Analógico × Digital — uma pequena comparação

A maior parte dos leitores do MeioBit não passou por isso, mas quando a fotografia digital surgiu, a polêmica entre os fotógrafos foi grande. Duas coisas influenciaram essa polêmica. A primeira foi o preço exorbitante dos equipamentos. Poucos fotógrafos tinham capacidade de migrar para o novo sistema sem ter que vender a alma para o Diabo. Porém era uma pressão, pois os clientes queriam ter a novidade em seus eventos (mais ou menos como a filmagem em 4K hoje). Muita gente investiu nas prosumers (câmeras compactas com recursos avançados) e a quantidade de profissionais trabalhando com as Sony F707 (e depois a F808) foi gigantesca.

O segundo ponto foi a qualidade baixa dos primeiros equipamentos. Criou-se a verdade absoluta de que o filme fotográfico possui uma qualidade superior ao digital. E esse mantra ainda é repetido por vários profissionais que conheço. Todo mundo já está fotografando com digital, mas todos ficam lembrando os bons tempos do filme. Eu não tenho saudade nenhuma. O digital veio para facilitar muito as coisas, na verdade criamos até uma nova linguagem. Impossível trabalhar da forma como trabalhamos hoje sem acesso a sensibilidades altas e a possibilidade de controlar todo o processo. Mas, o saudosismo sempre fica.

O fotógrafo Peter Walker teve a chance de fazer uma comparação bem bacana. Em 2001 ele esteve na plataforma de observação do Empire State Building em Nova Iorque e teve a oportunidade de fazer a foto abaixo. Ele utilizou uma Hasselblad 205FCC com uma lente de 110 milímetros Planar (equivalente a 70 milímetros no sistema 35 mm) e um positivo Fujichrome 100 6 × 6 cm. Na época esse era um equipamento top de linha. A imagem foi digitalizada em um scanner Imacon Flextight. A imagem ficou com resolução de 6.732 × 6.837 pixels (46 megapixels).

novaiorque_filme

Pois bem, 15 anos depois Walker teve a oportunidade de estar no mesmo local e fazer uma foto com ângulo muito parecido. Só que desta vez ele estava utilizando uma câmera Leica SL com uma lente 24-90mm e resolução máxima de 24 megapixels. A foto foi feita com distância focal de 62 mm o resultado foi um arquivo DNG. A imagem é esta mostrado abaixo.

novaiorque_digital

Cada um dos sistemas está entre os melhores do seu tempo. O fotógrafo aponta que as duas fotos foram feitas quase na mesma hora do dia e na mesma época do ano. Então o padrão de comparação é muito bom, com o bônus de poder ver como a cidade mudou durante esse período. Colocando os detalhes de cada foto lado a lado, notamos que a Leica possui nitidez melhor, um contraste mais bonito, além de cores mais vibrantes. Ou seja, a tecnologia digital ultrapassou o filme e nos entrega um produto mais bacana.

novaiorque_comparação

Eu já não compro um rolo de filme há uns 6 anos. Sinceramente, essa é uma parte da fotografia que fico feliz em não ter que reviver. Aceitem a tecnologia digital, ela é bem melhor.

Fonte: Petapixel.

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Autor: Gilson Lorenti

Geógrafo de formação e fotógrafo de coração, comecei a fotografar com 18 anos de idade (antes disso nunca tinha pegado uma câmera na mão). Depois de muito estudo veio a carreira profissional que passou por várias modalidades da fotografia até realmente descobrir o que gosto de fazer. Hoje me dedico ao ensino de fotografia, fotografia Fine Art e Books Fotográficos (gestante, moda, sensual). Tomando emprestado as famosas palavras de Ansel Adams “Quando as fotografias não forem mais suficientes, me contentarei com o silêncio”.

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  • Othermind

    Detalhe.. qualquer adolescente hoje só sabe o que é câmera analógica se a vir em um museu… Geração que já nasceu na era digital…
    Eu tenho poucas fotos da minha infância, era mais difícil.. Dos avós então.. Agora qualquer adolescente tem todos os passos de sua vida registrados em milhares de fotos… Ainda mais depois da invenção dos smartphones…

    • Experiências diferentes.

      1) Todo o esquema de bater a foto, a única foto, o momento certo, pra não desperdiçar o escasso filme de 24 ou 36 fotos. E hoje bate-se uma rajada de fotos do mesmo momento, sem economia.

      2) Todo o esquema de aguardar o fim do passeio, viagem, evento, para levar numa central de revelação, depois ir buscar e contemplar aquelas poucas e valiosas fotos reveladas.

      3) Colocar num álbum de foto e compartilhar fisicamente impresso com família e amigos.

      Estou com tempo essa semana e divagando bastante aqui ! kkkk

      Só filosofando, não que seja melhor ou pior. Hoje a gente bate 1000 fotos, escolhe 30, compartilha em tempo real com a família e no fim da viagem, passeio, evento, não tem nada pra mostrar, todos acompanharam junto em tempo real nas redes sociais e compartilhamentos privados da família.

      As duas formas são legais ! O passado que nem tem como voltar a ser daquela forma e o presente.

      • Manoel Guedes

        Minha mãe tem uma foto de toda a família dela reunida para um almoço (Pai já falecido, mãe, seus irmãos e irmas e os filhos deles ainda criança), só que foto esta embaçada, não teve foco na hora de bater e só foi perceber depois na revelação

        • Se o desfoque não for pesado, uma edição via Photoshop/GIMP pode deixar ela melhorzinha, hein?

      • Gilson Lorenti Fotografia

        mas, esses prazeres ainda fazem parte de minha vida. O pessoal pega uma câmera digital e senta o dedo como se não houvesse um amanhã 🙂 fotografia ainda deve ser pensada. Cada click é único. Ainda monto álbuns em papel; Adoro levar na bolsa para os amigos verem. Não existe emoção igual.

        • Pois é, a gente se acomoda as facilidades modernas e perde estes prazeres antigos 🙂

        • Zalla

          acho muito mais legal pegar seu portifólio, editar um belo photoAlbum e mandar imprimir do que levar album com fotos coladas ou em saquinhos…

      • Othermind

        Detalhe… Já perdi fotos MUITO importantes pq deu pau no HD e ainda não tinha feito backup… Pelo menos com analógica isso não acontecia.. rs
        Alias.. todas as minhas fotos digitais estão em hd/dvd/hdexterno… Preciso urgentemente separar um monte e imprimir.. se entra ladrao em casa e leva tudo não sobra foto para contar minha historia… rs Um pouco está na”nuvem”… mas nao é nem uma fração de tudo que tenho.. isso é tenso…

        • Penso muito nisso também… Tenho GIGAS e mais GIGAS de mais de uma década de fotos digitais. O problema é que tiramos 10x mais fotos, pois não economizamos rolo de filme. Sinceramente, acho que 90% dessas centenas de milhares de fotos são um exagero! Uma situação que bastaria 1 foto, tiramos umas 30 praticamente repetidas…

          Como resultado, temos milhões de fotos armazenadas que nunca mais veremos, ninguém tem paciência de ver tanta foto. PERDE-SE O PROPÓSITO, no final das contas, nem relembramos mais depois de momentos marcantes. Tenho replicado em 2 HDs internos + 1 HD externo, mas de qualquer forma, se cair um raio vai fritar tudo, se um ladrão roubar a casa, vai levar tudo…

          Solução ? Tenho compartilhamento na nuvem, no iCloud e no Google Photos. Só o filé, só as fotos legais. Em uma viagem, é um absurdo o que tiro de foto, se duvidar chega a 10.000 fotos, mas na nuvem vai ter umas 300 no máximo, só as selecionadas a dedo do que foi realmente legal, só uma foto de cada situação. Do nascimento do meu filho a um passeio no parque, tudo esta assim…

          Isso é legal, pois todo mundo aproveita. Passa automático no porta retrato digital que suporta nuvem, passa no papel de parede do Apple TV toda hora na sala, passa no papel de parede do ChromeCast toda hora no quarto, esta fácil no celular de toda família nos albuns na nuvem, as tias, mães, avós, tudo tem fácil fácil nos ipads, quem não tem, recebe os compartilhamento do Google Photos que são muito legais…. Nunca as fotos foram tão vistas por toda família e amigos, nem no tempo da foto impresso as pessoas compartilhavam e relembravam tanto dos momentos.

          Só tem que fazer a coisa equilibrada e de fácil acesso. No final das contas, se esses meus bilhões de fotos e vídeos de décadas se perderem acidentalmente, o filé mesmo estará na nuvem e é muito mais valioso até do que álbuns impressos !

          Isso dava um artigo MeioBit ! 😀

          • Othermind

            Tenho que fazer isso tb… falta coragem de debruçar nas pastas com milhares de fotos e fazer isso… eh como vc falou.. para cada momento a gente tira 30 fotos para garantir.. daí fica tudo lá ocupando espaço.. vou criar coragem e fazer uma limpa.. e selecionar as boas para a nuvem e/ou imprimir…

          • Já faz um bom tempo que faço na hora, já no celular, tiro as fotos e já compartilho no iCloud. Já começa a pipocar nos celulares da família e já começam a comentar em cima das fotos, acaba que virou uma forma de manter todo mundo junto. De quebra, as fotos boas já estão lá selecionadas. Em uma viagem, quando paro num banheiro, num bar, qualquer coisa, já faço isso. É meio exagero, eu sou um caso meio crônico dependente digital, kkkk. Mas o resultado é bom e depois de tempo em tempo. copio aquele álbum pro Google fotos e fica replicado nos dois. É uma mão na roda.

          • Gilson Lorenti Fotografia

            mas, estava ouvindo um podcast sobre armazenamento na nuvem com especialistas e eles mesmos dizem que o backup físico é muito importante, pois acidentes podem acontecer com os servidores das empresas. Tudo bem, hoje é mais seguro do que no começo, mas o risco existe. Então, o certo é uma combinação de vários métodos. HDs externos e nuvem. Eu ainda não tenho um serviço de backup na nuvem. O volume de fotos aqui do estúdio é muito grande e a internet do interior é uma grande porcaria. O que tenho colocado em prática aqui é a Lei do Desapego 🙂 Fotos sem importância ou de trabalhos finalizados e sem possibilidade de serem utilizados novamente são deletados sem pena. Trabalhos de menor importância mantemos apenas o JPEG. Somente imagens com potencial de uso futuro em projetos rentáveis são armazenadas em RAW. Consegui diminuir um pouco o custo com armazenamento, mas ele ainda é alto. Para consumidores domésticos, 2 HDs creio serem suficientes. Mas, depende da quantidade de imagens produzidas.

          • O uso profissional é bem mais complicado mesmo, essa lei do desapego tem que ser praticada 🙂 Haja HD pra tanto trabalho e clientes… e se achar nisso tudo. Tem que ter um processo muito bem definido e disciplinado.

            De fato, tenho até 3 HDs que pratico esses backups a mão mesmo. Mas a Apple e o Google de nuvens redundantes dá uma boa confiabilidade. Só não uso DROPBOX pq é muito, mas muito caro, acabo deixando ele só para os arquivos de trabalho.

            Outra coisa, o Google é bem complicado de privacidade e direito sobre as fotos, tu vende a alma para eles… Já a APPLE é mais comprometida com o direito a privacidade do cliente. Mas de qualquer forma, paciência, coloco tudo no Google também.

          • Gilson Lorenti Fotografia

            o que mais faço no estúdio é ensaio sensual e nu. Nessa área a questão da privacidade das fotos é de grande importância. Então nada de nuvem 🙂

          • Tu é um cara de sorte ! :O

          • Alvaro

            Criptografar os arquivos antes de subir na nuvem e uma boa solução é existem centenas de Apps gratuitos que fazem isso de forma rápida e simples… Tenho vários backups protegidos desta forma… Mais para teste do que realmente proteger a privacidade…assim indico as ferramentas seguramente a clientes…

          • Zalla

            e criptografia nos backups, pq a benga jurídica e grande..

          • Theuer

            Gilson, se puder/quiser faça uma matéria sobre o legado das fotos hoje em dia.
            Uma vez li um texto MUITO legal de um alemão falando sobre fotos centenárias de algum tartarugavô que as vezes se tem em casa e de repente 3~4 anos de fotos digitais que se perde por uma falha de hdd.

            Cara, parece bobagem, mas desde que li aquele texto, passei a fotografar minha família e alguns momentos com filme cerca de uma vez por ano. É uma brincadeira com motivo sério. 🙂
            Abraço.

          • Estamos escrevendo a matéria aqui a quatro mãos nos comentários 😀

          • Sophos Nsm

            aqui é hd externo + nuuvem + “revelação de algumas” uma ou duas vezes por ano

          • Sophos Nsm

            eu tb uso esse esquema de google fotos. la tem umas 10 mil fotos mas após o fim de cada viagem (e no final de cada ano tb) eu faço alguns cm 20 ou 30 fotos. só as melhroes. as outras ficam guardadas só por segurança. tb faço esse esquema do chromecast. como eu esqueço a tv ligada ela fica sempre passando as fotos.

          • A única coisa que não gosto no Chromecast é o slide show, mesmo no modo mais rápido, é muito lento, cada foto demora uma eternidade para passar e podia ter uns efeitos mais legais de transição. Até o velho Wii é mais legal pra passar foto.

          • Sophos Nsm

            uma coisa que nao gosto do chromecast slideshow era quando usava fotos de paisagens. ele não da o lugar de modo que as vezes gostaria de visitar o lugar (hahahaha) e não sabia onde era

          • Zalla

            esse habito eu mantenho da analógica, fazer pós…posso fazer 200 fotos em uma noite, mas não guardo todas, quando tiro 5 fotos em sequencia pego a melhor e apago o resto…
            e tb não fotografo todo isntante da minha vida, tem gente que vai no barzinho com os amigos e consegue sair de lá com 20 fotos, sendo que 2 ou 3 já bastava, só pra regsitrar

        • Lucas Timm

          Naquelas, né…
          Nunca faltava um babaca pra abrir a câmera sem rebobinar e queimar o filme todo.

          • Lucas Timm

            Sem nem falar as pessoas que dizem “queimar o filme” sem saber o que isso significa, hehe.

            Como os adolescentes que botam no Feicebuque que trabalham na “VASP”, e nem sabem o que a VASP foi um dia.

          • Muito viajei de VASP, com aquela porcaria de pressurização de quase explodia o ouvido e aqueles aviões que ringiam que pareciam que iriam se desmontar.

          • Theuer

            Ah quando rolava um cascalho extra para trocar a VASP pela VARIG e receber refeições com toalhinha quente humida e talheres de inox… Hehehe

          • Eu levava tudo pra casa kkkk

        • Sophos Nsm

          eu tenho 3 backups fisicos (um em outro estad) e um em nuuvem e ainda tenho uma parte significativa revelada em alguns. pra perder tudo so se acontecer uma hectatombe nuclear.

      • bruno miranda

        Dias desses achei uma câmera analógica que ganhei de dias das crianças lá por 96, resolvi testá-la, o pior de tudo é que só ia saber se tava funcionando mesmo depois de revelar o filme, demorei 6 meses pra acabar com um de 36 poses, quando as fotos chegaram do lab foi emocionante hahaha, resolvi que não ia digitalizar, resultado foi que um monte de amigo pediu cópia já compraram até porta retrato e tals, experiencia bem legal acho que vou continuar.

      • Humilhou os pobres que só davam conta de pagar os filmes/revelações de 12 poses, hein? =P

      • Sophos Nsm

        1. realmente eu bato uma rajada de fotos. mas no final do passei seleciono as melhores e as outras taco num hd que nunca mais vou abrir.

        2. realmente… mas daí eu descubro que queimei uns 80% das fotos, e as que sobraram estão pessimas.

        3. eu continuo colocando em alguns. todo fim de ano eu revelo entre 400 e 800 fotos. hoje é algo muito barato.

        eu não sou muito de postar em redes sociais. mas minha esposa sempre posta 3 ou 4 fotos quando viajamos. não mais que isso. meu maior problema com a digital é o tempo que se perde tirando fotos. minha esposa as vezes perde boa parte da viagem clicando na maquina. eu ja tentei convencer ela a tirar algumas fotos e depois esquecer que tem maquina… mas enfim é a vida. eu gosto de guardar as fotos de momentos mas não quero viver a vida de expectador dela mesma.

        • Também não coloco em redes sociais publicas, são meia dúzia de fotos entre Instagram e facebook. Compartilho apenas privado, o iCloud é muito bom nisso, tiro a foto na viagem, já seleciono uma legal e no próprio iOS já marco como compartilhada, já pipoca nos devices de toda família, amigos próximo e toda turma que está viajando junto. Já comentam lá nas fotos, vira uma interação legal. E essa já vira a seleção de melhores fotos da viagem, com comentários embarcados. No final copio todas pro Google foto também. Assim pro resto da vida elas perpetuam entre devices Apple e Google nunca se perdendo e revivemos os momentos.

          Esse teu depoimento final sintetiza tudo. Fico nesse dilema também!!!

          • Sophos Nsm

            uma desvantagem do google fotos é a impossibilidade de compartilhar com pessoas proximas.

      • Zalla

        não sinto saudades de nenhuma dessas coisas…
        fazer um book, tirar 200 fotos em filmes, aguardar revellação, escolher a miniatura que vai ampliar, depois mandar fazer a cópia fisica, etc..

        Hoje em dia o trabalho sai pronto, vc faz a foto com o cliente do lado e ele já escolhe a melhor para compor o book…tudo bem que tem o lado chato, tem sessões que podem demorar eternamnete pq o cliente sempre acha que “pode ficar melhor”

        • A nossa discussão era mais no pessoal 🙂
          Profissionalmente o avanço hoje é indescritível 🙂

    • Manoel Guedes

      Uma vez conversando com a minha esposa disse para ela que o nosso filho que na época tinha 7 meses e hoje 9 tem mais fotos tiradas que ela e eu juntos.

  • Lucas Timm

    Talvez se a foto analógica tivesse sido scaneada quando nova, o resultado teria sido diferente. Mas né, que scanner seria capaz de gerar uma imagem de 46MP em 2001? Eu era estagiário num laboratório, e tinha um AGFA com lentes intercambiáveis, e na época havia custado um automóvel popular, e eu DUVIDO que ele pudesse scanear com toda essa resolução.

    Os resultados entre as duas são realmente incríveis.

    (E sim, dói não ver o WTC.)

    • Rodrigo M

      Com certeza ela foi scaneada do negativo, então não deveria ter diferença relevante (só se o cara cuidar muito mal dos negativos).

      • Lucas Timm

        Ah, não considerei isso.

    • Sempre que vejo algum filme/série mais antigo e vejo o WTC fico pensando: “cara, que merda…”

      • Theuer

        Vejo minha namorada assistindo Friends e sempre penso o quão foda e vibrante devia ser NY neste período do grande fim da violência dos assaltos e os atentados às Torres. Devia ser um lugar de matar de inveja mesmo.

  • Essas imagens me remetem muito a Friends hehe

    • Segue pela 5a avenida em ambas as fotos, vai ver aquele arco (que tem na abertura do Friends), só dobrar a direita, caminhar mais um pouquinho e está lá o prédio deles, inclusive nessas fotos 😛

      A propósito, como NY estagnou em novos prédios… são os mesmos em mais de uma década, coincidindo com a queda das torres gêmeas.

      • e não é que achei mesmo haha

      • Theuer

        Matéria:
        “NY estagnou em novos prédios” e entenda porque isso é bom! 🙂

        Cada vez que passo pela avenida Pompeia em SP(perto do estádio do Palmeiras) eu lamento as OITO novas torres de apartamentos que plantaram lá em três anos. Sem mudar nada na infraestrutura local.

  • A foto analógica esta com um zoom e um enquadramento muito mais legal. Aparece o direitinho o prédio do homem aranha e dá o devido destaque para as fantásticas twin towers.

    A foto digital está muito mal enquadrada… apesar da qualidade da resolução e cores.

    • Gilson Lorenti Fotografia

      lentes diferentes, além do formato do sensor e do não serem os mesmos.

  • Que papéis de parede incríveis 🙂

    • Gilson Lorenti Fotografia

      no site do petapixel tem link para as imagens na resolução original. só clicar nas imagens e baixar no flickr.

    • Rodrigo M

      Recomendo esse site https://interfacelift.com/

  • Carl Segão

    Cara, digital é muito melhor. Vejam a resolução daquele maior prédio lá ao fundo, no centro, levemente à direita… Notem que no filme é tão zoado que parece que são dois prédios quadradões, “pixelados”! Já na image digital dá pra ver em resolução melhor, enxerga até os detalhes da geometria do prédio!!!

    .
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    .

    Too soon?

    • “E as cores cara, olha as cores….” Também pudera, de lá pra cá repintaram os prédios quase tudo… =P

    • PP CarvalhoF

      Esse comentário é sério ou é zoeira? O “prédio que parecem dois” eram os World Trade Center. Rs

      Se for zoeira, tá de boa! Rsrsrs

      Também acho que um bom equipamento digital é muito melhor que os processos dos filmes (era broxante esperar quase uma semana e ver que aquela foto tinha “queimado” ou estava um borrão só!).

      • Carl Segão

        Zoeira. Por isso o “too soon?” no final, apesar de ter acontecido há quase 15 anos. 😛

  • Hoje em dia fotografia digital é bem melhor, mas quando surgiram as primeiras cameras com a incrivel resolução de 300k que armazenavam 12 fotos a situação era bem diferente. E o mesmo caso do audio, quando surgiu o digital não tinha muita logica uma musica em alta resolução ocupando uns 20MB se o meu hd era de 150MB , hoje em dia com mais espaço e redes mais rapidas a qualidade digital ficou viavel.

    • HomeroGamer-BanidodoMB

      Cara, eu rodava mp3 no meu 486dx e era os mesmos 3mb que encontramos hoje em dia. Isso em 1900 e alguma coisa (meu 486 era novinho e meu acesso a mandic bbs me permitiu pegar vários programas interessantes na parte de áudio). MP3 é muito mais velho que você pensa, só era mais complicado.

      • Eu rodava mp3 em 1996 no meu 486 também e alguns arquivos tipo mod, que eram bem melhor que arquivos mid. Claro que os mp3s de 3 megas são extremamente usaveis, o primeiro que baixei na rede discada foi um mp3 da filme rei leão, can you fell the love tonight. A questão que audio em alta resolução na época era inviavel, devido ao pouco espaço que tinhamos e a velocidade de banda do meu mode 14400bps. Hoje consigo baixar uma musica de 20mb em 2 segundos e coloco no cartão de 32GB do meu celular e não faz nem cosquinha. Quando pude comprar um aparelho de cd 4x pro meu computador vivia ripando os cds dos amigos .

        • HomeroGamer-BanidodoMB

          Cara os mods eram fantásticos. A paciência dos caras para colocar uma música inteira usando 4 canais era fantástica. Adorava deixar mods rodando no alto falante do 386 num modplayer que tinha na época. Só pra exibir o “maquinão” que eu tinha.

          • Carl Segão

            Sem falar que alguns mods tinham até sample de voz. Era foda.

          • Jalper

            Tinha um MOD player no Pentium da época que vinha com a música She Drive Me Crazy, do Fine Young Cannibals. Não gostava da música mas ficava ouvindo só por causa da “novidade” que era ouvir sons de verdade no computador e não só aqueles tons monofônicos do “PC speaker”…

          • SNAP – Every Body Dance Now era fantástica em MOD.

            Vocês são guris ranhentos falando de MP3, uma simples música digitalizada.

            O canal é AMIGA 500 de 7 Mhz rolando MOD nos anos 80 que a gente separava voz, bateria e guitarra. hahahah

          • Nossa, brinquei demais com esse software, tinha versão para DOS, depois de configurar certo a irq da minha placa de som sound blaster claro hahahaha cheguei a brincar de compor algumas coisas.

          • Hey ! Pro Tracker no DOS ?!?!? Que heresia !!! hahahahah

            Rapaiz, no PC, coitado do PC, era muito limitado. O Amiga com os co-processadores gráficos e de som , faziam a brincadeira com essas músicas ser sensacional. Desde a qualidade do áudio, até o processamento fluído e o som sem interrupções, era muito superior. Penas que a Commodore quebrou e deu espaço para os PCs montados e o Windows vingarem sozinhos.

            hehehe, era divertido mesmo, isolar os canais de som e incluir novas batidas !

          • Infelizmente só tive contato com PC, na época trabalha com manutenção e só pude ter meu primeiro pc por que ganhei uma placa de 486 de um upgrade do cliente que passou para pentium 100. Mas sei que o PC era mais limitado, um amigo meu começou com um 386sx que nem processador aritimetico tinha, era vendido a parte, custamos arrumar um processador aritimetico pra poder rodar 3d studio 1.0 for DOS.

          • Foi a frente do seu tempo ! E o pior é que era barato, o problema era comprar no Brasil.

      • Carl Segão

        O primeiro arquivo MP3 que baixei na vida foi via BBS, a Mandic. Usando um modem de 2400 bps. Naquela época era novidade e era incrível, porque quando vc ripava uma música de um CD, o arquivo (que era .WAV) tinha mais de 20 mb, como o @aleandredasilvacosta:disqus falou. E com HDDs inferiores a 200 MB, era complicado manter muitas músicas sem compactação num deles.

        Ps.: Usava o Winamp pra rodar os arquivos… bons tempos da Lhama!

        • Nilton Pedrett Neto

          não sei que configurações vcs utilizavam, mas a conta que eu fazia era 1min=1MB (em MP3)

          • Carl Segão

            Era basicamente isso mesmo. Mas aí depende da bitrate, quantidade de canais, compressão, etc, etc. Mas a média era de 1:1 mesmo.

        • HomeroGamer-BanidodoMB

          Acima de 20m eram os wavs e não mp3s.

          • Carl Segão

            Sim, os WAV. Tanto que falei “quando vc ripava uma música de um CD, o arquivo tinha mais de 20 mb”… Na época vc ripava uma música em Wav, com 20 MB e só depois encodava pra MP3. Não é como hoje que vc ripa direto pra MP3. E além dos WAV tinha tb os AAC. É nego, sou véio. KKK

          • HomeroGamer-BanidodoMB

            Se tu se acha véio imagina eu fazendo transação no Banrisul usando terminal em texto em um modem 2400bps e baixando jogo e software via bbs. Meus primeiros jogos prediletos foram Taipan, Karateka e Estelar 7 que jogava nos Unitrons da ETE Lauro Gomes.

          • Carl Segão

            Cara, eu programava em TK82 e gravava/lia em fita cassete usando um gravador da CCE.

          • HomeroGamer-BanidodoMB

            Usei pouco o TK82C, a pouca memória mal permitia isso -0-^-0-, usei mais o TK90x (geralmente com a interface controladora de um sistema de projeção laser). Só que era muito complicado conseguir jogos pra esses dai. Por isso que meus primeiros jogos preferidos foram já foram os dos appleII

          • Freud, you WIN !

          • Disputa velada de quem tem mais velas no bolo? Que coisa velha usar vela em bolo! kkkk

          • Comecei com essa manual aqui, o Freud ganhou ! 😀

          • Theuer

            Não, você programava, achava que gravava e depois tentava ler!
            #loop
            Cara, até hoje eu não sei direito ser gravar em K7 era mais genial ou mais irritante! Hehehe
            Abraço.

        • Winamp! It really whips the lhama’s ass!

        • Adriano Garcez

          Acho muito palha ver a galera falando do Winamp com nostalgia de uma época muito antiga… eu usava até o ano passado. :p

          • Carl Segão

            Cara, até existe e tal, mas os usuários que “começaram a carreira” no Winamp usualmente abandonaram o bicho depois de um tempo, quando começaram a lançar versões mega pesadas que comprometiam o desempenho do PC como um todo. Aí surgiram outros players melhores/mais leves, até o próprio Media Player do Windows passar a suportar MP3. Aí já era, o Winamp virou produto de nicho.

            Lembro que o mais legal nele eram os mods e as skins, eu tinha vários. O mod mais bacana era o que sincronizava a música com a letra, aprendi a cantar várias músicas de tanto ouvir/ler enquanto sincronizava manualmente as porra tudo. 😀

          • Adriano Garcez

            Mas o Winamp sempre foi leve. Talvez você esteja falando da interface Modern, essa sim bem pesada (meu K6 chorava), mas tinha como usar a padrão.

            Durante uma época tentei substituir pelo Foobar, mas não curti.

          • Carl Segão

            Leve hoje, pros PCs atuais. Para os 386/486 da época, as primeiras versões eram leves. Depois lançaram uma lá que era mega pesada, aí vc tinha que manter a versão desatualizada pra poder rodar legal. Acho que era essa Modern mesmo, mas não era só skin, fodeu o player todo. Aí desencanei do Winamp.

            Atualmente tenho usado o Media Player Classic (que vem no K-Lite) pra filmes e o Windows Media Player ou o Groove do W10, e atendem perfeitamente. 🙂

          • Adriano Garcez

            Mas usei no K6II 500Mhz. Não ficou pesado depois da vinda da Modern, desde que eu não utilizasse esta interface. Agora, 386… já não sei dizer.

            Eu ouço tudo pelo Google Music Desktop Player, já que upei toda minha coleção para lá. As poucas coisas que tenho no HD, uso o VLC.

          • abraaocaldas

            O nome da interface não era Bento e new bento?

          • Adriano Garcez

            Não. Isso que você falou são skins.

      • Rodrigo M

        Não é bem por aí, no começo só tinha mp3 a 128kbps e principalmente com os encoders da época, tinham perda de qualidade notável.

        Hoje em dia não tem porque gravar mp3 com menos de 192kps ou utilizar VBR: http://www.midideejay.com/2009/03/tutorial-mp3-cbr-abr-vbr.html

        • HomeroGamer-BanidodoMB

          Você acabou de comprovar o que eu disse, não sei o que você discorda…

  • Why

    Sempre achei interesante este tipo de comparação mas não sei se no final ela é justa. Ao “digitalizar” o analógico sempre haverá modificação e acredito que a forma mais sensata seria a comparação das duas impressões.

    • Gilson Lorenti Fotografia

      Sabe qual o principal problema de trabalhar com o analógico hoje em dia? Não é o preço, a dificuldade de achar filmes ou qualquer outra coisa. O problema é achar laboratórios que ofereçam um serviço de qualidade para revelar o negativo. Se essa parte do processo não funciona bem então todo o resto vai para o vinagre.

      • Why

        Concordo! Mandei revelar um filme P&B na semana passada e algumas fotos ficaram esverdeadas, outras azuladas, sépia… Ficou uma porcaria (como se a minha habilidade com o foco manual já não estragasse o suficiente as fotos heheheh)!

  • Carl Segão

    Detalhe a estátua da liberdade lááááá no fundo, pequeniniiiiinha…

  • Monstro Medieval

    Também não sinto a menor saudade. Duro igual a um coco tentando aprender a fotografar, economizando foto e esperando ter grana pra revelar. Anotava as configurações da câmera pra ver depois.
    Nessa comparação aí só fiquei pensando no processo de revelação da época, acredito que o scanner foi dos melhores. Também tem que ver o pós processamento da digital. De qualquer jeito, nenhuma saudade da época de filmes.

    • Theuer

      Nuss, anotar as configurações da câmera com o número da foto era muito clássico! Um tiquinho de saudades até que dá sim.

  • Julio Alvarez

    Compara a qualidade e resolução de uma foto digital com uma foto analógica que passou por um scanner.

  • Adriano Garcez

    Queria ver essa comparação com câmeras de celulares. Na real, seria mais interessante ver a evolução destas.

    Alguém ainda usa point and shoot? Poderiam me indicar alguma com preço de cerca de R$500?

    • A série NEX da Sony tem excelentes point and shoot, mas são mais caras que esses 500 Temers…

      • Adriano Garcez

        As que vi têm o preço de uma DSLR. Nunca que vou investir tanto assim numa point and shoot, digo, numa câmera…

        • Eu até achei o preço honesto pelo que ela oferece. Quando eu comprei a minha, uma F3, paguei 1200 Temers mas ela veio com uma lente fixa 50mm (que infelizmente caiu no chão e arranhou feio) e uma zoom 18-55mm numa promoção na (extinta) loja física da Sony no Barra Shopping (RJ). Depois de um tempo pensei em comprar uma 55-300mm mas a grana até hoje não deixou. Tive que priorizar.
          Hoje a câmera está parada há quase um ano por falta de tempo para brincar com ela.

      • tuneman

        me arrependo muito de nao ter comprado uma Nex F3. por aaqui ela já esteve mais barata do que na Amazon USA.

        • Quanto ela estava quando você viu?

          • tuneman

            chegou a custar pouco mais de 600 reais. mas faz tempo…, mais de 1 ano atras.

          • Cara, eu teria cometido suicídio se perdesse uma promoção dessa… Exigindo um pouco da sua memória, por acaso era só o corpo ou tinha lente no kit? Se fosse só o corpo, o preço seria honestíssimo. Com lente era maluquice da loja.

          • tuneman

            Aí o print. Chegou a R$629 mas por um bom tempo oscilou abaixo dos R$800.
            Eu nao peguei por burrada mesmo.
            Não sou grande adepto da fotografia, mas tava barato demais!

            https://uploads.disquscdn.com/images/bfcef837de3cba2f5d3c5aa39d02c40017f343fbad863b868f36568dba1d94f5.png

          • tuneman

            Alias, acho que era com a lente junto. tirei do ponto frio…:
            Conteúdo da embalagem – Câmera Digital Sony NEX-F3 Preta
            – 1 lente Sony SEL1855 (De 18 até 55mm)
            – 1 bateria recarregável NP-FW50
            – Carregador de bateria
            – Manual de instruções em Português
            – Tampa frontal
            – 1 Alça de transporte, Cabo USB, CD-ROM

          • Cara, realmente uma pena não ter aproveitado. Hoje, usada, com lente 18-55mm ela é mais cara do que esses 629 Temers! E é uma point and shoot muito boa!

  • Ué;

    A maior parte dos leitores do MeioBit não passou por isso, mas quando a fotografia digital surgiu

    Que discriminação ! Como cê sabe que não passei por essa fase ? Uma super falta de sacanagem.

    #GeraçãoMiMiMi #DetectorDeIronias

  • Deni Carson de Souza

    Desculpe, mas não concordo com a comparação.
    Pra início o “analógico” foi digitalizado. Para uma comparação mais justa o arquivo digital deveria ser impresso e digitalizado no mesmo scanner.
    Não digo que hoje a fotografia digital não esteja igual ou superior, principalmente no quesito praticidade, porém com o equipamento certo a ampliação em fotografia “analógica” tende a ser melhor.
    Outro detalhe que vejo é essa busca por cores mais “vivas” que não refletem a realidade, aí sai um pouco da idéia de “capturar” o momento para algo mais próximo da arte, onde o artista exibe o seu ponto de vista.

    • Rodrigo M

      “arquivo digital deveria ser impresso e digitalizado no mesmo scanner.”

      Não digitalizaram da impressão e sim do negativo, utilizando um scanner profissional próprio para isso que pode custar mais de 13 mil dólares.

      Detalhe que o scanner é da mesma empresa!!!

      Na BH photo video: Hasselblad Flextight X1 Scanner: $13,400.00

      E mesmo assim não faz sentido isso de imprimir e digitalizar novamente, o mais justo seria comparar uma revelação de ambas as fotos do mesmo tamanho e mesmo isto não faz muito sentido já que a foto sera utilizada de maneira digital em revistas, jornais, etc.

      • Deni Carson de Souza

        Desculpe a minha ignorância acerca de como foi digitalizado. Devia ter pesquisado antes o scanner. Para comparar a impressão seria mais justa. Agora que nos dias de hoje seria improvável o uso comercial do modelo analógico isso é fato.

  • Alexander David

    O analógico é bem melhor no digital nem da para ver as torres gemeas

  • Diferenças nas lentes, no filme utilizado e a forma que foi processar vão causar essa diferença na qualidade.
    Só pra registro uma Leica custa um rim aqui no BR.

  • “Aceitem a tecnologia digital, ela é bem melhor.”

    Isso vai dos olhos de quem vê. Nunca imaginei que aos meus 20 anos de idade eu iria me apaixonar e me render à fotografia analógica. Hoje, coleciono câmeras e a cada dia me surpreendo mais com a “fotografia real”, que é prender a imagem no negativo e brincar como bem entender. O problema é que o digital perde o seu valor com o resultado instantâneo, já nos 35mm tu te sente na obrigação de fazer cada frame valer a pena. Mas como eu disse, vai de cada um, e não, não planejo comprar uma digital.

  • tuneman

    a tecnologia digital tambem é mais econômica.
    lembram quando anunciaram que Star Wars 7 iria ser gravado com película? pois é, foi um estrondo de alegrias, mas ao meu ver nao adianta nada, pois foi tudo digitalizado e adicionaram uma porrada de CGI.
    alias, assistimos centenas de filmes feitos com câmeras digitais, adoramos e não nos preocupamos com isso!
    o uso de artificios analógicos no cinema, fotografia ou música pode ter algumas peculiaridades interessantes, mas por si só nao vai “salvar” o mercado… ou seja, o digital veio para ficar.

  • Julio Verner

    Além do Digital provar sua superioridade vemos também que um Inside Job sustenta uma Odebrecht norte americana. Além da paranoia daqueles doentes(não só pela obesidade). Viva a Liberdade afinal.

  • Comentarista da Veja, G1 e R7

    Muito legal essa matéria.
    Faz tempo que queria ver a comparação.

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