Um dos motivos que me fez ir à Bossa Conference, além do delicioso bolo de rolo que ganhamos da organização foi perceber que era um evento voltado para desenvolvedores, tanto independentes quanto de empresas envolvidas de verdade com projetos Open Source.
Gente que ganha dinheiro, vive bem e efetivamente contribui, tanto com projetos próprios como para projetos de terceiros.
Vi gente revoltada com os freetards que atacam a Apple. Segundo quem entende mais do que eu, a Apple contribúi muito para o Webkit, e este melhorou bastante depois que os patches de Cupertino começaram a aparecer no CVS.
Vi muita gente feliz por ver um evento onde efetivamente coisas aconteciam, projetos eram lançados, atualizados e compartilhados. Um dos muitos gringos, responsável por uma biblioteca cascuda, que estava causando alguns problemas no Canola se ofereceu para resolver ali mesmo os problemas. "me arruma um canto lá no INDT, em uns dias eu resolvo o problema".
Nas palavras de um dos participantes, ali não havia "Che Guevaras digitais", somente gente que botava a mão na massa.
A posição oficial da Free Software Foundation é que o Software Livre NÃO é alinhado com nenhuma doutrina política, muito menos é um meio para acabar com o capitalismo. Eles sabem que em países como o Brasil esse viés ideológico é sustentado, inclusive por políticos E por estudantes imberbes em busca de uma causa, visto que são uma geração sem muito o que lutar.
O problema que isso causa? Isso atrasa MUITO a adoção do Software Livre pelo mercado. Nenhum empresário vai adotar algo que um monte de freetards vermelhos alardeia como uma ferramenta para acabar com o capitalismo.
Mais ainda, isso cria a ilusão de que simplesmente encher a orelha dos outros com "use software livre use software livre use software livre" basta, quando a melhor forma de convencer alguém a usar software livre (na verdade qualquer software) é mostrar uma solução melhor que a que o sujeito está usando no momento.
Somente os freetards mais radicais acham que um discurso de meia-hora é mais eficiente do que 5 minutos demonstrando um Firefox cheio de plugins.
Pior: Como no Brasil grande parte dos defensores mais ferrenhos do software livre NÃO são desenvolvedores, temos uma situação a meu ver ridícula, onde o sujeito enche a boca dizendo que contribui para N projetos, e na verdade só faz tradução.
Um empresário, que preferiu permanecer anônimo, reclamou disso. De duzentos currículos clamando "experiência em projetos de software livre", 199 se resumiam a "contribuiu para tradução".
Isso é muito, muito, muito pouco. Isso literalmente qualquer um faz. O que o software livre (e qualquer software, aliás) precisa é de DESENVOLVEDORES.
É, o Ballmer está certo. Developers, developers, developers. Mexa seu traseiro gordo, comece a aprender a programar. Aprenda direito, para não produzir lixo. O Sourceforge está cheio de coisas inúteis. Desenvolva bom código, corrija e melhore projetos existentes, crie seus próprios. Aí sim você estará realmente contribuindo. Inclusive para si mesmo, pois o mercado transborda de tradutores mas carece de bons desenvolvedores.
© Copyright 2006-2010
21 de março de 2008, 02:07
Concordo com este artigo. E fácil falar essas ladainhas sobre software livre nos libertar assim como é fácil se dizer comunista ou socialista e ir no Mc’Donalds com seu Nike falar sobre Karl Marx.
Seres assim só atrasam as coisas.
———-
Ricardo Serathiuk
Responder
21 de março de 2008, 02:09
Nada me tira da cabeça a idéia de que esquerda mundial hoje se resume a meia duzia de vagabundos, digo, desenpregados, que tenta culpar um terceiro pela sua vadiagem, digo, desemprego.
Essa gente que não pensa em ganhar dinheiro com o que faz, alem de tudo inflaciona o mercado e desvaloriza salários… pois em geral, terminam a vida traduzindo softwares comerciais, em troca de centavos.
Responder
21 de março de 2008, 02:21
Otimamente dito, caro Cardoso. O objetivo do software livre ser… bom, livre, é incentivar o desenvolvimento, não apontar culpados pela desgaça mundial e criar ideologias políticas pseudo-utópicas!
Algum dia até eu irei contribuir efetivamente. Por ora, ainda é tempo de aprender mais…
Bruno Guedes
— Toupeira Profissional
— Universitário
— Bloguista
“Boa Noite e Boa Sorte” (Edward R. Murrow)
Responder
21 de março de 2008, 02:22
e nada mais atrativo para os desenvolvedores do que GRANA. é por isso que o apoio de empresas como a Nokia e gente com dinheiro e disposição pra efetivamente produzir algo vale muito, muitíssimo mais que todos os freetards da terra juntos.
ATÉ o stallman sabe disso. e não sei de onde que se tirou essa idéia idiota de que software livre tem alguma coisa a ver com anti-capitalismo.. :sick:
Responder
21 de março de 2008, 02:29
Ótimo Cardoso!! Tamanha verdade não poderia ser dito com tanta clareza de outra forma!!
Logo no inicio da segunda parte do meu artigo sobre desenvolvimento citei isso.. (Agora vou trocar por um link para esse seu artigo). É muito importante colocar a mão na massa, traduzir é importante, mais não é o que o mercado procura!
Claro, daqui 1 mês todo mundo vai esquecer isso, e vai dizer que você não sabe nada de SL e que só gosta de reclamar!!
Mesmo assim, só esse seu post ajudou mais o SL que muita gente diz ajudar!!!
—–
No caráter, na conduta, no estilo, em todas as coisas, a simplicidade é a suprema virtude.
Henry Wadsworth
Responder
março 21st, 2008 @ 16:53
Como você foi otimista ao dizer que vai levar um mês pra esquecerem este texto!
Acho que vai ser só o Cardoso escrever uma critica que tudo volta ao normal! (dizerem que ele não endente nada de SL e que só gosta de reclamar)
______________________________________________
Assinatura?
Nem pensar, não entenderiam minha letra!
Minha sorte e que meu Blog não é manuscrito!
Responder
março 22nd, 2008 @ 0:51
Não passa de 10 posts.
Responder
21 de março de 2008, 02:32
“Gente que ganha dinheiro, vive bem e efetivamente contribúi, tanto com projetos próprios como para projetos de terceiros.”
“Segundo quem entende mais do que eu, a Apple contribúi[...]“
Duas vezes no mesmo texto é demais, Cardoso…
Responder
março 21st, 2008 @ 2:38
Como diabos o corretor do Firefox deixou passar isso? Eu odeio essas bostas open source!
Responder
março 21st, 2008 @ 5:54
HUahuahuuha
Bom artigo Cardoso.
Responder
março 21st, 2008 @ 14:24
hehehehe
Apesar do assunto já estar meio batido, algumas coisas ainda precisam ser ditas, este artigo é um exemplo disso.
Quanto ao corretor, deve ter sido problema na tradução
Compulsivo
Responder
março 21st, 2008 @ 14:54
Já descobri o problema. Era BIOS.
Responder
março 22nd, 2008 @ 21:36
Não tenho nada de interessante a acrescentar, só que eu tinha que dizer isso:
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Obrigado, podem voltar à programação normal.
__________________
A abordagem do Leandro na arte de blogar
Responder
março 24th, 2008 @ 15:46
asuhuashusuahdhas
Responder
21 de março de 2008, 03:29
Aleluia! Quando soube que você iria no Bossa esperei por um post assim Cardoso. Pelo menos não lembro de um post aonde você falava seriamente sobre esse problema. Um assunto alias que se perde muito tempo discutindo só por causa de gente assim, freetards.
Sempre acho e sempre acharei que o que vou utilizar vai depender do que se encaixa melhor com minhas necessidades. Se é livre, aberto, que seja, não vai fazer a menor diferença se for ruim.
http://www.mundovoip.org/
Responder
21 de março de 2008, 04:19
De freetards em Brasília estamos cheios, que querem empurrar a todo custo o SL ao povo sem ao menos informar do que se trata, não querem dar o mínimo de informação sobre o quão ele pode ser melhor que o SP.
Eu prefiro ficar aqui –> http://21horas.org
Responder
março 21st, 2008 @ 4:28
Sério? Só conheço 1 por aqui…
Acho que estou com sorte!!
—–
No caráter, na conduta, no estilo, em todas as coisas, a simplicidade é a suprema virtude.
Henry Wadsworth
Responder
21 de março de 2008, 05:01
Esse texto deveria ser pinado e enviado a todos os participantes do evento.
E também a todos os fanboiolas freetards e afins.
Parabéns Cardoso, de verdade. “Favoritado” aqui
Responder
março 21st, 2008 @ 14:27
Devia ir pra capa o BR-Linux.org…
Compulsivo
Responder
21 de março de 2008, 08:16
O artigo é interessante, mas é incoerente ao afirmar, mesmo que atribuindo a um participante do evento que :”ali não havia “Che Guevaras digitais”, somente gente que botava a mão na massa.”
Absolutamente nada me agrada no Che Guevara, mas deve-se levar em consideração o fato de que ele morreu na selva, atuando numa guerrilha, ou seja, ele estava efetivamente atuando, colocando a mão na massa, ele, ao contrário dos seus atuais “seguidores”, não ficava no discurso.
Interessante a constatação de que o open source precisa de desenvolvedores, e não só de gente que “compartilhe a idéia”. Não basta ser simpatizante, tem que ajudar de fato
Só pra constar: o contador de artigos “eu sou anti freetard” marca agora: 5476876435435437387687368768768767676786879873651478969879 artigos publicados no meiobit com essa temática
http://www.panoramainternacional.com
Responder
março 21st, 2008 @ 17:48
Espero que nenhum freetard siga esta sua definição de “mão na massa”, e resolva invadir a sede da Microsoft para resolver o problema do software livre no tiro.
Guerrilha não é mão na massa. A menos que esteja endossando que as FARC podem sequestrar inocentes em nome da causa, ou o Osama tenha agido no seu direito ao enfiar os aviões no WTC. Quem define qual das causas é mais válida? Quem é dono da verdade para afirmar que os terroristas não estariam certos?
No caso do SL, antes de defender, é fato que se deva ajudar. Isso deveria ser de lei; é a mesma situação do ministro lá do Hugo Chavez, que ficou sem resposta quando perguntaram “como o senhor defende os pobres e reclama do capitalismo usando ternos Armani”, ou algo do gênero: De nada adianta falar e não fazer.
Che Guevara digital é uma colocação perfeita: É o típico freetard que acha que vai resolver tudo na guerrilha, na base da truculência e na encheção de saco. Acha que a culpa de “A” não dar certo é sempre do resto do alfabeto, e o mundo está todo errado porque não enxerga este óbvio.
Deste tipo de Dom Quixote que não se enxerga é que o brasil está cheio. Pra TUDO.
Responder
março 21st, 2008 @ 18:53
“Guerrilha não é mão na massa.”
Leu mesmo o que o Panorama escreveu ? Ele parece ser contra Che, revolução, Cuba… mas só disse que o Che não ficou sentado falando, foi fazer, sendo errado ou não.
Se Você fazer o que se propõe ao invés de falar não é mão na massa…
Calma, fala mal do que não gosta, mas não distorce os conceitos.
E misturar FARC com o que Che fez… forçação batida essa hein.
Responder
março 21st, 2008 @ 19:14
[quote]mas só disse que o Che não ficou sentado falando, foi fazer, sendo errado ou não. [/quote]
E um freetard pregando contra os softwares proprietários não é bem semelhante a alguém com uma arma tentando impor seus ideais a força ?
Não se trata de ser contra Che, nem contra revolução. E sim deixar claro que sair por ai atirando como o Che fez não é “mão na massa”, como ele disse.
O que o Che Guevara propunha era o “socialismo”, para simplificar. Ele não foi lá fazer socialismo, ele foi lá fazer guerrilha para que, depostos os governantes da época, pudesse implantá-lo.
Do mesmo jeito que um freetard típico propõe o “software livre”, atacando os ideais e softwares proprietários, pois pensa que só assim, depois que o windows e o mac estiverem “extintos” (leia-se, quando o tal modelo proprietário morrer), aí sim o SL poderia prosperar.
[quote]E misturar FARC com o que Che fez… forçação batida essa hein.[/quote]
Poderia discutir contigo horas sobre o porquê isto não é uma forçação de barra. Porém, isso não é um blog de política, é um blog de tecnologia. Contudo, comparo SIM as duas viés ideológicas neste caso. E “batido” é a velha mania de colocar o Che num pedestal e esquecer do “exército” que ele comandou, que é quem venceu a batalha. “Che” não fez nada.
Responder
março 21st, 2008 @ 19:25
“Ele não foi lá fazer socialismo, ele foi lá fazer guerrilha para que, depostos os governantes da época, pudesse implantá-lo.”
Isso É mão na massa. Simples assim. Você acha abominável, que era socialismo fajuto, comuna dos brabos, não interessa, foi ação, não discurso de bar.
‘E “batido” é a velha mania de colocar o Che num pedestal e esquecer do “exército” que ele comandou, que é quem venceu a batalha. “Che” não fez nada.’
Olha, ultimamente tem-se visto o contrário, tentativa de desmancar qualquer coisa que ele fez. Isso é suspeito, quando dizem que alguém não fez nada ou tudo. A Veja que vem com essas, sendo que dez anos atrás publicou um artigo exaltando o Che, mudou o editor mudou a realidade ?
E isso do Che não fez nada e sim seu “exército”… se for por essa lógica, nunca vai se falar de nenhum comandante, general, presidente, e sim, enumerar um por um dos soldados.
Mas tá ficando muito off topic mesmo.
Responder
março 21st, 2008 @ 21:07
[quote]Isso É mão na massa. Simples assim. Você acha abominável, que era socialismo fajuto, comuna dos brabos, não interessa, foi ação, não discurso de bar.[/quote]
Por isso que eu torço para nenhum freetard levar este conceito de “mão na massa” a sério: Atentados contra o Steve Jobs, invasão da sede da Microsoft…
Parte-se do princípio que a situação do SL frente o software proprietário é semelhante a situação do Che na época da revolução cubana: Não haverá evolução plena do SL, porque as grandes corporações irão barrar usando FUD e o poder que possuem. O código da maioria absoluta dos programas jamais será aberto usando este modelo que usamos hoje. É uma “luta perdida” na cabeça de um freetard. Não há meios de se avançar enquanto a situação for esta, então, o que fazemos?
Continuamos a traduzir e programar, ou viramos Stallmans e vamos a luta para “limpar o campo”?
Você está interpretando a expressão literalmente. Traduzindo “mão na massa” por “trabalho manual em prol do objetivo”.
março 21st, 2008 @ 21:51
Simplesmente me referindo ao caso citado do Che. Ele não foi um teórico, foi pra luta, isso é “mão na massa”.
Não estou dizendo que se deva fazer nada disso no Software Livre X proprietário. Ou na política em geral.
Simplesmente o fato de agir!
Quer falar de política, fale, mas distorcer até um conceito simples, que dureza.
março 21st, 2008 @ 22:53
[quote]Não estou dizendo que se deva fazer nada disso no Software Livre X proprietário. Ou na política em geral.[/quote]
E se fizessem? Estão “botando a mão na massa”, não? Fazendo exatamente o que o Che fez.
[quote]Simplesmente o fato de agir![/quote]
Por isso que eu estou insistindo no fato que vocês estão interpretando “ação” da maneira mais literal possível. Fez algo que não seja falar = ação.
Eu interpreto ação de modo diferente. Para evitar confusões e brechas do tipo as sua, que estende “mão na massa” a toda e qualquer coisa que não seja ficar apenas falando, restrinjo a mesma ao escopo da situação.
“Mão na massa”, no caso do FS, seria produzir algo e vê-lo triunfar pela competência. No seu caso, poderia ser um governo que baixa uma portaria proibindo software proprietário dentro das repartições públicas, poderia ser a turma da USP invadida arrancando windows dos computadores e instalando linux por cima; afinal, são “ações”, são “mão na massa”, e isso é inegável.
Isso é um conceito simples pra quem é simplista, só isso.
março 21st, 2008 @ 22:19
Você pode entender muito de software, open source, software proprietário. Mas, com todo respeito, de história e política tu está muito mal. Sem falar que haja imaginação para alguém atentar contra a vida de alguém pela GPL ou outra licença livre ou aberta qualquer.
março 21st, 2008 @ 22:57
Eu me pergunto até que ponto você levou literalmente os exemplos de conceito que eu dei.
Interpretação de texto ajuda.
Sobre as alegações sobre história e política, me reservo no direito de nem discutir. Você nem me conhece nem nunca conversou comigo para afirmar tal coisa.
21 de março de 2008, 09:24
Quando um OpenSoure é bom e não apresenta a restrições ridículas da GLP3 ele é adotado em larga escala e eles geralmente dão retorno financeiro.
MySQL,
FireFox,
Samba,
WebKit
freeBSD (kernel),
Linux (kernel),
OpenOffice,
Gimp,
Blender
e muitos outros são exemplos disso.
Em geral os bons projetos e produtos são compilados para as principais plataformas e não ficam preso a um ambiente por ideologia, eu pessoalmente sou favorável ao softlivre porém não sou radical e acho que a associação dos 2 muito bem vinda um dos maiores exemplo disso é o Mac OS X onde ele se apóia em tecnologia opensoure para não reinventar roda veja o seu kernel o Darwin que foi baseado no freeBSD e tem seu código disponível,além disso eles utilizam outros projetos como o Samba, mysql e o WebKit (base do Safari).
Um produto opensoure tem que ser apresentado como um produto não uma ideologia veja o FireFox amplamente adotado em plataformas livre e proprietária, e essa adoção se deu porque o produto é bom e não livre.
Eu concordo com o Cardoso se alguém estiver enchendo o saco para se adotar software livre por ser livre participe de um projeto decente e trabalhe nele.
Responder
21 de março de 2008, 10:12
Ótimo texto, Cardoso. No brasil, infelizmente, realmente existem poucas pessoas contribuindo com código. Mas também acho que isso não torna menor o papel dos tradutores, empacotadores, divulgadores, etc.
Acho que é tudo uma questão cultural. Tem muitos programadores bons no lado Open Source e não sei porque eles não contribuem com código. Talvez seja a barreira da língua (já que inglês é o padrão para bugs, patches, comentários e tal). Sei lá.
–
Computadores fazem arte, geeks fazem dinheiro
Responder
março 22nd, 2008 @ 1:12
Acho que não é falta de bons programadores e sim a razão entre defensores e desenvolvedores. O exemplo do artigo mostra a penúria de 200:1.
Se você conhece 3 caras com habilidade de programação para um projeto open, existem
597 que conseguem traduzir, mas não sabem codificar. A barreira do idioma, para o brasileiro, é bem capaz de ser um limitador: documentar, programar e comunicar-se BEM em inglês é diferente.
Responder
março 22nd, 2008 @ 16:02
Não só há o problema de ter muito tradutor, mas há muito tradutor ruim por aí, que não pesquisa os termos a serem traduzidos antes de botar a mão na massa.
Há muitos programadores por aí, mas a grande maioria não passa de javeiro que não sabe decodificar um binário ou hexadecimal. Pior ainda são aqueles que sequer sabem inglês e querem ser programadores.
——————————
Campanha Play Ogg
Responder
21 de março de 2008, 10:45
Gostei muito da parte do “não são guevaras digitais”.
É uma imagem que já me dá náuseas, apesar de não ter muitas primaveras.
O cara lê uma página de comunismo, compra uma camisa do guevara, compra (ou baixa) uma montanha de CD do marley (se enche de merda (droga tb) TB), escreve palavra de ordem (que ouviu… NEM se deu ao trabalho de ler) no corredor da faculdade, vai pra lapa bebe e entra em discussões inúteis pra provar que é de esqueda, para a música no meio da choppada pra citar um texto esquisito, e por fim descobre o que é OpenSource (lê a primeira linha) e associa TUDO ao estilo de vida patológico dele e emporcalha também esse espaço.
Leva pau na prova e fica 20 semestres pra se formar (tá fazendo o que ali mesmo?).
—————————————–
Só a mudança é permanente.
Responder
21 de março de 2008, 11:24
Pior: Como no Brasil grande parte dos defensores mais ferrenhos do software livre NÃO são desenvolvedores, temos uma situação a meu ver ridícula, onde o sujeito enche a boca dizendo que contribui para N projetos, e na verdade só faz tradução.
Considero uma tradução bem-feita como uma contribuição válida — na nossa área, um inglês perfeito é essencial, mas projetos destinados a usuários “normais” (Firefox, OOo, etc.) precisam de traduções.
O problema é que os agitadores sequer traduzem.
Responder
março 21st, 2008 @ 18:01
O problema é: Quantas línguas um software terá ? Umas 50, no máximo?
A tradução é uma válvula de escape fácil pro freetard ficar em paz com sua própria consciência, tal qual doar pro Criança Esperança deve fazer um muquirana mais feliz, e achar que fez a sua parte. O mané vai lá e traduz (mal, muitas vezes) cinco stringzinhas e pronto, já quer seu nome no projeto e os dividendos.
Não precisa ir longe não: O HURD tá lá implorando por desenvolvedores que queiram ajudar.
Responder
21 de março de 2008, 12:03
Boa, Cardoso, agora eu só preciso enviar esse texto pra todos os freetards que eu conheço.
só pra saber: o Fedora 9 não vai ter mais instalador de codecs proprietários
[abrace a campanha "Eu não vou criar uma distro Linux"]
[Petição para o Windows 7 suportar apenas 64 bits]
Responder
21 de março de 2008, 12:50
Olhando por este ângulo, o Ballmer não daria um ótimo Pinguim em algum filme do Batman ?
O problema é que possivelmente, os freetards boicotariam o filme…
Responder
março 21st, 2008 @ 13:10
Haha, eu sabia, eu sabia. Aquela cara do Ballmer nunca me enganou.
Responder
março 21st, 2008 @ 18:03
Transpira feito um porco numa sauna, também.
Mas ainda parece mais limpinho do que o Stallman.
Responder
março 22nd, 2008 @ 20:06
E que ao contrario do Stallman, o Ballmer deve tomar banho né?
______________________________________________
Assinatura?
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Minha sorte e que meu Blog não é manuscrito!
Responder
21 de março de 2008, 13:41
[quote]A posição oficial da Free Software Foundation é que o Software Livre NÃO é alinhado com nenhuma doutrina política, muito menos é um meio para acabar com o capitalismo.[/quote]
Por que será então que a FSF defende o fim das patentes de software ? Pelo que sei, a propriedade privada é um dos pilares do capitalismo não é.
Responder
março 21st, 2008 @ 14:48
Pelo visto vc não conhece nada sobre patentes de software, nem que no Brasil (e na maior parte do mundo) as patentes de SW não são válidas. Exceto nos EUA e na França, SW é protegido por leis de copyright.
Responder
março 21st, 2008 @ 14:55
As patentes de software são um problema para o próprio capitalismo, elas atravancam o crescimento das empresas, ainda mais as patentes genéricas.
Responder
março 21st, 2008 @ 18:21
pois é, e isso é tão óbvio, mas complexo demais pra mente preguiçosa de um freetard.
Responder
21 de março de 2008, 14:38
Gostei muito da parte do “não são guevaras digitais”.[2]
Excelente post!
Responder
21 de março de 2008, 14:44
Concordo com o texto. Em todas as áreas é muito mais fácil criticar do que fazer algo melhor.
O que me chamou a atenção na matéria foi a foto do Dirty Jobs… o Mike Rowe é muito foda
Responder
21 de março de 2008, 15:48
Falando em Che-Guevara, é interessante, alguem que lutava pelo comunismo depois de morrer vira ícone anti-capitalista sendo vendido em camisetas capitalistas
Viva la revolucion, huh?, nah, vamos comprar camisetas e falar merda, assim lutaremos pela comunismo.
nota curiosa: Materiais anti-capitalismo: recordes de venda no primeiro bimestre de 2008
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/03/414282.shtml
Esse comentário foi totalmente irrelevante…
Responder
21 de março de 2008, 16:02
Muito bem dito. Eu uso o software livre muito e gostaria de participar mais. Estou tentando arrumar um tempo para aprimorar minha programação, e apoio isso. E creio que além de desenvolver, saber medir as palavras contribuem bastante com o enriquecimento do movimento
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
Não tenho como assinar, eu não tenho BLOG
Responder
21 de março de 2008, 16:25
“O Sourceforge está cheio de coisas inúteis.”
Isso é uma coisa que não diz nada.
O SF é como qualquer outro grande repositório de Software, cheio de lixo, com algumas coisas de ponta, muito usadas. Não é diferente de “Superdownloads e BaixaAquis” da vida.
Mas isso é detalhe, no geral está muito bom o artigo.
Que ficar só falando não adianta é fato, só é perigoso achar que SÓ sentar a bund@ e programar é efetivo.
Peguemos os softwares que já são bem maduros(claro, podem melhorar):
PostgreSQL e OpenOffice, por exemplo
Não servem para todos cenários, mas atendem a muitos de forma plenamente satisfatória.
E daí ? Ficar quietinho usando esperando que os usuários venham como abelhas ?
Isso é bem a idéia do “Campo dos Sonhos”. O Evangelizador pode ser chato, mas é necessário.
Gente que incomoda para que o governo compre e instale Office SÓ onde necessário deve sim ser admirada.
Responder
março 21st, 2008 @ 17:55
[quote]Gente que incomoda para que o governo compre e instale Office SÓ onde necessário deve sim ser admirada.[/quote]
E quem define onde é necessário, ou não?
Responder
março 21st, 2008 @ 18:34
Exato, boa colocação.
Se ninguém define, é melhor então deixar o Fornecedor decidir?
Responder
março 21st, 2008 @ 19:27
Aparte alguma teoria freetardística de conspiração global, suborno, e um possível pacto com Baphomet, quem decide é sempre o comprador.
E uma pequena pergunta nas repartiçoes públicas obrigadas a usar o OpenOffice compulsóriamente responderia sobre a opção preferida.
Responder
março 21st, 2008 @ 19:44
“E uma pequena pergunta nas repartiçoes públicas obrigadas a usar o OpenOffice compulsóriamente responderia sobre a opção preferida.”
A boa e velha sabedoria popular? Deus nos ajude.
O que eu quis dizer com “necessário” é onde o OpenOffice não supra o que é feito no setor onde é usado.
Por exemplo, se um ministério tem 1000 funcionários, cada um com seu PC. No setor X, com 100 funcionários, tem .DOC ultra complexos que quebram em outro Programa. Ok, sem jeito, dá-lhe MS.
Agora, nos outros setores, nos 900 pcs restantes… Não precisa, não usa algo que é bem caro.
Deixar a secrataria decidir…. ela vai dizer “ah, estou acostumada com o ícone ali”.
O argumento dela não é muito bom.
Responder
março 21st, 2008 @ 23:00
O que você falou está plenamente correto.
Agora, quem julga isso?
Porque, o que eu vejo é um monte de gente de fora, que nunca nem pisou na tal repartição, presumindo o trabalho que elas fazem e a necessidade do mesmo.
Quando o governo fez aquela licitação para comprar não sei quantas licenças do office, eu lembro de todo mundo descendo a lenha, e ninguém se perguntando as questões técnicas que levariam a aquela aquisição.
Note: eu NÃO estou dizendo que elas eram necessárias, nem desnecessárias. Só dizendo que o pessoal pró SL só leva os próprios argumentos em consideração, quando ocorre tais disputas.
março 22nd, 2008 @ 1:19
“Agora, quem julga isso?
Porque, o que eu vejo é um monte de gente de fora, que nunca nem pisou na tal repartição, presumindo o trabalho que elas fazem e a necessidade do mesmo.”
Mas daí você está imaginando que é simplesmente um monte de gente berrando contra algo.
Eu considero essa “grita” correta, são muitas licenças e é muito dinheiro, é bom fazer com calma, nem que ao final se veja que é necessário todo o gasto proposto.
Mas assim, tem gente gabaritada em TI no governo, esses devem ser os responsáveis por avaliar, realmente não sei dizer os nomes dessas pessoas.
Esse documento:
https://www.governoeletronico.gov.br/anexos/guia-livre-versao-1.0
É um guia de referência de migrações para Software Livre, em Órgãos governamentais. É um calhamaço* de 303 páginas.
O que eu procurava é um mais conciso (50 páginas) que achei a uns dois anos atrás. Ele não era insano, citava inclusive casos onde NÃO era interessante/possível migrar.
Esse que coloquei o link eu não li. Mas dando uma olhada no índice, parece bem técnico.
*Documento eletrônico pode ser calhamaço já que não é algo impresso?
março 22nd, 2008 @ 13:20
[quote]Mas daí você está imaginando que é simplesmente um monte de gente berrando contra algo.[/quote]
Não, não… eu imagino que, como você mesmo cita abaixo, existem pessoas competentes para tal avaliação. O problema é quando a turma de fora, a turma adepta do SL, a turma freetard, levanta a voz nos fóruns, orkuts e blogs da vida caindo de pau na idéia do governo de adquirir QUALQUER (neste caso, é qualquer mesmo) software proprietário que exista uma vaga e singela alternativa livre.
As pessoas de lá de dentro do governo, com acesso as repartições, documentos, e capacitadas para tal, elas sim, são capazes de discernir se vale ou não migrar. O resto do povo gritando do lado de fora sem ter noção do que realmente se passa lá dentro, este não, este deveria calar a boca.
Eu cito isso porque,neste exato caso da migração do governo do OO, eu lí tanta asneira pela internet afora que fico na defensiva. Para a maioria esmagadora dos comentaristas neste assunto, a associação era simples: Office = dinheiro = pagar do nosso bolso = não pode.
[quote]Documento eletrônico pode ser calhamaço já que não é algo impresso?[/quote]
Até pode. Là pros lidos de 1600, consideravam pano amontoado um calhamaço de pano. Logo, o documento online poderia ser um calhamaço de bits, sei lá…
21 de março de 2008, 17:36
“…
Meus heróis
Morreram de overdose
Meus inimigos
Estão no poder
Ideologia!
Eu quero uma prá viver
Ideologia!
Eu quero uma prá viver.”
Responder
21 de março de 2008, 18:13
Oi
Creio que se deveria de uma vez por todas se separar posicionamento politico de desenvolvimento de software.
Porque senão vamos atrasar mais ainda a questão da inserção de novas tecnologias no mercado independente dela ser livre ou proprietária.
Juliana Prado Uchôa
Responder
março 22nd, 2008 @ 1:05
Ia ser tão bom se tudo fosse tão simples assim.
Para você ter noção: Só o fato da Microsoft patentear um recurso de um software já é um posicionamento politico da empresa com relação ao seu software.
Nenhuma empresa nesse mundo capitalista sobrevive sem politica.
—–
No caráter, na conduta, no estilo, em todas as coisas, a simplicidade é a suprema virtude.
Henry Wadsworth
Responder
março 22nd, 2008 @ 10:03
Politico?
Acho que está mais para econômico do que político.
Cassio R Eskelsen
Responder
março 22nd, 2008 @ 11:50
Político-econômico.
Responder
21 de março de 2008, 19:25
O que mais me deixa indignado: Muitos freetards gostam tanto de liberdade que querem impor o Linux, BSD ou sei lá que diabos “guela a baixo” dos usuários. Eu não odeio o software livre. Tanto que uso OpenOffice e Linux(Fedora) no meu notebook. Só não vejo ele como a “salvação do mundo”, que irá acabar com o aquecimento global e salvar todas as criançinhas famintas da Àfrica. Acho que é uma alternativa. O Windows(ou MacOS) tá aí. Quem não gosta, tem alternativa. Da mesma forma que se eu comprar um PC com Linux tosco e não me agradar eu posso trocar por outro Linux ou por Windows.
Vejo que o além desse negócio de tratar software livre como ‘religião’, outro problema é achar que todo usuário deve ser um PHD em compilação de kernel para usa-los. Muitos softwares já são fáceis de usar. Mais existe muito software livre ainda que você tem que configurar muita coisa para funcionar. E coisa que para usuário é obscura. Ou seja, mesmo com o software sendo gratuito e aberto, acho que o pessoal que desenvolve devia olhar os usuários como clientes e não como ‘participantes de uma revolução’.
———-
Ricardo Serathiuk
Responder
março 21st, 2008 @ 20:59
[quote=serathiuk]O que mais me deixa indignado: Muitos freetards gostam tanto de liberdade que querem impor o Linux, BSD ou sei lá que diabos (…) “salvação do mundo”,
Vejo que o além desse negócio de tratar software livre como ‘religião’, outro problema é achar que todo usuário deve ser um PHD em compilação de kernel para usa-los. Muitos softwares já são fáceis de usar. Mais existe muito software livre ainda que você tem que configurar muita coisa para funcionar. E coisa que para usuário é obscura. [/quote]
Usando o comentário do amigo Serathiuk, lembrando alguns quê:
1° – Software hoje é religião, sendo ele livre ou proprietário, pelo menos para alguns usuários comuns (principalmente entre os Maçã e Pinguins).
Digo isso inconformado com o numero de Documentários comprovando que idiotas existem em todos os setores: mostrando entre eles uma garota que não transam com pessoas que usam PC/Windows-Linux, ou do cara que tatua o Logo do Windows no braço ou simplesmente a vida exótica do barbudão criador do FSF.
2° – Inclusive, foi um usuário comum de Apple Products, que fez um dos maiores blogs sobre tecnologia de nicho criticando todo o resto existente, o tal “Fake” inventou a palavra mais usadas no mundo – The Freetard e o Windiot..
O camarada de cima tem o melhor em mostrar o lado consciente da liberdade de escolha… infelizmente é uma idéia bastante “teórica” (ou praticado por um numero pequeno de pessoas) onde quem manda mesmo é o mercado, inclusive a cultura do Amor ao Software. Sim, a Apple criou seu monstro, os “Appletards”.
Essa divisão é o que mais agrada a empresas e trás mais lucros e reconhecimento a cada ano que passa.
Responder
março 22nd, 2008 @ 17:45
Empresas são concorrentes o consumidor não pode aderir a uma só empresa ou modelo de licença, e sim tirar proveito do que cada uma o quem tem de melhor.
Eu pessoalmente uso produtos Apple, Microsoft, e OpenSoure por escolha.
Com hardware apple, tenho duas partições no meu mini uma com Windows XP e outra com o OS Leopard, uso o Office 2004 e meu navegador padrão é o Firefox tanto no Mac como Windows que uso mais para jogar já que há plataforma da Microsoft tem o maior portfólio de jogos além de ter a preferência nos lançamento.
Para ser um Windiot estaria usando o windows porque não saberia usar outra coisa diferente e odiaria o iPod por ser da Apple.
Para ser um Appletards estaria usando o Safari, iWorks e não instalaria o Office 2004 e nem o FireFox por achar que são inferiores, além de ter que esperar as conversões de jogos para Mac chegar porque assim não teria que macular o meu computador com uma partição Windows.
Para ser um freetards abominaia tudo que é proprietário e só usaria progamas Opensoure seria até hipocrisia instalar programas como o Google Earth e Skype em um linux já que apesar de serem livres para uso não são OpenSoure.
No final da história é simples temos que escolher os produtos que atenda nossas necessidades.
Responder
março 22nd, 2008 @ 19:15
Pois é @antoniogu, isso é ser consciente e coerente. Cada plataforma tem o seu melhor produto e aproveitar isso significa basicamente ter praticidade, ganhar tempo e dinheiro… Sem negar o teu bom gosto.
Mas lá fora, o que (me) parece, é que existe verdadeiras torcidas organizadas uniformizadas em ponto de ebulição que realmente julgam de forma bíblica pessoas que usam produtos diferentes dos seus. Logo imagino que, por esse tipo de coisa vir diretamente dos States, mostra que o mercado faz de seu próprio usuário o próprio cartaz da “ideologia” da empresa e que assim, ganha cada vez mais notoriedade.
Produtos? Hmmm, isso não significa nada – pelo menos pra eles.
Pode até que exista gente besta assim aqui no Brasil que sustenta essa forma bisonha de capitalismo compulsivo.
Graças a God eu nunca vi isso aqui no País. A Apple ainda continua como uma empresa como qualquer outra (por enquanto). E a Microsoft ainda é sinônimo de CD-Install. O Linux até que em fim, se caracterizando (criando forma) como Ubuntu.
E Freetardados não são nada mais que pessoas que evangelizam a Suite Mozilla/Audacity/OpenOffice, porque de resto não entendem nada (nem eu, para falar a verdade.)
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março 21st, 2008 @ 23:27
Quer divulgar o software livre? Comece com pequenos programas, mas que sejam muito úteis no dia-a-dia. Por exemplo, no meu trabalho comecei a usar o Notepad++ (a partir do pendrive) e vários vieram ver o que tinha de mais naquele programa para eu usá-lo. Aí viram a grande quantidade de recursos dele, viram que ele é excelente para produzir código e passaram a usar também. Queria fazer o mesmo com o Dia, mas não dá para rodar do pendrive
.
Vale notar que muita gente entrou no software livre com o Firefox. É dessa forma que faz o povo usá-lo, não é ditando frases como “liberdade de escolha” (uma “liberdade de escolha” imposta deixa de ser uma liberdade), “pode-se ver o código-fonte e alterá-lo” (como se todo mundo fosse programador) etc.
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Campanha Play Ogg
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21 de março de 2008, 21:50
Só não vejo ele como a “salvação do mundo”, que irá acabar com o aquecimento global e salvar todas as criançinhas famintas da Àfrica
- Ou o pessoal da favela ali ao lado? Mas repare que ai nem o software proprietario salvaria quem quer que fosse. Todo mundo sabe que já é dificil aguentar projectos do trabalho, da faculdade e ainda participar no desenvolvimento de software livre, além do facto de que quem ‘realmente’ entende alguma coisa de programação está sempre com trabalho e quase nao tem tempo para disperdiçar numa CVS.
Programadores experientes de projectos como KDE, GNOME, FIREFOX etc, na realidade estão empregados, fica-se com a impressao que nao estão mais estão, e ganham muitissim bem.
Nao se preocupem com seus problemas de matematica, os meus sao ainda maiores. Dr Albert Einstein.
http://nataniel.tk
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21 de março de 2008, 22:09
O mais interessante é que esse pessoal que idolatra Che Guevara e a revolução cubana, se tivesse nascido em Cuba hoje não teria computador pra acessar a internet e estaria falando bem do Fidel em praças publicas e mal do Fidel dentro de casa…
E a melhor maneira de fazer as pessoas adotarem o SL é mesmo mostrando para elas e não vindo com esse discurso anti-capitalismo
- VEM COMIGO, NO CAMINHO EU EXPLICO…
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21 de março de 2008, 22:14
Um dos melhores posts do Cardoso. Bom, nós não concordamos em tudo algumas vezes, e nem temos que ser assim, mas desta vez fechou.
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22 de março de 2008, 11:53
Eu não sei se já perguntaram aqui, mas Cardoso, você desenvolve em qual linguagem???
att.
“Quanto mais eu observo o trânsito nas ruas mais tenho certeza que humanos devem ser extintos” – Zhu Sha Zang
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março 22nd, 2008 @ 12:48
Você NUNCA pergunta isso a um programador de verdade.
Linguagem aprende-se no Manual. PROGRAMAR é entender conceitos, lógica. Traduzir paraa linguagem utilizada no projeto é fácil.
Eu já perdi as contas das linguagens que utilzei, e com o tempo elas se tornam irrelevantes. Concentre-se em entender PROGRAMAÇÃO, não sintaxe.
PS: E leia Knuth.
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março 22nd, 2008 @ 13:21
Eu creio que ele perguntou qual linguagem você usa hoje, não qual você sabe.
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março 22nd, 2008 @ 13:32
Depende do projeto. Meus sites rodam em PHP, escrevo plugins para eles nessa linguagem, mas o editor de blogs que estou começando a projetar no Mac será em Objective C. Nunca mexi com Objective C mas isso, como eu disse, é irrelevante, pois eu conheço a BASE.
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11 de dezembro de 2008, 00:20
Ou iés. Lógica é lógica. Sintaxe é só como as palavras fazem a lógica funcionar. Sintaxe por sintaxe nem produz output, às vezes nem de erro.. hehehe;
E faz anos que digo isso para os linuxmaníacos. Sempre fui xingado, etc, mas é a verdade.
Deus Ex Machina
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