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Surgem primeiras imagens do Samsung Galaxy K

Por em 23 de abril de 2014

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Não muito depois do anúncio do Galaxy S5, começaram a surgir informações de que a Samsung mais uma vez planejava soltar variantes de seu mais novo aparelho top de linha o Galaxy S5. Especificações so S5 Mini já vazaram, bem como informações relativas ao S5 Active. Entretanto é o Galaxy K (algumas fontes o chamam de K Zoom como eu mesmo já fiz, mas por ora adotemos a nomenclatura mais curta), sucessor da point-and-shoot com smartphone embutido S4 Zoom que tem atraído mais atenção, pois está prestes a ser revelado.

Agora a uma semana de seu anúncio oficial, surgem aquelas que podem ser as primeiras imagens do aparelho.

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Lytro Illum – uma evolução bem vinda

Por em 22 de abril de 2014

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Vocês se lembram do lançamento da Lytro? Isso aconteceu há dois anos atrás, mas a promessa era interessante. A câmera (em formato caixote) apostava em algo inovador e inusitado: a possibilidade de mudar a zona de foco na imagem mesmo depois da foto ter sido feita. A câmera se utiliza de uma nova tecnologia que captura vários raios luminosos (em torno de 11 milhões) gravando em seu sensor informações sobre todos os planos da imagem. Por isso que ela também é chamada de Câmera de Campo Luminoso. Como todos os planos são capturados, é possível escolher, após a captura, onde determinar o foco da imagem. A primeira Lytro foi uma grande novidade, mas o design era muito feio. Agora as coisas mudaram com o lançamento da Lytro Illum.

A primeira mudança que notamos no novo equipamento é o design. Ela deixou de ser uma câmera em formato de caixote para se tornar algo que encontraríamos em um filme de ficção científica. Embora possa causar estranhamento no começo, a câmera ficou bonita (bem melhor que o modelo anterior). A segunda mudança foi no sensor. Enquanto a Lytro original possuía um sensor de 11 Megarays (captura de 11 milhões de raios de luz) a Lytro Illum está equipada com um sensor de 40 Megarays (captura de 40 milhões de raios de luz). Isso torna a possibilidade de escolha de plano onde será fico o foco muito maior. A brincadeira de escolha do ponto de foco na imagem pode ser feita no LCD da câmera ou no aplicativo para computador fornecido juntamente com ela. Convertendo os Megarays para algo mais conhecido do mundo da fotografia, a saída final do sensor vai oferecer uma imagem com 5 megapixels de resolução máxima.

A Illum está equipada com uma lente com distância focal equivalente a uma 30-250mm e com abertura constante de f/2. A grande abertura é fundamental para a captação dos diferentes raios de luz que vão fazer a mágica no processamento final.  A câmera possui modo manual de captura, além de prioridade de abertura e velocidade. A interface gráfica foi aprimorada e agora roda com Android. Também foi melhorada a tecnologia de sobreposição de imagens no visor LCD de 4 polegadas que ajuda a reproduzir o efeito de tridimensionalidade na visualização da foto.

A câmera vai chegar ao mercado em julho ao preço de US$ 1.599,00 (bem mais cara do que os US$ 399,00 da primeira Lytro), mas você pode fazer uma pré-compra por US$ 1.499,00. Se você já tem uma das primeiras Lytro então ainda pode ganhar um desconto de US$ 200,00 na nova câmera.

Fonte: Dpreview.

Veja abaixo uma galeria oficial de imagens feitas com a nova Lytro Illum.

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Pentax 645Z – médio formato para as massas

Por em 17 de abril de 2014

A Ricoh chega chutando o pau da barraca e coloca no mercado sua nova câmera de médio formato. A Pentax 645Z vai seguir a tradição de sua antecessora e ser a câmera de médio formato mais barata do mercado. Tudo bem, ainda é cara, mas com algum sacrifício (e vendendo os rins e o fígado) é possível comprar uma. Quando fotografávamos com filme, os fotógrafos arrogantes (será que isso existe?) apontavam para os iniciantes e diziam que os verdadeiros profissionais utilizavam câmeras de médio formato. Como hoje a brincadeira é bem mais cara, a história mudou para câmeras full frame. Ou seja, a mesma pataquada de sempre.

Mas, voltando ao lançamento da Ricoh, eles tiveram a mesma idéia da Hasselblad (inspiração ou mentes que funcionam igual?) de colocar na câmera um sensor CMOS em vez do bom e velho CCD. Essa decisão torna possível coisas que eram verdadeiras limitações das câmeras de médio formato, como a utilização de ISOs elevados e capacidade de fazer várias fotos por segundo. A 645Z  chega com um sensor CMOS de 44x33mm  com 51,4 megapixels de resolução máxima e um design com curvas mais arredondadas. A câmera pode fotografar em ISO 204.800 e fazer 03 fotos por segundo no modo contínuo. Além disso ela possui visor LCD articulado de 3,2 polegadas e capacidade de gravar vídeos em 1080/60i. Aproveitando a onda de conectividade que está invadindo o mercado de câmeras digitais, a 645Z é compatível com o Pentax Flucard, um cartão SD que oferece transferência de imagens via Wi-Fi, NFC e oferece também a possibilidade de controlar a câmera remotamente. Aliás, essa é uma coisa interessante, pois desde a versão anterior a médio formato da Pentax trabalha com cartões SD. No caso da 645Z estamos falando de um slot duplo com compatibilidade com cartões SDHC e SDXC. A câmera pode gerar arquivos em RAW, TIFF ou JPEG (esse último é meio estranho em uma câmera deste porte).

A nova câmera também apresenta proteção contra as intempéries, podendo resistir ao frio, poeira e chuva (leve) apresentando 76 pontos de selamento no corpo. A intenção aqui é clara. A Ricoh quer que a Pentax 645Z seja uma câmera que possa ser utilizada fora do estúdio fotográfico. A maior parte das câmera fotográficas digitais de médio formato apresentam resultados maravilhosos em estúdio, mas não são indicadas para situações em que não haja controle total da luz. Ao que parece a Ricoh quer mudar isso.

A nova Pentax 645Z vai chegar ao consumidor com um preço sugerido de US$ 8.499,00 (apenas o corpo). A Ricoh também anunciou a disponibilidade de 13 novos modelos de lentes nos Estados Unidos. Olhando a lista, e tendo em vista que são lentes de grande qualidade, os preços não são exorbitantes. Por exemplo, é possível levar uma SMC-645 FA 75mm f/2.8 para casa pela bagatela de US$ 839,00. A lente mais cara do novo pacote é a  SMCP-FA 645 300mm f/5.6 ED que está saindo por US$ 5.759,00.

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Fonte: Dpreview

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Samsung envia convites para lançamento do suposto Galaxy K Zoom

Por em 14 de abril de 2014

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A Samsung agendou um evento para o dia 29 de abril, uma terça-feira para falar de seu mais novo produto, e ao que tudo indica parece que os rumores acerca do Galaxy S5 Zoom estão prestes a se confirmar, embora os últimos rumores tenham apontado para uma diferente nomenclatura, algo que é mencionado no convite.

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Nikon D600, sujeira de sensor, erro de projeto e… final feliz?

Por em 9 de abril de 2014

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Agora sim, esse é o último prego no caixão desta história. Depois de todo mundo constatar que a Nikon D600 possuía um defeito grave de projeto que deixava o sensor imundo, a empresa foi forçada (via ação judicial nos Estados Unidos) a fazer um grande Recall para resolver um problema que ela mesma criou. O X da questão é que a empresa precisou ser acionada judicialmente  e levar um cartão vermelho do Governo da China para tomar uma providência e, mesmo assim, ainda não admite que o problema existe, pois afirma que ó algumas câmeras possuem a anomalia (eles também não chamam de defeito). Ou seja, nós não estamos errados e os consumidores que se virem. Assim que a notícia do Recall se tornou pública, o André Fachetti, leitor do Meio Bit, entrou em contato com a Nikon do Brasil perguntando se também valia para os consumidores brasileiros. Depois da epopeia toda, eu pedi para ele escrever um pequeno relato sobre a experiência de mandar a câmera para manutenção no Brasil. O texto abaixo deve ser utilizado por todos os consumidores brasileiros sobre como agir em relação ao problema encontrado na D600.

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Sony A7S é oficial – Full Frame com filmagem em 4K

Por em 8 de abril de 2014

A Sony, mesmo não conseguindo dominar fatias maiores do mercado, vem desenvolvendo equipamentos muito interessantes e se colocando como uma das grandes desenvolvedoras de inovações e tecnologia no mercado fotográfico (há 10 anos atrás eu nunca imaginaria que iria escrever isso). Agora eles estão colocando no mercado a nova A7S, uma mirrorless que vai chegar com sensor full frame, para a alegria de muitos. Não é a primeira câmera da empresa com essa característica, já que tivemos recentemente o lançamento das Sony A7 e A7R, as primeiras mirrorless full frame do mercado. Essa nova câmera não chega para concorrer com as irmãs mais velhas, mas sim para criar uma nova categoria dentro dos equipamentos oferecidos pela empresa. Aliás, a Sony deve ser a empresa que mais possuí modelos full frame em comercialização atualmente.

A Sony A7S chega para os consumidores com um sensor full frame de “apenas” 12 megapixels. Isso mesmo, uma densidade de pixels muito baixa em um equipamento da empresa que praticamente criou a “guerra dos megapixels”. Mas, voltando ao assunto, a câmera deve oferecer um ótimo resultado em baixas luzes e, para provar isso (ou se apoiar) a velocidade ISO pode ir de 50 até 409.600, sendo que no vídeo esses valores mudam para 200 a 409.600. Informações sobre o range dinâmico não foram divulgadas, mas deve ser uma coisa interessante de se ver. A câmera está equipada com o processador Bionz X, possui um visor eletrônico de 0,5 polegada com 2 megapixels de resolução e um visor LCD TFT com 3 polegadas. Além das conexões normais, a câmera pode descarregar as imagens via Wi-Fi e também está equipada com a tecnologia NFC (Near Field Communication).

Porém, nada disso que falei (embora sejam características impressionantes) é o motivo para o qual a câmera está chamando (e vai chamar) mais atenção. A câmera é capacitada para gravar vídeos em Full HD em seu armazenamento interno (cartões SD) com 60, 30 ou 24 fotogramas por segundo. Porém, acoplada a uma unidade de gravação externa (via porta micro-HDMI) a câmera pode gravar vídeos em QFHD com resolução de 3840×2160 com 30 fotogramas por segundo. A Sony afirma que o vídeo é gravado com a informação completa do sensor, sem a necessidade de agrupamento de pixels (pixel binning). Ao contrário de outros equipamentos, o vídeo não está preso ao formato AVCHD, podendo gravar no sistema XAVC S com taxa de bits de até 50 MB/s. A câmera também pode gravar os dois formatos de vídeo (Ultra HD e HD) simultaneamente.

Agora que eu estava formando minha coleção de filmes em Full HD o formato vai mudar. Mas, a tecnologia tem que caminhar. Ainda não há preço ou data de disponibilidade para a nova câmera, mas muitos sites gringos estão falando em US$ 2.000.00 como preço médio para o equipamento.

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Fonte: FotoActualidad e Dpreview.

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Ricoh lança versão especial da Pentax Q7

Por em 3 de abril de 2014

Desde que a Ricoh comprou a divisão de câmeras da Pentax, as edições especiais lançadas pela empresa diminuíram  muito. Aliás, todo mundo achava loucura aquelas dezenas de câmeras coloridas, mas entendo o lado da empresa. Embora sejam tradicionais no ramo fotográfico, eles estavam perdendo terreno rapidamente para outras empresas. Ai veio a venda para a Ricoh e tudo se acalmou. Depois disso a Ricoh decidiu matar o nome Pentax das câmeras compactas e manter a marca apenas nas câmeras reflex e mirrorless. Agora temos uma versão especial da Pentax Q7 que vai fazer muito fotógrafo começar a contar as moedinhas.

A Q7 é o terceiro modelo mirrorless da Pentax e o primeiro a contar com um sensor CMOS BSI de 1/1,7 polegadas (desde o começo os sensores das mirrorless da Pentax são pequenos) com 12 megapixels de resolução máxima. Por conta do tamanho do sensor, a série Q possui as menores e mais leves lentes do mercado mirrorless. É um sistema que foi muito bem avaliado pela maioria dos sites gringos que fazem teste com câmeras fotográficas e a durabilidade do corpo de magnésio combinada com a leveza das lentes e  controles amigáveis está fazendo o sucesso da linha.

A versão especial que chega agora ao mercado vai ser limitadíssima. Apenas 1000 unidades serão vendidas em todo o mundo ao preço de US$ 1.199,95. Por ser uma versão especial nem estou achando tão caro assim. A câmera será vendida em uma caixa especial onde teremos o corpo da Pentax Q7, uma bolsa de couro personalizada, filtros, tampas e 4 lentes. As lentes presentes na caixa são: a Pentax-01 Prime f/1,9 (equivalente a uma 47mm); a Pentax-02 5-15mm f/2.8-4.5 (equivalente a uma 27-83mm); a Pentax-06 15-45mm f/2,8 (equivalente a uma 83-249mm) ; e a Pentax-08 3,8-5,9mm f/3,7-4 (equivalente a uma 17-27mm).

Uma coleção interessante e que vai suprir as necessidades da maioria dos fotógrafos amadores. Claro que você não vai achar isso disponível no Brasil, mas se tiver um amigo ou parente na terra do Tio Sam é só pedir para encomendar no site da Ricoh. A promessa é que esteja disponível no final de abril para os consumidores.

pentax_Q7_premiumFonte: Dpreview

 

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