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Digital Drops Blog de Brinquedo

GoPro anuncia a pequena câmera cúbica Hero4 Session

Por em 6 de julho de 2015 - 20 Comentários
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Nova câmera cúbica da GoPro, Hero4 Session (crédito: Engadget)

Essa é para você que pratica esportes radicais como andar pelas ruas do Brasil ostentando uma Hornet. A GoPro anuncia o quinto membro de sua linha de câmeras esportivas: trata-se da Hero4 Session.
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Nikon P900 — dando uma olhadinha na Lua

Por em 1 de julho de 2015 - 48 Comentários

nikon_P900_ultrazoom

Todo mundo que me conhece sabe que eu sou absolutamente contra as câmeras ultrazoom. Principalmente as que apareceram nos últimos anos. Os fabricantes entraram em uma disputa maluca sobre quem fazia a câmera com mais distância focal e acabamos esquecendo que a quantidade exagerada de elementos óticos acabam afetando consideravelmente a qualidade da imagem, ainda mais quando sabemos que essas câmeras se utilizam dos menores sensores fabricados. Para quem está chegando agora fica o alerta, quanto menor o sensor, pior a qualidade de imagem.

A brincadeira chegou a um nível absurdo agora que a Nikon lançou a Coolpix P900. A câmera é equipada com um sensor CMOS de 16 megapixels e uma lente com distância focal equivalente a uma 24-2000mm com abertura máxima de diafragma em f/2,8-6,5. Fora a parte da qualidade da imagem, também temos a questão da estabilização. Mesmo com a tecnologia VR da Nikon que garante (segundo a empresa) um ganho de 5 f/stops, é quase impossível um ser humano segurar uma câmera dessas em zoom máximo sem a necessidade de um tripé ou monopé. Mas, existe público para esse tipo de equipamento, pois todos os fabricantes possuem uma câmera desta categoria.

Para termos ideia da potência da coisa temos um exemplo do uso da P900 em vídeo que correu a internet nesta semana. O usuário do YouTube Naturbeobachtungen von Lothar Lenz publicou um vídeo feito com a Nikon P900 onde é mostrado um pouco do alcance da câmera ao filmar a Lua. O vídeo já teve mais de 2 milhões de visualizações e mostra bem o movimento da Lua no céu. Em algumas partes tenho quase certeza que o vídeo foi cropado, pois a câmera também possuí um zoom digital bem forçado, mas mesmo assim é interessante. Notem que a câmera deve estar em um tripé, e mesmo assim ela não está totalmente estabilizada. Em certo momento temos uma rajada de vento e a imagem treme toda. Ou seja, qualquer coisa em 2.000 mm, mesmo a respiração do fotógrafo, pode tremer a foto.

Vejam abaixo e tirem suas conclusões.
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Canon G3X — mais uma compacta premium

Por em 19 de junho de 2015 - 10 Comentários

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Sim, o mercado de câmeras compactas de entrada (nem sei se esse termo existe) foi enterrado pelos atuais smartphones, mas o mercado de compactas avançadas está indo muito bem. Estamos falando de câmeras pequenas com recursos avançados e qualidade de imagem comparável a uma DSLR (em alguns dos casos). Elas também não são prosumers (alguém lembra deste termo?), pois são planejadas para o uso doméstico e amador. Tudo bem, tem muito profissional comprando para não ter que levar quilos de equipamentos em momentos de descontração, mas esse é o objetivo: uma câmera pequena, leve e com boa qualidade de imagem. A Canon acaba de anunciar um novo membro desta categoria de câmeras. A G3X chega com alguns recursos bem interessantes e uma característica que me incomoda muito.

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Sony A7R II — Full Frame com 42 megapixels e filmagem em 4K

Por em 11 de junho de 2015 - 38 Comentários

Ontem tivemos o ótimo lançamento da Leica com sua nova linha Q de câmeras compactas com sensor full frame, e hoje temos aqui a notícia de novos lançamentos da Sony com novidades realmente interessantes. A Sony evoluiu muito no campo da fotografia. Se voltarmos 10 anos no tempo, a marca era considerada uma piada para os fotógrafos profissionais (assim como também era a Samsung). Câmeras com imagem horrível e ruido em ISO baixo. Depois disso compraram a Minolta, adquiriram conhecimento de fabricação de câmeras reflex e hoje são referência nesse campo. Ainda mais se pensarmos que 40% dos sensores fotográficos vendidos em 2014 foram produzidos pela empresa.

A Sony nos brinda agora com três novas câmeras. Claro que a mais impressionante é a A7R II. A câmera é uma mirrorless com sensor full frame e incríveis  42,4 megapixels de resolução máxima. Porém, isso não é o mais impressionante. Essa é a primeira câmera mirrorless (ou até mesmo reflex) a utilizar um sensor CMOS retroiluminado (BSI) em tamanho completo 35 mm. Para quem não lembra, o CMOS retroiluminado começou a substituir o CCD nas câmeras compactas e celulares alguns anos atrás. A promessa era de que o sensor teria a mesma qualidade de imagem de um sensor CCD, mas com as vantagens do sensor CMOS (baixo consumo de energia). Então é seguro dizer que esse é o sensor Full Frame mais avançado do mundo.

Sony A7R II

Essa tecnologia permite que o sensor cheque até o ISO 102.400 e tenha uma velocidade de foco automático 40% mais rápido do que sua antecessora graças aos 399 pontos de foco com detecção de fase e aos 25 pontos de contraste. Segundo a Sony, o sensor BSI permite que a câmera tenha alta resolução, grande sensibilidade e velocidade. E não é só isso, também temos a promessa de um processamento mais rápido, um obturador que gera menos vibração e com durabilidade de 500 mil fotos, sistema de estabilização de imagem com 5 eixos (na câmera) e ausência do filtro low pass gerando mais nitidez nas imagens. Fechando o pacote a câmera pode fazer vídeos em 4K em diferentes formatos e compressões. Claro que ela vai cair nas graças dos profissionais da área de vídeo.

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Leica Q — compacta full frame (só para Semi-Deuses)

Por em 10 de junho de 2015 - 62 Comentários

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A Leica  demonstrou nessa semana a sua nova câmera fotográfica compacta com sensor full frame. Sim, esse tipo de câmera se tornou uma constante no mundo da fotografia e praticamente todo fabricante possui sua versão. Desde o começo das câmeras digitais, o grande sonho da galera era que todos os equipamentos fossem full frame, mas com um preço que não envolvesse pactos com o demônio.

A Leica Q apresenta o típico design da Leica. Corpo que lembra as rangefinders do passado (aliás, existe uma grande discussão sobre o conforto de utilização dessas câmeras com jeitão retrô) só que com as comodidades do mundo digital. A parte superior da câmera é trabalhada em um único bloco de alumínio enquanto o resto do corpo é feito de liga de magnésio. Resistência do corpo da câmera não parece ser um problema.

A pequena câmera está equipada com um sensor CMOS full frame de 24 megapixels que chega até ISO 50.000 e pode capturar até 10 fotos por segundo em resolução máxima. Isso coroado pela velocidade do foco automático que a Leica garante ser o mais rápido entre as compactas com sensor full frame. O equipamento trabalha com uma lente fixa Summilux de 28 mm com abertura máxima de diafragma em f/1,7 e com estabilização de imagem, além de um modo macro interessante. A Leica também garante que essa é a lente mais clara de todo o segmento.
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Phase One XF — médio formato com interface touchscreen

Por em 2 de junho de 2015 - 5 Comentários

E vamos falar de médio formato. Todo mundo que começou fotografando com filme teve (ou ainda tem) o sonho de ter uma câmera de médio formato. O ranço entre fotógrafos por conta de equipamento sempre existiu (está até mais tranquilo nos dias de hoje), mas 25 anos atrás todo mundo falava que profissional de verdade tinha que fotografar com uma médio formato. Nunca liguei muito para isso, pois o que me importa é o resultado e não o equipamento utilizado, mas que fica aquela vontade de pegar uma câmera dessas na mão não posso negar.

O digital chegou e as câmeras se adaptaram. As médio formato digitais continuam sendo câmeras desejáveis, mas elas se afastaram do mundo da fotografia de eventos e sessões externas. São câmeras grandes, lentas, com limitação de sensibilidade ISO e geram arquivos gigantescos. Ótimas para fotografar em estúdio, mas limitadas para enfrentar o mundo real. Mas, se você precisa de qualidade de imagem absurda, é nesse tipo de equipamento que você vai encontrar.

phase one XF_1

Nessa semana, a Phase One revelou que não está para brincadeira e simplesmente criou um novo sistema de câmeras batizado de XF. As mudanças começam no design que foi totalmente reformulado e passam por um novo sistema de foco automático e terminam no fato de que a câmera pode ser operada utilizando dois painéis LCD sensíveis ao toque.

O novo sistema de foco automático, batizado de “Honeybee Autofocus Platform” é uma tecnologia proprietária que utiliza um sensor de CMOS de alta definição exclusivamente para realizar o processo de foco com máxima precisão, o que é o desejo de quem se utiliza deste tipo de equipamento. Utilizando o novo Phase One Camera OS a interface gráfica da câmera será constantemente atualizada levando em conta o feedback dos fotógrafos. Existe também a possibilidade de você personalizar essa interface segundo as suas necessidades. Junto com a câmera você também recebe o novo Capture One Pro 8.3, o software de conversão e edição de fotos da  Phase One que, segundo a propaganda, está 30% mais rápido quando utilizado conectado com a câmera. Fechando o pacote de novidades, a Phase One XF pode fazer uma longa exposição de até 60 minutos.

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Assim como algumas médio formatos do passado (e até algumas digitais) a XF é formada pelo corpo da câmera e o módulo digital onde se encontra o sensor. Então existe a possibilidade de adquirir a câmera com 50, 60 ou 80 megapixels. Nada impede de o módulo digital ser trocado por outro futuramente, aproveitando o corpo da câmera. Junto com o novo sistema foram lançadas duas lentes, as Schneider-Kreuznach 35 mm f/3,5 e 120 mm f/4. Embora o sistema de lentes seja ligeiramente diferente, as lentes tradicionais da Phase One são totalmente compatíveis com a nova câmera.

Se interessou pelo brinquedo? Então se prepare para o preço. A Phase One com com a lente Schneider-Kreuznach 80 mm vai estar disponível nos valores de US$ 40.990,00 (50 megapixels), US$ 41.990,00 (60 megapixels) e US$ 48.990,00 (80 megapixels). Uma verdadeira pechincha. Vejam abaixo o vídeo de lançamento da nova câmera.
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Fuji e Panasonic lançam novos equipamentos

Por em 19 de maio de 2015 - 2 Comentários

Semana de lançamentos e coisas interessantes no mundo da fotografia. Panasonic e Fuji colocaram novos modelos no mercado com configurações interessantes tanto para vídeo quanto para fotografia. Tudo bem que nos últimos tempos os lançamentos de câmeras fotográficas são tão emocionantes quanto ir ao dentista (falta de inovação?), mas creio que isso se deve a uma estagnação no desenvolvimento da tecnologia. Grandes passos foram dados e hoje quase todas as marcas estão no mesmo nível. As novas câmeras vão trazendo melhorias de sistemas que já existem, pequenas perfumarias, mas nada de fazer cair o queixo como no começo da Era digital da fotografia.

A Panasonic está mostrando ao público a sua G7, uma câmera construída no sistema micro-quatro-teços (fator de corte em 2x) e que promete ser a companheira ideal tanto para quem quer fazer fotografia quanto vídeos. Aliás, é no vídeo que realmente encontramos novidades nesta câmera. Equipada com um sensor de 16 megapixels de resolução máxima, a G7 pode fazer vídeos em 4K tanto com 30 como com 24 frames por segundo com foco automático em tempo real. A eficácia desse foco automático é o que ainda não conhecemos. Um recurso interessante junto a filmagem é o 4K Foto. É possível extrair um frame da filmagem e transformar em uma foto de 8 megapixels ainda dentro da câmera. São esses recursos de recorte de filme para transformar em foto que muitos apontam como um ponto de convergência entre as duas mídias.

Outros recursos da câmera apontam para uma velocidade ISO máxima de 25.600, modo contínuo em 8 fotos por segundo, face detection, velocidade máxima do obturador em 1/16.000 (caraca), conexão Wi-Fi, modo panorâmico e time lapse, e entrada para microfone externo. Como é padrão em câmeras mirrorless, o equipamento trabalha com um viewfinder eletrônico com 2,36 milhões de pixels e um visor LCD de 3 polegadas articulado com 1,04 milhões de pixels.

A Panasonic G7 deve chegar ao mercado em junho e vai custar US$ 800,00 com lente básica 14-42 mm.

panasonic_G7

Já a Fuji está colocando no mercado a X-T10, uma câmera que tem o objetivo de ser menor, mais leve, mais amigável e mais barata do que a irmã maior, a X-T1. A câmera segue o design clássico adotado pela empresa desde os seus primeiros lançamentos e vem equipada com um sensor APS-C CMOS X-Trans II de 16,3 megapixels e com o processador EXR II. Olhando toda a propaganda da empresa para o equipamento, a grande sacada aqui é trazer uma câmera barata (relativamente) e que seja amigável (fácil de utilizar) para o fotógrafo iniciante. Tanto é que existe uma pequena alavanca escrito Auto junto ao seletor de velocidade do obturador. Ao acionar essa alavanca a câmera entra no modo de Reconhecimento de Cena Avançado onde a câmera escolhe a melhor configuração  com base no que está sendo fotografado.

A câmera possui ISO máximo em 6.400, sistema de foco automático com detecção de fase, modo de disparo contínuo com 8 fotos por segundo, velocidade máxima de obturador em 1/32.000 (caraca II), conexão Wi-Fi e gravação de vídeo em Full HD com foco manual. A câmera possui viewfinder eletrônico OLED com 2,36 milhões de pixels e visor LCD de 3 polegada com 920 mil pixels.

A Fuji X-T10 vai chegar ao mercado em junho com valores de US$ 800,00 (somente o corpo) e de US$ 900,00 com a lente básica 16-50 mm.

fuji_X-T10

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