Microsoft busca novas formas de monetizar o Windows

 

kevin-turner

A Microsoft enfim reconhece que o modelo atual de monetização não é mais o melhor. Redmond tem entendido que é preciso mudar as formas de distribuição e tem revisto alguns conceitos, como por exemplo oferecer o Windows Phone de graça para as fabricantes de smartphones parceiras, além da existência do Windows 8.1 with Bing, fornecido na faixa para fabricantes de PCs de baixo custo.

O próximo passo? Mudar como o Windows para desktop faz dinheiro. E isso vai de fato acontecer, de acordo com o COO Kevin Turner.

Para começar, não se enganem pessoal: a Microsoft não tem a menor intenção de fazer como a Apple, que tem oferecido o Mac OS X de graça. Para Cupertino perder com o SO é aceitável porque a companhia vende o pacote completo, o sistema só pode ser embarcado em Macs. Já a Microsoft não pode se dar a esse luxo, embora o Office seja desde sempre seu carro-chefe na questão de lucros o dinheiro amealhado com as licenças do Windows para desktops, sejam as versões para usuários finais ou as licenciadas para fabricantes não são desprezíveis. Porém, em uma conferência para investidores realizada na última quinta-feira, Turner disse que o modelo de negócios do Windows vai mudar.

Perguntado sobre se Redmond consideraria comercializar o Windows com prejuízo, o COO foi categórico: “não há nenhuma conversa (interna) sobre isso”. Quando pressionado, Turner afirmou novamente que a Microsoft não pretende perder dinheiro com o Windows, mas sua forma de monetização será de fato revista. Mas de que forma isso seria feito? Ele respondeu o seguinte:

Há serviços envolvidos. Há oportunidades adicionais para que possamos adicionar recursos e oferecer nossas ferramentas de uma maneira criativa.

Turner não entrou em detalhes, se limitando a dizer que os novos planos para o Windows serão revelados entre junho e dezembro de 2015, dando novamente a entender que o Windows 10 só dará as caras próximo do fim do ano que vem. Porém ele deixou uma linha de pensamento interessante:

Precisamos encontrar novas formas de monetizar o ciclo de vida de nossos produtos para consumidores com dispositivos sem custos de licença.

Isso aponta para a possibilidade do Windows 10 ser oferecido como um serviço de assinatura para consumidores finais, ao invés de ser vendido com um valor consideravelmente alto. O Office 365 já é assim, e ele oferece diversas vantagens que compensam a assinatura (OneDrive ilimitado, por exemplo). Rumores anteriores já apontavam para essa possibilidade, e o que Turner disse reforça os vazamentos.

Uma mudança de paradigma desse tipo seria capaz de diminuir a pirataria do Windows? Difícil dizer, mas é provável que ajude. Oferecendo uma assinatura com produtos adicionais e vantagens, muita gente pode largar as versões da Locadora e abraçar o sistema de forma legal, desde que a oferta seja interessante. É esperar para ver.

Fonte: GW.

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Autor: Ronaldo Gogoni

Um cara normal até segunda ordem. Além do MeioBit dou meus pitacos eventuais como podcaster do #Scicast, no Portal Deviante.

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  • Com Macbooks e iMacs impecáveis, Chromebooks aparecendo por todo lado e toda concorrência de Tablets e Smartphones, o Windows em desktops no escopo residêncial/pessoas físicas esta cada vez mais em queda livre. Nem na pirataria ele figura tanto mais, do risco de vírus a todos os bloqueios que a Microsoft dificulta, ninguém mais se presta a piratear, ou ela realmente reinventa o modelo de comercialização (como diz a matéria) ou ninguém mais vai querer saber, apesar de ele estar cada vez melhor depois da entrada do Satya Nadella na empresa.

    • Macs: campeões de vendas de computadores. SQN

      • Onde ? Brasil ? 😀

        • Lucas Balaminut

          Cara, os artigos que eu encontro mostram um record em market share pros laptops da Apple, um crescimento absurdo do início de 2013 pro fim de 2014. Mesmo o PC tendo um crescimento muito menor, ele ainda tem uma fatia de mercado maior que a linha Mac. Isso mostra a tendência da Apple diminuir a diferença pro PC.

          http:// marketrealist .com /2014/10/consistent-mac-growth-helped-apple-gain-share-pc-market/

          http:// recode .net /2014/11/19/the-macs-second-act-from-obscurity-to-ubiquity/

          http:/ /www .wsj .com /articles/apples-second-best-seller-mac-1414428004

          http:// www .computerworld .com /article/2687742/mac-and-chromebook-sales-erode-windows-pcs-retail-share .html

          http:// betanews .com /2014/10/27/why-mac-sales-are-up-when-pcs-are-down/

          http:// blog .chron .com /techblog/2013/06/pc-sales-continue-their-decline-apple-to-overtake-microsoft-in-2015/

          http:// appleinsider .com /articles/14/10/08/surging-mac-sales-put-apple-among-top-five-global-pc-vendors-for-first-time-idc-says

          • Estava focando no nicho residencial, talvez essas estatísticas considerem PC Win geral inclusive empresas onde desktops ainda são fundamentais.

            Só acho que desktops em casa está cada vez mais com dias contados. Não me espantaria vendas em queda livre.

          • Lucas Balaminut

            Desktop em casa realmente está cada vez mais com dias contados, essa tendência não é novidade. Se tivesse aberto os links, veria que alguns trazem estatísticas apenas de laptops.

          • Estava lendo na rua e no smartphone, não muito oportuno para ver os links em detalhes 😉

            Essa tendência realmente é algo que falam a décadas, que no futuro não existiria mais o PC como gabinete. Só que ninguém sabia exatamente como descrever o que teria no lugar. De muito pouco tempo pra cá (2010 em diante), veio o iPad que foi visto como piada e deslanchou em tablets para tudo que é lado, as TVs smarts proliferaram, a aceitação de Apple TV e Chromecast é ótima, isso tudo sem muito planejamento e previsões concretas veio a concretizar de uma hora pra outra essa profecia antiga do PC Desktop desaparecer, tudo veio acontecendo de forma rápida e natural. Acho que é por aí o caminho, e serviços como Netflix, iTunes, PlayStore e Spotify entre outros, eliminam de vez o costume da pirataria, do HD lotado de filmes/músicas piratas que aqui no Brasil era lei e demandava de um desktop pelo menos para guardar essas coisas.

          • Lucas Balaminut

            Vixi… vou ter que discordar de novo hahaha.

            “Eliminam de vez o costume da pirataria” – Só que não: nunca se pirateou tanto quanto hoje em dia, a diferença é que agora tem stream e torrent. O sucesso dos streamers legais (Netflix, iTunes, PlayStore, Spotify) não diminuiu a pirataria, apenas encontrou a enorme fatia de mercado feita por leigos que não sabem piratear, ou se sabem, tem medo, ética ou preferem a qualidade e comodidade dos streamers legais. Pirataria e indústria de streams legais não são mutualmente exclusivos, do mesmo jeito que a internet não acabou com a TV, e essa não matou o rádio.

            Porém, acertou na tendência do stream: quanto mais acessível a internet fica (range, speed, price), menos necessário é carregar mídias físicas, como o HD externo. No mundo utópico que o Google aposta com o chromebook, tudo fica na nuvem. Estamos longe disso, mas caminhamos nessa direção.

            http:// piracy .web .unc .edu/factsfigures/
            (esse tem sources acadêmicas muito legais)

            http:// www .go-gulf .com /blog/online-piracy/
            (esse tem sources industriais, não tão bacanas).

          • Me parece que diminui usando eu como referencia e novamente meu ciclo de amizades. Até muito pouco tempo, assistir filme em casa era 100% fazer pirataria, a alternativa de Pay-per-view da NET nunca foi uma boa opção. Em pouquíssimo tempo percebo que é difícil ver alguém que não assine o Netflix, realmente me parece que as pessoas preferem pagar do que fazer a chinelagem de procurar pirata e catar legenda, nem o PopCornTime é bom, fica limitado só aos blockbusters. Seja por mim, que passei a comprar filmes no iTunes e assinar Netflix e Spotify, ou pelo meu ciclo de amizades que demonstra o mesmo comportamento.

            Eu pirateava pq comprar era caro e o serviço era inferior. Hoje o preço é justo e o serviço é muito superior do que encontramos no submundo pirata, mesmo tendo todo conhecimento para ter acesso a pirataria.

            Me parece que no momento que existem bom serviços pagos, com bom preços, a aceitação é muito positiva não só nos leigos que nunca baixariam pirataria, como nos “entendidos” que reconhecem a qualidade que o pago alcançou hoje em dia.

            A exceção (sempre tem) é para os seriados. Mesmo sabendo que poderei ver na FOX na terça-feira, não contenho a ansiedade e assisto TWD entre domingo e segundo baixando pirata via torrent, heheheheh.

            Boa discussão ! 😀

          • Lucas Balaminut

            SIM! Prazer em te conhcer cara.

            Comigo, aconteceu exatamente a mesma coisa. Eu tinha vontade de consumir os filmes e séries, mas meu salário mínimo só permitia se fosse pirateado. Eu fazia as maiores gambiarras pra conseguir aquilo que eu queria. Hoje em dia, pago pelo Netflix e Spotify. Além da qualidade ser muito superior e poder usar em o serviço em qualquer lugar com internet, streamers fazem recomendações de filmes, documentários e bandas que eu não conhecia, mas passei a gostar.

            Eu ainda racho meu Netflix e Spotify com uns amigos, oque torna o preço ridicularmente barato. Os streamers permitem que a conta seja rachada, oque ajuda muito.

            No meu ciclo de amizades, vejo o mesmo fenômeno. A galera assina Netflix, Spotify, mas uma coisa ou outra ainda faz download pirata.

          • Por isso vemos Macs em todos os cantos, fora de eventos de tecnologia

          • Lucas Balaminut

            Hahaha 😛

      • Diogo Lima

        Sempre tem que puxar um flame…

    • Lucas Balaminut

      “Ninguém mais vai querer saber” – nunca subestime o poder da gigantesca e gloriosa massa de tia avós que “querem as internets pra entrar no site da Ana Maria, ver fofoca da novela e foto dos sobrinhos no Face” rs. O leigo ainda é a grande maioria esmagadora do mercado.

      • Erick Terto

        Mas em teoria as tias avós estão trocando os PCs por tablets. Mas o Windows morrer seria difícil devido ao mundo corporativo.

        • Lucas Balaminut

          Eu acho essa troca dos PCs por tablets pela fatia de mercado representada por leigos meio controversa. Eu vejo muito mais entusiastas, galera menos leiga e que curte ter vários gadgets comprando tablets nas pesquisas de mercado. Essa galera normalmente não substitui o laptop por um tablet, eles ficam com ambos. Já o mundo corporativo tem o Windows infincado em sua raiz. xD

          • Erick Terto

            Por isso eu disse em teoria. Como sou entusiasta tenho os dois então nessa parte é verdade. Não acompanho a venda de tablets mas acho que muita gente que não quer gastar muito está optando por esse tipo de aparelho. Ele é mais leve, rápido para uso básico e a bateria dura bem mais que um notebook.

          • marcosalex

            As vendas de tablets já estão caindo no mundo inteiro, até com a Apple. Quem usa tablet segundo os próprios fabricantes é para joguinhos casuais e um pouco de internet.
            PC continua como antes, o que acontece é que os computadores de hoje não precisam mais ser trocados na mesma frequencia que antigamente. E não tinha computador já comprou, tanto nos países desenvolvidos quanto em boa parte dos países médios, como o Brasil.

            Então estava na hora de inventarem outra necessidade pra venderem facilidade. E como a cada dia as pessoas são mais facilmente manipulaveis, nada como um CEO carismatico e um marketing bem feito pra criar um novo nicho de mercado.

          • Lucas Balaminut

            Seu comentário estava indo muito bem, até “como a cada dia as pessoas são mais facilmente manipulaveis, nada como um CEO carismatico e um marketing bem feito pra criar um novo nicho de mercado”. Eu acho que esse pensando é um pouco simplista e perigoso; sou analista financeiro, e toda vez que eu diminui uma força de mercado pra simplesmente “marketing” ou “manipulação do poder de decisão”, fui humildemente posto no meu lugar de ignorante pelo próprio mercado hahaha.

          • marcosalex

            Definitivamente você não conhece como funciona o mercado. Nunca foi tão fácil formar a opinião dos outros.

          • Lucas Balaminut

            E em nenhum momento eu duvidei disso. Apenas acho perigoso atribuir um grande movimento/ forte tendência a uma única característica.

          • Tem muita lógica essa questão do desktop não ser trocado com tanta frequência e isso vale para tablet também, tenho um iPad 2 até hoje e ainda não pretendo trocar.

            Mas independente disso, o que percebo no meu ciclo de amizades, em grande escala é que ninguém mais tem desktop, principalmente quem faz alguma mudança, muda de casa, menos ainda, se livra de algo antigo que tinha. Da família a amigos, o normal é as pessoas consumirem conteúdo em tables e smartphones, não se ve mais ninguém sentado em algum canto da casa preso a um PC tradicional. A única exceção é no uso de um laptop para trabalhar.

            Certamente não é uma análise de mercado, é meu ciclo de amizades dentro do “meu mundinho”, mas é uma visão razoável do que acontece e é tendência.

    • Gedson Junior

      Não vejo uma queda tão brusca no desktop, a maioria dos tablets não substitui um notebook com windows. Se eu fosse comprar um tablet compraria com W8, as possibilidades são muito maiores q um tablet Android. Chromebook é bom pra um certo nicho, aquilo não funciona sem internet.

      • No meu tipo de uso, uma dobradinha laptop + tablet é o ideal, não sei se para maioria das pessoas. O tablet do tipo hibrido com W8 não é legal, me parece que não faz nada legal, é pesado para manusear no uso geral e um pouco limitado para trabalho. Me parece que um iPad Mini para quase tudo e um laptop para trabalhar (de preferencia dentro do ecosistema da Apple) é o ideal.

        E o desktop lá numa mesa com monitor e teclado, este está com os dias contados, nem as casas/aps são projetados mais para ter este espaço como se fazia antes. A não ser o pessoal mais de tecnologia e gamers que não largam o desk.

        • Daniel Conte

          Isso é muito pessoal. Tive o iPad Mini por uma semana e vendi. Não resolve sabe, é limitado para o uso que faço e não é tão portátil quanto um smartphone.
          Minha namorada (atual dona do Mini) nem liga mais o Vaio dela :/
          Sou ponto fora da curva, “precisaria” de mais uns 2 pcs hehe.

          • Nícolas

            Hahaha minha mãe roubou meu iPad e esqueceu o note dela também. Não sinto a menor falta do iPad, acho que o único tablet que me serviria bem é o Surface Pro e tenho a sensação que ainda ia querer um desktop para coisas mais parrudas.

          • Nícolas

            Hahaha minha mãe roubou meu iPad e esqueceu o note dela também. Não sinto a menor falta do iPad, acho que o único tablet que me serviria bem é o Surface Pro e tenho a sensação que ainda ia querer um desktop para coisas mais parrudas.

          • Daniel Conte

            Eu vendi porque tinha um aparelho de R$ 1500 pra ver Youtube e Netflix o que é muito caro hsuahsa

          • Lissandro

            Tem tablet com Windows que serve pra coisas diárias e algumas coisas a mais, se ligar um tecladinho+mouse vira um netbook moderno (eu uso um W2 da Pipo pra tudo até alguns jogos eu jogo nele 😛 ). Fico longe das iCoisas, quase comprei um Mac ano passado mas desisti

          • Gaius Baltar

            Como você falou, é muito pessoal. Eu uso massivamente o iPad Air na minha atividade profissional e pessoal. Com o Office “de verdade” ele substitui totalmente o desktop no que toca a planilhas, edição de texto e apresentações do Power Point. Com o LogMeIn posso acessar os PCs de qualquer dos dois locais de trabalho que tenho. Utilizo também para visualizar fichas de pacientes, exames laboratoriais, fotografias e radiografias, tudo sincronizado pelo Dropbox. É também meu aparelho preferido para prescrição de receitas. Sem falar em atividades que um smartphone também poderia desempenhar (emails, redes sociais, notas, lembretes, etc.). Na vida pessoal uso para ler notícias de manhã, vídeos à hora do almoço e do jantar, além de ler quadrinhos, acessar a web, jogar e ler antes de dormir. Um Surface para mim seria um peso e um custo que não teriam compensação. Mas, voltando ao princípio, é dependente do perfil de cada um.

          • É bem por aí, é uma invenção que nos amarra do pessoal ao profissional pra tudo, naturalmente acabamos abandonando o desktop é só investir um pouco de atenção no tablet que tem as ferramentas tudo lá de forma bem mais produtiva em diversas situações. Também prefiro o Dropbox, ele é caro, mas é bem melhor que o iCloud, só a Microsoft esta chegando perto com o OneDrive que está muito bom também.

      • Eddie Xavier

        Não fale sobre o que desconhece. O chromeOS funciona sim offline e inclusive roda aplicacoes offline.

    • Domingos Tavares

      Os macbooks e iMacs são caros demais pra maioria (pagar 4~5k dilmas num i3 com placa de vídeo intel? nem f*dendo! por menos de 1.5k dilmas eu levo um Dell com a mesma configuração). E o Chromebook é um belo peso de papel se não houver internet. Ele depende de webapps. Desktop com Android? Esqueça.

      Quanto aos tablets, nunca vi alguém que tenha realmente trocado um desktop ou notebook por um tablet. Aliás, só um caso, mas o cara importou um Surface Pro 2. E mesmo assim porque roda Windows 8.1 (e todos os programas que ele usa no Windows 7). No restante, o tablet convive com o desktop/notebook com Windows, como se o primeiro fosse uma extensão portátil do último.

      E a pirataria diminuiu porque ela é distribuída por torrent. Ninguém mais vai à feira comprar DVD pirata. Se a pessoa pirateia o Windows, ela prefere baixar o DVD e o crack.

      Quanto a vírus, ninguém no mundo Windows é tão paranoico com isso quanto um linuxiita médio. Aliás, dificilmente algum usuário de Windows se preocupa com vírus. E quando se preocupa, certamente ele está no departamento de TI de alguma empresa.

      • heheheh, cada um que comenta tem bons e plausíveis argumentos, com certeza todas essas abordagens, incluindo essa tua tem muita coerência.

        Concordo bem com o Chromebook peso de papel e com a chinelagem de colocar Android em um desktop. Quanto ao Mac, tens razão se tratando de Brasil, mas meu comentário seria um pouco mais amplo numa visão mundial, de qualquer forma, aqui no Brasil ele realmente é proibitivo e só importando, eu tenho por oportunidade de trazer de fora.

        De resto, discordo de ti, realmente são opiniões e realidades de cada pessoa, nenhum de nós esta viajando, são só abordagens diferentes. Como comentei, percebo bastante as pessoas já a muito tempo desfazendo-se dos desktop e consumindo conteúdo só em tablet/smart.

        Da pirataria, realmente não me referi a camelôs, putz, isso é o fim dos dias hahahah. Realmente me referi sempre a pirataria por download, vejo uma tendência muito forte de isso cair muito, é muita chinelagem baixar filme e música pirata depois de tantos serviços melhores e pagos. Antigamento o que tinha pago era pior, hoje o acervo é melhor e a qualidade melhor que as fontes piratas (seja torrent ou pior ainda os megauploads da vida). Acredito mesmo que cada vez mais as pessoas vão abandonar a pirataria.

        Sobre virus, no passado era uma paranóia do pessoal de TI, hoje em dia é crime que te lesa financeiramente. Se tu é negligente com vírus, o potencial de tomares uma fraude bancária no Internet Banking é enorme, tua margem de risco é muito grande. Mas realmente, se não usas Internet Banking e nem compra pela Internet, se não usas Onedrive/icloud para trabalho sério armazenando informações sensíveis, então se preocupar com virus não é fundamental mesmo. Mas cada vez mais nossa vida pessoal e profissional pode ser arruinada por causa de vírus que não estão aí pra sacanear, apenas pra te roubar e lesar financeiramente.

        • Alcy2k

          Realmente, cada caso é um caso.
          Uso o internet banking, nos dias atuais, diáriamente e comecei a usá-lo em 2000. Nunca tive quaisquer problemas com roubo de senhas e coisas afins.
          Do Windows 7 para cá não instalo nenhum anti-virus.
          Mas sei que meu perfil não é o do maioria de usuários.

          • Exatamente. Pior que os vírus para fraudes nem são detectados pelos antivirus na sua maioria, no Windows é muito complicado, ou tu uso mecanismos adicionais de segurança que teu banco forneça (software e/ou hardware) ou esta por conta e risco.

          • Geraldo Lopes

            .

            Também não uso anti-vírus no windows… somente um firewall (Comodo) e nunca tive problemas com vírus.

            .

          • Leonan

            Anti-vírus pra mim só traz problemas.

  • Ariel Souza Rossi

    Demorou muito pra MS perceber que o mundo é móbile e deve estar conectado.

    É só ver o quanto ela demorou pra acertar no SO do WP… apesar de eu achar que ainda é inferior em funcionalidade ao demais players do mercado. (o choro é livre)

    Além disso fica fazendo cagada com o Windows.. é só ver o que aconteceu com o Windows Vista e o 8, mesmo na versão 8.1 ainda não agradou.

  • MarioNaoPergunte

    Esse zé bigode é muito normal, sem graça, preferia as loucuras do Ballmer e a cara de louco capitalista.

    • Jefferson Santiago

      Parece um chefe dos anos 60!!!

    • silvioricardo

      Bigode engraçado, parece um ditador; no mais já esperava que a MS mudasse a monetização para provavelmente um sistema de assinatura com custo mensal fixo ou anual, mas ainda assim devem embarcar junto com outros benefícios como espaço ilimitado no Onedrive ou até uma versão que inclua o Office para atrair o consumidor e um preço justo;

      Em geral, quase ninguém atualiza a versão do Windows; mantém a mesma versão do SO instalada de fábrica; exceto quando se tem algum problema, onde na maioria dos casos só se faz um recovery do Sistema Operacional e, com a constante otimização do do mesmo dificilmente esse usuário vai trocar de computador;

      Então a intenção é atrair principalmente esse tipo de usuário, pois a venda de novos computadores está em declínio por conta de usuários domésticos que deixam seu velho computador de lado ou apenas utilizam o da empresa quando precisam fazer alguma tarefa mais específica que não seja navegar na internet ou olhar redes sociais;

      Está forma provavelmente vai incentivar toda uma nova base a manter um sistema constantemente atualizado; o que é excelente onde a maioria dos novos dispositivos são essencialmente um tablet com teclado/touchpad acoplável;

      Quanto a Apple, ela já tem um lucro enorme com o hardware; cobrar por Sistema Operacional que SÓ RODA em um dispositivo construído por eles era no mínimo abusivo e extorsivo; foi a sensação que tive quando comprei meu primeiro Mac.

  • chadefita

    Talvez se ela adotasse um preço anual de 1 dólar como no Whatsapp, ela sai ganhando também.

  • Lucas Macedo

    Baixar o preço da licença para usuários domésticos seria um excelente primeiro passo pra tirar muita gente da pirataria; até mesmo porque os garrotes hoje em dia pro windows funcionar sem ativação estão cada vez mais complicados e suspeitos.

    Windows10 por menos de R$ 200,00 seria matador.

    E acredito que ainda há espaço para o “windows desktop”, principalmente em notebooks. Apesar do mundo mobile crescer dia a dia, muita gente ainda deixa o smartphone/tablet de lado para usar um mouse e teclado convencionais, principalmente notebook ou mesmo desktop convencional. Isso sem mencionar as empresas e seu parque monstruoso de desktops.

  • Domingos Tavares

    Se não tiver custo imediato de licenciamento para o consumidor final, pode até ser que a MS aumente os lucros ao mesmo tempo que dá um kamehameha destruidor de planetas na pirataria (do windão) e no linux.

    • Matheus O.P.

      Meu amigo, quem usa gnu/linux tem motivos de sobra pra não querer usar Windows, nem que o S.O da MS saia de graça.

      • Domingos Tavares

        Um dos motivos é justamente o valor de licenciamento. Principalmente em micros e pequenas empresas, que usam linux só porque é de graça e a ABES fica procurando procurando software ‘alternativo’ nelas (para aplicar multas pesadíssimas).

  • Alvaro Carneiro

    Os comentários são como esse que copiei abaixo:

    – “Quanto aos tablets, nunca vi alguém que tenha realmente trocado um desktop ou notebook por um tablet.”

    Eu digo o seguinte: estou VENDO muita gente trocando o desktop por tablet. Não sei aí no Brasil como está. Mas aqui em PT a coisa mudou um pouco para os usuários comuns.

    TODOS, eu digo TODOS os meus amigos e conhecidos já nao tem mais mais desktop em casa, só no trabalho. TODOS vivem a vida com smartphone e tablet: enviam emails, navegam, usam apps e alguns jogam games casuais no tablet. O desktop virou para eles, algo inutil, um trambolho dentro de casa.

    A maioria aqui (que visita este site) é heavy-user, precisa do desktop e nao consegue se imaginar usando só tablet e celular – mas o heavy-user não é a maioria.

    O vendedor, a dona-de-casa, o engenheiro, o aposentado, o comerciante – esta turma na maioria dos casos só usa email, web, whatsapp, skype, aplicativos e nao dependem e nem querem o desktop.

  • Alcy2k

    Quando o Windows 8 foi lançado a R$ 69,00 (era esse valor mesmo?) eu adquiri 4 licenças.
    Quanto ao Office 2010 eu achei uma promoção do Home and Student (3 licenças) por R$ 99,00 e comprei também.
    Depois veio o lançamento do Office 2013 e quem tinha a licença do Office 2010 ganhava uma do Office 2013.
    De lá pra cá, tou sempre legal, pela 1a. vez desde o Windows 3.

    • silvioricardo

      Igualmente; passei a ser “legal” a partir do Windows 7 com o lançamento da plataforma Intune, em que pagava mensalmente por 3 licenças (não lembro o preço, mas era algo em torno de um lanche) e as demais versões após assinar a MSDN e o Office **

    • Alcy2k

      Como sou o “técnico” para alguns amigos e parentes, tenho convencido alguns a pagarem pelo Windows 8 e Office 3013.
      Já que não ganho nada deles, prefiro não ter trabalho com ativação de Windows pirata.

    • Les Claypool

      Inicialmente foi por R$29 o upgrade. Eu comprei e todos meus amigos também, justamente porque “misteriosamente” era possível realizar a atualização a partir de um Windows 7 Jack Sparrow. Depois de uns meses subiu pra 69.

    • Bem por aí, essa migração para a legalidade em produtos Microsoft, iniciou aqui no Brasil com o W8 a 69,00, foi uma bola de neve… muita gente fez da mesma forma que tu.

      E o Office também, da versão student, a versão 365 (que pode rachar entre vários), sai muito em conta e não precisa fazer a chinelagem de piratear, passar crack, trazer virus, depois para de funcionar o crack, procura outro e assim vai demandando um esforço desnecessário e todo limitado de atualizar.

  • Renan teixeira

    Vender software em loja virtual ,como a google faz, pode ser um caminho já que a mesma ja abriu o código do .net .

    • Mas a Microsoft tem sua loja virtual, só não é tão boa como a Appstore que mostrou que esse era o caminho. Tu compra lá desde o Windows, Office até milhares de apps de terceiros, é o ideal, não faz sentido ir a sites de desenvolvedores e pior ainda, estes baixaqui horrorosos para procurar e adquirir algum app.

  • Eddie Xavier

    Lança a porra de um Windows sem suporte a aplições legacy logo Microsoft. Faz igual a apple fez do os9 pro osx

  • Eddie Xavier

    Lança a porra de um Windows sem suporte a aplições legacy logo Microsoft. Faz igual a apple fez do os9 pro osx

  • Tiago

    Rentabilizar é uma palavra portuguesa, bonita, e que em inglês significa monetizar!

  • Firmo

    entao, tablets, realmente não vou ter um tão cedo a nao ser se for um com W8.1 caso contrário fico de note mesmo, tablet pra mim so serve pra ficar de bobeira na net. Então uso o celular mesmo pra isso.

  • Humberto Luksevicius

    É incoerente comparar o valor do Microsoft Windows com o OS X, pois um é para qualquer modele de PC e é vendido somente o software e o outro é fechado e vendido em conjunto com o Hardware (OSX) e que custa uma fabula. Uso o OS X por necessidade profissional, mas se fosse escolher, com certeza ficaria com o Windows que custa uma mixaria comparado ao custo do sistema Apple.

    • Mais ou menos, o Intel NUC (equivalente ao Mac Mini) custa precisamente 148 dólares mais barato, mas não vem com Windows, se fores contabilizar mais a licença do Windows, no final das contas ele sai um pouco mais caro e não tem todo o ecosistema da Apple junto 🙂

      Nem sempre o Windows é mixaria. Se for comparar nos equivalentes, taco a taco, a diferença nem é tão grande, é que existe tanta marca, tanta configuração de PC+Windows que fica um pouco complexo fazer uma comparação equivalente. Mas com certeza, se formos falar de Brasil, de comprar Macbook ou iMac na FNAC ou Fastshop, realmente os preços são estratosféricos.

  • Desde que não inventem de ficar mostrando propaganda numa telinha popup sobre os programas, tá beleza. Para isso já me basta o Nero, que mesmo COMPRADO (e paguei caro por ele) ainda me exibe um baita popup de propagando enquanto estava no meio de um jogo, me trazendo na marra de volta ao desktop e causando CRASH do mesmo 😛

  • Cortana

    Sistemas operacionais viraram commodities, a Microsoft reconheceu, e agora quer ser conhecida por seus serviços, e não mais pelo Windows.

    Lembrem-se, o Google continua sendo Google, mesmo sem o Android ou ChromeOS.

    Isso não significa que o Windows será abandonado, apenas que ele deixou de ser fim, para ser um meio.

    Definitivamente, não veremos a imagem ISO do Windows sendo distribuída
    gratuitamente pelos servidores da Microsoft, assim como não vemos o Google
    distribuindo Android ou ChromeOS, mas ele deve ser gratuito para quem for
    assinante do Office 365.

    Assim como o Office 365 se tornou gratuito (dependendo do ponto de vista), para quem contrata armazenamento ilimitado na nuvem, o Windows deve vir nesse pacotão de assinante. E será um “negocião”.

    No ramo empresarial, a coisa não deve mudar muito do que já é. Os servidores e ferramentas já estão virando serviços no Azure, e a coisa vai muito bem, obrigado.

    Novos tempos.

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