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Há uma briga quase tão acirrada entre os usuários do VirtualBox e os do VMWare quanto a dos Lusers (“Linux USERS”) e Winers (“WINdows usERS”). Pausa para que todas as salsas entendam a piada. Outra pausa para o apedrejamento.
Para os adeptos do software da Sun, uma boa notícia: saiu a versão 3.0.0. Entre as novidades, estão o suporte a até 32 CPUs para o sistema “guest”, Direct3D (se o “guest” for Windows, claro) e OpenGL (para GNU/Linux®, Solaris e Windows).
Há também uma enorme lista de correções e versões disponíveis para Windows, OSX, GNU/Linux® e Solaris. São aproximadamente 68MB na versão para o sistema de Redmond.
Particularmente, já tive más experiências com o VirtualBox, mas a relação custo/benefício é matadora, ao menos para uso pessoal. Vale o download.
Uma das exigências de hardware para ter o Windows XP virtualizado dentro do Windows 7 é uma CPU com a tecnologia VT-x que não está disponível em em várias famílias de CPUs. Por exemplo, eu não pude testar o Windows XP Mode porque a CPU que estou usando na máquina de testes do Windows 7 é um Core 2 E4500.
Abaixo, um guia de referência rápido para quem vai comprar um novo notebook ou fazer um upgrade na plataforma Intel. Com tantas famílias com e sem suporte, é um verdadeiro campo minado.
Já os donos de de CPUs AMD, as coisas são bem mais fáceis, já que praticamente tudo o que eles fabricaram possui suporte ao AMD-V, mas para ter certeza, faça o download do AMD Virtualization™ Technology and Microsoft® Hyper-V™ System Compatibility Check Utility. Phenoms e toda a linha Athlon XP já possuem as instruções.
AMD Mobile: todas as CPUs exceto Sempron e Turion K8 Revisão E
AMD Desktop: todas as CPUs exceto Sempron e pré-Revisão F Athlons
Para Intel… as tabelas abaixo:
O JQuery é uma plataforma/framework escrita em JavaScript para facilitar o desenvolvimento de aplicações web com o próprio JavaScript. Aquele código chato, bobo, feio, repetitivo e provavelmente pouco otimizado dá lugar a alguns poucos quilobytes. É usado dentro de projetos como o Drupal e agora é suportado nativamente dentro do Visual Studio.
O Glimmer é um programa para tirar a tarefa de programar alguma coisa no JQuery e rapidamente gerar o código para você. Poupa tempo e ainda gera código que pode ser modificado posteriormente. Prototipação rápida é um dos seus usos, mas pode ser usado para o produto final também.
Existem ainda wizards para criar menus, animações, tooltips e mais uma galeria de templates disponíveis. Como o projeto é comunitário, espera-se que com o tempo a comunidade compartilhe suas criações e templates.
Para fazer o download: Glimmer 1.0.
Para ver alguns exemplos online do funcionamento dele, visite essa página do Mix’09. Esses exemplos podem ser baixados e vistos offline também.
Download fresquinho do forno da Mozilla Foundation, a nova versão do Firefox já se encontra disponível para download.
O lançamento público e atualização automática ainda não estará disponível até amanhã e segundo a notícia, essa versão contém uma quantidade maior de correções do que o normal. A instalação terá que ser feita por cima da versão atual. Quem não tem pressa, só esperar mais 1 dia e atualizar diretamente através do menu Ajuda.
Fonte: Betanews
O Google App Engine é uma forma de criar aplicativos web usando a plataforma fornecida pela Google. Você cria seu aplicativo, usando APIs em Python ou Java (novo, ainda em testes) e toda a infraestrutura fica por conta da empresa. Isso significa que você pode criar aplicativos que escalam para milhares ou milhões de usuários, sem realmente se preocupar como isso tudo funciona. É o aluguel de um datacenter de primeira linha, com processamento, armazenamento e banda virtualmente ilimitados.
Se você ainda não entendeu o que é o App Engine, vou dar um exemplo mais prático e Orkutístico: BuddyPoke. O aplicativo fez um sucesso enorme, com milhões de usuários no Orkut e em outros serviços sociais trocando mensagens e imagens. O problema é que para fazer o balanceamento de carga, gerenciar memória, processamento de CPU e a base de dados está além do que um desenvolvedor web típico tem em suas mãos.
Dado o espanto de alguns colegas, resolvi fazer esse post. Achei que todo mundo soubesse de um add-in (ou plug-in) do Microsoft Office que habilita os programas da suíte salvarem em PDF e XPS. Não é preciso usar aqueles plug-ins de terceiros que colocam marcas d’água, fazem você imprimir em PDF ou exigem uma exibição de propaganda.
Quer rodar uma distro GNU/Linux sem ter o trabalho de formatar uma máquina para isso e nem mesmo rodar um LiveCD? Que tal experimentar os benefícios de um sistema operacional baseado no pinguim como se fosse um aplicativo do Windows?
Essa é a proposta do Portable Ubuntu, um download de 438MiB. Enquanto você faz o download, aproveite para ver o vídeo do Lifehacker na qual eles instalam e usam ele junto com o Windows 7. Meu download está em 80% enquanto escrevo esse post e espero poder testar com calma mais tarde numa máquina com Windows XP.
Se alguém souber de algo semelhante para o Mac, não deixe de informar nos comentários. Se você já usa, compartilhe suas experiências conosco.