Carlos Cardoso 18 anos atrás

Ao contrário de missões comuns, onde tudo é planejado com meses de antecedência, no caso dos robozinhos muitas vezes é preciso reagir instantaneamente (ou em até 20 minutos, dada a velocidade da luz). Para isso existe o Grupo Tático de Operações, que embora pareça algo relacionado ao Capitão Nascimento, tem um propósito mais pacífico: Coordenar as explorações dos robôs, resolver problemas inesperados, programar as alterações no software necessárias, monitorar links, etc, etc, etc. Em média são 30 pessoas, e na sexta-feira de 29/2 todos os membros eram mulheres.
Foi uma manobra deliberada, mas não muito difícil, já que a maioria dos membros já é mulher.

Nada mal, se levarmos em conta a quase virtual ausência do elemento feminino nos cursos de engenharia, e que nos anos 70 sequer havia BANHEIRO FEMININO na NASA, quando começaram a aparecer as primeiras engenheiras de vôo.
Parabéns para elas, e que conste nos autos que os robôs são semi-autônomos, então não podemos dizer que havia uma mulher dirigindo quando o Spirit bateu e perdeu uma roda, algum tempo atrás.
Fonte: The Planetary Society Blog