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Brasil Gamer: 82% dos jovens e adultos jogam videogames

Brasil, pátria gamer: pesquisa do NPD Group revela que 82% dos brasileiros jogam games

3 anos e meio atrás

O mundo sabe que o mercado de games do Brasil, embora considerado emergente é um dos maiores do planeta e um dos que mais cresce. Agora uma pesquisa recente do NPD Group confirmou isso: a grande maioria da população jovem e adulta do país é consumidora de games, nas suas mais variadas formas. Mas quais são os jogos para maiores de idade mais populares?

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A pesquisa constatou que os games estão entre as principais atividades dos adolescentes, jovens e adultos do país: cerca de 82% da população do país entre 13 e 59 anos joga algo nas mais diversas plataformas, sejam PCs, consoles, dispositivos móveis ou portáteis.

Em média, o brasileiro joga em 2,6 dispositivos, e a preferência da maioria ainda é o console de mesa. Os computadores vêm em seguida, depois smartphones e tablets e os portáteis ficam em último (já era esperado).

Ainda assim, embora os brasileiros ainda prefiram jogar em um dispositivo conectado à sua TV, a realidade é um pouco diferente: talvez devido às diferenças de preço e a facilidade de consumo que o Steam introduziu, o mercado de games para PC ainda lidera, com 47%. Em seguida vem o Android com 38%. Mas como dito acima, o gamer brasileiro padrão possui mais de um dispositivo, em geral, dedicado à jogatina.

A quantidade de horas que o brasileiro dedica aos games também é bem alta, se comparada com a de outros países. Em média, gastamos 15 horas por semana com nossos joguinhos, porém adolescentes jogam mais (19 horas por semana).

O mercado de mídia física, entretanto, não tem muito o que comemorar: 85% dos consumidores preferem cópias digitais. Porém, independente do formato, a mentalidade do brasileiro está mudando, pois ele não se sente mais tão indisposto a pagar para adquirir seus jogos.

Entretanto, é bom levantar um ponto aqui: embora sete em cada dez jogadores tenha afirmado na pesquisa que adquiriram seus games no mercado brasileiro formal, poucos destes rejeitam totalmente formas alternativas para comprar seus games, até para fugir dos altos preços daqui.

A estimativa é de que, em média, 38% dos games comercializados no Brasil venham de outras fontes, seja mercado cinza ou por meio de importações.

De qualquer forma, é interessante ver que videogames estão cada vez mais difundidos e as pessoas, independente da idade, estão jogando cada vez mais.

Com informações: NPD Group

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