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Nikon D7200 — melhoria na velocidade de processamento

Por em 4 de março de 2015

Nikon_D7200

A Nikon está jogando segundo a premissa de que em time que está ganhando não se mexe e coloca no mercado sua nova reflex intermediária, a D7200. A câmera é a nova representante de uma linha que se mostrou de grande poder desde que foi lançada. Apostando no fotógrafo que quer um equipamento com boa qualidade de imagem, porém necessita de algo resistente que possa, inclusive, ser utilizado no meio profissional, a Nikon apostou na D7000 que foi uma evolução nada natural da pequena D90 (outro campeão de vendas da empresa). Desde esse primeiro lançamento podemos apenas falar coisas boas sobre as câmeras e quem comprou não se arrependeu.

A Nikon D7200 chega com apenas algumas mudanças internas que vão tornar o ato de fotografar um pouco mais rápido. O processador EXPEED 4 garante, segundo a empresa, uma melhora de 30% no processamento da câmera. Melhor processamento se reflete em fotos com menos ruído. A câmera oferece uma velocidade ISO que varia de 100 a 25.600. O que também melhorou nesse modelo foi a ampliação do espaço de armazenamento do buffer interno. A câmera agora pode fazer 6 fotos por segundo no modo contínuo até um total de 18 fotos em RAW 14 bits, 27 em RAW de 12 bits ou 100 fotos em JPEG. Também temos presente na câmera um novo módulo de foco automático com 51 pontos que deve melhorar consideravelmente a velocidade do foco, inclusive em situações de pouca luz. Fechando o pacote de novidades a Nikon decidiu eliminar o filtro low pass do modelo, o que deve garantir melhor nitidez da imagem, mas deve gerar em algumas situações o efeito moiré nas fotos.

O sensor, que alguns especulam ser o mesmo sensor Sony encontrado na Nikon D5300, é um CMOS APS-C com 24,2 megapixels de resolução máxima, que é quase a mesma resolução da câmera antecessora,  Foram adicionados alguns efeitos de edição que podem ser aplicados diretamente na câmera durante o modo live view. A câmera continua gravando vídeos em Full HD (sorry movie makers) com 30, 25 ou 24 frames por segundo. Cabe um pequeno destaque para a conexão Wi-Fi e NFC. A câmera deve chegar ao mercado no começo de abril de 2015 custando US$ 1.200,00 (somente o corpo) ou US$ 1.700,00 com a Nikkor 18-140mm f/3,5-5,6G ED VR.

Minha opinião é que vai vender como água. Essa é a câmera que a maioria dos profissionais em começo de carreira está escolhendo por conta da durabilidade e ótima qualidade de imagem, sem falar que ela pode utilizar todas as lentes produzidas pela Nikon. Ou seja, um dos melhores custo/benefício do mercado fotográfico da atualidade.

Fonte: Dpreview e Petapixel.

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Konost quer lançar a 1º Rangefinder totalmente digital

Por em 25 de fevereiro de 2015

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Vocês já ouviram falar da Konost? Bem, nem eu, mas a empresa apareceu na internet nos últimos meses e se classifica como uma Startup da área de fotografia e traz uma intenção ousada em seu planejamento. Eles dizem que vão lançar as primeiras câmeras rangefinders verdadeiramente digitais do mundo. Opa, mas vocês poderiam dizer que a Leica está nesse mercado desde  a década passada, mas segundo eles a Leica não é uma rangefinder totalmente digital. Assim como as irmãs que se utilizam de filmes fotográficos, as câmeras digitais da Leica ainda mantém o mesmo sistema de foco por telêmetro mecânico, onde tudo funciona com prismas e espelhos.

O que as câmeras da Konost vão fazer é abolir o sistema de prismas, mas manter a mesma metodologia. No local do telêmetro teremos um segundo sensor de imagem que também vai mostrar no visor uma imagem sobreposta. Para acertar o foco da câmera o usuário tem que fazer as duas imagens se unirem. Simples e fácil. A desculpa para o novo sistema é que as câmeras vão ficar mais baratas para serem produzidas e menos onerosas para serem mantidas. Como pensar baixo é para os fracos, a empresa tem em seus planos o lançamento de três câmeras. Teremos uma câmera full frame (20 MP), uma câmera com sensor APS-C (12 MP) e uma compacta com lente fixa e sensor com 1 polegada (10,8 MP).

As duas câmeras com lentes intercambiáveis (que terão encaixe de lentes Leica) serão feitas de alumínio, terão controle manual total e de prioridades, captura em RAW, sensibilidade ISO de 100-6400 e velocidade de obturador entre 1 a 1/4000 s. Já a câmera compacta  será de plástico industrial e fará fotos apenas em JPEG. Não existe previsão de preço ou datas específicas de lançamento. A única indicação é que os modelos Full Frame e com sensor APS-C chegam ao mercado no começo de 2016.
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Nikon D750 Filmmakers Kit — só para os fortes

Por em 11 de fevereiro de 2015

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Notícia rápida, mas interessante. A Nikon, aproveitando o lançamento da D810A, também colocou no mercado um mimo que vai ser o sonho de consumo de muita gente. Juntando a popularidade da gravação de vídeos com DSLR com a qualidade de sua nova full frame intermediária, a D750, a Nikon está lançando o Kit Filmmakers para aqueles que quiserem entrar no mercado com grande estilo.

A caixa, muito bem montada, contém uma Nikon D750, as lentes 35mm, 50mm e 85mm (todas f/1,8), duas baterias Lithium-ion, um microfone estéreo e um gravador de vídeo Ninja 2. A D750 é a mais nova câmera full frame intermediária da empresa. Foi anunciada em setembro de 2014 e vem ganhando mercado rapidamente. Alguns dizem que ela veio justamente para pegar o público profissional de vídeo e fotografia e que não pode gastar muito no investimento. As lentes, todas prime, vão oferecer a melhor qualidade de imagem para o seu trabalho. Mesmo que seja um kit voltado para a filmagem, nada impede que seja utilizado para fotografia.
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Nikon D810A — primeira full frame feita para astrofotografia

Por em 10 de fevereiro de 2015

nikond810a

Amantes da Astrofotografia, regojizem-se, pois agora vocês podem ter um equipamento otimizado para fotografar o universo, desde que você possua grana para comprá-lo, é claro. Existe uma quantidade gigantesca de fotógrafos e astrônomos, amadores ou profissionais, que apontam suas câmeras para o céu estrelado e tentam capturar um pouco da beleza do universo. A maioria acaba se concentrando imagens com grande angulares, mas alguns possuem teleobjetivas ou telescópios adaptados para a prática. O que importa é que existe muita imagem espetacular espalhada pela internet e que foram feitas com câmeras comuns.

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Canon EOS Rebel T6s e T6i — escolha a sua preferida

Por em 9 de fevereiro de 2015

Canon EOS Rebel T6s e T6i

Está claro que a Canon está querendo ganhar o consumidor mais pela quantidade do que pela qualidade. É a única coisa que explica a quantidade de câmeras anunciadas semana passada e, entre elas, essas duas enigmáticas câmeras da linha Rebel. A T6s e a T6i poderiam muito bem ser apenas uma câmera, pois são quase idênticas em suas especificações.

Vamos falar primeiro do que os equipamentos possuem em comum. Ambas as câmeras estão equipadas com o novo sensor CMOS  APS-C de 24 megapixels de resolução máxima. As câmeras possuem 19 pontos de foco automático (todos em cruz) e também o sistema CMOS AF III híbrido (provavelmente igual ao da EOS 70D) que permite rapidez no foco automático durante a execução do modo Live View ou da gravação de vídeos (sinceramente, essa foi a melhor evolução que tivemos nas câmeras da Canon nos últimos anos). Também encontramos nos equipamentos conexão Wi-Fi, tecnologia NFC, visor LCD de 3 polegadas articulado sensível ao toque, velocidade ISO de 100 a 12.800 e gravação de vídeo em Full HD com 30 fotogramas por segundo.
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Canon 5Ds e 5Ds R — mais e mais megapixels

Por em 6 de fevereiro de 2015

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As imagens e especificações tinham vazado semana passada na internet. Não comentei nada, pois rumores nem sempre são exatos e nada oficial foi divulgado. Isso mudou hoje. A Canon coloca de forma oficial a informação do lançamento de duas novas câmeras Full Frame. Estamos falando da EOS 5Ds e da EOS 5Ds R. Qual a grande novidade destes modelos? O sensor CMOS com 50,6 megapixels de resolução máxima. Antes de entrar no assunto das especificações da câmera, fica aqui uma pergunta. Para que tudo isso? Quando a Nikon lançou a D800 com 36 megapixels eu já achei um exagero. Pior foi ver gente comprando a câmera para trabalhar em fotografia de eventos e depois se arrependendo, pois fazer mil fotos com uma câmera dessas por noite requer muito local de armazenamento. Agora a Canon, querendo fazer maior, lança uma câmera ainda mais megalomaníaca.

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Olympus OM-D E-M5 II — com modo de alta resolução com 40 MP

Por em 5 de fevereiro de 2015

Eu gosto das câmeras da Olympus. E não é coisa recente. Achava que a empresa produzia ótimas câmeras desde a linha Evolt. Eu era apaixonado pelo design esquisito da E300 Evolt. A marca estava tão em destaque que foi patrocinadora da National Geographic por um bom par de anos. Porém, nunca me arrisquei a comprar uma. Eram difíceis de encontrar em terras tupiniquins e acessórios e assistência técnica eram inexistentes por aqui. Depois destas ótimas DSLR a Olympus navegou por mares perigosos no lançamento de suas primeiras mirrorless e teve até aquela treta maquiagem da contabilidade para encobrir prejuízos e o suposto envolvimento com a máfia. Mas, tudo se reergueu com os últimos lançamentos e agora eles colocam no mercado mais uma câmera com potencial para se tornar um sucesso.

A OM-D E-M5 II chega com a obrigação de repetir o sucesso de sua antecessora. Ela segue a mesma linha de design e está equipada com um redesenhado sensor quatro-terços (fator de corte de 2x) com 16 megapixels de resolução máxima. Assim como o modelo anterior, a câmera também é vedada contra fatores climáticos e possuí o sistema de estabilização de imagens em 5 eixos. Porém, o grande atrativo deste modelo é o que a Olympus chama de modo de alta resolução. O que acontece é que a câmera faz um total de 8 fotos em apenas 1 segundo, porém cada imagem é realizada com um leve deslocamento do sensor, criando assim novos pixels. A promessa é que a resolução desta imagem chegue a 40 megapixels. Esse sistema não é novidade. A Hasselblad já se utilizou disso para criar fotos de 200 Mp e a Pentax também tinha uma tecnologia de deslocamento de sensor para astrofotografia. Mas, não podemos negar que em algumas situações uma imagem de grande resolução pode ser útil.

Fechando o pacote temos as perfumarias que já se tornaram obrigatórias em todas as câmeras fotográficas. Ela oferece conexão Wi-Fi, um visor EVF com 2 megapixels e monitor LCD articulado de 3 polegadas sensível ao toque. A câmera pode fazer vídeos em Full HD com 60 fotogramas por segundo (com entrada para fone de ouvido e microfone) e pode fazer até 10 fotos por segundo no modo contínuo. A Olympus já anunciou uma pancada de acessórios opcionais para a câmera que vão de uma battery grip até uma caixa estanque, mas quem comprar a câmera vai levar como brinde um flash externo modelo  FL-LM3.

Olympus OM-D E-M5 II

A nova Olympus OM-D E-M5 II vai chegar ao mercado ainda em fevereiro com opção de cores cinza e preto. Infelizmente o valor não é tão light assim. A câmera vai ser vendida por US$ 1.099,99 (somente o corpo).

Fonte: Dpreview.

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