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Pentax 645Z – médio formato para as massas

Por em 17 de abril de 2014

A Ricoh chega chutando o pau da barraca e coloca no mercado sua nova câmera de médio formato. A Pentax 645Z vai seguir a tradição de sua antecessora e ser a câmera de médio formato mais barata do mercado. Tudo bem, ainda é cara, mas com algum sacrifício (e vendendo os rins e o fígado) é possível comprar uma. Quando fotografávamos com filme, os fotógrafos arrogantes (será que isso existe?) apontavam para os iniciantes e diziam que os verdadeiros profissionais utilizavam câmeras de médio formato. Como hoje a brincadeira é bem mais cara, a história mudou para câmeras full frame. Ou seja, a mesma pataquada de sempre.

Mas, voltando ao lançamento da Ricoh, eles tiveram a mesma idéia da Hasselblad (inspiração ou mentes que funcionam igual?) de colocar na câmera um sensor CMOS em vez do bom e velho CCD. Essa decisão torna possível coisas que eram verdadeiras limitações das câmeras de médio formato, como a utilização de ISOs elevados e capacidade de fazer várias fotos por segundo. A 645Z  chega com um sensor CMOS de 44x33mm  com 51,4 megapixels de resolução máxima e um design com curvas mais arredondadas. A câmera pode fotografar em ISO 204.800 e fazer 03 fotos por segundo no modo contínuo. Além disso ela possui visor LCD articulado de 3,2 polegadas e capacidade de gravar vídeos em 1080/60i. Aproveitando a onda de conectividade que está invadindo o mercado de câmeras digitais, a 645Z é compatível com o Pentax Flucard, um cartão SD que oferece transferência de imagens via Wi-Fi, NFC e oferece também a possibilidade de controlar a câmera remotamente. Aliás, essa é uma coisa interessante, pois desde a versão anterior a médio formato da Pentax trabalha com cartões SD. No caso da 645Z estamos falando de um slot duplo com compatibilidade com cartões SDHC e SDXC. A câmera pode gerar arquivos em RAW, TIFF ou JPEG (esse último é meio estranho em uma câmera deste porte).

A nova câmera também apresenta proteção contra as intempéries, podendo resistir ao frio, poeira e chuva (leve) apresentando 76 pontos de selamento no corpo. A intenção aqui é clara. A Ricoh quer que a Pentax 645Z seja uma câmera que possa ser utilizada fora do estúdio fotográfico. A maior parte das câmera fotográficas digitais de médio formato apresentam resultados maravilhosos em estúdio, mas não são indicadas para situações em que não haja controle total da luz. Ao que parece a Ricoh quer mudar isso.

A nova Pentax 645Z vai chegar ao consumidor com um preço sugerido de US$ 8.499,00 (apenas o corpo). A Ricoh também anunciou a disponibilidade de 13 novos modelos de lentes nos Estados Unidos. Olhando a lista, e tendo em vista que são lentes de grande qualidade, os preços não são exorbitantes. Por exemplo, é possível levar uma SMC-645 FA 75mm f/2.8 para casa pela bagatela de US$ 839,00. A lente mais cara do novo pacote é a  SMCP-FA 645 300mm f/5.6 ED que está saindo por US$ 5.759,00.

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Fonte: Dpreview

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Samsung envia convites para lançamento do suposto Galaxy K Zoom

Por em 14 de abril de 2014

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A Samsung agendou um evento para o dia 29 de abril, uma terça-feira para falar de seu mais novo produto, e ao que tudo indica parece que os rumores acerca do Galaxy S5 Zoom estão prestes a se confirmar, embora os últimos rumores tenham apontado para uma diferente nomenclatura, algo que é mencionado no convite.

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Nikon D600, sujeira de sensor, erro de projeto e… final feliz?

Por em 9 de abril de 2014

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Agora sim, esse é o último prego no caixão desta história. Depois de todo mundo constatar que a Nikon D600 possuía um defeito grave de projeto que deixava o sensor imundo, a empresa foi forçada (via ação judicial nos Estados Unidos) a fazer um grande Recall para resolver um problema que ela mesma criou. O X da questão é que a empresa precisou ser acionada judicialmente  e levar um cartão vermelho do Governo da China para tomar uma providência e, mesmo assim, ainda não admite que o problema existe, pois afirma que ó algumas câmeras possuem a anomalia (eles também não chamam de defeito). Ou seja, nós não estamos errados e os consumidores que se virem. Assim que a notícia do Recall se tornou pública, o André Fachetti, leitor do Meio Bit, entrou em contato com a Nikon do Brasil perguntando se também valia para os consumidores brasileiros. Depois da epopeia toda, eu pedi para ele escrever um pequeno relato sobre a experiência de mandar a câmera para manutenção no Brasil. O texto abaixo deve ser utilizado por todos os consumidores brasileiros sobre como agir em relação ao problema encontrado na D600.

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Sony A7S é oficial – Full Frame com filmagem em 4K

Por em 8 de abril de 2014

A Sony, mesmo não conseguindo dominar fatias maiores do mercado, vem desenvolvendo equipamentos muito interessantes e se colocando como uma das grandes desenvolvedoras de inovações e tecnologia no mercado fotográfico (há 10 anos atrás eu nunca imaginaria que iria escrever isso). Agora eles estão colocando no mercado a nova A7S, uma mirrorless que vai chegar com sensor full frame, para a alegria de muitos. Não é a primeira câmera da empresa com essa característica, já que tivemos recentemente o lançamento das Sony A7 e A7R, as primeiras mirrorless full frame do mercado. Essa nova câmera não chega para concorrer com as irmãs mais velhas, mas sim para criar uma nova categoria dentro dos equipamentos oferecidos pela empresa. Aliás, a Sony deve ser a empresa que mais possuí modelos full frame em comercialização atualmente.

A Sony A7S chega para os consumidores com um sensor full frame de “apenas” 12 megapixels. Isso mesmo, uma densidade de pixels muito baixa em um equipamento da empresa que praticamente criou a “guerra dos megapixels”. Mas, voltando ao assunto, a câmera deve oferecer um ótimo resultado em baixas luzes e, para provar isso (ou se apoiar) a velocidade ISO pode ir de 50 até 409.600, sendo que no vídeo esses valores mudam para 200 a 409.600. Informações sobre o range dinâmico não foram divulgadas, mas deve ser uma coisa interessante de se ver. A câmera está equipada com o processador Bionz X, possui um visor eletrônico de 0,5 polegada com 2 megapixels de resolução e um visor LCD TFT com 3 polegadas. Além das conexões normais, a câmera pode descarregar as imagens via Wi-Fi e também está equipada com a tecnologia NFC (Near Field Communication).

Porém, nada disso que falei (embora sejam características impressionantes) é o motivo para o qual a câmera está chamando (e vai chamar) mais atenção. A câmera é capacitada para gravar vídeos em Full HD em seu armazenamento interno (cartões SD) com 60, 30 ou 24 fotogramas por segundo. Porém, acoplada a uma unidade de gravação externa (via porta micro-HDMI) a câmera pode gravar vídeos em QFHD com resolução de 3840×2160 com 30 fotogramas por segundo. A Sony afirma que o vídeo é gravado com a informação completa do sensor, sem a necessidade de agrupamento de pixels (pixel binning). Ao contrário de outros equipamentos, o vídeo não está preso ao formato AVCHD, podendo gravar no sistema XAVC S com taxa de bits de até 50 MB/s. A câmera também pode gravar os dois formatos de vídeo (Ultra HD e HD) simultaneamente.

Agora que eu estava formando minha coleção de filmes em Full HD o formato vai mudar. Mas, a tecnologia tem que caminhar. Ainda não há preço ou data de disponibilidade para a nova câmera, mas muitos sites gringos estão falando em US$ 2.000.00 como preço médio para o equipamento.

SonyA7s

Fonte: FotoActualidad e Dpreview.

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Ricoh lança versão especial da Pentax Q7

Por em 3 de abril de 2014

Desde que a Ricoh comprou a divisão de câmeras da Pentax, as edições especiais lançadas pela empresa diminuíram  muito. Aliás, todo mundo achava loucura aquelas dezenas de câmeras coloridas, mas entendo o lado da empresa. Embora sejam tradicionais no ramo fotográfico, eles estavam perdendo terreno rapidamente para outras empresas. Ai veio a venda para a Ricoh e tudo se acalmou. Depois disso a Ricoh decidiu matar o nome Pentax das câmeras compactas e manter a marca apenas nas câmeras reflex e mirrorless. Agora temos uma versão especial da Pentax Q7 que vai fazer muito fotógrafo começar a contar as moedinhas.

A Q7 é o terceiro modelo mirrorless da Pentax e o primeiro a contar com um sensor CMOS BSI de 1/1,7 polegadas (desde o começo os sensores das mirrorless da Pentax são pequenos) com 12 megapixels de resolução máxima. Por conta do tamanho do sensor, a série Q possui as menores e mais leves lentes do mercado mirrorless. É um sistema que foi muito bem avaliado pela maioria dos sites gringos que fazem teste com câmeras fotográficas e a durabilidade do corpo de magnésio combinada com a leveza das lentes e  controles amigáveis está fazendo o sucesso da linha.

A versão especial que chega agora ao mercado vai ser limitadíssima. Apenas 1000 unidades serão vendidas em todo o mundo ao preço de US$ 1.199,95. Por ser uma versão especial nem estou achando tão caro assim. A câmera será vendida em uma caixa especial onde teremos o corpo da Pentax Q7, uma bolsa de couro personalizada, filtros, tampas e 4 lentes. As lentes presentes na caixa são: a Pentax-01 Prime f/1,9 (equivalente a uma 47mm); a Pentax-02 5-15mm f/2.8-4.5 (equivalente a uma 27-83mm); a Pentax-06 15-45mm f/2,8 (equivalente a uma 83-249mm) ; e a Pentax-08 3,8-5,9mm f/3,7-4 (equivalente a uma 17-27mm).

Uma coleção interessante e que vai suprir as necessidades da maioria dos fotógrafos amadores. Claro que você não vai achar isso disponível no Brasil, mas se tiver um amigo ou parente na terra do Tio Sam é só pedir para encomendar no site da Ricoh. A promessa é que esteja disponível no final de abril para os consumidores.

pentax_Q7_premiumFonte: Dpreview

 

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Para o pessoal do vídeo: Canon XF205 e XF200

Por em 2 de abril de 2014

canon_xf205_xf200

Acho que cada vez mais o vídeo vai ter espaço nos blogs de tecnologia que tem a imagem como foco (caso do MeioBit Fotografia). Todo mundo que lida com fotografia, e teve a possibilidade de comprar uma câmera reflex atual, já teve algum contato com o vídeo digital. Até eu que não tenho pretensão nenhuma com essa área já estou estudando algumas brincadeiras. Se a funcionalidade está disponível, então por que não utilizar? Porém, temos que lembrar que ainda existem lançamentos interessantes na área do vídeo digital profissional. Hoje mesmo a Canon colocou no mercado duas câmeras de vídeo voltados para o mercado profissional que vão fazer a cabeça de quem está trabalhando nesta área.

As XF205 e XF200 chegam com design compacto (muito importante para ter agilidade na filmagem) e com capacidade de filmagem em Full HD. Tudo bem que o 4K está em evidência agora, mas ele ainda não é o padrão profissional na área de vídeo. As duas câmeras são equipadas com lentes Canon HD com distância focal de 26,8-536 mm  (uma ótima distância focal, que vai manter a agilidade do processo de produção),  com sensor de imagem CMOS HD PRO e o processador de imagens DIGIC DV4. A câmera grava com taxa de 500 MB/s em MPEG 2 com amostragem de cor 4:2:2. Algumas opções interessantes nos permitem gravar um arquivo de alta definição em um cartão Compact Flash e um arquivo com menor definição em cartão SD. Muita gente se pergunta a utilidade deste tipo de coisa. Em fotografia a gente faz arquivos menores no segundo cartão de memória para mostrar rapidamente para o cliente, enquanto o RAW de maior definição será editado posteriormente para a entrega. Isso é muito positivo no fluxo de trabalho.

A câmera possui um view finder com resolução de 1,23 megapixels e um visor OLED de 8 centímetros que foi remodelado pela Canon para oferecer maior contraste, cores mais vivas e tempo de resposta aprimorado (tempo de resposta nos visores eletrônicos é muito importante). As duas câmeras possuem conectividade Wi-Fi e porta Ethernet LAN. O diferencial da XF205 é também possuir conexão 3G-SDi/HD-SDI, Timecode e terminal Genlock.

As duas câmeras estarão disponível em julho e a  Canon XF200 vai chegar ao mercado custando  US$ 3.900,00 e a XF205 custará US$ 4.400,00.

canon17-120mm_cine

Para quem curte a área de vídeo profissional, e tem grana para gastar em qualidade, a Canon também anunciou a Cine Servo 17-120mm T2.95, que nada mais é do que uma lente com grande qualidade de imagem e boa abertura de diafragma que pose ser utilizada também por outras marcas de câmeras, mas que possui maior compatibilidade e recursos com câmeras Canon. A lente vai estar disponível em agosto ao preço singelo de US$ 33.000,00.

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Panasonic HX-A500 – para quem é radical

Por em 30 de março de 2014

Eu nunca gravei um vídeo em minha vida. A minha 7D tem capacidade para gravar vídeos de ótima qualidade, mas nunca me aventurei nesta área. Porém, estou lendo muito sobre o tema e vendo o trabalho de grandes fotógrafos que estão produzindo trabalhos artísticos com o recurso. Quem sabe não tenha uma experiência em breve com o tema. Dentro deste mundo fantástico (e que está se desenvolvendo a passos largos) temos as câmeras de ação, como a GoPro. Embora elas tenham como alvo os praticantes de esportes radicais, já vi muita coisa bacana sendo feita com elas fora da área. Por exemplo, tenho um amigo que prende uma no braço ou no corpo da guitarra das bandas que ele registra ao vivo. São imagens interessantes que fogem do comum.

Tentando morder uma parte deste mercado que está surgindo agora, a Panasonic lançou na semana passada a HX-A500 que é, simplesmente, a primeira action camera do mundo a gravar vídeos em 4K. Olha que isso não é pouca coisa. Olhando o equipamento eu o achei um pouco estranho, pois ele foge  do design mais tradicional que encontramos no mercado. A HX-A500 é composta por duas partes. A câmera com a lente fica em um pequeno corpo cilíndrico e o resto (unidade de armazenamento, visor LCD, baterias, processador) fica em outro corpo, que são unidos por um fio. A Panasonic aposta que a idéia vai facilitar os vários usos que você pode dar ao equipamento. A foto ilustrativa mostra a câmera presa na cabeça do usuário e o corpo amarrado ao braço. Se vai vingar eu não sei.

A câmera possui um novo processador de imagem, o Cristal Engine Pro +, e um novo visor LCD colorido de 1,5 polegadas. Porém, a grande vedete é a capacidade de gravar vídeos em 4K com 25 quadros por segundo. Embora seja indicada para esportes de ação, acho que vai ter muita gente pensando em promover vídeos artísticos ou, quem sabe, até profissionais na área de eventos. Outro ponto que chama muito a atenção e a capacidade de fazer um super slow motion com resoluções mais baixas. Por exemplo, em 848×480 é possível gravar em 200 quadros por segundo. Também é possível gravar em 100 quadros por segundo (1280×720) e 50 quadros por segundo (1920×1080).

A Panasonic HX-A500 vai chegar ao mercado em maio ao valor de £379.99.

hx-a500

Fonte: Photography Blog

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