não leve pelo lado malcriado, mas acho que essa foi uma afirmação muito infeliz. Da mesma forma como você apontou o saudosismo por causa de sensações físicas quanto aos livros, pode-se dizer o mesmo dos jogos. Afinal, uma tv lcd não é a mesma coisa que uma crt de 20 polegadas. muito menos os consoles, com os controles feitos com uma técnica completamente diferente e todo mundo sabe que pelo menos um grande motivo de colecionar PARA JOGAR e não olhar depende de controles originais, com o mesmo nível de qualidade. Aí depois entra a parte de tirar o jogo da estante, olhar pra capa, e assoprar (tá, 100% das pessoas sabem que é errado mas 90% ainda faz), e jogar no diabo da tv velha e pesada.

            Aí entra o primeiro e segundo item quanto aos videogames: quem quer jogar joga até no brick game e quando se muda prefere levar um laptop carregado de emulador ou mesmo um raspberry ou qualquer coisa que emula trocentos videogames.
            você concorda?

            Aliás, eu sou igual a você 🙂 tento fugir de colecionar videogames mas não consigo, nem livro. Eu amo cópia física e os meus estão guardados lá na casa do meu sogro, enquanto o kobo fica aqui, fácil de levar pra onde precisar, mas sem a parte “gostosa” da coisa. Aí quando eu preciso ou quero muito ler algo, não tem o que fazer, vai de kobo mesmo.

        • Maom

          Quando chegar o terceiro morador, e esse morador usar fraldas… Fique tranquilo que a ultima coisa que vc vai conseguir é ter tempo pra ler livro. Mas não desanima, é tipo RPG, esses moradores evoluem e quando destravam habilidades novas e conseguem equipamentos novos eles se trancam no quarto e vc volta a ter tempo.

        • Jorge Dondeo

          Depende, comprei um e-reader quando o livro tinha mais de mil páginas, ler e carregar o bicho estava chatíssimo.

    • Claudio Roberto Cussuol

      E pra música.
      A coleção que eu carrego no bolso ocuparia um caminhão.

  • Cocainum

    As vezes tem cópias físicas vendidas por preços menores do que as digitais, principalmente no caso dos consoles. Nessas situações, eu ainda compro. Mas fora isso, é só digital.

    • Os consoles ainda possuem uma certa vantagem em comprar cópias físicas que é poder revender ou emprestar o game. Obviamente isso permite também comprar os usados, que muitas vezes são mais baratos que os digitais.

      Já no PC as lojas digitais são imbatíveis.

      • Germano

        Ate mesmo porque faz teeeempo que não vejo um jogo para PC em mídia física. Ate aquela revista Fullgames já fechou as portas tem tempo.

  • phso

    Falando em JRPG pra PC? Alguém pode me indicar bons JRPG de PC, eu não conheço quase nenhum. =

    • A square anda fazendo alguns remakes e ports dos FF antigos.

    • Othermind

      Gosta de “action rpg”? The Witcher 3 é o jogo…

      • phso

        Jogo interessante, mas não sei se meu PC humildão aguenta, embora a dupla Pentium G4560 e R7240/4GB, viva me surpreendendo com a valentia deles.

        • EmuManíaco

          Claro que roda.

    • Humberto Jorge

      Sengoku Rance, Alchemy Meister, Tales of Zestiria, tem uma listinha…

      • phso

        Hummm, interessante jovem. Poderia por obséquio, engrossar um pouco mais, tal valiosa lista?

  • phso

    Sempre gostei de jogo digital, desde que começou essa tendência. Tive mídias físicas, entendo o sentimento envolvido, mas o digital é claramente bem mais vantajoso. Não gasta espaço físico, vc tem todos a disposição numa mesma mídia ( não precisa ficar trocando cd pra jogar), podem ser armazenados em mídias mais velozes que CD, não perde o jogo (desde que não esqueça a senha, e mesmo se esquecer, pode recuperá-la) nem estraga, por mau uso ou ação do tempo, e por aí vai. Sou totalmente a favor.

  • Prefiro mídias físicas e só compro as digitais quando não há previsão de lançamento no formato tradicional.
    Quanto aos JRPGs não creio ser a midia digital um bom argumento. Jogo esses títulos desde o tempo do MSX2 e sempre foi possível encontrá-los… no Brasil inclusive. Ainda gosto de garimpar os eBays em busca de mídias físicas antigas e raras…

  • Othermind

    Compro MUITO jogo fisico… mas todos retrô.. hehehe

    Fiquei muito feliz quando recentemente adquiri um atari (frente de madeira) e vários jogos clássicos… Me lembra infancia.. meus pais (que me deram um, e sei que fizeram um esforço para tal).

    Mas como retrô está “na moda” anda tudo bem caro.. entao importo muito do ebay.. Jogos “novos” uso PC.. dai quero mais é digital mesmo.. fica na minha “conta”…

    • Metalmacumba

      “Mas como retrô está “na moda” anda tudo bem caro.. entao importo muito do ebay..”

      Eu vendi metade da minha coleção por que ficou tudo tão caro, mas tão caro que não ia pra frente nem pra trás.
      Até que eu decidi voltar e colecionar famicom. tem cartuchos por 0.75 dólares no eBay, e outros mais clássicos por 10, 15 dólares. claro que tem os mais raros tipo rock man que são ridículos de caro.
      Enquanto conseguir comprar jogos bons por um preço bom (até uns 25 dólares) eu coleciono, sinto necessidade de pegar no cartucho, toda aquela frescura.
      Isso de tudo ficar tão caro me fez partir pra um extremo que eu não saio nunca mais: flashcards.
      O console está lá, os controles, o hardware é o mesmo, a única diferença é que não é a cópia física do jogo.
      O flashcard é tipo a cópia digital dos consoles retro xD
      Eu, por exemplo, comprei um pc-engine + cdrom2 que só vai rodar cd-r e já garanti o flashcard também, depois que eu vi os preços de alguns dos jogos que eu queria, eu desisti de colecionar, vai ser só os consoles mesmo.

      • Othermind

        Entao.. Minha ideia seria os consoles “principais”… os que tive na infancia.. No caso seria do PS1 pra baixo.. gosto muito de cartucho…. Mas to quase desistindo.. os preços subiram muito… galera compra pra revender.. quem compra segura o jogo dai sobra menos no mercado dai preço dispara… Ainda nao tenho o famicom.. mas ta na lista… alias.. pra rodar os jogos do famicon tem algum clone legalzinho que é mais facil de achar por aqui?

        • Metalmacumba

          Cara, eu vendi meu SNES, meu sega cd x e minha coleção de game boy (tinha 2 color, um na caixa tudo novinho, 2 tijoloboy, um pocket, um advance e um nintendo ds original blue na caixa) que juntos tinham uns 170 cartuchos por e uns outros preço de banana por que fiquei irritado com os preços. não posso nem comprar nem vender que enfiam a faca.
          Agora eu vou te mandar duas mensagens no privado por que vou fazer propaganda.
          Eu não sei se você tem tv de tubo, então se não tiver eu aconselho a comprar um nes mesmo com adaptador para jogos de famicom. aí, se você manjar de solda e eletrônica pode enfiar uma porta HDMI no lindo. Compra um tosco de amarelado e taca retrobright num dia que tiver paciência e tempo.

          Fora isso, o que posso te recomendar de clone são os clássicos brasileiros tipo turbo game e top game (essesmuito bons), dynavision 3 (esse é fantástico, os botões dele são fenomenais) e o dynavision 4. acho que esses são os que te dão a maior segurança de que não vão quebrar amanhã.
          Ah, eu não sou fã to phantom system…

          Se bem que quando eu era criança, minha mãe comprou pra mim um pro system-8, que sei lá por que diabos não funcionava na tv sharp com acabamento de madeira e apenas entrada rf, ela ficou tão irritada que jogou o videogame pela janela, bem no muro de casa, e o desgraçado não quebrou.

          • Othermind

            Eu tenho bastante coisa que eu queria… alguns sao sonho.. como o NeoGeo AES.. mas nao da.. valores exorbitantes…

          • Metalmacumba

            aí eu acho que um neo geo x ou um consolized valem a pena.

        • Metalmacumba

          Aliás, seu user é todo bloqueado, me mande uma mensagem que eu te informo os vendedores que encontrei com preços razoáveis.

          • Othermind

            Tb nao consigo te enviar.. rs Na verdade eu nem sabia que era possivel enviar mensagem privada no disqus…

          • Metalmacumba

            enfim. se você tiver facebook, procure por renan Drech Catelan que eu te adiciono lá 🙂 já vi seus posts em outras noticias e sempre curti o seu modo de conversar mesmo ::)

    • EmuManíaco

      Minha vibe atual é comprar jogos de PSP adoro os jogos do portatel mesmo nao tendo o aparelho.

  • Julio da Gaita ✔

    Opa, desde o PS3 só jogos digitais, sem preocupação de perder, ser roubado, estragar a midia fisica e talz.

    E mesmo com várias plataformas disponibilizando o compartilhamento de jogos em midia fisica, fica mais barato dividir o money do joguinho com um amiguinho.

    É menos dolorido do que pagar 200 pilas num jogo bosta. Se eu pudesse voltar no tempo e descomprar o COD WW2.. ./

  • Germano

    Na geracao passada, mais jogos digitais. Nesta (no PS4) mais jogos midia fisica pois vira e mexe acho a preços melhores em promocoes do varejo do que na loja digital da PSN.

  • flaviojr77

    Porque prefiro físico: tive um 3ds durante 3 anos e um amigo também.
    Eu e ele comprávamos mídia física e trocávamos.
    Outro motivo: quando vendi o 3ds consegui um dinheiro bom por todos os games.
    Se os jogos fossem em formato digital já eras – dinheiro perdido.

    • Goemon

      Roubaram meu PS3 e todos os meus jogos físicos, mas pelo menos os digitais estão na minha conta ainda. O ladrão ainda ganhou dinheiro vendendo os meus jogos 🙁

      • Daniel Belini

        Devia ter uma maneira de validar o jogo físico numa conta, assim se acontecesse isso ela ficava inutilizada, como, TEORICAMENTE, acontece com celulares.

      • Jorge Dondeo

        Hehehe, boa. Nunca tinha pensando nisso. Só compro digital, pois, não tenho saco para ficar trocando o disco, fora que não arranha.

    • Zalla

      hoje em dia midias fisicas não valem quase nada, jogo envelhece muito rápido….receve 10/15 reais por um titulo…não vale o espaço que ele usou para ser guardado…
      No Xone acho que tenho uns cinco jogos em midia, o resto tudo digital, antes era um saco ter que ficar trocando o disco para jogar..

  • DESMATEARIALIAZIZAÇÃO JÁ !!

  • Guilherme

    O que precisa de mais espaço é o HD do meu PS4…

  • SLCopetti

    Física, sempre. Principalmente Nintendo que a cada dia q passa fico mais rico.

  • Humberto Jorge

    God Hand jamais teria um remake ou remaster, a quantidade de coisa incorreta que tem no jogo, faria qualquer SJW ter um enfarto.

  • Humberto Machado

    Larguei midia fisica desde Nier:Automata

  • “Se há uns 10 anos alguém me dissesse que chegaria o dia em que eu perderia o gosto por cópias físicas de jogos, provavelmente diria a esta pessoa que ela estava ficando maluca. Porém, a verdade é que hoje raramente compro um jogo em caixinha e talvez eu pudesse escrever uma extensa lista com os motivos que me fizeram mudar de opinião.”

    Somos dois. Pra mim, além de fatores como praticidade, rapidez e preços mais baixos, uma coisa que é primordial é o acesso a coisas que antes eram inacessíveis. Com a indústria indie, é possível jogar títulos excelentes, inovadores, diferentes, divertidos e todos os atributos positivos que eu possa dar. Antes eu era limitado ao que as lojas físicas estavam dispostas a me disponibilizar. Isso que moro em uma capital, ou seja, tenho muito mais acesso que pessoas que moram em cidades pequenas onde nem existe comércio de games. Eu era relutante no começo, mas me rendi completamente quando passei a usufruir das vantagens. E concordo sobre a questão de espaço. No meu apartamento de 68m² minhas caixas de jogos dos tempos que eu comprava apenas mídia física estão literalmente encaixotadas, pois não tenho lugar pra deixá-las.

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