Oracle 0 x 1 LibreOffice

Por: em 30/09/10 na(s) categoria(s): Linux, Meio Bit, Open-Source


Tela inicial do LibreOffice.

O mundo que revolve ao redor da comunidade open source não pára. E é exatamente por essa razão que se trata de uma cena linda, no sentido de que sempre existirão inovações para cada pacote de códigos que existe por aí.

Seguindo a receita perfeita para que os cenários se desenrolem sem corporativismo canibal, a comunidade do open source só faz crescer e assim vai dando a sua contribuição em evitar a ira da massa, fazendo com que a maior parte da pirataria que existe hoje não seja sequer necessária.

A sintaxe do código livre não muda: você baixa o código, desenvolve-o, credita o trabalho anterior, coloca seu nome e voilá — lá está aquilo que existia, com aquele algo a mais que você adicionou.

O melhor permanece, o mais popular cresce, todo mundo ganha.

Na luta de letras entre o Microsoft Office (da Microsoft) e o OpenOffice (ex-StarOffice que veio de graça quando a Oracle comprou a Sun Microsystems), quem sai ganhando são os forks, a cena e todos nós.

Nem sempre todos são bons, mas ao menos se pode fazer o que quiser com eles. E para provar que a cena sobrevive sem a mão do gigante, um novo grupo contendo ex-programadores do OpenOffice se lançou à frente da The Document Foundation, inserindo na rede os betas de seu fork do OpenOffice chamado de LibreOffice 3, já à disposição sim senhor.

“A marca OpenOffice pertence hoje à Oracle. Esperamos que ela doe os direitos sobre o nome para a nossa fundação, bem como todo o conjunto de assets que ela detem. Existem questões legais a este respeito e eles são inclusive bem-vindos para colaborar com o projeto, mas precisamos continuar nosso trabalho nesse meio tempo”, diz o grupo na seção de FAQ de seu website.

A Oracle, por sua vez, não se pronunciou. O que isso pode significar?

Entretanto, outros selos e houses deram as boas-vindas ao novo projeto e diversas ditribuições do Linux irão oferecer o LibreOffice 3 em suas próximas versões. Dentre as de maior destaque estão Novell, Red Hat e Ubuntu.

Por enquanto só em inglês, por enquanto só Beta.

Longa vida à cisões como essa, que colocou um novo OpenOffice para andar com as próprias pernas.

Site oficial, com informações e download, aqui.

  • http://minhasdicaslinux.blogspot.com/ Karls

    Levando-se em consideração as ultimas ações da Oracle, é de se duvidar que irá colaborar com algo. A não ser é claro que levem na esportiva o “Libre”, no bom sentido.

  • lblima.net

    “…A sintaxe do código livre não muda: você baixa o código, desenvolve-o, credita o trabalho anterior, coloca seu nome e voilá — lá está aquilo que existia, com aquele algo a mais que você adicionou…” – e quem paga o seu tempo gasto nisso?

    • tgr.3dm

      @lblima.net, Você só faz coisas, recebendo dinheiro?

      • lblima.net

        @tgr.3dm, Sim, não sou filantropico, nesse tempo eu poderia está trabalhando e ganhando $.

        • Mackanov

          @lblima.net, pra ganhar dinheiro tem que estudar antes.

          • lblima.net

            @Mackanov, não entendi.

          • http://www.acranias.com catzurrul

            @lblima.net, P0rr@, ele te chamou de burro oras.

        • arnoanderson

          @lblima.net, Já ouviu falar de Linus Torvalds?

    • http://anakinpendragon.wordpress.com anakinpendragon

      @lblima.net, Primeiro, ninguém obriga alguém a fazer trabalho comunitário, nem a fazer software livre. Segundo, muita gente faz um software livre, que por ser grátis se for bom, muita pessoas vão usar, e o desenvolvedor pode ganhar notoriedade e ser contratado para um bom cargo em uma grande empresa, ou seja é um ótimo marketing pessoal. Terceiro, se o seu software for realmente bom, algumas empresas podem querer usa-lo, e vão pedir suporte pra quem? pra quem desenvolveu o software claro! Nesse momento você cobra pelo suporte/treinamento no software. Em alguns nichos de mercado é tão difícil entrar com um software novo, por que o mais antigo é tão conhecido que você precisa dar de graça para que experimentem seu produto. Existem casos específicos como a Digium que desenvolve o famoso Asterisk, que ao meu ver é melhor que a maioria das soluções proprietárias de Voip, ela é fabricante das excelentes e caras placas para pabx fxs/fxo que se integram perfeitamente ao Asterisk. A distribuição do Asterisk como software livre não só funcionou como uma propaganda da competência da Digium, como alavancou a venda das suas placas para todo mundo.

      • lblima.net

        @anakinpendragon, é uma forma de pensar, respeito. Mas não gastaria horas de trabalho para se um dia laguém gostar do software contratar meu serviço de suporte ou me contratar por ser bom programador. Prefiro gastar esse tempo fazendo meu software e para clientes que pagaram/pagarão por isso.

        • http://anakinpendragon.wordpress.com anakinpendragon

          @lblima.net, Claro que cada um pode e deve desenvolver o software na licença que mais lhe convêm. Muitos softwares livres interessantes foram feitos como passa tempo e depois viraram profissão para algumas pessoas, assim como foi o Linux para Linus . Pra quem tem contas pra pagar tem realmente que pensar muito em como vai desenvolver seus produtos, eu concordo que nem todo mundo pode fazer um investimento de risco, mas outros podem e esses as vezes lucram bem mais, ou quebram totalmente a cara. Acho que o importante mesmo é não fazer discussões religiosas sobre qual licença é melhor. Para uma pessoa uma licença pode ser a ideal, para outro não.

        • Wallacy

          @lblima.net,

          Na verdade a coisa na pratica funciona de forma muito mais egoista.

          Existe uma gama enorme de desenvolvedores que ganham, e ganham muito para desenvolver código livre.

          Acontece que para muitas empresas é muito mais barato criar uma “aliança” para desenvolvimento de softwares usando como base uma licença livre para dar igualdade aos membros.

          Um excelente exemplo é o Blender: Os estúdios de cinema pagam “horrores” para aprimorar o software, alguns até contratam devs só para essa tarefa.

          Um tempo atrás até mostrei uns filmes blockbuster feitos no Blender. Mesmo sendo usado em só uma parte do processo de produção, não elimina os 3D Max e Mayas da vida, é mais barato para esses estudios aprimorar um software e pode-lo usa-lo “ad eternun” “di gratis” depois, incluindo todas as personalizações.

          Quero um novo modulo de texturização: O camarada cria, implementa no Blender com apoio de outras produtoras, e voilá. O gasto é diluido entre as empresas interessadas no recurso e todo mundo feliz.

          Afinal, a unica coisa que importa para o estúdio de cinema é o filme, não o software. Eles não pagam para desenvolverem o Blender porque é “bonito”, e sim porque é economicamente mais viável.

          O mesmo ocorre com o softwares como o OpenOffice, que em muitas empresas possuem personalizações especificas para o negocio da empresa, ou mesmo porque o parque de maquinas da corporação é tão grande que o preço das licenças de uma solução proprietária seria proibitiva. Geralmente essa empresa pega um pouco de “grana” que gastaria em licenças e paga para aprimorar a versão “di gratis”.

          Muitas vezes faz muito mais sentido pagar 1milhão de dolares para aprimorar um recurso, que gastar 10milhões em licenças de software.

          Não é preciso ser um monge tibetano para desenvolver software livre, basta ser esperto e perceber que a grande verdade que é software livre é nada mais nada menos que uma das muitas demandas do mercado, até porque muitas vezes as amarras licenciatorias de muitos softwares proprietários não permitem tal ergonomia para o cliente.

          E claro, existem também os hobistas e outros que fazem just for fun.

          • thE Masterkey Blaster

            @Wallacy,
            era a parte do meu comentário que estava faltando. ^.^
            #OndeEuAssino?

          • Tasouza

            @Wallacy, ia fazer um comentário parecido com este, porem não iria faze-lo tão bem quanto voce. :)

          • http://www.acranias.com catzurrul

            @Wallacy, Esse comentário pode ser a luz para o tipo de pessoa que não enxerga um palmo a frente da sua cara.
            Belo comentário, praticamente um post.

    • thE Masterkey Blaster

      @lblima.net,
      é claro, você nunca usou e nem nunca usará uma tecnologia opensource… :P
      Pior!! Caso use, nunca vai contribuir. Seu carrapato! :evil: :D
      .
      Nem todas as pessoas pensam só em retorno financeiro. Entenda que algumas pessoas ajudam por que gostam de ajudar. Algumas adicionam o código no open-source simplesmente porque gostam do software que usam e querem que ele se torne ainda melhor. Outros o fazem pelo desafio: gostam de programar, isso é além de trabalho um hobby. Outros se sentem gratos pelo que já usufruíram, e essa gratidão os motiva a agir.
      É tudo uma questão moral. O resto é expeculação. ;)
      .
      Se sua única motivação para adicionar um código numa tecnologia open-source é receber lucros em troca, continue pagando para usar seus softwares. :)

      • lblima.net

        @thE Masterkey Blaster, Eu uso Ubuntu e Win7 em casa, comecei com o slackware em 1999 (agradeço ao Linus por ter gastado seu tempo com isso). Fazer um software de bate-papo open é fácil, eu mesmo já fiz, nao leva 2 horas. Mas fazer softwares complexos open e esperar que um dia eu seja reconhecido é atirar no escuro. Eu não faço isso, mas respeito quem faz, e mais, agradeço, por que se eu gostar uso sim :)

        • thE Masterkey Blaster

          @lblima.net,
          acho uma pena você só usar o que outros prepararam pra você e não se sentir motivado a contribuir em momento algum. Espero só que não seja assim em todos os sentidos. Respeito sua decisão. :)

    • sboorbou

      @lblima.net, a pessoa que vai usar o software que vc criou, vai precisar de suporte, implementações, modificações
      ai vc ganha

      só ver a red hat e aprender como ganhar dinheiro assim……. ( embora todos dizerem que ela vende o software, ela cobra a assinatura do suporte, somente isso )

      • lblima.net

        @sboorbou, Concordo, mas você nao é uma redhat, portanto o seu tempo será usado para atirar no escuro ou contribuir com a comunidade. Mas sem criticas, é apenas minha opinião. ;)

    • http://bsrsoft.com.br André Luis Pereira dos Santos

      @lblima.net,

      Empresas que por exemplo, vendem serviços de suporte a Linux se interessam em desenvolver o OO e agora o LibreOffice, já que com uma suite melhor mais clientes irão migrar para as soluções Linux suportadas.

      Então gastar tempo desenvolvendo o LibreOffice é investir em um negócio maior: Linux.

      E o Linux dá dinheiro. A Red Hat cresceu seu faturamento em 20% no último trimestre em relação ao mesmo período do ano passado e a BSRSoft aqui cresceu o faturamento em 32% em relação ao mesmo trimestre/2009.

      Tudo com Linux.

      • lblima.net

        @André Luis Pereira dos Santos, Claro, mas não estou falando dessas grandes empresas, elas tem custos e alguém tem que pagar pode ele.

        • http://bsrsoft.com.br André Luis Pereira dos Santos

          @lblima.net,

          Pelo contrário: Open source é um modelo ótimo para grandes empresas, mas é ainda melhor para pequenas.

          As pequenas podem partir de uma base já sólida de software e oferecer em cima dela personalizações, ao invés de ter de fazer tudo do zero.

          E essas personalizações podem ser vendidas as seus clientes finais, afinal open source não quer dizer grátis.

          Quando é que uma pequena empresa poderia ter toda uma suite office para fazer adaptações específicas para os negócios de seus clientes?

          Só com o modelo open source.

          Caso contrário, os pequenos só poderiam revender produtos prontos (ex. MS Office). Não teriam o que desenvolver para nichos específicos.

          Iriam ficar sempre no varejo.

          • lblima.net

            @André Luis Pereira dos Santos, Isso é ótimo mesmo, mas quem fez primeiro, ganhou o que? A pequena empresa usou o que eu fiz, e vendeu o suporte, e eu que comecei o projeto por diversao ou não fico olhando.

            Veja bem, eu não sou contra, apenas eu não faço, só isso. Exemplo: minha empresa passou 4 anos desenvolvendo um ERP, gastamos mais de 800 mil reais. Vou publica-lo como open source e ganhar só com suporte? nem a pau juvenal.

          • http://bsrsoft.com.br André Luis Pereira dos Santos

            @lblima.net,

            Um cenário possível para seu ERP, dentre muitos:

            Liberar ele como GPL 3. (open source)
            Agregar ao seu desenvolvimento interno código que será proposto por outros desenvolvedores (inclusive outras empresas que se interessam em usar seu ERP e/ou vender serviços com base nele).
            Você terá captado mais um monte de desenvolvedores sem custo para você e que irão continuar a desenvolver o software junto com você.

            As correções de bugs ficam mais velozes.

            Seu ERP cresce mais, ganha mais funcionalidades, lançamentos novos mais rápidos.

            Você continua a vender suporte ao uso, instalação, customizações etc dele.

            Esse é um dos modelos de negócio mais usados por empresas de open source.

            Aqui mesmo nós doamos o código de nosso ERP para outro open source e agora desenvolvemos direto na arvore principal de código dele. Vendemos serviços somente e não mais licenças.

            Resultado: Ao todo o ERP hoje possui mais de 200 desenvolvedores ativos, cresceu enormemente, diminuimos nossos custos de manutenção de código e de desenvolvimento, as features novas aceleraram absurdamente sem perder estabilidade e nosso faturamento com ERP subiu 71% em relação à período igual da época em que o código era fechado.

            Foi muito bom.

            Mas tem de ser feito de maneira planejada. E ai sair pro abraço.

            O mercado de ERP está aquecido, principalmente para micros, pequenas e médias empresas. As grandes já são atendidas a bastante tempo.

            A boa notícia é que SAP, TOTVS, Oracle etc não conseguem atender ainda as micros, pequenas e médias empresas. Seus custos são proibitivos nestes nichos que estão sem atendimento.

            É ai que os ERPs open source, baseados em serviço, nadam de braçada.

          • n/a

            @lblima.net, Não se ganha só com suporte, isso já foi dito antes. Existem inúmeras formas de lucrar em cima de software livre.

            Veja este SIGE produzido pela empresa brasileira Async OpenSource: http://www.stoq.com.br/

            Como faturar?

            1) Vendendo o produto na caixinha com suporte por X tempo. :)
            2) Vendendo suporte adicional por X tempo. :)
            3) Vendendo versões customizadas solicitadas pelos clientes, desenvolvidas em cima da versão livre. :)
            etc.

            Simples.

          • Wallacy

            @lblima.net,

            Fora que 800 mil em 4 anos é troco de pinga em projetos de software. Esse é o valor que recebemos em um projeto conceito que podera ou não ir para a frente dependendo da maturidade alcançada. Mais no geral vai muito bem.

            Pior mesmo foi um projeto (não tenho permissão para dizer qual), que custou 50 milhões de reais, foi todo fechado e no final o software virou “lixo” pois não atendia as expectativas do cliente (que não fez um bom contrato), muito menos pode mandar corrigir o defeito estrutural. O caso de uso era implícito (porém não constava no contrato), onde o desempenho ficou tão baixo, que tornou o software obsoleto para resolver o problema que ele propunha.

            Acredito que sua empresa não deve lançar um software sobre a GPL se não tiver um setor administrativo capaz de administrar essa nova realidade. Não se trata de produzir código e “doa-lo”, e sim de produzir uma solução e admistra-la.

            Produzir software livre é para quem pode, não para quem deseja somente.

            Empresas que produzem código, de fato não se adequam ao modelo de SL, porém empresas que produzem soluções (onde o código é só intermediário) são as que mais se beneficiam do modelo.

            Cada caso é um caso, mais vale ressaltar que não se trata de autruismo, e sim a escolha de um modelo de capitalização mais viável (ou não). É uma decisão puramente técnica.

            Como eu disse, existem os hobistas, porém entramos na questão: Existem homens emos, logo todos os homens são…?

            Se o modelo não oferece custo x beneficio para você, entenda que essa é uma relação isolada, assim como é toda a relação custo x beneficio.

            Em termos mercadológicos, SL é só mais uma solução. E de fato não é pior que o modelo proprietário em diversos cenários, como aqui já citados.

          • Wallacy

            @lblima.net,

            Ah sim, não veja isso como uma critica pessoal… Ninguém é obrigado a aderir modelo algum.

  • portugassis

    A poucos dias eu li uma matéria (que não lembro se foi no meiobit ou outro site), que falava sobre as incertezas sobre o futuro do open office, já que a oracle não se mostrou muito interessada a investir no projeto.
    .
    Parece que o open office continuará vivo embora com outro nome. Isso é bom, espero que o software continue evoluindo.

    • lblima.net

      @portugassis, Eu também, concorrência sempre é bom, graças ao IPhone e Android teremos o WP7.

  • crfrisao

    Senhores, existe uma nota oficial no site do BrOffice. Aconcelho a lerem :) Fiquei feliz com o que eu li.

  • alcy.inacio

    Olá.

    Apenas divagando: um recurso inexistente nesses editores de texto que eu gostaria de ter seria “abas”, a qual existe nas planilhas eletrônicas.

    Mas ninguém se interessou em implementar isto neste pacote de código aberto (LibreOffice).

    É uma pena!

    • http://bsrsoft.com.br André Luis Pereira dos Santos

      @alcy.inacio,

      Tá em discussão entre os desenvolvedores. O que amarrava isso era a SUN e depois a Oracle.

      Novidades quentes estão pra surgir.

  • lblima.net

    @André Luis Pereira dos Santos, Concordo com o
    Wallacy, é questão de escolha mercadologica e técnica. Se eu achar que vale a pena viver só de suporte ótimo, senão opto por outras modalidades. ERP é commodity, mas uma ideia inovadora vale muito pra ser distribuída de graça.

    • http://bsrsoft.com.br André Luis Pereira dos Santos

      @lblima.net,

      Como dissemos acima, não é só de suporte que se vive com open source. Esse é um dos cenários.

      Na prática, você é quem escolhe seu modelo de negócio: fechado ou aberto.

      Mas sempre avalie de tempos em tempos outros modelos de negócio. Todo dia aparece uma coisa nova e não vale a pena se fechar em uma estratégia até o fim.

      E sobre idéias inovadoras distribuidas de graça: Java por exemplo.

      E Java é extremamente lucrativo e a tecnologia é open source.

    • Wallacy

      @lblima.net,

      Nada impede vender o produto sim sí. Essa parte que você não pegou. Não faz muito comprei um jogo por 30 dolares, e ele era Open Source.

      Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

      • http://www.facebook.com/lblima.net Leonardo Bruno Lima

        @Wallacy, O que impede de eu vender? ter concorrentes que poderao vender o mesmo software com pequenas modificacoes por um preco muito mais barato, afinal nao gastaram com o desenvolvimento. Estou gerando concorrencia a um produto que eu criei.

        • Wallacy

          @Leonardo Bruno Lima,

          puts, foi mal, cliquei errado… reply abaixo.

      • Wallacy

        @Wallacy,

        Ter capacidade de compilar um codigo não cria um concorrente de fato.

        Só porque você pode recompilar o firefox e colocar outro nome nele não faz com que você tenha de fato um navegador concorrente.

        O ciclo de produdução para a primeira versão de um software é menos da metade do ciclo de vida de um software. Se você vende uma solução (e não um um executavel), isso não será problema.

        Até porque se o ciclo de desenvolvimento já inicia aberto, o custo de produção também tende a cair.

        Uma coisa é liberar o codigo fonte, mais alguem ai falou de diagramas de classe, diagramas de caso de uso? fluxograma operacional? O forker não vai ter isso em mãos.

        Estatisticamente modificar um software é mais caro que produzir, tanto é que a engenharia de software foca em tentar “acertar” de primeira, pois o custo de manutenção do codigo é alto. Exemplo? Temos um aqui em cida do usuario André, onde a empresa obteve mais lucro ao aplicar um modelo open em seu ERP.

        E não importa o quanto o forker tente modificar o codigo (veja que ele tem o codigo em mãos, e não a solução). Só de olhar irá ficar claro que é apenas uma copia da solução “X”, sendo assim quem você contrataria em sua empresa? O que entende de fato o problema ou o que finge que entende?

        Fora que você está se esquecendo do principio da propriedade intelectual. Uma coisa é liberar o codigo fonte, outra é autorizar o uso dele por terceiros. A propriedade intelectual é mantida, e você ainda tem todos os direitos de copyright ainda é seu.

        Você está muito apegado ao codigo, porém codigo é só uma parte de um software.

        Por isso eu disse que SL é para quem pode, e não para quem simplesmente deseja.

        • urso

          @Wallacy,
          cara, na boa… voce podia sintetizar um pouco suas ideias. Posts prolixos demais =(

          http://pt.wiktionary.org/wiki/prolixo

          antes que venham os trolls…

          • dvieira

            @urso, pelo que percebi, o pessoal não achou que os comentários do @Wallacy foram prolixos, é só dar uma olhada no número de pessoas que “curtiram” eles. Agora, esse último seu, ao contrário, não agradou muito.