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Só pirateia quem quer 2 – A Missão

Por em 31 de dezembro de 2012
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  • http://twitter.com/CarlosSpankWire Carlos SW

    acho que nao tinha necessidade de se explicar em algo que é claro. Pirataria é crime, e falo como desenvolvedor que hj perco mais tempo trabalhando pra deixar um software seguro contra pirataria que criando novas funcionalidades. No fim todo mundo sai perdendo.

    Porem, coisas que as produtoras poderiam ajudar a evitar a pirataria são lançar produtos (jogos/musica/filme) tudo ao mesmo tempo e em todos os lugares – geograficamente falando.

    explico: varias vezes uma musica só é vendida pro itunes europeu e é restrita ao país que o comprador que foi la tentar comprar e nao consegue, ou seriados que nos EUA é free pra assistir pela internet – vide hulu.

    ai junta a sensacao de impunidade e a vontade de consumir e o resultado a gente conhece muito bem..

    • http://www.facebook.com/vinicius.stanzanilongo Vinícius Stanzani Longo

      Perfeita a sua colocação! Em uma sociedade global, certas atitudes da indústria – não somente fonográfica – são impensáveis. Atualmente carros são lançados globalmente de forma simultânea – ou quase que simultânea -. Qual seria então a dificuldade de se fazer isso com uma música, onde a logística estaria a distância de um clique?

      • http://www.facebook.com/people/Alexandre-Suaide/100000288492043 Alexandre Suaide

        Tem uma questão de marketing e visão antiquada das empresas. Mesmo mudando isso, esbarra-se no problema de que cada pais tem uma legislação própria de direito autoral e isso complica bastante.

        • http://www.facebook.com/vinicius.stanzanilongo Vinícius Stanzani Longo

          Acho que a questão é mais ligada à visão antiquada mesmo. Apesar das diferenças legislativas, penso que isso não serve como empecilho na hora de lançar determinada música ou vídeo, vez que o licenciamento depende individualmente das produtoras (como a Sony BMG). Não há motivo, ao menos ao meu ver, deles autorizarem a venda de uma música do Justin Bieber e não autorizarem a venda de uma do Mogwai (somente à título de exemplo, mais do que ilustrativo).
          A meu ver, essa questão de diferenças legislativas somente influenciariam o funcionamento de determinadas produtoras em caráter completo, onde não ocorreria a seleção individual de qual música vai ou não ser vendida online, já que são todas regidas pelo mesmo dispositivo legislativo.
          É quase como imaginar que Michel Teló será melhor tratado pela lei do que Mark Knopfler por fazer mais sucesso e ser “melhor”, o que vai bem além do absurdo.

    • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

      Opa, respondi o comentário errado, foi mal,

    • http://www.facebook.com/skyguns.delori Leão André

      dou minha minha como acho pelo menos 10 softwares piratas em sua maquina q usa para desenvolver seus programas

      • http://twitter.com/CarlosSpankWire Carlos SW

        Nao deveria nem perder tempo com esse tipo de comentario, mas acho que vale uma explicacao.

        1.o trabalho em uma empresa, todos os softwares tem sua licenca e se eu preciso de um em particular eles compram. esse eh o micro q passo mais tempo nele. Alias, nem precisa procurar no meu pc, o depto de TI aqui faz o servico periodicamente e eh motivo de demissao se tiver algum torrent ou software pirata em uma maquina da empresa.

        2.o em casa, ateh onde eu sei, desenvolver pra android nao precisa comprar nenhum software, alias, preciso bem menos que 10 softwares pra desenvolver.

        pode ficar com teus programas piratas ai, nao tenho nada a ver com isso.

  • Guilherme

    Cansei de ser visto como idiota se uma vez ou outra compro música na iTunes Store, compro jogo na Steam ou Origin, ou pago Netflix. Não quer dizer que eu não obtenha coisas por outros meios, não quer dizer que não veja minhas séries regulares ou ouça discografias graças ao Pirate Bay.
    Sei que o certo seria seguir na linha e comprar tudo. Mas nada que eu possa falar em contrário serve de desculpa. Assim como é bem provável que por mais algum tempo eu não consiga simplesmente não baixar nada pirateado.
    Por outro lado, tenho um sentimento muito maior de posse por cada uma das coisas que eu comprei pelos meios que citei lá em cima. Os álbuns comprados, os jogos baixados… passam a ter um peso dentro da minha cabeça muito maior. São meus, DE DIREITO. Me faz me sentir digno de tê-los. Foi comprado do meu suor.
    Por isso, prefiro não piratear. Mesmo que comprar não seja o que eu faça a maioria das vezes.

    • Carlos

      Concordo com você. Quando eu escuto um álbum que comprei no iTunes, sinto que estou usufruindo algo com direito, e não simplesmente me aproveitando. Parece tonto, mas é assim que me sinto.

    • http://www.facebook.com/andre.maia.plimstudio André Maia

      Segundo a galera dos comentários você nunca poderia escrever um texto a favor da legalidade e contra a pirataria, eu pago também feliz e satisfeito o oiRdio e o Netflix, e tenho conversado muito com meus amigos sobre esse tópico, meus iGadgets não tem JailBreak+installous, prefiro assim, hoje não tenho mais tempo de ficar crackeando, não atualizando, e etc… prefiro o original. PREFIRO. A galera anda vergonhosamente vasculhando a vida de quem escreveu o texto para criticar, isso é RIDÍCULO, e digno de vergonha e pena. O assunto é absurdamente complicado, mais não minha cabeça fica bem simples, se eu estou prejudicando alguém, direta ou indiretamente prefiro não fazer. A pirataria tem a sua contribuição, no sentindo que obriga a indústria a se reinventar, vide mp3, Divx e etc, mais imagina se todos pirateassem tudo, e se houvesse esse engajamento na política, que é onde as coisas realmente mudam. Mais todos querem fazer a revolução do conforto de casa. PS.: Leia-se revolução um estado democrático, com leis justas, e uma estrutura social que proporcione o bem estar a sua população.

      • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

        Não é a mesma coisa, há uma pela diferença entre o comentário do amigo aqui, e o texto do outro lá atrás.
        O amigo aqui não esconde em nenhum momento que faz uso da pirataria, não paga de superior acima do correto nem condena ninguém, ele compartilha a experiência dele.

        Mesmo que pouco ele contribuiu para a discussão, o outro só trouxe conversinha de “vocês estão errados (mas eu não)”.

    • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

      Pirataria é farra, quando o pessoal começa tem aquela fase de baixar tudo, depois passa. No fim a pessoa passa até a valorizar mais o pouco de conteúdo que tem acesso, para muitos pirataria não impede de comprar nada, é só uma portinha ali do lado com tudo que você nunca nem teria vontade de comprar.

  • Edmilson_Junior

    Li o outro texto e a quantidade de pessoas com dificuldade de interpretação de textos ali foi enorme. Justificar um erro com o erro do outro não me fará parecer menos errado. Também sou contra a pirataria mas a desculpa dos preços nem cola mais como colava antes ao exemplo: No Submarino Coleção Completa Harry Potter: Anos 1 – 7 Parte 2 (9 DVDs) R$ 71,91 São R$ 7,99 por DVD, é praticamente o preço de meia entrada. Prefere Blu-ray? Tem filmes a partir de R$ 35,91. Não é o filme que você quer? Ai ja é uma história completamente diferente.

    PS: Sim eu baixo filmes, séries e jogos da internet, se é legalmente correto? Não. Se tenho a intenção de comprar os DVDs? Não, nem sequer guardo as que já vi. São raros os casos onde me sinto tentado a comprar o material original, coisas como adicionais online, extras e etc, mas estes casos estão se tornando cada dia mais frequentes.

    • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

      Ninguém justificou pirataria ali não fera, pelo contrário.

      • Edmilson_Junior

        Não no texto, nos comentários.
        Exemplo:
        “huehuehuebrbr • 5 dias atrás−

        O texto foi fundamentado numa ideia falsa e falaciosa. Piratear não é roubar. Não há subtração no ato de piratear. Isso não torna a pirataria menos errada mas não justifica o uso de falácias para defender seu argumento. Você só fez essa analogia porque roubo é um termo de maior impacto.”

        • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

          ” Isso não torna a pirataria menos errada mas não justifica o uso de falácias para defender seu argumento.”

          Realmente, “”huehuehuebrbr”

        • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

          E de fato, piratear não é roubar.
          E piratear não tem quase nenhuma relação com o preço final do produto.

          • Edmilson_Junior

            Não vejo diferença entre piratear e roubar um item que é vendido em escala, balas em lojas(não sei por que mas nunca fiz isso), e outros objetos em que a escala cobre o custo individual, existe um custo de produção que está dividido entre todos os itens, roubar um deles irá reduzir o número de itens para diluir o custo. Basicamente diminui o lucro, mas se a margem roubada for grande demais então não cobrirá os custos de produção e a empresa fechar impedindo assim o lançamento de novos produtos interessantes. É o risco de perder toda uma leva futura de bons produtos por um prazer/economia momentâneo.

          • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

            Porque roubando, mesmo que seja uma bala, é uma bala a menos que existe na loja e copiando a bala a loja continuaria com a mesma quantidade de balas.

            Leia os comentários dos posts sobre o assunto, isso foi batido e rebatido diversas vezes.

  • http://profiles.google.com/alsssg arthur tavares

    Eu sou desenvolvedor e digo novamente: Dá um puta trabalho do caralho fazer um software. Se somos míopes e não conseguimos pensar em um modo melhor de vender nosso trabalho (que não seja metendo a faca no consumidor), isso é problema exclusivamente nosso. Agora, não é justo tomarem o nosso trabalho de graça, dizendo que não estão roubando.
    Vir aqui em casa para arrumar o meu encanamento de graça você não quer, né? Então.
    E quem pirateia NUNCA o faz por NECESSIDADE. Quem pirateia o faz para “estar na onda”. O jogo/música/filme/qualquer-coisa-que-seja está na moda, e vocês baixam compulsivamente, já no lançamento. Só para se sentirem “parte do grupo” e “curtirem a novidade”.
    Eu quero me sentir “parte do grupo” que tem uma SmatTV 50′. Algum vendedor aqui me deixa entrar na sua loja e “baixar” o hardware para minha casa, de graça? Complicado, né?
    Ao não pagarem o produto do desenvolvedor, vocês estão:
    1 – Encarecendo o preço do produto original. Claro, se TODOS pagassem, cada cópia seria mais barata. Infelizmente, quem produz já coloca o “adicional da pirataria” no preço do software/entrada-do-cinema/DVD/BlueRay/CD/etc…
    2 – Desmotivam a manutenção da versão ou desenvolvimento da sequência.

    Mas é aquele negócio, né? “Eu tenho que me dar bem” sempre impera…

    • http://profiles.google.com/scytheh Otávio Müller

      1 – Encarecendo o preço do produto original. Claro, se TODOS pagassem, cada cópia seria mais barata. Infelizmente, quem produz já coloca o “adicional da pirataria” no preço do software/entrada-do-cinema/DVD/BlueRay/CD/etc…

      Pelo que entendo de economia, isso não é verdade. Os preços do produto refletem a elasticidade so mercado. Aumentar o preço não reflete em um aumento do lucro em todos os casos. A matemática em softwares é um pouco diferente porque a mercadoria é virtualmente infinita, mas segue mais ou menos a mesma lógica.

    • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

      Quem determina o preço do produto é o mercado, ou melhor, o consumidor. Se o seu produto não vende ou é muito pirateado, aumentar o preço não vai melhorar o seu lucro e a sua demanda, pelo contrário, é bem mais plausível que isso alimente a pirataria ou diminua as vendas legítimas (ou ainda, ambos).

      As soluções mais efetivas até o momento é agregar valor do produto (como jogos na Live, ou App Store e Steam onde o valor baixo dos programas se alia ao valor agregado deles) ou a venda de serviços ao invés da licença (Netflix, Hulu e Rdio) ganhando no acesso mensal do cliente e não na venda do produto.

      Resumindo, as leias de copyright estão defasadas e erradas e precisam ser mudadas, elas não condizem mais com o mercado que temos hoje e as empresas precisam entender isso e precisa se adequar.

      • http://twitter.com/epassos Eduardo Passos ★★★★

        Independente de o consumidor ter mudado, fazer cópias não autorizadas de propriedade intelectual alheia é errado.

        Não sei em que mundo isso pode ser relativizado

        • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

          Leia todos os artigos e comentários dos 3 textos que tivemos no meio bit. Esse seu comentário já foi discutido muito para eu me repetir aqui.

      • Diego Goes Bauleo

        Caro, quem determina o preço não é, nunca foi e nunca será o consumidor :) É quem produz o bem que determina o preço, tanto que você pode ter um produto/serviço diferenciado que custe mais caro, quanto um “comum” mais barato que o lucro venha no volume de vendas.

        Tenho um exemplo bem fácil de entender: panettone. Pelo menos aonde moro o Carrefour vende panettone e chocottone de fabricação própria a R$2,99. Não é o melhor do mundo, mas é bom o barato. Já ví uma fornada de ~50 unidades ser vendida assim que é disponibilizada para venda.

        Por outro lado, estão os panettones “premium”, da Bauducco, Casa Suíça, entre outras, que custam mais de R$15,00, são SIMILARES aos do Carrefour, mas há toda aquela produção com embalagem, propaganda, e a sensação do consumidor de estar comprando um produto que recebeu atenção aos detalhes.

        Dito isso, você não vê produto da Bauducco ou Casa Suíça a um preço mais acessível, é tudo questão de posicionamento estratégico do produto/marca de cada empresa :)

        • Alexandre Oliveira

          Exato.
          Quem manda no preço é sempre o vendedor/produtor. Ele pode (e se quiser vender muito deve) se deixar influenciar por diversos fatores, mas no fim ele cobra o quanto quiser e tem a opção de aceitar vender pouco se assim preferir.
          Quem conhece o mínimo do mercado de varejo sabe o quanto estratégia de preço é importante, e o quanto essa idéia de que o consumidor / disponibilidade manda no preço é fantasiosa. Tem muito fabricante que proíbe os varejistas de baixarem o preço de seus produtos, pra não “sujar” as marcas. Já vi até fabricante que preferiu recomprar estoque a deixar fazerem promoção de produto encalhado.

          Nos panettones eu nem usaria a Bauducco como exemplo, porque a Kopenhagen cobra mais de três vezes isso ai por um panettone dela. Vende muito menos que a Bauducco, mas não está nem ai, ela quer ficar no nicho de luxo mesmo, e tem todo o direito.

          Não concorda com o preço? Não compre, e não coma. Compre de um concorrente (como o Bauleo sugeriu), ou não compre de ninguém e vá comer um bolo ou outra coisa.

          Não concordar com o preço não dá direito a usufruir do bem sem pagar, como muitos vem defendendo nos comentários.

          • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

            Novamente, você, a exemplo do amigo acima, está confundindo o posicionamento estratégico e uma empresa com a determinação do preço de um produto. As duas coisas caminham juntas mas são fatores diferentes na composição do preço.

            Quem determina o preço é o mercado consumidor, pode até ser um mercado consumidor de nicho como muitas empresas fazem, mas ainda assim o preço é determinado pelo mercado consumidor. O que é determinado pela produtor é até quanto vale a pena manter-se em determinado setor concorrendo com preços que ele considera baixos demais.

          • Alexandre Oliveira

            O preço é determinado pelo vendedor. Até eu ver o consumidor com uma máquina remarcadora de preços (po, lembrei da inflação agora) na mão mudando os preços no supermercado, isso é a verdade.

            Você que está confundindo os conceitos. Você quer falar valor percebido ou alguma outra coisa, mas não “preço”.

            Um vendedor pode descolar o preço do valor percebido por alguns clientes (note que a percepção não é igual pra todos, eu posso aceitar pagar 50 reais num panettone enquanto outra pessoa acha isso um absurdo e o filho do Eike Batista acha barato) o quanto ele bem entender. Ele não precisa ter um preço que agrade a maioria. Ele não precisa ter um preço que agrade a ninguém, dependendo da estratégia e da situação dele. Tem muita coisa que fica a venda por anos a fio sem ninguém comprar e nem por isso o vendedor abaixa o preço, recusando ofertas mais baixas. O preço está lá, paga quem quiser.

        • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

          Não, quem determina o preço de venda é o consumidor.

          E você, com o seu exemplo, tocou exatamente no que eu disse nesse e nos outros dois tópicos: percepção de valor do consumidor.

          Nos panettones de R$15 (tá barato aí heim, aqui em Porto Alegre eles tão quase R$20) o consumidor tem a percepção de que o valor agregado é maior – caixa, gosto etc – e por isso ele paga os R$15. Se a marca fosse aumentando o seu preço gradativamente os consumidores iriam migrar para panettones intermediários, deixando de consumir os mais caros.

          O que é confundido aqui é posicionamento estratégico com precificação do produto.

          • Diego Goes Bauleo

            O posicionamento estratégico de uma empresa está diretamente ligado ao preço de seus produtos/serviços. O cenário que você citou, da empresa aumentar gradativamente o custo dos produtos, exemplifica justamente isso. Caso a Bauducco decidisse focar no segmento de luxo, ela iria aumentar o preço de seus produtos para ficar no nível da Kopenhagen, como citado pelo Alexandre, e com certeza continuaria tendo quem comprasse seus produtos.

            No final das contas é a empresa, sim, que decide o preço dos seus produtos e, com isso, escolhe qual nicho de mercado quer atuar. Ao consumidor resta a escolha de pagar pelo preço daquela marca, ou ir para outra marca que cobre mais barato ou que ofereça mais diferenciais (mais caro).

          • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

            Exatamente.

            Mas a empresa não determina o preço de fato, ela determina onde ela quer atuar e quem ela quer atingir. Dentro disso ela determina o preço que o mercado consumidor daquele nicho aceita pagar. Ou seja, o mercado consumidor determina o preço que ele paga (máximo e mínimo) e a empresa escolhe se quer atuar nesse nicho ou não.

            A empresa se posiciona estrategicamente dentro de uma faixa de preço, faixa essa que é determinada pelo consumidor.

    • http://www.facebook.com/chr.oliveira Christian Oliveira

      Vender software ainda vai dar algum dinheiro, mas acredito que num futuro muito breve, só será possivel ganhar algum com algum tipo de serviço agregado, nisso o sofware se tornaria apenas um canal para vender este serviço agregado,
      Vender somente nos casos extremamente específicos que não interessa a quase ninguém fazer pirataria.

      Lembre-se que em alguns casos o hardware sai a preço de custo ou menos e o ganho real está no licenciamento de software e conteúdo, exemplo: video-games. Nesse caso o hardware como um meio de venda de midia, “te dou o hardware” e você consome conteúdo.

      Acho dificil “frear” esse movimento de manada, só irá sobreviver quem adaptar o seu negócio, buscando o ganho em fórmulas diferentes.

      Não sei se é minha percepção, mas quem consome pirataria em sua maioria não é o comprador em potencial do produto, exemplo meu amigo comprou a camisa pirata da Polo por 50 contos, mas nunca em sua vida, jamais pagou ou pagaria os 300 contos pela camisa original. Meu amigo ganhou “até a primeira lavagem”, mr. Lee ganhou e a fabrica da Polo não ganhou, mas também não perdeu.

      Meu último BD eu praticamente comprei na saida do cinema, mas estipulei um limite: 50 contos, eis que para minha surpresa após alguns meses do lançamento do filme nos cinemas, iniciou-se a pré-venda do BD por 39,99 contos, o cinema ganhou, eu ganhei, a produtora, a distribuidora, o motoboy que entregou o produto. enfim cobrou justo todos ganham.

      Aqui no Brasil já tem algumas duplas certanejas e grupos de Calypso (sim por que piratear música é para os fracos, os caras pirateiam a banda) que só explodiram em sucesso graças ao mercado negro da pirataria, duplas que jamais conseguiriam um contrato com uma gravadora ficaram famosas nas banquinhas de camêlo e hoje estão “ricas” de tanto vender show e aparecer no plim plim, a dupla ganha, o camelo ganha, o fã ganha, só perde quem tem bom gosto para música.

      E finalizando, os dados já estão rolando, faça suas apostas, ficar chorando a pirataria não vai encher a barriga de ninguém.

  • http://www.facebook.com/kerberos2001 Diego F. Duarte

    Agora tenho ctz: É lobby e bem pago XD!

    • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

      3 posts em poucos dias =P

      • Alberto J. Azevedo

        Pois é, fiquei com a mesma impressão, ou é lobby ou desespero em gerar pageviews. Tive a nítida impressão que eles aumentaram a alguns dias atras o número de refresh na outra pagina, eu nem conseguia escrever o meu comentário direito e boom, refresh. Sei lá, mas tem algo cheirando mal aqui. Agora vem cá, Post de mimimi? Não seria mais fácil enfiar a cabeça na terra e aceitar a vergonha. Achei que o conserto ficou mais patético ainda. Vou sacanear muito o Nick Ellis da próxima vez que eu ver ele. Hehehe

  • http://www.facebook.com/georgepagliuso George Pagliuso

    Cara, belo texto! Acredito que ficar falando repetidas vezes “É ERRADO” ou “É CRIME” não vai solucionar muito as coisas, é importante ressaltar os argumentos sobre as vantagens de comprar original, por exemplo quem compra produtos originais estão dando suporte para as empresas continuarem o seu trabalho. Realmente existem preços absurdos, então o errado não é somente o consumidor, ainda mais devido ao alto valor de impostos que os produtos ganham entrando e também sendo fabricados no nosso país.

  • http://www.facebook.com/vinicius.stanzanilongo Vinícius Stanzani Longo

    Marcel, posso te indicar um texto de um professor da UFMG que lida muito com essa questão de pirataria/direitos autorais/propriedade intelectual?
    Eu entendi o seu ponto de vista – agora melhorado sem a questão do roubo -, não o julgo errado, mas acho que é necessária certa relativização.
    O texto é o que segue nesse link . Se quiser, existem vídeos desse professor participando de um debate televisivo em um programa de BH, onde estão presentes crianças de uma escola municipal, ele, um representante da Sony BMG e o presidente de uma associação antipirataria.
    Aguardo seu posicionamento acerca do texto.
    Abraços e feliz ano novo!

    • http://twitter.com/bqeg Byte Que Eu Gosto

      Opa, valeu. Vou ler!

      • http://www.facebook.com/eletrowilson Wilson Machado

        leia mesmo, vai ser útil pra vc. eu li e gostei muito. aliás todos deviam ler.

        • http://www.facebook.com/vinicius.stanzanilongo Vinícius Stanzani Longo

          Wilson, se você se interessar procure no youtube pelo nome Túlio Vianna. Tem uns 5 vídeos em que ele bate boca com um representante da Sony BMG e de uma associação antipirataria de Minas. O vídeo é bem informativo, desmente alguns mitos, além de ser bem engraçado, com momentos bem acalorados… Vale a pena!

  • http://twitter.com/douglasbrasil Douglas

    Abra uma enquete então aqui, perguntando se o pessoal achou correto o teu texto e vamos ver a opinião dos leitores.

    • http://twitter.com/douglasbrasil Douglas

      Enquete de votar, não likes e outras coisas, botão SIM e NÃO.

    • Mario Neis

      ainda mantenho minha opinião que postei no tal outro texto:

      Assim como existe o ZICA ( para salsinhas, trolls e afins) deveria existir um protocolo moralizador para os colunistas, se for incoerente ( pra não dizer hipócrita e sim maniqueísta tbm) o editor deve ser colocado na geladeira do meio bit, e proximos textos terem a necessidade de passar no crivo de uma banca de editores do meio bit ( me atrevo a lista-los: Cardoso, Dori e o Laguna, fontes, estrutura e padrões, respectivamente)…

      digo isso pela imagem do meio bit.. sou leitor antigo ( laguna que o diga no post dele, lembrei de coisas do “arco da velha” sim termo bem sessão da tarde mesmo hehe) e normalmente passo aqui no meio bit para me sentir informado ( e bem informado aliás) seja sobre qual placa de video irei pegar ( laguna), qual o jogo que mais me identifico ou a promoção do steam do momento ( dori), posts “do mundo de beakman” que alem de informar divertem pacas ( cardoso), enviar instruções sobre fotografia para minha esposa ( gilson) e artigos que mixavam a tecnologia com a ciência social do direito ( com o ghedin, esse sim tinha embasamento para arguir sobre isso)…

      e normalmente ( acredito que outros leitores também) eu leio os textos sem nem ver quem o escreveu ( por confiar no “taco” do site), o que agora não consigo mais fazer aqui no meiobit

      nos posts do marcel desde o tal último texto nem considero mais, nem acesso mais, entrei nesse para ver até onde a “papagaiada” iria.. mas, penso no contexto geral, o site está perdendo (credibilidade, “estrelinhas de favoritos” acessos, ranks, o que o valha” ) por não termos esse ZICA ( editor edition..), ou seja do jeito que vai a longo prazo o meiobit deixará ( ou poderá deixar de ser) considerado fonte de informação confiável….

      • http://twitter.com/douglasbrasil Douglas

        Mario Neis, concordo totalmente com teu texto, é exatamente o que eu queria ter escrito, e também me sinto assim, eu leio direto no gizmodo US, engadget, techcrunch, e etc, mas mesmo assim venho ao meio bit, tem bookmark na barra do chrome pra facilitar ainda, mas o site está perdendo o ritmo.

      • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

        Que exagero, não há necessidade para tanto.
        Se o texto tem alguma
        falha ou você não concorda mostra isso nos comentários. Não importa os
        que não leem os comentários, esses só leem sem refletir, não vão fazer
        diferença.

    • http://twitter.com/arturluizbr Artur Luiz

      Se o blog é do Cardoso então a opinião postada deve ser dele, não? Mesmo se TODA a população global for contra a opinião, ainda assim é a opinião dele…

      Então se não tiver aceito a opinião dele, contra-argumente para tentar fazê-lo perceber o erro (se houver) ou ter mais certeza ainda na opinião.
      ;-)

      PS.: Acho que o Cardoso, sinceramente, não tá nem ai pra opinião dos leitores e sim para discussões saudáveis…

      • Matheus Oliveira

        Calma, dessa vez não foi com ele.

  • FaeL_Figueiredo

    Seguinte… Eu compro filmes de DVDs quando é muito bom e por um preço justo. Exemplo: Trilogia O Poderoso Chefão e a Trilogia De Volta para o Futuro… 30 reais no submarino! Já comprei a trilogia do Senhor dos Aneis por 19,90! A Trilogia Bourne e a trilogia Matrix também por 19,90! Quem produziu esses filmes merecem meu dinheiro, porque são obras primas!

    • http://www.facebook.com/victor.coelho.188 Victor Coelho

      maldito, falou tudo q eu falei com metade das linhas!!

    • http://twitter.com/Fazitos Luis

      Penso da mesma forma, tenho o SDA originais, Indiana Jones, todos do Woody Allen, Mel Brooks.

      E nenhum comprado em lançamento, onde ele enfiam a faca e torcem.

    • miguel

      Parabéns pela exposição da idéia. Compartilho dessa mesma filosofia.

  • André Kittler

    1. Lembro quando tentei comprar o Sim City para o Android. Juro, cheguei a instalar outra app store para tentar, mas não deu. Não foi permitida a venda para o Brasil. Pìrataria é uma alternativa ao acesso, e é fácil se extender nesse ponto.
    2. Pirataria é roubo? Sinta-se livre para roubar uma copia perfeita do meu carro de min. Não me sentirei mal pela tua cópia, realmente não vou ligar e provavelmente nem perceber.

    De resto OK, é errado e tem valores que não tem cabimento piratear. Mas super-simplificar é aidna mais errado. Pessoalmente prefiro jogar (não trial de merda) antes de pagar pelo jogo e updates, naõ tenho dinheiro para arriscar.

    • Bruno Cerqueira Hott

      “2. Pirataria é roubo? Sinta-se livre para roubar uma copia perfeita do
      meu carro de min. Não me sentirei mal pela tua cópia, realmente não vou
      ligar e provavelmente nem perceber.”

      Realmente, se eu compro um jogo eu não ligo pra ti que pirateou o jogo, mas a empresa que o criou é quem sofre o prejuíso.

      • e2db

        Aí é que fica o problema da cópia “não licenciada”: o cidadão não está “roubando” da empresa *o produto*, ele está roubando da empresa *o consumidor*.

        E nisso se parece muito com a pirataria de tênis da Nike, por exemplo, porque aí vou ter um produto idêntico (dane-se que não tem a mesma qualidade), e a empresa que teve o trabalho de criar design e essas coisas todas intangíveis não vai receber 1 centavo.

        Não é roubo: é como se fosse uma concorrência desleal, mas neste caso não se cobra nada para prejudicar o “fabricante original”.

    • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

      …lógica de objetos físicos não se aplica a objetos virtuais.
      Se fosse possível replicar um carro, seria um potencial carro original vendido a menos, e menos oferta de trabalho para a fabricação do carro.

    • Alexandre Oliveira

      Você não vai ligar se copiarem o seu carro, mas a empresa que gastou uma grana imensa projetando aquele carro é muito prejudicada.

      Imagina se uma empresa começa a criar cópias perfeitas de uma Ferrari e vendê-las por preço de custo? Alguém vai tentar defender a ideia que a Ferrari não seria prejudicada?

  • http://www.facebook.com/victor.coelho.188 Victor Coelho

    Acho que quem defende pirataria como algo que não é errado, só faz isso pra não se sentir culpado.
    Eu baixo filmes e musicas e sei que o que estou fazendo é errado, mas também não vou pagar 50 dilmas em um dvd só porque é lançamento, por isso eu baixo o filme, se eu gostar do filme, compro ele quando ficar mais barato, e eu faço isso como uma compensação por entretenimento satisfatório. eu não sou menos culpado por isso, (ainda tem muitos filmes que eu vi que eu nem penso em comprar)
    Vejo o que anda acontecendo com a cinema um retrato perfeito do uso descontrolado de produtos piratas, eu vou no cinema e só vejo remakes e continuações, poucos são os filmes originais e quando são, é apenas mas uma tentativa de superprodução para atingir o maior publico possível e isso acontece porque os produtores já sabem que assim que for lançado o filme vai para a internet e ai vai ter uma bela quantidade de gente que não vai pagar pra ver o filme. E assim os produtores vão lançando blockbuster atras de blockbuster até o dia em que no cinema só haverão dois tipos de filmes: ação e comédias românticas.

  • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

    Mesmo erro maniqueísta do outro texto. Piratear é ilegal. Sem discussão. Mas juízo de moral – como você faz aqui – não cabe nisso. Se é errado ou não, cada pessoa decide e arca com as consequências disso (ou seja, se a pessoa comete qualquer ato que seja considerado errado pela lei ela paga por isso, mas lembre-se, nem sempre as leias são morais).

    É crucial que se entenda a diferença entre ser errado (moralmente) e ser ilegal (crime).
    E é mais crucial ainda que não se faça julgamento de valores acerca das outras pessoas a fim de tomar isso como verdade absoluta.

    Você pode dizer que VOCÊ acha errado piratear e que VOCÊ acha que quem faz isso está errado e pode ainda informar que isso é ilegal. Mas você não pode dizer que é errado sob todos os aspectos e “fim de papo” porque isso é um erro (cada pessoa, cada sociedade, tem um código legal e moral que é baseado na sua cultura).

    Para se escrever sobre um tema delicado como esse precisa-se ter muitos cuidados (e, palmas para você que admitiu o erro de ter chamado a pirataria de roubo na primeira vez, agora é só perceber que é errado julgar valor alheio para perpetuar verdade).

    • http://twitter.com/bqeg Byte Que Eu Gosto

      Eu nunca imaginei que quando estou emitindo a MINHA opinião precisaria especificar que é a MINHA opinião.

      • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

        Você escreve um testo opinativo e argumentativo baseado no que você pretende defender. Para isso você faz uso de vários conectores e operadores argumentativos durante todo o texto a fim de salientar e reforçar esse caráter. Ou seja, o seu texto é de opinião sim, mas, traz a luz argumentos de fora da sua opinião, como no trecho abaixo:

        “O ponto central do texto: pirataria é errado, fim de papo. Não importa, em nenhum caso, o tipo de argumento utilizado.”

        Em nenhum momento você deixa claro que essa é a sua opinião. De fato, o que se interpreta disso é que piratear é errado sob qualquer aspecto argumentativo que exista. Não existe nenhuma marca pessoal nessas afirmações acima, ou seja, de fato, apesar do texto ser opinativo e trazer para a discussão a dus opinião você faz uso de afirmações morais que fazem valor da moral alheia para justificar o seu argumento.

        Resumindo: você não deixa claro que é você, dentro da sua construção moral, acha que piratear é errado e sim que, dentre qualquer construção moral, é errado piratear.

        • http://twitter.com/bqeg Byte Que Eu Gosto

          Entendi. Vou me lembrar disso no futuro. Obrigado.

        • Diego Goes Bauleo

          Moral é diferente de ética. Talvez o ponto todo aqui seja esta questão, moralmente pode não ser errado piratear, mas a ética nos diz que é errado.

          E convenhamos, se não gostou do texto é só parar de ler ;) Ficar tentando enfiar goela abaixo sua opinião é uma postura muito pior…

          • Orador dos Mortos

            A ética sob a ótica de qual sistema, ou de qual pensador? Se me basear no utilitarismo, pode-se discutir se é errado ou não e sob quais circunstâncias é errado. Se você está usando o pensamento ético kantiano, então é errado e não tem conversa. Já, se você for Stirneano, dane-se o mundo, pirateia e acabou.

            Do que é mesmo que você estava falando?

          • Diego Goes Bauleo

            Oras, dá para notar que eu estava me baseando no utilitarismo, certo? ;)

      • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

        Ok, quer dar a SUA opinião sobre NÓS?
        Divirta-se com a NOSSA opinião sobre VOCÊ.

        Mas sacumé né, nada pessoal. Boas festas.

  • lucasn

    “é importante salientar, que: xingar, ofender, atacar, desqualificar o autor do texto, nada disso serve de contra-argumento ao texto em si, tampouco serve como justificativa para piratear qualquer coisa.”

    acho que os comentários feitos a vc no post http://meiobit.com/113521/so-pirateia-quem-quer/ não quiseram contra-argumentar o texto ou justificar a pirataria. Eles quiseram apenas mostrar que o q você escreve não condiz com o que você faz!

  • http://www.facebook.com/jonas.melo.71 Jonas Melo

    https://twitter.com/bqeg/status/284472341864538113

    Mas aqui você falou que NÃO pirateia, ô bastião da moralidade

    • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

      Pois é, o cara se perdeu aí. Diz que é contra mas pirateia (hipocrisia?). Depois em tweets disse que nunca pirateou nada…

      Depois de dois posts falando que só pirateia quem quer e o autor pirateia só chegou a conclusão que o autor quer piratear, mas acha errado quem faz isso?!

      • http://www.facebook.com/jonas.melo.71 Jonas Melo

        Ele tá dizendo que o problema maior é a pessoa não ter consciência de que tá fazendo algo de errado, de achar que tá certo.

        Ele pode piratear porque ele TEM consciência do erro que está cometendo.

        Dessa forma, se ele tiver noção do erro que é por exemplo, matar, talvez ele possa se tornar um assassino hipócrita.

        “Eu matei! Mas eu sei da merda que fiz”.

        Só estendendo as analogias…

    • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

      Não percebeu a ironia, que graça.

  • Davi Ramos

    Marcel, muito embora eu continue discordando de seu ponto de vista, vejo com bons olhos a franqueza de quem sabe se corrigir. Não me sinto disposto, agora, a elaborar uma argumentação a respeito, mas talvez o faça posteriormente. Sou membro fundador do Partido Pirata do Brasil, em fase de formalização, e, como é de se esperar, profundamente avesso à instituição do copyright. Convido-o a conhecer o blog http://observatoriopirata.tumblr.com/, que mantenho, onde disponibilizo textos em português – quase todos artigos traduzidos do inglês – sobre este e outros assuntos pertinentes à cultura pirata. Grande abraço.

  • miguel

    O assunto é de fato complexo, difcil de ser completamente cercado. Na minha opinião o artigo já tem gde valia só pelo fato de levantar tanta polêmica, fazendo muitos de nós refletir sobre a banalização da referida prática. Deixo claro que não concordo com tudo o que foi exposto, mas também não tenho competência para expor melhor. Só acho lamentável que os ataques ao autor do texto sejam colocados de forma a enfraquecer o texto. Se for assim, quem poderá escrever sobre tal tema? Só aquele que nunca errou ou aquele que errou muitas vezes e tirou isso como experiência? Acho que o que mais vale aqui é o intelecto. Parabenizo o autor pela coragem!

  • BroncoBom

    Marcel Boris Casoy: Fala uma coisa, mas realmente Pensa e Faz outra.

    Depois é só pedir desculpas e voltar à mesma rotina facistinha julgando o que é certo e errado.

  • http://twitter.com/aypycy ToyPyCy

    Sou da turma, minoritária, de que nada pirateio. Nada. Antes eu até discutia sobre o tema, tentava me explicar para outras pessoas do porque eu faço isso (!). Hoje em dia eu não perco meu tempo, a pirataria – infelizmente – é uma guerra perdida. E como toda guerra, há um custo e esforço despendido que poderia estar sendo utilizado para coisas produtivas do que por simples “defesa”.
    Os argumentos dos piratas são os mais sem fundamentos que já vi. Coisas do tipo: “tem nos EUA e não aqui”, é papinho que é usado para se (auto)justificar apenas. E esse papo de “cada um sabe se isso é errado ou não”, também não cola. Errado é errado e fim de papo, é nisso que o autor esta tentando dizer: “quer piratear, ok, mas saiba e tenha consciência que você esta agindo de forma errada”
    A conta, como sempre, alguém está pagando.

    • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

      Meu Deus …

  • http://twitter.com/ajscaldas Abraão Caldas

    tá aparecendo no top do meiobit: COwCEs8BCAASBmFkRGF0YVAAigG_AXoFaNQDcDyCAZkBIAAqB2h

    que ser isso?

  • http://twitter.com/thehermocrates Hermocrates

    Você é um pirata, mentiroso e hipócrita (tentou se passar de santo e foi desmascarado diversas vezes). Não tem moral pra escrever texto criticando quem faz a mesma coisa que você faz e fazia muito mais antes

    Único que tem moral pra escrever esses 2 artigos é quem nunca praticou pirataria, mesmo quando era adolescente e não tinha o dinheirinho vindo todo mês do trabalho

  • http://twitter.com/hankbizarro Zé Ricardo

    O que mais me surpreendeu aqui nem foi gente querendo justificar a pirataria. Foi gente perdendo tempo stalkeando o autor para achar contra argumento. Lembrei dessa (clássica) tirinha: http://xkcd.com/386/

    Antes que tentem usar a falácia do “você também pirateia”, eu vou falar: eu também pirateio, mas diminuí DRASTICAMENTE essa prática durante os últimos anos. Hoje no meu computador, o único software que tenho pirata é o Photoshop. Esse eu não irei comprar tão cedo porque é caro demais para o pouco uso que faço dele. Mas se eu usasse profissionalmente eu compraria, assim como comprei muitos softwares/frameworks que uso no meu trabalho de desenvolvedor. E até hoje não achei uma alternativa a altura do Photoshop, e o Photoshop tem um preço que nem posso pagar (se alguém souber uma boa alternativa para Mac OS, pode me recomendar. e por favor, Gimp não é bom).

    Música eu nem baixo mais, pois utilizo Oi Rdio e tem me servido bem. No celular (categoria que o povo teria que tomar mais vergonha na cara) eu tenho todas as apps originais e nem jailbreak tenho. Assim como no iPad. App de iOS/Android tem preço de coxinha. Tem que ser muito sem noção para querer justificar pirataria nesse caso, assim como em games que baratearam muito em ferramentas como Steam, Nuuvem e afins. Dá para jogar pagando pouco. E meu Xbox 360 nem é destravado. Compro muito jogo usado por US$5-US$10 e muito jogo em promoção. Alguns poucos em lançamento e bastante coisa na Live Arcade.

    O problema que eu vejo é piratear sem motivo. Muitas vezes a pessoa tem plena condição para comprar o conteúdo, mas não compra apenas pelo fato de ter a opção de não pagar Conheço gente que ganha superbem e não concorda em pagar US$0,99 em uma app de celular (daí usam desculpas como cartão internacional, como se fosse dificil conseguir um).

    Até entendo baixar um game ou app como “demo de luxo”. Entendo baixar algo quando se não tem outra opção, pois o preço é proibitivo e não existe opção decente mais barata ou gratuita. Mas em outras condições, as pessoas tem que começar a enxergar que o software, jogo e etc são trabalhos de alguém. Existem opções que não são caras para reduzir o uso de pirataria no dia a dia. Basta cada usar o bom senso e colocar em prática. Acho que dá para sim pelo menos reduzir o uso de pirataria na sua vida ao poucos. E também dá para assumir a culpa de que piratear é errado, é crime sim, por mais que eu, você, o presidente e o papa usem dela.

    • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

      “O problema que eu vejo é piratear sem motivo”

      Então tá tudo certo, se o cara tiver motivo aí tá liberado…

      • http://twitter.com/hankbizarro Zé Ricardo

        Se você ler o texto inteiro (ou parar de fazer de conta que não leu) entenderá os motivos que apresentei. :)

    • Alberto J. Azevedo

      Zé Ricardo. Novidade pra você, se voce compra jogo usado, voce esta pirateando jogo. Isso porque de acordo com a industria, voce não é dono do que voce compra, só ganha o “privilégio” de usar/assistir/ouvir. Então pode excluir isso da sua lista.

    • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

      Para a indústria comprar jogo usado é a mesma coisa que piratear. Assim como trocar e emprestar. Um argumento a menos pra você =D

  • http://www.facebook.com/tcespinola Tarcísio Espínola

    Texto simplesmente perfeito, retrata com bastante clareza a total falta noção que a maioria das pessoas têm hoje com o que é certo e errado. Concordo em gênero, número e grau…

  • http://twitter.com/paupipoca Paulo Fernando

    Parabéns novamente pelo seu texto. É preciso ficar claro que piratear é crime e fim de papo. E não será fazendo pesquisa sobre o que as pessoas acham ou deixam de achar que será descaracterizado o delito. Aliás, deve ser em razão dessa mentalidade idiota de grande parte dos brasileiros, querendo “levar vantagem em tudo” (Lei de Gérson, lembra?), que o país é medíocre e seu povo não tem credibilidade nenhuma.

  • http://twitter.com/paupipoca Paulo Fernando

    Complementando meu comentário anterior: as pessoas que o julgam incoerente porque admitiu que já fez pirataria não estão entendendo o espírito do seu artigo. A circunstância de já ter pirateado ou não não retira, do autor do texto, a legitimidade para expressar sua opinião. Todos tem o direito de mudar de opinião e somente os idiotas têm idéias fixas e imutáveis.

  • Ricardo Souza

    Aqui aprendi como é difícil dizer discordo. É necessário apresentar toneladas de argumentos, apontar discordâncias no texto, ofender e/ou desqualificar o autor, parecer intelectual e ainda citar teses de mestrado. Marcel, diversos softwares ainda continuam muito caros, porém piratear jogos entre outros que custam 10 reais é sacanagem. Mas vai de cada um.

    • http://www.facebook.com/eduardo.moura1 Eduardo Moura

      Ricardo e demais, depois de ler um bando de gente defendendo POSIÇÕES e não INTERESSES sua contribuição foi a primeira equilibrada. Precisamos separar o conteúdo do autor. Conforme colocado o autor pirateia, ainda que ache “errado ponto”. Não se trata mesmo de julgar quem faz ou quem não faz, isto é atribuição da justiça e do livre arbítrio de cada um, agora de fato e de direito, piratear é errado, é crime e é ilegal. Pode ser justo, mas não é certo de acordo com a lei.

      Aqui entra a parte curiosa, beber e dirigir é contra a lei, mas tem gente que faz porque acha que é só ele e que foi só um pouco errado, multiplique isto por 100.000, 200.000 pessoas e temos o número alarmante de acidentes de trânsito com mortes que o país apresenta (40.000 pessoas MORREM por ano em função do trânsito). Efetivamente a pirataria tem suas consequências, enfraquecer a indústria fonográfica, diminuir o ritmo de evolução de alguns softwares especializados (aqueles que a comunidade do software livre não tem massa crítica para promover), alimentar as milícias e outros grupos do crime organizado com fontes de renda, dificultando a repressão ao crime e diminuindo a segurança e por aí vai. O ponto é que as pessoas tem uma dificuldade muito grande em assimilar que a lei existe para ser cumprida e a democracia existe para que a maioria force ao ajuste da lei a uma forma mais adequada ou “justa”.

      Uma das coisas que me assusta na discussão é que estamos invertendo os tempos… primeiro ao que parece as pessoas querem atender os seus direitos, depois vamos lidar com os nossos deveres. Isto leva a um país falido moralmente e com poucas perspectivas, para um ser humano não existe nada pior que uma vida com pouca perspectiva.

      Todos precisamos refletir sobre a extensão dos nossos atos e sobre o peso deles na sociedade, pirateia quem quer, mas consciente que os seus atos tem consequência mesmo que não tenham punição, e estas consequências podem voltar na forma de assaltos, filhos viciados em drogas e outras mazelas típicas de países com baixo senso de comunidade.

    • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

      Fiz um comentário que não sei se está acima ou abaixo daqui, que levando essa questão: como fazer o mercado cooperar com a pirataria ou invés de deixá-la se virar sozinha.

      Piratear jogos de 10 reais… por que?
      Não seria porque muitos não tem como pagar? Não é tão fácil assim você tem um meio de pagamento que seja aceito, alguns tem esses problemas.
      Veja, por que piratear o jogo de 10 reais quando você pode comprar no steam? Opa, não você não tem uma forma válida de pagamento aceita pelo steam, o que fazer? Piratear
      As empresas tem que se mexer, fazer como o Sweet Prince que a poucas semanas passou a nos oferecer formas de pagamento válidas e acessíveis em nosso país. Então agora eu não preciso mais piratear um monte de jogos já que eu posso tranquilamente entrar no steam e pagar.

      E olha, ninguém ofendeu o autor do texto, só apontou o óbvio. É anti ético fazer o que ele fez, mentir sobre si mesmo para criar uma imagem falsa. Se preocupou mais com a própria aparência do que com o conteúdo do texto. Quis bancar o Demóstenes agora aguenta.

      • http://www.vidadegamer.com.br/ Dori Prata

        Deve ter uns 2 meses que o Steam aceita pagamento por boleto bancário, então hoje qualquer pessoa pode comprar por lá. Se esse argumento era válido até então, podemos dizer que está morto.

  • http://www.facebook.com/people/Wagner-Felix/661933705 Wagner Felix

    Nem achei “ataques”, o que eu achei é que o texto foi muito contraditório com as ações. O texto não era imparcial, expunha uma opinião clara de que piratear seria sujo. Ai apareceram os tais tweets e eu achei muita graça.

    Só achei graça mesmo, pela persona e mascara diferente da ação real, nada demais.

  • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

    Mas é uma merda mesmo, olha só o que tenho que ler no meio desse novo texto: ” é importante salientar, que: xingar, ofender, atacar, desqualificar o
    autor do texto, nada disso serve de contra-argumento ao texto em si,
    tampouco serve como justificativa para piratear qualquer coisa”

    Meu querido, ninguém te xingou, ninguém te ofendeu, ninguém te atacou, apenas uma coisa eles fizeram, tiraram a sua credibilidade (desqualificar) por culpa completamente sua. Se você errou, fez algo errado, culpe em primeiro lugar a você mesmo e tente corrigir os seus erros do que colocar a culpa na sua queda em quem te pegou no pulo.

    Esse novo texto está cheio novamente de indas e vindas, você mesmo se corrige em vários momentos dizendo que “se expressou mal”.

    “É errado, não tem desculpa para piratear, só pirateia quem quer, por isso eu prefiro não piratear mais mas ainda assim as vezes eu não abro mão de piratear.”

    O que você está tentando dizer afinal? Qual o seu objetivo?

    Já sabemos que pirataria é errado e não precisa você nos dizer isso camarada, a maioria aqui já tinha noção disso muito antes de você despertar para esse fato. Não venha querer nos fazer engolir essa conversinha fiada de “ispertos”, isso é para os seus leitores que leem sem pensar e não comentam aqui.

    Pirataria é errado, disserte.

    O que você tem a dizer sobre a questão afinal?

    O que você tem a contribuir com esse debate que os leitores do Meiobit já não tenham contribuído nos comentários do seu texto anterior (não graças a você)? Até agora nada, só usei argumentos contraditórios para proteger a própria imagem.

    O que você pode dizer sobre o ato de piratear além do peso na consciência pessoal? Quais os motivadores do ato de piratear, a maior quantidade deles que você puder identificar e comentar? Quais são? Quais os impactos desses atos? Quais os benefícios que fazem a pessoa que pratica o ato de piratear vê como compensatórios aos prejuízos que causa? Qual a dinâmica dos objeto pirateado no mercado formal e comunidade?

    Seus dois textos são a questão conseguem ser mais superficiais e irrelevantes que o meu comentário, então qual o ponto?
    O mais bizarro é ver que você escreveu isso no texto:
    “Há uma série de outras discussões que já foram exaustivamente debatidas,
    como preços abusivos, lucro excessivo, impostos absurdos, qualificação
    de games como jogos de azar, etc. Esclarecer que piratear é, para todos
    os efeitos, errado, não invalida ou tampouco elimina a necessidade de
    discutir essas outras questões, que são fundamentais no incentivo a
    pirataria.”

    Por que não seguiu a própria recomendação e fez isso você mesmo?

    Esses textos são uma perda de tempo.

  • http://www.facebook.com/Alcy2k Alcy Inacio de Araujo

    A questão de um comportamento/ação ser ilegal é importante mas, é importante também analisar a ética da lei que a tornou ilegal. Pois, muitas vezes, e no caso de direitos autorais e correlatos, estas leis são um ATO DE FORÇA do poder econômico/politico, imposto (goela a baixo) ao restante da sociedade.
    Gostemos ou não, a sociedade, as leis, os comportamentos, a nosso própria lingua, muda porque existem pessoas que vão contra o status quo vigente.
    Ter um entendimento completo sobre tais assuntos é um tarefa árdua e longa.
    Resumindo: num mundo ideal não precisaríamos de leis. Num mundo possível, elas são feitas para cercear parte da sociedade.

  • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

    Eu comentei em um comentário por ai abaixo (ou seria acima?) que pirataria também é fase.
    No início é festa, a pessoa fica excitada com o acesso a tanta coisa, tão fácil, sem barreiras físicas e digitais, tudo que sempre quis ter acesso e nem sabia que existia. Então ela com uma conexão rápida a disposição começa a baixar de tudo sem nem pensar… e não vai fazer uso de metade do que baixou.
    Depois de algum tempo ela só vai baixar realmente o que for usar, posteriormente podendo diminuir ainda mais com a pessoa não tendo mais paciência de baixar muita coisa.

    Esse é um fenômeno que também acontece por vias legais, e darei aqui o exemplo do steam. Quanta gente não tem centenas, dezenas de jogos, que comprou por impulso e nunca sequer instalou?
    Isso acontece com música, livros… tenho vários livros aqui que comprei e não li, preciso arrumar tempo e animo para ler.

    É um grande erro acreditar que todo pirateiro original, o autor do texto é um exemplo. Sempre existem os “ispertos”, não só aqui, em qualquer lugar do mundo, mas a maioria das pessoas são consumidores normais. Pirataria não é uma doença que vá fazer a pessoa nunca mais consumir algo legalmente. Para muitos é apenas uma alternativa de acesso para algo, não é atoa que a maioria dos que baixam coisas regularmente são jovens (essa é a minha impressão) e aqui depende da índole da pessoa. Se ela for um dos “ispertos” não adianta espernear, se ela não quiser comprar ela não vai comprar, caso não deixe ela em paz, raramente faz mal.
    A polêmica da pirataria é se ela faz com que uma cópia deixe de ser vendida.
    Para aqueles que estão na fase de baixar tudo, não ter acesso a pirataria faria ela comprar? Não, ela não compraria. Ela só compraria coisas seletas que quisesse muito ter pessoalmente o original por qualquer motivo que seja e ela vai fazer isso mesmo tendo acesso ao pirata. Muitos desses jovens usam a pirataria como meio de descoberta.

    Falo por experiência própria.
    Eu assisto animes e leio mangás, e para isso não tem jeito, só baixando da internet. E eu nunca deixei de comprar nenhum anime ou mangá por isso. Os que são lançados aqui E que me interessam eu compro com gosto, se nenhum me interessa eu não compro. Piratear mangás me fez conhecer muitos autores e desejar muitas obras, para ter acesso a algumas que não tinham tradução para uma língua que eu compreendo ou simplesmente por apreciar o trabalho do autor e obra eu importei vários mangás. Eu tenho até mangá em japonês sem entender uma única palavra dessa língua, simplesmente porque eu tive acesso a obra e gostei o bastante para retribuir a autora. E não sou o único que faço isso. Muitas empresas exageram nos males da pirataria, por exemplo, como a pirataria estaria destruindo o mercado japonês de animes se as séries são pirateadas para fora? Algum estrangeiro deixou de comprar alguma série que ele nem tem como comprar? Importar discos bloqueados por região? Enquanto isso, lá no japão eles enfrentam uma crise financeira e vendem discos de 50, 60 reais com apenas dois, no máximo três episódios! Mas o problema é só a pirataria?! Percebesse que também existe um pouco de politicagem no meio.

    Recentemente o Crunchyroll, serviço de streaming de animes estreou por aqui.

    Muitos fizeram graça antes da estreia, porque afinal quem pagaria para assistir algo que já está disponível de graça por aí? Mesmo assim muitos estão assinando, final só não pagavam pelos animes porque antes não era possível!

    Veem como dizer que Pirataria é errado em nada ajuda? É só o título da discussão, não passa disso.
    A verdade é que pirataria é um fato da vida, resultado da própria evolução tecnológica e dos novos meios de distribuição, principalmente quando envolve o meio digital. Porque pirataria não se esqueçam não é só digital, é apenas o nosso foco de discussão aqui. E a direção que essa discussão deve tomar não é de nunca eliminar a pirataria, isso é impossível e uma perda de tempo, o foco deve ser em encontrar meios de se adaptar a ela. A pirataria que antes era só um meio de distribuição ilegal, hoje de muitas formas foi transformada em um canal de distribuição legal. Como expandir essa mudança de paradigma?
    Como fazer os pirateiros contribuírem com o mercado?

    Esse é o desafio, como o mercado pode cooperar com a pirataria o invés de deixá-la se resolver sozinha.

  • Keaton

    Apenas tudo que tinha de ser dito no primeiro texto está neste.

    Pequena nota: pirataria não é um assunto controverso, ele vira controverso caso o autor não saiba se expressar e passe a impressão de “pirataria é mal e você tem de se sentir mal”. Porém a história não é bem assim. Existem diversos fatores a serem considerados.

    Pirataria é errado? Talves. Causa prejuizos? Provavelmente. É o décimo terceiro pecado ou algum pecado capital moderno? Lógico, que NÃO.

  • Marcus Leite

    “Só pirateia quem quer”? Infelizmente, há produtos que aqui só conseguimos pirateando. Como é o caso de animações japonesas e jogos do tipo visual novel por exemplo. Eu entendo inglês, portanto posso comprar os Blu-rays dos EUA, ter uma assinatura do Crunchyroll, etc. Tanto que pretendo comprar o set de BDs de Fullmetal Alchemist Brotherhood de lá (cerca de 68 dólares). Mas quem não entende inglês, ou não dispõe de um cartão de crédito internacional, não pode aproveitar essas facilidades. E mesmo no meu caso, eu tenho que apelar para a pirataria várias vezes, pois os EUA não distribuem certo anime que eu gostaria de assistir.

    Quem gosta de produções japonesas no Brasil e prefere seguir o caminho da legalidade sofre muito. As distribuidoras aqui não se interessam em lançar os produtos em Blu-ray (no máximo um setzinho de DVDs, isso quando lançam), os títulos adquiridos são poucos (na sua maioria, apenas desenho genérico de adolescente, tipo Naruto), e não existe mais nenhum canal de TV a cabo aqui que transmita animes (no máximo algum canal da HBO que passa esporadicamente alguma ou outra animação japonesa de longa-metragem). Por isso eu gostei muito quando li a notícia que o Crunchyroll viria para o Brasil, afinal parecia que ninguém estava interessado em distribuir anime por aqui. Mas me pergunto se a iniciativa dará certo, afinal o mercado “otaku” brasileiro é bem deficiente, com pessoas que querem capitalizar em cima de pirataria, como exemplo: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-456877282-fullmetal-alchemist-brotherhood-completo-ovas-hd-fret-gr-_JM . Bem, só o futuro nos dirá, e enquanto não temos no Brasil uma distribuição eficiente de produções japonesas, continuarei importando de fora, ou apelando para São Jack Sparrow, se preciso for.

  • VitorCruz

    Olha, eu antes pirateava porque não tinha grana, mas isto foi coisas de anos atrás, quando era desempregado e tudo mais do tipo . Agora que trabalho, que tenho condições de comprar jogos, filmes, livros e músicas originais, eu pago pelos originais sempre que posso, ou espero sair uma promoção, um bundle, um box para comprar o que quero e desejo. Tenho contas no netflix, cracked, crushroll, Steam, Itunes e pego material com ou sem drm, dependendo do fornecedor.

    Quando os preços são altos demais ou a qualidade é estúpida, como drms idiotas da ubisoft ou EA, evito comprar daquela publisher ou estúdio por causa disto ou daquilo que não me agrada. Meu dinheiro não é capim, então eu compro onde acho adequado porque para as empresas, você vota com a carteira, opina com cartão de crédito e em um mercado competitivo, qualidade atrai fidelidade, atrai clientes.

    Acho bobagem pagar pau de pseudo hacker, de ultrajovem revolucinário, de fuck the police, “tá caro demais” porém gasta 5x mais o valor do jogo em outras bobagens do qual esta filosofia de pirata de fundo de quintal não passa.

    Se a pessoa se sente ultra incomodada por fazer algo ilegal, imoral e ainda quer dar uma de esperta por não ter vergonha da na cara de pagar 4, 12 ou mesmo 50 reais em um jogo original de pc ou mesmo 70 reais em um box temporada fechada de séries de tv cheia de bônus, então meu caro, isto é parasitismo, de sugar algo sem dar nada em troca. Usa desculpas vazias, mentiras “fáceis” porque é cômodo, porque é sofasismo querer honestidade nos outros, de exigir valores morais nos outros mas não é capaz de ao menos dar pequenos passos para se endireitar.

    Apesar de não condenar o cara que pirateia, pois sei que existem certos contextos que são aceitáveis, como digamos, o cara baixar na internet um episódio de uma série ou anime que não está disponivel no Brasil, que demoraria mais de 2 ou 3 anos para chegar SE checar no país, o problema aqui é o comodismo, a falta de vontade de fazer o certo quando existem condições para isto.

    Temos jogos, filmes, livros e musicas a preços baratos. Ao invés de pagar o preço da revista em quadrinhos, da revista superinteressante, do dvd de filme, do jogo que em muitos casos não passa a nem 20 reais (em certos casos, tá menos de 5 reais!).

    A pessoa se enfia em sites ou torrents cheio de virus de todos os tipos e vê pops-ups de pornografia ou de aumentar seu braulio, pega de pirata, chama quem paga pelo conteúdo legalizado de idiota e ainda se acha o rei da cocada preta. Se sente certo por se considerar no direito de pegar pirata, assumindo que é ultra miserável “por não ser capaz” de pagar ao menos 1 produto original na sua louca vida, ainda é tremendamente mal educado para trollar um produto intelectual do qual não pagou, é gigantemente estúpido por ofender quem paga legalmente pelo conteúdo do qual ele consome ilegalmente na cara de pau, num misto de culpa e falta de capacidade de valorizar os criadores e quem investe na obra (fãs e publicadores em geral).

    Então, por mais trollagem e flamewar que esta minha opinião possa gerar, sim, eu considero quem tem meios e chances de pagar por um produto legalizado, é um tremendo canalha, covarde e miserável.

    Canalha porque rouba de quem não conhece, achando que não está fazendo mal a ninguém e paga de rebeldinho para justificar sua contravenção. Covarde porque ao invés de assumir que poderia pagar por algo, sendo um consumidor voraz, se acomoda a pegar de graça e agride quem não faz como ele e se blinda com mil desculpas socio-politica-economicas para justificar seu ato.

    E miseravel, porque caramba, se não é capaz de pagar uns miseráveis 20 ou 30 reais por mês em um dvd original, em um jogo no steam, em um livro ou ir na loja e compra um CD, então meu caro, está abaixo da linha da pobreza. Ao menos tem que ter a capacidade de alguma coisa ser original na sua vida.

    Tem muito pseudo-rebelde que ama a pirataria que abraça esta ideologia estúpida, esta justificativa de mané para evitar desembolsar 20 ou 30 reais para comprar algo original na sua vida, mas na hora gasta o dobro ou triplo disto com bebidas, bobagens e outras coisas…

    • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

      Falou, falou e não disse nada.

  • http://www.facebook.com/ffmaster Marcelo Nunes

    Total apoio ao autor do texto. Piratear é errado e pronto. Quer piratear, pode piratear, mas saiba que está cometendo um crime, e é uma deficiência moral. É bom ter textos deste nível para gamers lerem, pois a média dos gamers são ignorantes e desconhecem as leis. Piratear no Brasil virou uma inequidade, ou seja, um pecado que vc comete sem nem perceber que é pecado, pois todos fazem. Só que só por não parecer ser pecado, não deixa de ser. Aos frívolos que atacam o autor do texto, tomem consciência que ele está basicamente relatando um fato inconviniente.

    • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

      Que é um crime todos sabemos, é contra a lei (mesmo que essa lei seja burra e sirva para proteger alguns apenas).

      Mas, porque é uma deficiência moral? O que qualifica uma deficiência moral e onde se encaixa o fato de não concordar com a propriedade intelectual nisso?

  • http://www.facebook.com/skyguns.delori Leão André

    Que merda de texto é este não pela gramatica mas pelo conteúdo, de boa peguei nojo só de ler o que vc escreveu é como se foce certo defender a subjugação do sexo feminino, e a escravidão que a bíblia coloca como certa, nossa de boa pensando em migrando de blog pois se este continar aceitando textos assim ou autores assim nem vou perder meu tempo mais aqui

    • http://nada-aqui.posterous.com Marcio Neves Machado

      ??? Alguém explica? Porque essa eu realmente não entendi

  • http://www.facebook.com/skyguns.delori Leão André

    conforme o autor do texto coloca vamos fechar os pornostubes da internet ai quero ver, duvido que ele não tenha detonado a mão de tanto se masturbar vendo conteúdo pirata nos tubes da vida.

  • http://www.facebook.com/skyguns.delori Leão André

    Conforme o autor devemos parar de produzir medicamentos que teve quebra de patente para combater a aids não só no brasil mas na africa, e devemos deixar as pessoas morrer a deriva por que os donos dos laboratórios vão sofrer se não comer lagosta no cafe da manha.

  • http://twitter.com/GilbertoLucio Gilberto Lucio

    Qual a dificuldade de entender que pirataria é crime? Já ouviram o ditado: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”? Então, mesma coisa. Parem com esse mimimi de atacar o autor por isso. O que ele disse está certo e ponto final. Ninguém aqui é criança e todos sabemos o que é certo ou errado independente de onde vem as palavras. Pirataria é crime e quem pirateia está passível de punições. Seja eu, o autor ou você que lê esse comentário.

    • http://twitter.com/GilbertoLucio Gilberto Lucio

      A graça aqui não está em discutir a essência do post, mas sim a vida do autor. Todos falam que os preços são caros, que os impostos são absurdos e blá, blá, blá… Mas não vi uma alma dizer que piratear é legal! Ou para ter aquele carro importado e que não da para comprar porque é mto caro, vamos rouba-lo? Não né? Pirataria é a mesma coisa. Num nível diferente, mas a mesma coisa..

      • Guest

        Gilberto, por que você acha que Facebook faz tanto sucesso no Brasil? Pois infelizmente a maioria dos brasileiros gosta de falar da vida alheia. Já comentei no outro texto e comentarei novamente aqui: o povo em vez de colocar fatos e dados na discussão, acaba misturando sentimentos e a conversa perde o rumo. Sem contar que o pessoal se ofende muito fácil. Parece que ninguém mais sabe dizer ou escutar a palavra “discordo”.

        O que vejo é que tem muita gente com dificuldade de interpretação de texto. Piratara no Brasil é crime. Fato. Se é justo ou não, é outra questão, que até merece ser discutida. Vivemos numa democracia. Já fui à China e constatei que isso faz muita diferença.

        Outra coisa. O autor, como formador de opinião, está emitindo sua posição sobre um assunto. Não necessariamente ela tem que ser a certa, mesmo porque isso é muito relativo. Cabe a cada um fazer seu próprio julgamento.

        Também o fato do autor fazer uso de torrents não diminui a mensagem do texto. Mas ao invés de discutir e debate-la o nos comentários, o pessoal se preocupa muito com o bendito torrent. E diga-se de passagem, tem alguns argumentos e analogias sendo feitas que dá até desgosto de continuar lendo, principalmente porque o nível do português está precário.

        • Carlos

          Ops… fui eu que escrevi esse texto aí em cima. O guest sou eu. E “Piratara” é Pirataria. :-P

    • Guest

      Gilberto, por que você acha que Facebook faz tanto sucesso no Brasil? Pois infelizmente a maioria dos brasileiros gosta de falar da vida alheia. Já comentei no outro texto e comentarei novamente aqui: o povo em vez de colocar fatos e dados na discussão, acaba misturando sentimentos e a conversa perde o rumo. Sem contar que o pessoal se ofende muito fácil. Parece que ninguém mais sabe dizer ou escutar a palavra “discordo”.

      O que vejo é que tem muita gente com dificuldade de interpretação de texto. Piratara no Brasil é crime. Fato. Se é justo ou não, é outra questão, que até merece ser discutida. Vivemos numa democracia. Já fui à China e constatei que isso faz muita diferença.

      Outra coisa. O autor, como formador de opinião, está emitindo sua posição sobre um assunto. Não necessariamente ela tem que ser a certa, mesmo porque isso é muito relativo. Cabe a cada um fazer seu próprio julgamento.

      Também o fato do autor fazer uso de torrents não diminui a mensagem do texto. Mas ao invés de discutir e debate-la nos comentários, o pessoal se preocupa muito com o bendito torrent. E diga-se de passagem, tem alguns argumentos e analogias sendo feitas que dá até desgosto de continuar lendo, principalmente porque o nível do português está precário.

    • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

      Piratear é crime, mas isso é bem diferente de dizer que é (moralmente) errado.

  • http://www.facebook.com/francisco.sobrinho.560 Francisco Sobrinho

    “PREFIRO não piratear. Dou preferência ao original. Raramente pirateio alguma coisa, salvo em situações específicas.” Tradução: prefere não piratear mas pirateia.

  • Guest

    O texto para variar falha em justificar moralmente as leis de propriedade intelectual. Qualquer discussão sem essa justificativa é vazia. Já hoje a interpretação é de que não se trata de crime. Para quem realmente sabe em que leis devem se basear e tem curiosidade sobre críticas realmente embasadas à lei de propriedade intelectual, vale uma lida no artigo against intellectual property de N Stephan Kinsella, obviamente ele pode ser baixado livremente em vários sites, basta procurar no google. Não tem como argumentar aqui por que as pessoas já assumem um monte de coisa não justificada a priori. O artigo obviamente lida com os princípios e faz um debate mais correto tanto do ponto de vista utilitarista quando do ponto de vista ético. Mesmo que você seja um ‘hard die’ defensor da propriedade intelectual vale uma lida já que o autor faz uma caracterização muito boa de todo o ‘cenário’ envolvido. Tipos de lei de propriedade intelectual, Tipos de bens (escassos e não escassos), diferenças entre idéias e expressões, etc, etc, etc.

  • Sadrake

    Opa!

    Na minha opinião: pirataria é crime. Desde pequeno aprendi que “pegar algo sem pedir, é roubar”. Em qualquer cadeia, você verá pessoas presas pelo que fizeram cheias de justificativas e/ou conceitos que elas acreditam, que dão crédito ao que que fizeram como sendo “justo” e contra o “sistema”. O que vejo aqui em muitos comentários é a mesma coisa.

    O que tenho como regra pra mim: Se está caro — não tenho condições de ter ou preço injusto, eu não compro. Lógico que tenho minhas vontades, mas ainda não consigo ter tudo que quero. E se está caro demais, eu “boicoto” e espalho isso na minha rede de amigos.

    Outro cenário é o consumismo desenfreado que o mundo prega. Tem nego com toneladas de GB de músicas, filmes e jogos, que se utilizam 10% do que tem é muito. Mas o fato é “TER” e “TER”. Aliando isso ao fato de que, essa tonelada de conteúdo digital copiado/adquirido não me implica nenhum problema, nem me preocupo. Se isso fosse penalizado da mesma forma que você entra em um supermercado e tenta sair sem pagar, eu duvido que a maioria que defende o ato de piratear o faria.

    Um ponto que penso muito, é como concientizar a massa que a produtora está “metendo a faca” nos preços e devemos boicotar? Que o valor do produto X é um absurdo? Que se você esperar um pouco depois do lançamento o preço irá cair. Vejo muito “povo de outros mundos” que se unem em boicotar algo, e as empresas tem que rebolar pra ter o agrado dos clientes.

    Essa mesma “massa” que coloco acima, é o que faz, por exemplo, a “Black Friday Brasil – tudo pela metade do dobro” ter vendas recordes; Reclamam do “sistema”, mas pagam por ele, indiferente se tem que pagar algo em 70x com juros abusivos (nada contra o parcelamento) no dia do lançamento do produto X, mas o “TER” é relevante; Essa massa é quem paga as percas com a pirataria e jamais deixarão um produto ter seu valor real como no restante do mundo.

    Soa até estranho, mas temos a massa como causa e a pirataria como efeito — causalidade.

    E eu, continuo sem ter tudo que quero, esperando um preço justo por esse e/ou aquele produto … mas não, prefiro não piratear.

  • RedVivo

    Acho que esse colunista não sabe escrever, ou organizar os próprios pensamentos. A partir do momento em que eu digo que X coisa é errada, eu sou contra. Eu não caio na bobagem de dizer que “não sou contra”. Eu acho assassinato uma coisa errada, logo sou contra. Eu não cometo a asneira de escrever em um mesmo texto: eu considero o assassinato errado, logo, não sou contra o assassinato. Faz algum sentido isso? Por isso todo liberal é um contraditório, quando tenta agradar a todo mundo. “A tolerância é a virtude do homem sem convicções” (G. K. Chesterton)

  • Carlos Magno GA

    Eu concordo que pirataria é roubo. Sempre procuro comprar os jogos, filmes e livros dos quais quero usufruir, mas há uma questão importante: acesso.

    Hoje você pode encontrar verdadeiras relíquias na Amazon, iTunes ou Saraiva, mas e antes? É bem fácil encontrar hoje em dia os filmes do Batman, box de DVD do Naruto e de Walking Dead. Mas e quanto a Bakemonogatari? Metropolis de 1927? E a versão japonesa de de Metropolis? Killer Klowns from Outer Space? The Wave? Eu só fui conhecer Monty Python num festival de cinema e mais tarde no eMule, hoje é bem mais fácil.

    A Amazon está fazendo um ótimo trabalho: tem livros e filmes lá que devem ser vendidos três vezes por ano, mas hoje são possíveis de serem encontrados à venda quando antes era só na pirataria. Com cartão internacional, que para muitos é bem menos acessível que o torrent, e um pouco de conhecimento em inglês dá para consumir muita coisa antes inacessível. Mas há muitos quadrinhos, mangás, animes e filmes “de festival” que só dá para conhecer por meio de legendas piratas.

    É uma coisa complicada. Nunca antes se teve tanto acesso à informação como hoje, mas boa parte é por meio da pirataria. Precisa-se achar um meio-termo em que todos paguem pelo conteúdo mas que ao mesmo tempo não restrinja o acesso à informação à decisão de um produtor com recursos limitados de pagar um grupo de tradução ou não.

  • http://twitter.com/MoisaPrado Moisés Prado

    É muito difícil andar na legalidade quando você quer assistir um filme Húngaro de 2006 e percebe que ele não foi lançado no Brasil ;/

    Como proceder nestes casos?

    • http://www.facebook.com/renanlimac Renan Carvalho

      segundo o autor do texto você deveria importar um de lá pagando um preço absurdo de impostos e isso considerando que você entenda húngaro e encontre uma loja online que entregue no Brasil !!

  • http://tsavkko.blogspot.com Raphael Tsavkko

    O texto não apenas é simplista, como errae mdiversos pontos. Primeiro? QUEM define que pirataria é crime? Um grupo de engravatados que lê e-mails impressos pelas secretárias ou milhões de pessoas que ativamente pirateiam conteúdo?

    Segundo: O que dizer das pesquisas que mostram que quem piratei acaba consumindo mais produtos originais? Ou seja, a pirataira muitas vezes é apenas um “test drive” de algo que se quer obter?

    Terceiro: Pirataria = copiar, ou seja, nada é roubado, qual o delito? Emprestar um livro é delito? Gravar músicas da rádio no velho k7 era crime? Tirar xérox de um livro na faculdade quando você simplesmente não tem dinheiro para arcar com livros novos?

    Chamar todo ato de copiar como pirataria e dizer “é crime” não faz sentido.

    Vou além.

    Eu ouço músicas de bandas que provavelmente só a família dos indivíduos conhecem. Não tem no iTunes, não tem onde comprar. Faço o que? Não ouço? E, se eu não tiver dinheiro sobrando – minha realidade constante – me abstenho de ter opções culturais, de ver filme,s ouvir música….? Ou espero que o Vale Cultura da Dilma valha pro iTunes?

    Pirataria é o que faz o mundo inovar, espalhar cultura, levar conhecimento. Se as empresas, em geral gigantes megalomaníacas, não sabem inovar, o problema é delas, não nosso.

    As rádios sobreviveram à “pirataria” do K7, as grande sbandas superaram a pirataria do MP3 lucrando horrores com shows e merchandise. O CInema vai descobrir seu caminho e outros setores idem.

    Claor, porém, que há diferença enorme entre você piratear o conteúdo de uma EMI, Universal e etc, cujo lucro é estratosférico, e piratear o conteúdo de uma banda pequena alternativa. Aliás, esta pequena banda provavelmente terá seu material disponibilizado de graça, para poder fazer shows, vernder produtos e etc, mas ésempre educado comprar uma música, um CD ou, no meu caso, um LP.

    Dar dinheiro pra gravadoras imensas e estúdios vorazes? Dispenso. O resto é discutível.

  • http://twitter.com/ramonvidal ramonvidal

    Esse video contem opinioes bem interessantes sobre copyright e pirataria: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=KQZ-gHQBFbs . Acho q vale a pena ser debatido aqui. Eu concordo com vc sobre piratear é algo ilegal mas não é imoral.

  • Giselle

    “Nisso o texto é bem claro: não sou contra a pirataria e não condeno quem pirateia (não sou juiz nem desenvolvedor). Falei isso com todas as letras”

    No texto anterior…

    “Parece muito complicado compreender isso, mas não existe desculpa ou “argumento” válidos que justifiquem a atitude de quem pirateia. É errado, ponto final.”

    “O meu grande problema com quem pirateia qualquer coisa não é o ato em si, mas sim o sujeito achar que não está fazendo nada de errado. Ninguém está lhe impedindo de piratear nada, assim como ninguém lhe proíbe de pegar a contramão, de fumar maconha, de fazer gato na TV a cabo, etc e tal. Mas quando fizer isso, o mínimo que você deve ter é consciência de que é ERRADO”

    Meu filho.. se isso não é ser contra, não sei o que é!!
    Hipocrisia te define!

    PS: ninguém aqui está te xingando porque vc é “contra” a pirataria, mas sim por vc ser um hipócrita do caramba! fica a dica!

  • http://twitter.com/xiico francisco marao

    Eu penso pelo seguinte ângulo:

    Se eu desenvolvo um jogo e distribuo por um dos vários canais disponíveis (steam, app store, google play, etc.) a um preço que eu acho justo, estou esperando que cada cópia que saia por esses canais tenha sido paga e o dinheiro desse pagamento revertido proporcionalmente a cada uma das partes merecedoras do mesmo.

    Agora, se eu sou um consumidor e adquiro uma cópia por outros meios que não por os meios disponibilizados pelo desenvolvedor e sem pagar nada por isso? Bom, só é preciso um mínimo de noção do que é ser ético ou justo pra saber que isso está errado.

    Não importa o que a legislação diz, não importa se há ou não leis pra isso. Isso ao meu ver é errado.

    Então, argumentar se é crime, roubo, contravenção ou qualquer outro nome que se queira dar juridicamente para o ato é irrelevante.

    Concordo com o autor quando ele diz que – quer fazer? tudo bem “Mas quando fizer isso, o mínimo que você deve ter é consciência de que é ERRADO”

    Quando compro filmes em blu-ray, músicas no itunes ou pago minha assinatura do netflix. Não faço isso por medo de ser acusado de pirataria por ter infringido alguma lei protecionista, abusiva, autoritária ou seja lá do que queiram acusa-la. Faço porque me sinto melhor assim. Faço porque é o certo.

  • http://www.facebook.com/edelmar.schneider Edelmar Schneider

    Você está super certo Marcel Dias. Parabéns por seu texto.

  • Leonardo Silva

    [texto deletado]. Só pra curiosidade: eu tinha escrito sobre o quão hipócrita é vir aqui tentar dar uma de joão-sem-braço e dizer que nunca disse que não pirateia, sendo que você só admitiu isso depois que foi pego com as calças nas mãos, pois o texto original não cita NENHUMA vez que você praticava aquilo que estava condenando. Mas acho que nem vale a pena discutir isso mais, continue igualzinho a certos líderes religiosos ou partidários políticos, buscando IBOPE e o ganhando de quem não te enxerga. Era isso.

  • http://twitter.com/arturluizbr Artur Luiz

    Prós e Contras da Pirataria:

    Prós:
    - Gratuito;

    Contras:
    - Ilegal;
    - Não se pode fazer atualizações;
    - Entra na banlist das empresas (sim muitas delas sabem exatamente quem usa pirata e quem não e tem TODAS suas informações de contato para te acharem, mas acham viável deixar você usar o software de graça por puro marketing one-to-one)
    - Pago (Algumas vezes menos que R$ 10,00 –’)
    - Motivo de demissão de empresas;
    - Depende do trabalho de pessoas anônimas (pode estar sendo vítima de um vírus desde sempre e nunca saber –’)

    E antes que alguém fale que eu uso software pirata, vai a lista dos softwares que uso:
    - Google Docs, para documentos, planilhas e slideshow;
    - Microsoft Windows 8 Profession (Original ;-]);
    - Eclipse, Aptana e Notepad++ para desenvolvimento;
    - Thunderbird, para e-mail;
    - Google Chrome, para navegação;
    - VÁRIOS jogos F2P;
    :-P

  • http://twitter.com/jaisoncarvalho Jaison