Há dias que entram para a história, e hoje, 19 de novembro de 2009, talvez seja um deles. Hoje a gigante Google apresentou, numa coletiva transmitida ao mundo inteiro via streaming, o Chrome OS. A importância desse anúncio pode ser facilmemte medida pelo furor que o precedeu. Apesar do Google sempre manter os pés no chão, dizer que não queria concorrência com o Windows, que o foco é simplicidade, e que o sistema será exclusivo para netbooks, a comparação era inevitável, afinal, no pensamento coletivo são todos sistemas operacionais, logo, são todos concorrentes.
(In)felizmente, o Google deu um tapa na cara de todos que estavam ansiosos por um sistema robusto, capaz de entrar com os dois pés na porta clamando para si a supremacia no segmento. O que vimos hoje foi uma apresentação bem definida e delimitada, com um Chrome OS bem mais simples do que muitos previam, o que só saberemos se é bom ou ruim na metade de 2010, quando os primeiros aparelhos com o sistema chegarem às lojas.
Em suma, o Chrome OS é uma distribuição peso-pena do Linux que roda apenas o Chrome (navegador).
A screenshot acima é um conceito ainda não aplicado. O visual atual do Chrome OS, que foi demonstrado hoje, é bem próximo de um dos que conceitos que o TechCrunch divulgou, há algumas semanas. Este aqui:
Decepcionado? Calma. Antes de tacar pedras no Google, vamos destrinchar tudo que foi dito lá.
A visão do Google para o Chrome OS é bastante parecida com a original do iPhone, e a vigente no webOS, da Palm: web apps. No sistema do Google, não será permitida a instalação de aplicativos locais. Os aplicativos serão, na realidade, web apps, como os que já usamos atualmente através dos navegadore convencionais. Google Docs, Office Web Apps (roda, e eles mostraram), Picnik, e por aí vai.
Esse modelo traz vantagens e desvantagens. A desvantagem é óbvia, e consiste nas limitações dos web apps quando comparados aos correspondentes locais, e nos entraves que conexões lentas, comuns no Brasil, podem causar.
Por outro lado, e aqui falamos das vantagens, esse sistema permite que o Chrome OS seja carregado instantaneamente, e o torna praticamente imune a malware, afinal, não há nada instalado localmente; a cada reinicialização do sistema, a “imagem” do mesmo é restaurada. “Mas e meus arquivos?”, pode perguntar alguém. A nuvem é a resposta. Haverá armazenamento local, mas como cache, não como definitivo. Tanto que os equipamentos nos quais o Chrome OS virá instalado serão equipados com SSDs, provavelmente de capacidade bem limitada. Seu HD é a nuvem, cloud computing a todo prova.
Outro efeito colateral (positivo) dessa sistemática de armazenar tudo na nuvem é que o netbook torna-se praticamente descartável. Como nada fica armazenado localmente, e tudo é atrelado a uma Google Account, não haverá problemas no caso de perda, furto, roubo ou mesmo empréstimo do netbook.
O que causou estranheza foi não terem falado do Gears, um sistema do próprio Google que puxa para a máquina local rotinas e mesmo conteúdo da web, para tornar web apps mais rápidos e permitir o acesso aos mesmos quando o computador estiver offline. O Chrome (navegador) o tem nativamente, e mesmo não tendo tocado no assunto, é bem provável que o Google inclua esse valoroso recurso no sistema operacional.
Voltando ao sistema em si, ele nada mais é que uma janela do Chrome (navegador) adaptada. As primeiras abas são menores, e são basicamente os apps “favoritos”, sendo a primeira uma espécie de menu Iniciar, onde ficam atalhos, na forma de grandes ícones, para serviços do próprio Google e outros mais importantes/usados, como Twitter, Facebook e Hulu.
A bem da verdade, é possível abrir algo mais além da janela do Chrome: outra janela do Chrome. Durante a demonstração, mostraram três janelas independentes funcionando ao mesmo tempo, com direito a arrastar e soltar e outras coisas já existentes no navegador.
O Chrome OS aceitará plugins, e para demonstrar essa capacidade, usaram o Flash. Jogaram um game de xadrez, depois rodaram um vídeo no YouTube, esse aí de baixo, apresentando o sistema operacional:
O Google, repetindo, cumpriu o prometido: apresentou seu sistema operacional focado em netbooks. Ponto. Os apresentadores deixaram claro que esse é o foco do Chrome OS, ao menos inicialmente, e que estão comprometidos com esse tipo de dispositivo. Não descartaram, porém, a hipótese de, futuramente, tentarem a sorte em notebooks convencionais e até desktops.
De qualquer maneira, ficou uma sensação de decepção em todos que acompanharam a apresentação ao vivo. Muitos Linux users depositaram todas suas fichas no Chrome OS para, enfim, alavancar a presença do sistema em ambiente doméstico. Mas, não parece que será o caso. O Google não pretende sequer fazer do Chrome OS o sistema principal das pessoas; disseram que o público que comprará netbooks com seu sistema já tem outro notebook e/ou desktop com um sistema operacional maior. Resumidamente, o Chrome OS é como esses sisteminhas embarcados que Asus, LG e outros fabricantes incluem em seus notebooks/netbooks para boot rápido.
Ah, e se você, de qualquer maneira, ficou com vontade de testar o Chrome OS (eu também fiquei, de verdade), pode tirar o cavalinho da chuva. O sistema seguirá os passos do Android, e só rodará em hardware homologado. Preço? Nada foi dito, o Google jogou a batata quente para os parceiros, e também recusou-se a dizer quem são (embora já tenhamos algumas suspeitas). Como já dito acima, os primeiros a saírem das fábricas equipados com o sistema chegarão às lojas no segundo semestre de 2010.
Particularmente falando, simpatizei com o Chrome OS. É menos, mas muito menos do que eu esperava, porém, a proposta é interessante, e os equipamentos com ele instalado podem se tornar excelentes máquinas pequenas, leves e baratas para uso geral do computador e acesso a web apps, sendo um complemento a outros PCs/notebooks que o usuário tenha. Ou seja, podem ser o que os netbooks deveriam ser.
© Copyright 2006-2010
19 de novembro de 2009, 17:37
Uau! Não esperava por isso! Realmente é uma pena o Chrome OS ser tão… enxuto. Mas de certa forma pode quebrar alguns paradigmas em mudança de comportamento e mentalidade do usuário, ou então falhar vertinosamente. Pelo que vi, o Google quer estabelecer algo diferente, para um grande números de pessoas.
Queria mesmo eh um Windows Killer. O jeito é esperar os próximos capítulos.
Responder
novembro 19th, 2009 @ 23:05
“Quebrar paradigmas”? Fizeram um fork no bot da Ju?
Responder
novembro 19th, 2009 @ 23:20
Só o que faltava…
Parabéns. Você acertou.
Responder
19 de novembro de 2009, 17:42
Bem, é mais fácil utilizar o Chrome OS como um sistema de acesso instantâneo, tipo o ExpressGate da Asus e os outros por aí afora! Quem na verdade vai querer um sistema que não rode nada localmente?! A não ser que seja apenas para uso casual!
Vamos ver o que vai acontecer em 2010! =)
Responder
novembro 19th, 2009 @ 21:32
Cara, lembrei exatamente do ExpressGate.
Belo post, Ghedin! Não sei se você lembra, mas meu primeiro comentário para o Meio Bit foi criticando um post seu. Por isso, pode acreditar no meu elogio de agora: foi uma das melhores análises que já li no Meio Bit.
Agora, resta esperar por 2010… [2]
Responder
novembro 20th, 2009 @ 8:55
foi uma das melhores análises que já li no Meio Bit.
x2
Responder
novembro 19th, 2009 @ 23:56
Mais uma vez a história se repete. Os anos passam, a gente olha para trás, e o que mais ouvimos na área de informática é: “Quem vai querer” Quem vai querer um mouse. Quem vai querer mais de 56kbps? Quem vai querer mais de 2kb de memória. Quem, quem…
Não me leve a mal. Eu particulamente achei uma b****. FAço um Chrome OS aqui agora em 5 minutos colocando o Chrome para iniciar junto com uma sessão e colocando previlégio de escrita só na pasta /temp. Heheheh
Porém, acho que o Google já sacou é que informática já era. Computador já era. Usuário gosta de informação. Acesso rápido a sua informação aonde esteja. O resto, que se exploda.
Eu, como não sou executivo ou qualquer coisa do gênero que use computador somente para sites e email, achei uma porcaria. Eu gosto de fuçar. Salvar arquivos. Agora, oque os outros usuários querem? E ainda: Que tipo de usuário define hoje como devem ser os sistemas operacionais. Os Geeks, ou os leigos que amam twittar, ver alguns sites, email e nada mais?
Quero ver como vai ser o desenvolvimento para essa porcaria. Quem disse que JS ia morrer vai ter que engolir.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 13:00
Legal, eu também pensei nisso.
O Chrome OS é para ser um sistema secundário por enquanto, o Google sabe disso, mas EU ACHO que, com o tempo, a tendência é tudo ir para a nuvem mesmo.
Estando em casa, mesmo online, eu quero ouvir música no iTunes e fazer planilhas no Excel, não usar Webapps. Com o avanço das conexões e os navegadores se tornando uma plataforma de aplicativos, pode ser que o Google Docs torne-se tão bom quanto os programas que temos instalados no computador.
[OperaTard] O conceito do Unite é semelhante com uma ressalva. A nuvem não ficará centralizada nos servidores do Google, mas no seu computador pessoal de casa.
O aplicativo de Media Player, por exemplo, é ótimo. Se deixar meu computador em casa ligado, eu posso ouvir minhas músicas em um netbook de 4 GB de HD ou em outros dispositivos. Imagina que empecilho seria o Google armazenar todas as minhas músicas e oferecer streaming de todas elas?
Essa descentralização pode diminuir a dependência que temos de um único prestador de serviço, além de abrir porta para outras inovações.[/OperaTard]
Responder
novembro 20th, 2009 @ 17:41
É exatamente isso que vai ocorrer.
Nuvem é algo que por conceito é dispersa e não centralizada.
Agora no inicio de tudo, ainda são poucos os fornecedores e por isso existe muita centralização ainda.
Mas novos fornecedores estão surgindo todos os dias e isso é o futuro.
Usuários montando suas proprias nuvens, milhares de fornecedores e por ai vai.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 19:06
A ta… então se eu sair com o meu netbook quiser ouvir música eu tenho que deixar o meu servidor (PC de jogos que consome uma energia do cão) ligado o tempo todo em casa? Bacana… Se um amigo ta com um pendrive pra me passar algum arquivo, eu tenho que upar ele em algum site… se eu estiver na rua eu uso uma net 3G dessas excelentes que nós temos no Brasil…
Certo, 1 servidor por netbook não dá… então vamos concentrar os servidores novamente?
Meu celular armazena músicas, videos, fotos, arquivos de texto, ofline…. meu netbook não?
Responder
novembro 20th, 2009 @ 20:26
[quote] A ta… então se eu sair com o meu netbook quiser ouvir música eu tenho que deixar o meu servidor (PC de jogos que consome uma energia do cão) ligado o tempo todo em casa? [/quote]
Não estou exigindo um mainframe em casa para fazer isso. Se a moda pegar, os SOs podem deixar o consumo mínimo, apenas o necessário para funcionar como servidor.
[quote] Bacana… Se um amigo ta com um pendrive pra me passar algum arquivo, eu tenho que upar ele em algum site… se eu estiver na rua eu uso uma net 3G dessas excelentes que nós temos no Brasil…[/quote]
Por isso que eu disse tendência, não realidade, fato, futuro próximo…. Se algum dia estivermos conectados 24 horas/dia com velocidades altas, você irá baixar diretamente do PC dele através de uma conexão de 100 Mbps pelo File Sharing do Opera Unite. Não estou pedindo para você fazer isso com 3G da Vivo/Claro dentro do carro e seu amigo usando Speedy Light na case dele. Pense em países como a Koréia.
[quote] Certo, 1 servidor por netbook não dá… então vamos concentrar os servidores novamente?
Meu celular armazena músicas, videos, fotos, arquivos de texto, ofline…. meu netbook não?
[/quote]
Por que não? Um PC em casa?
Nâo é só o problema de armazenar.
As suas coisas ficariam de fácil acesso de qualquer computador ou netbook com acesso a internet. Eu acho um estorvo comprar um álbum, ter que baixá-lo ou ripá-lo, copiar para o meu notebook e depois passar para o iPod. E além disso, em caso de perda ou roubo dos equipamentos, os danos seriam menores.
Fora que armazenar na nuvem quer dizer que a internet tem acesso…Isso pode gerar serviços novos e interessantes. Usando novamente o exemplo da música. Se o Unite virasse uma rede social também, disponibilizar sua biblioteca de música é um recurso que só ele irá dispor.
Em resumo, estou pensando em um FUTURO onde teremos possibilidades vastas com a internet rápida e full-time. Não é preto ou branco essa discussão. Podem coexistir armazenamento local e na nuvem. A centralização ou não dos dados na nuvem também pode coexistir. Tudo depende da situação. Se você prefere armazenar tudo no seu netbook, ok, mas se eu quiser guardar na nuvem, também terei a possibilidade.
19 de novembro de 2009, 17:44
Triste…. Esperava mais!
Mesmo para netbooks acho pouco o que foi mostrado.
Esperava que pelo menos as “inovações” do Android estariam a disposição…. Se bem que não ficou claro como ficou a estrutura do sistema.
Em fim, agora é esperar para usar e ver o que “realmente” ele faz de bom. Pois usar um navegador em fullscren em um sessão temporária não é lá grande coisa….
Responder
19 de novembro de 2009, 17:46
Eis o navegador de arquivos: http://twitpic.com/q4j46
Responder
19 de novembro de 2009, 17:49
não gostei, para mim não passa de um navegador metido a besta
Responder
19 de novembro de 2009, 17:50
Gostei, um ntebook de baixissimo custo só para navegação ia ser uma boa.
Agora espera ae? Não é ilegal ser impossível instalar outros navegadores? Afinal a Microsoft já tomou tanto pau só por mandar o IE junto do Windows.
Responder
novembro 19th, 2009 @ 18:01
pelo que disseram no webcast “No caso de uso de navegadores alternativos, seria necessário a criação de um navegador com sistema operacional integrado”
Responder
novembro 19th, 2009 @ 20:59
Poisé, esta é a dúvida. Se a Microsoft já se deu mal por causa do Internet Explorer (e isto só porque ele vinha empacotado com o Windows), quem dirá de um sistema com um navegador que não pode ao menos ser trocado?
Será que as palavras “open-source” servem como defesa?
Responder
novembro 19th, 2009 @ 23:41
Vcs caem nas argumentações retóricas do Cardoso e depois ficam na mão! A MS é um monopólio, têm uma parcela expressiva do mercado.
Comissões anti-truste não querem saber se a venda do Zé da esquina expandiu comprando a venda do João do outro lado, mas se uma Oracle compra uma Sun, eles apitam.
Atualmente o mercado do ChromeOS é 0%, diferente da MS com 90% ou mais. Me parece que no Brasil o CADE apita quando há uma movimentação que concentre mais de 20% do mercado (embora não estejamos tratando de aquisições é só para ter uma ideia de percentual de mercado).
Se houverem barreiras por parte de comissões anti-truste, na entrada de mais um competidor no mercado de SOs, aí sim seria injusto (para os consumidores), pois defende um monopólio.
Empresas não são pessoas físicas, que (teoricamente), nas democracias, têm direitos iguais. Não caia na retórica do Cardoso defendendo que as empresas devem ter liberdade sem vigilância do estado, pois isso é discurso de século XVIII / XIX.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 17:42
Nisso você tem toda razão.
Responder
novembro 19th, 2009 @ 22:42
Quase morro de rir nesse momento…
“navegador com sistema operacional integrado” kkkkkkkkkkkkkkkkkk
[Logica basica...]
SO => Login* => navegador => internet
[logica do ChromeOS...]
navegador => login* => internet => SO }:)
Responder
novembro 19th, 2009 @ 21:39
Acho que não é o caso de ser ilegal, acho que é o caso de outro navegador não funcionar, a eu ver não há nenhum problema nisso, qualquer coisa o google pode dizeer:”Não gostou,faz aê um navegador que funciona, eu não te impeço”.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 12:52
Normal. Nunca me surpreendeu que os outros tenham permissão para fazer aquilo que a Microsoft não pode. O que ocorreu com a Microsoft não foi culpa dela, mas sim do sistema capitalista, que volta e meia tem que se auto-regular para evitar monopólios, que são uma tendencia natural.
Responder
19 de novembro de 2009, 17:54
A nuvem é a resposta. Mas qual é mesmo a pergunta? Sei não… esse coisa de nuvem sempre me lembra algo exposto a chuvas e trovoadas, ainda mais agora, com os preços dos HDs caindo as pencas.
Responder
novembro 19th, 2009 @ 18:04
O que mais me preocupa na nuvem é a dependência. Uso muito o gmail e os google apps. AGora o que acontece se o Google resolver cobrar de uma hora pra outra? Ou num caso extremo de uma guerra. Muitas empresas brasileiras usam servidor e clouds fora do país, acho arriscado.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 13:02
A pergunta é: “qual é o próximo passo da evolução tecnológica”. No mundo da tecnologia evolução é uma palvra-chave.
O preço dos HDs não “cai as pencas”, nós é que paramos de trocar por modelos mais poderosos.
Pra compreender um pouco mais, leia isto: http://tinyurl.com/yeovww6
Responder
19 de novembro de 2009, 18:01
Google OS mais parece um SO super restritivo, do que um SO propriamente conhecido de todos. Até porque essa onda de computação nas nuvens rima perfeitamente com Banda larga de país de primeiro mundo. Trocar todos os conceitos que nós pobres mortais conhecemos pela cloud computing ainda parece um sonho distante.
Responder
19 de novembro de 2009, 18:03
Tomara que os soluços da infraestrutura do Google, não aumentem a angústia de quem depender dos seus dados na nuvem.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 13:06
Aqui em casa falta mais luz do que Internet, e aí não tem computação nem offline
Responder
19 de novembro de 2009, 18:03
É melhor usar o Damn Small Linux quem tem 50mb e que é bem mais utilizável que o Chrome OS!
=)
Responder
19 de novembro de 2009, 18:05
Pelo que foi mostrado, ainda é muito pouco. Para piorar teremos que esperar até segundo semestre de 2010 para testá-lo. Não dá para ter uma opinião definitiva, pelo menos por enquanto.
De qualquer forma, se não passar disso, ainda vou preferir usar um Netbook com Windows 7.
Responder
19 de novembro de 2009, 18:09
Eu esperava que fosse algo assim mesmo. Se fosse pra ser um sistema robusto baseado em linux eu usava o próprio linux, ora!
Só o que me decepcionou é que não vai fornecer suporte a qualquer hardware. Eu adoraria ter um Chrome OS pra fazer exatamente o que o vídeo propõe. Acordar, ligar o note em 5 segundos, ver emails, twittar, e desligar pra ir pra faculdade, por exemplo =)
Responder
19 de novembro de 2009, 18:17
Eu também acho que no primeiro momento não era planejado um estouro “Sucesso”, google simplesmente deu o primeiro passo que é apresentar o produto, agora vamos esperar o que vem por aí, é imprevisivel..
Responder
19 de novembro de 2009, 18:27
Tsc.. não sei porque tanta decepção..
Não fazia muito sentido o Google fazer outro SO tradicional.
Eu acho que a ideia principal do Chrome OS é uma tendência, porém o Google está acertadamente começando devagar.
É uma coisa que está nascendo agora. É uma semente para o futuro. Um futuro totalmente conectado.
Responder
19 de novembro de 2009, 18:33
O Chrome é um conceito novo. A google para variar chegou com os dois pés dando um basta “nisso tudo que está aí” (TM para o PT pré-lula presidente)
Essa semana é a semana da Nuvem. A Microsoft no PDC enfatizou o Azure e o conceito 3SaaS (3 screens an a cloud). A nuvem é o Azure. 1 tela pode muito bem ser o Chrome OS.
Responder
19 de novembro de 2009, 18:39
Eu acompanhei parte do lançamento e não usaria como S.O pra valer mesmo mas ficaria (muito) feliz com ele pra um boot rápido pra checar emails, ouvir uma musiquinha e tals.
Responder
Baita Post Ghedin, parabéns.
E quando ao Chrome OS, simples é um sistema para Netbooks, se fosse lançado no começo do viral de vendas de netbooks seria excelente, mas estão atrasados, poxa Google Wave e Chrome OS FAIL. Algo está errado
Responder
19 de novembro de 2009, 18:57
Esperava muito mais…
mas pra dizer a verdade. gostei também desse sistema acho que com certeza poderá se dar bem no mercado de netbooks!
ótimo post
Responder
19 de novembro de 2009, 19:04
Gostei. E sinceramente espero que os fabricantes de placa-mãe “embarquem” ele para aqueles momentos que já passei aperto com Windows e MacOSX:
- Atrasado para ir ao aeroporto, precisava imprimir uns 2 e-mails e o boot do Windows Vista leva uma eternidade. MacOS, mesma coisa. Eu só queria acessar o e-mail e imprimir.
- Uma pessoa ocupada, precisa olhar e-mails várias vezes ao dia, olhar umas planilhas online, ler blogs e notícias. Não precisa de uma distro Red Hat ou Suse Enterprise pra isso. ou Windows/Mac.
- Marca-se uma reunião online. Precisa só bater papo e olhar os documentos e planilhas online, coisa pequena, uma revisão simples.
Ou qualquer outra coisa que carregar a máquina inteira é overkill.
Responder
novembro 19th, 2009 @ 22:18
PAra isso existem smartphones. Ou não?
Responder
novembro 19th, 2009 @ 23:36
Acho que sim…mas um computador, mesmo que com tela de 10, é muito melhor para isso, ainda mais se for alguém que precisa de agilidade
Responder
novembro 20th, 2009 @ 21:47
Imagine então com o suposto tablet da Apple – ficaria MUITO melhor, não? Esse tablet (ou MID) da Apple, sim, é o que aguardo como algo que vai surpreender a nós usuários de internet, computadores & afins…
Responder
novembro 20th, 2009 @ 0:01
Do jeito que as coisas estão caminhando, nem vai precisar disso. Os fabricantes de SO estão cada vez mais preocupados com o tempo de boot. Meu Ubuntu liga em 20 segundos. Bem, se conseguirem fazer a mágica de ligar em 5 (com o uso das memórias flash), já não vejo o por que de ter um outro sistema gravado na placa mãe
Responder
novembro 20th, 2009 @ 12:14
O meu MBP com o Snow Leopard liga antes do meu antigo PC passar pela bios!
Responder
19 de novembro de 2009, 19:05
Agora este post do Bicalho está defasado.
Responder
novembro 19th, 2009 @ 20:37
mas num é que ié miesmo?
Responder
19 de novembro de 2009, 19:05
Estou decepcionado, passei praticamente toda a semana na expectativa de baixar a ISO do OS e instalar em uma partição especialmente criada para ele.
E ter que esperar mais de 6 meses? Cansei, tô irado e eu que gostava tanto da política do google.
gokernel
gokernel|@hotmail.com
Responder
novembro 19th, 2009 @ 23:45
Ah, e se você, de qualquer maneira, ficou com vontade de testar o Chrome OS (eu também fiquei, de verdade), pode tirar o cavalinho da chuva. O sistema seguirá os passos do Android, e só rodará em hardware homologado.
Não sei se você leu, mas você pode esperar sentado.
A não ser que você baixe os fontes e compile…
Responder
novembro 20th, 2009 @ 12:10
[quote=PauloFreitas]A não ser que você baixe os fontes e compile…[/quote]
Eu pensei em fazer isso, mas sou muito n00b. Alguém quer me ajudar?
Responder
novembro 20th, 2009 @ 13:44
É meio brochante, eu parei no meio do caminho por falta de tempo… Mais tarde pretendo continuar.
Aqui você obtém os fontes: http://dev.chromium.org/developers/how-tos/get-the-code
Aí você segue um destes árduos guias:
Para quem for compilar no Ubuntu como eu existe um script que instala as diversas dependências no caminho “src/build/install-build-deps.sh” dos fontes.
O Alexandre Gaigalas liberou uma imagem VMDK via torrent, se lhe interessar: http://alexandre.gaigalas.net/blog/2009/11/chromium-os-google-chrome-os-versao-open-source/
Responder
19 de novembro de 2009, 19:07
Tinha bons planos em mente mas foi uma facada nas costas o fato de não permitir armazenamento, no caso acredito que o chrome os vai vir como um boot instantaneo alternativo igualmente muitas placas asus tem vindo. Assim você tem o chrome os e um outro sistema operacional, acredito que só assim seria realmente interessante utilizar este os.
Vai ler noticias na internet, joguinhos em flash, emails, vídeos no youtube mandar uma mensagem em seu twitter, ler um documento armazenado no google docs? Ta ai uma boa utilidade, de resto infelizmente não =(.
Responder
19 de novembro de 2009, 19:22
bom como o OS é enxuto e o trabalho bruto é feito em cloud espero que o hardware desses notebooks google também fiquem nessa filosofia e por consequencia baratos.
faltou dizer de a google vai restringir o OS a uma pequena lista de hardware para manter a compatibilidade a la apple.
Responder
19 de novembro de 2009, 19:23
embora seja enxuto, tem uma aparencia legal!!!
Responder
19 de novembro de 2009, 20:07
Cara compilou, rodou e fez uma imagem pra Máquina Virtual:
http://www.youtube.com/watch?v=4yULtEY2Kv0
Responder
19 de novembro de 2009, 20:10
E eu que achava que iam achar uma utilidade pro google wave no S.o deles…. #FAIL :sick:
Responder
novembro 19th, 2009 @ 20:46
e naum acharam?
bloco de notas
sistema de reunião
msn
gtalk
gmail aberto ao publico (literalmente ao TODO O PUBLICO)
visualizador de videos
etc
etc…
Responder
19 de novembro de 2009, 20:13
eu esperava algo como o Maemo, mas nao é nada do que eu esperei..
Responder
19 de novembro de 2009, 20:26
Olhando o esquema do sistema ( http://www.chromium.org/chromium-os/chromiumos-design-docs/software-architecture ) vi que eles nem trocaram o maldito X. Aliás, tem tudo do ubuntu ali, dbus, wpa-suplicant, xscreensaver (!!!), etc. Esperava bem mais. Outra coisa q me preocupou é a extrema dependência com a nuvem, isso está simplesmente errado, mas acho que é o futuro vide a MS indo para o mesmo esquema ( até mesmo o ubuntu com o seu ubuntu one ! ).
BTW, belo post, mto agradável de ler.
Responder
novembro 19th, 2009 @ 22:47
Bom, Kakaroto, o Supersaydin Google quer é que vá todo mundo pra nuvem… de preferência, pra deles, claro. Vamos ver se a tentativa de kamehameha deles pega ou não – aqui, com nossa banda lerda e cara, tenho dúvidas. Mas que as teles vão adorar, ah, isso vão.
Responder
19 de novembro de 2009, 20:30
Quanto menos, melhor. Todos esperavam um sistema robusto, cheio de programinhas, mas a idéia do Google é totalmente outra.
Responder
19 de novembro de 2009, 20:34
[quote=Rodrigo] É menos, mas muito menos do que eu esperava,[/quote]
Muito MESMO, o Chrome OS nada mais é que uma suíte de aplicativos baseados em cloud computing.
E só.
abcs
Responder
19 de novembro de 2009, 20:37
E Guedin, excelente post, muito bom, bem melhor do que aqueles textos sacais versando sobre as últimas frescurinhas do tuíter ou do orkut.
abcs
Responder
19 de novembro de 2009, 20:40
Eu gostaria de um sistema como esse. mas com uma restrição.. pq nao deixar a pessoa ter copias dos dados que estao no gmail? picasa? etc, usariamos tanto o micro como os dados da nuvem, ligou na net faria a sincronização dos dados.. seria interessante.
o engraçado é que ate a MS ja fez um leitor de email offline para usar com o hotmail…
Responder
19 de novembro de 2009, 20:50
Estava tudo dentro do que eu esperava até a parte de nenhum dado ser armazenado localmente.
Quer dizer, o computador realmente depende da internet. Problemas com a telefônica poderiam significar não conseguir acessar seus próprios dados, o que é assutador.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 1:20
Ter relações com a Telefonica já é asustador, de qualquer modo.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 13:27
O que me diz de problemas com a CESP? Se tiver no-break pode ter um 3G também.
Responder
19 de novembro de 2009, 20:55
Ve se meu raciocinio é valido.
Chorme OS é baseado em Linux
Linux usa licença baseada nas diretrizes da free Software
http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre
logo o codigo fonte é copyleft daqui a pouco
teremos varias distros baseadas no mesmo conceito.
ah!! A google poderia colaborar com algum linux,
ou melhorar o chorme, pq isso ae fica complicado de
falar alguma coisa, espero que melhore na proxima.
Responder
novembro 19th, 2009 @ 21:06
Sim, mas se ele criou material DENTRO de um “free Software” e naum colocou o mesmo no “free software”
O material DELE não é copylet (só se ele quiser)
Se vc conseguir retirar ele de um netbook e instalar no seu PC , Notebook ou em outro Netbook estará ferindo a Lei
Ficando a mercê deles te perdoarem
Responder
novembro 19th, 2009 @ 22:32
Acho que você não deve ter visto a palestra para falar isso.
O Chromium OS é open source, que está disponível no site do Chromium já, e todos usuários capazes são incentivados a ajudar como podem, blá blá blá. Ou seja, pode adaptar para rodar onde quiser, e você não precisa tirar ele de netbook nenhum, porque ele já está diretamente disponível online
(obviamente, ainda falta mais um ano para a versão final, então vai demorar ainda para ficar decente.)
http://www.youtube.com/watch?v=KA5RQv9mBoY – Esse vídeo oficial deve ajudar a esclarecer sobre a relação Chromium OS e open source.
http://www.youtube.com/watch?v=KA5RQv9mBoY
Responder
novembro 19th, 2009 @ 23:50
segundo wikipédia sobre copyleft
“Software Livre e Copyleft
Licenças como a GPL contêm um conceito adicional, conhecido como Copyleft, que se baseia na propagação dos direitos. Um software livre sem copyleft pode ser tornado não-livre por um usuário, caso assim o deseje. Já um software livre protegido por uma licença que ofereça copyleft, se distribuído, deverá ser sob a mesma licença, ou seja, repassando os direitos.”
Eles não tem muita escolha não ao menos que eles mudem de kernel.
Responder
19 de novembro de 2009, 21:02
É hilário ver heavy-users reclamando de um sistema que NÃO foi feito pra eles.
Achei ótimo
Responder
novembro 19th, 2009 @ 22:02
Por isso estão reclamando, acham que só eles consomem tecnologia.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 0:18
Esse fenômeno ocorre até no mundo dos gamers (Casuais e ‘hardcores’). Será que há alguma pesquisa científica sobre tal comportamento?
Responder
19 de novembro de 2009, 21:08
Realmente achei interessante
há muitos aplicativos gratuitos que compensam a não permissão de instalação que ele impõe
para um netbook ele é otimo
afinal presumo o netbook somente para quem não pode ficar sem PC ou internet quando vc sai, não para ser usado direto como “O SEU COMPUTADOR PESSOAL” que vai substituir o computador de sua casa
Responder
19 de novembro de 2009, 21:25
Pelo visto não teremos como testar, já que somente hardware homologado poderá funcionar com o dito cujo.
Mas achei interessante esse ‘banho de água fria’ que eles deram na rapaziada, pois é visível como o efeito ‘hype’ desaparece a medida que assistimos ao vídeo.
Responder
19 de novembro de 2009, 21:36
Aí eu pergunto: Qual problema então este “OS” veio resolver? Ficar “brincando” de office na web, eu prefiro local
Responder
19 de novembro de 2009, 21:40
Well… isso foi bem… inesperado.
Parece uma proposta interessante, queria testar isso. :p
Responder
novembro 19th, 2009 @ 23:05
Aqui tem um passo-a-passo, pasme, em português:
http://gaigalas.net/Artigos/ChromiumOSVirtualBox.html
Responder
novembro 20th, 2009 @ 6:45
Valeu, vou dar uma olhada já já…
Só baixar o Beta do Office para ver se compro o Office 2010 ou se continuo com o BrOffice. (Seria no minimo frustrante comprar o Office 2010 e perceber que ele só tem extras que eu nunca usarei.)
Responder
19 de novembro de 2009, 21:44
Bem, o SO é limitadíssimo, mas… para este pessoal que compra PCPopular em 36x e não entende lhufas de informática será uma boa… acesso instantâneo a gmail-orkut-gtalk é só o que eles querem mesmo… se for robusto salvará nossa combalida infraestrutura de milhares de zombiesXP!
Responder
novembro 19th, 2009 @ 23:12
e “CS pirata no rio”… e “need4spd bati e não amassa”… já tem? não tem.
esse povo que compra “pc popular”, 90% quer Orkut, IM, e-mail e… adivinha o que EU não vi…
pois é… a opção de rodar nem que seja um emulador de nintendo.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 11:19
http://benfirshman.com/projects/jsnes/
Responder
novembro 20th, 2009 @ 13:36
http://retrouprising.com/
Responder
novembro 20th, 2009 @ 15:03
¬¬
retiro PARTE do que eu disse, mas ainda não roda Need nem CS e muito menos FiFa.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 18:01
Responder
novembro 21st, 2009 @ 9:39
Não roda CS mas roda Paradise Paintball http://paradisepaintball.cmune.com/
Responder
novembro 22nd, 2009 @ 20:27
E Quake: http://www.quakelive.com/
novembro 24th, 2009 @ 13:35
[quote=André_William]
¬¬
retiro PARTE do que eu disse, mas ainda não roda Need nem CS e muito menos FiFa.
[/quote]
Bem, eu rodo World of Warcraft e C&C Generals Zero Hour no ubuntu/cedega… como o ChromeOS é um derivado, não deve ser difícil portá-lo!
Responder
novembro 26th, 2009 @ 0:47
Na verdade o ChromeOS não parece ter/posibilitar instalação de programas, por isso citei os jogos ;)
fora isso a base mesmo sendo desenvolvida na canonical “produtora” do ubuntu, não significa que haverá compatibilidade entre programas, o que geraria uma falha muito grande para o SO do google.
mas se tiver opçoes de jogos (ou não) to dentro, assim que tiver dinheiro para queimar comprando um netbook com esse sistema (que por sinal atende a 90% das minhas necessidades).
19 de novembro de 2009, 21:46
Faço parte do time que gostou, eu não estava esperando nada mesmo, fiquei na expctativa sem especular.
Gostei muito da simplicidade, a idéia foi muito ousada.
Responder
19 de novembro de 2009, 21:58
hehe, chrome os?
sem querem ser chato, mas pelo que vi até agora, um linux minimalista, com apenas o firefox já da um banho em recursos.
depois do wave, fiquei um pouco de pé atras com as novidades do google….
Responder
19 de novembro de 2009, 22:05
um duvida, arquivos pps com sons e efeitos de transição rodam no gdocs?
Responder
19 de novembro de 2009, 22:13
Éhhh… como diz o dono da padaria “O sonho acabou”
Um netbook que roda apenas um navegador em fullscreen, ao menos para mim, é uma idéia muito à frente do meu tempo.
Responder
19 de novembro de 2009, 22:24
agora assistindo o video de apresentação, talvez ele tenha seu nicho, pois filmes? = locadora; musica? compra cds; jogos? ps3 & x360;
um problema que o chrome os poderá enfrentar ja possui nome, chama-se maemo.
Responder
novembro 19th, 2009 @ 23:19
O maemo pode até ter como concorrente o android, mas não o chrome OS.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 0:06
Jesuis! Expliquem para o Frank que Maemo não tem nada a ver com o Chrome OS. Maemo pode ser concorrente do Android (o que duvido muito pois a Nokia não terá como competir com todas as marcas de celular juntas e seus zilhões de aplicativos), mas do Chrome OS nunca. Cada um na sua. São coisas distintas.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 12:20
[quote=Samuel Corradi]
Jesuis! Expliquem para o Frank que Maemo não ….
[/quote]
acho q vc nao entendeu, pois ambos sao “SO” pra hardware exclusivo, e com o mameo, eh possivel acessar todos os serviços do google(salvos proporçoes da tela) e fazer muito mais coisas com um tamanho menor.
se é somente para usar a nuvem e coisas rapidas, um bom celular com 3g(maemo, android, iphone) dao conta do recado, e sao mais uteis em geral.
talvez um sistema operacional na nuvem(como eyeos) agregando os serviços do google, e com uma integração com o chrome(navegador) fosse mais negocio.
mas vamos ver no que dá, afinal, São Google nao pode estar de todo errado
Responder
novembro 20th, 2009 @ 12:34
True
Responder
novembro 20th, 2009 @ 22:04
Cara, você lembrou bem. Se era pra fazer algo assim, melhor ficar mesmo com o Eyeos! Esse Chrome OS me deixou com a sensação de que não é nem lá nem cá: não é totalmente na nuvem, mas também não é totalmente baseado no hardware. Achei um tantinho decepcionante. Volto a repetir: pra mim o Eyeos é que está à frente de tudo isso pois de qualquer computador conectado à internet – independentemente de qual sistema operacional eu esteja usando – acesso todas as minhas coisas.
Aproveitando pra comentar: achei bizarro haver cópias dos arquivos num computador com Chrome OS mas só podermos acessá-los “na nuvem”. Até entendo que as cópias no hardware existam para tornar o Chrome OS mais rápido, mas por que não permitir que eles sejam acessados quando estivermos off line e depois, quando conectados, o próprio sistema se encarregue de fazer a sincronização?
Tudo muito estranho…
Responder
19 de novembro de 2009, 22:51
Só tenho uma pequenina duvida…
…e se… por um acaso… acontecer de… vocês sabem né…
…não ter internet para onde você for? }:)
Responder
novembro 19th, 2009 @ 23:10
Vc terá na bolsa/mala… um belo peso-de-papel de quase R$1000,00* homologado pelo Google!
Não é ótimo?!
Não me empolguei pe ChromeOS, ainda to mais pelo maemo…
*( chutando o preço)
Responder
novembro 19th, 2009 @ 23:19
esses netbooks deverão ter um OTIMO sistema de absorção de impacto…
…imagina a quantidade de netbooks arremessados pala janela (ou locais mais altos :O )
por que se não só direi: “se for já eraaaaaa…”
Responder
19 de novembro de 2009, 23:03
O netbook vira calço de mesa se cair a internet?
Responder
19 de novembro de 2009, 23:06
era o que todos nós esperavamos no subconciente: o Google já havia dito isso antes, online e só.
era o que queriamos acreditar: Um Windows Killer (não foi nessa vez, toma essa!)
era o QUE NÃO QUERIAMOS: e quendo não estivermos online? #comofas?
Responder
novembro 20th, 2009 @ 8:20
Não é um windows killer, mas seria um windows 7 starter edition killer? A MS não estaria investindo nesse mercado de netbooks?
Responder
novembro 20th, 2009 @ 22:17
Ah cara, não sei!
Algo me diz que Satux faz melhor.
É muito pouco para o que estamos acostumados.
…A não ser que sejamos surpreendidos no decorrer da caminhada.
Responder
19 de novembro de 2009, 23:17
Quebrei a cara, não é nada comparado ao que todos esperavam. Ficou simples demais.
Responder
19 de novembro de 2009, 23:21
Ainda estou rindo de 90% do povo comentando aqui.
Não perceberam o básico do básico: O sistema não foi feito pra vocês. Foi feito pra quem gera dinheiro, pra quem não quer saber se o sistema carrega módulos que funcionam com uma ideologia livre ou se é um produto grande, pesado, proprietário e [insira #mimimi aqui].
Afinal, quem clica nos banners do Google? Heavy users?
O Google está fazendo esse Sistema para quem dá dinheiro ao Google. E garanto que não sou eu, e muito menos você.
Responder
novembro 19th, 2009 @ 23:40
Quem clica nos baners do Google está também mexendo no msn, jogando um emulardozinho… Tentando “raquiar” o pc da namorada, assistindo DVD pirata…
Ninguém é contra um sistema simples e fácil de usar, porém colocar o navegador full screen e chamar de SO é demais.
O Aspire One possui um SO exatamente assim! Simples, direto, boot rapido, praticametne só o webrowser e mais nada, um openoffice para quem não gosta do google docs… Etc… Bonito (em minha opnião), facil.. etc…
Primeira coisa que todo mundo faz? XPzão pirata porque ta afim do Windows Live Messenger…
Estou usando o Google Chrome agora (navegador), qual a diferença na pratica para esse SO? É que eu posso usar o resto meu computador se a internet cai.
Responder
novembro 19th, 2009 @ 23:50
Ainda não me entendeu.
Você não serve como parâmetro, nem eu. Quem serve é o povão, o famoso Seu José (ou Dona Maria), o povo que é a MAIORIA.
Tem noção de quantos ANOS passei ensinando minha mãe a mexer no WINDOWS? E olha que ele é o mais amigável. Agora fico imaginando a felicidade dela ligando o PC e já estar na “internet”.
Nós somos o 1% do 1%. Olhe pra você mesmo, olhe para todos nós aqui, postando em um blog de tecnologia de madrugada. Como Raj diria, “eu imagino o que as pessoas não-ridículas estão fazendo agora”.
Quanto ao seu exemplo prático, tudo isso já existe em versão Cloud computing. A única incógnita é como o Google vai apresentar isso no Sistema. Se ele simplesmente deixar no “Se vira mode”, aí eu me calo, mas todos aqui sabem que no Google, a função chega em você!
Responder
novembro 20th, 2009 @ 1:55
Concordo que quando estamos falando de usuários finais os parâmetros mudam. Porém o que eu quero dizer que o que eles fizeram não tem nada de muito diferente do que a maior parte das empresas de netbooks já vem fazendo. Um sistema onde “de cara” você já está conectado na internet, só que ainda assim, sem “depender” dela.
A Dona Maria, ou o Sr. João iam ficar decepcionados na hora mostrar o vídeo do indiano que morreu eletrocutado no trem, e bem… A internet está fora do ar e ela ficar impossibilitada de fazer isso.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 8:25
Bem, se a internet está fora do ar eles não veriam o vídeo tbm, em qualquer computador, ou eles sabem baixar o vídeo do youtube e converter para um formato que dê para rodar no pc? Lógico que não. A lição q o google nos dá com esse produto é que para a maioria dos usuários o que existe é a internet, e se não tem internet no local, o computador não serve para nada de qualquer maneira.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 15:39
Nada haver… Primeiro que baixar video no youtube é algo comum para todo mundo, os “baixadores” online com 1 click estão a solta por ai. Minha vizinha que nem cozinhar direito sabe adora fazer isso…
Segundo que videos podem vir de outras fontes… Email, (dai vc faz o download), pendrive… etc… Até p0rn a galera prefere manter uma copia office para poder ver de vez em quando.
Essa coisa de sempre entrar online para assistir uma coisa é mais comum com os geeks da classe media que com o “povão” que não tem banda suficiente para ter que fazer o download do mesmo vídeo trocentas vezes, e quando tem não tem paciência. E ainda tem a galerinha dos trabalhos escolares, que precisa de baixar o vídeo para mostrar no pc da escola… etc…
Você está fazendo a mesma suposição que o Google fez, todo mundo só vê videos no youtube mesmo… Todo mundo possui conexão na internet o tempo todo mesmo… Etc.. etc.. etc.. mesmo..
Não é assim que a banda toca!
novembro 22nd, 2009 @ 19:14
:O
O post do caro Rodrigo Ghedin é excelente, mas o Chrome OS não é para mim.
[quote="Wallacy"]
Não é assim que a banda toca!
[/quote]
Principalmente aqui no Brasil.
GuZ e eu que o confirmemos: temos que conviver com conexões lentas e horríveis, aqui, no Nordeste do país, onde a maior parte dos estados não tem nem idéia do que significa concorrência acirrada ou mesmo infra-estrutura para acesso decente à internê.
novembro 20th, 2009 @ 0:15
Pilharam o open source Wallace. Pegam um carro, arrancam os bancos (deixando o do motorista). Arrancam o teto no alicate. Tiram fora o step. E falam que é um carro novo para quem quer um carro leve, que consome menos, e é conversível.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 13:58
Em 1989/90 se você dissesse que o Windows era um “DOS killer” todos iriam rir de você. Se falasse “CPM” ou “UNIX” ainda ia… Windows era visto como um “conceito aplicável só a casos específicos” tal como a nuvem é hoje.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 15:59
A Microsoft discordaria de você, já que nessa época o Windows era vendido como agua, eu mesmo tenho umas revistas da época falando sobre a maravilha que era o Windows.
O que acontece é que existia um fato: o Windows ainda não podia substituir ”completamente” o DOS porque além do legado, ainda faltava recursos importantes no Windows; Porém era claro para todo mundo que se tratava de uma evolução. Assim como as linguagens estuturadas e a orientadas a objeto. No mundo atual, ambas são muito usadas, mesmo clarametne a orientada a objeto ser mais evoluida. Tudo depende do contexto.
Fora que a informatica em 89/90 era muito mais corporativa…
Isso tem nada haver com a “dependência” dos serviços de uma empresa, somado com a “dependência” de uma conexão com a internet, para poder usar um SO que é inferior aos já existentes.
Ninguem em momento algum, disse que um dia não precisaremos de nada offline, que Crysis será 100% online, e que não precisaremos de pendrive ou HDs adicionais para guardar nada porque sempre teremos internet de alta velocidade disponível.
E mesmo quando isso acontecer, nunca vai substituir por completo o modelo “offline”, assim como hoje o Windows não substituir por completo a linha de comando (vide power shell), e linguagens OO não substituiriam por completo as estruturadas (vide trocentos aplicativos em C).
Uma coisa é uma coisa, porém quando muda é diferente…. Você e eu nesse respondemos esse tópico usando navegadores, em sistemas com a possibilidade de rodar aplicativo offiline. “Poder usar” é diferente de “sempre irá usar”, um SO não deve depender da internet, e sim possibilitar o uso da mesma, e nesse contexto podemos fazer exatamente tudo o que poderíamos fazer no Chrome OS, já que temos um navegar. Um navegador em fullscren não é e jamais será um SO, nem hoje nem nunca!
Responder
novembro 20th, 2009 @ 17:56
A questão toda é que o ChromeOS não é para substituir sistemas convencionais. Não hoje.
Ele serve como SO da sua maquina que é usada simplesmente para internet, em especial para máquinas para trabalho.
Ele não substitui. Ele agregou uma nova opção. Só isso.
Responder
novembro 21st, 2009 @ 12:14
Eu não posso concordar que ele agregou uma nova função, se com um sistema convencional eu consigo fazer exatamente a mesma coisa que faço nele, e se bobiar com um sistema ainda mais leve (700mb tem o tam chrome os).
Responder
novembro 21st, 2009 @ 15:08
Você consegue fazer tudo o que ele faz com outro sistema.
O que você não consegue com outro sistema, é usar hardware peso pena e ainda sim fazer tudo o que um executivo médio precisa em viajem.
Fora o fato que com um SO assim, uma empresa pode entrega-lo aos seus executivos e obriga-los a armazenar de uma forma ou de outra, seus documentos e dados na nuvem, e nunca em um laptop que pode ser roubado.
Isso evita mals hábitos que provocam vazamento de informações de grandes companhias.
Essa é só uma aplicação pratica que imaginei. A galera ai vai pensar em outras tantas.
novembro 21st, 2009 @ 21:10
O Chrome OS não é mais leve que a maior parte das distros convencionais… Baixe a imagem e você verá.
novembro 21st, 2009 @ 21:37
Não é mais leve, e mesmo assim tente com outra distro bootar tão rapido e objetivamente quanto ele mesmo em uma partição SSD em um processador ARM.
Não vai conseguir. E le é tão poesado quanto, mas funciona mais rapido, pois foi otimizado para este hardware.
Tem seu nicho e suas vantagens dependendo de duas atividades.
novembro 21st, 2009 @ 22:42
Dificil dizer isso… Na maquina virtual ele botou tão rapido quando outras distros com config semelhante. Só posso me basear nisso.
novembro 22nd, 2009 @ 23:55
Bom se tratando de leveza temos
o Puppy Linux, esse sim é leve
e ele tem tanto navegador quanto apolicativos offline, ou seja,
o ChormeOS é longe de ser leve para o que ele oferece.
novembro 23rd, 2009 @ 0:01
O Puppy é leve mas é temerário em sua política de segurança: tudo é feito como root pelo usuário. Ele já entra logado assim!!!!
Em minha opinião não serve para empresas. Minha opinião.
novembro 24th, 2009 @ 0:04
Vem como padrão, mais não seguinifica
que você não possa criar uma conta mais limitada.
novembro 24th, 2009 @ 0:26
Ai você cai na mesma do Windows: convencer um usuário que já usa o sistema logado como administrador (fica muito mais facil de usar) a logar como um usuário limitado.
Vou te dizer quantos vão fazer isso: quase nenhum. Nem mesmo quem usa o Puppy costuma abrir mão de fazer tudo como root.
Se o sistema por padrão já não impõe limites de segurança, em geral não será o usuário que vai se concientizar e mudar essa situação.
19 de novembro de 2009, 23:28
É a versão freetard dos terminais burros. Só que em vez dos meus dados trafegarem pela rede local e serem armazenados em um servidor que eu (ou meu empregador) tenha controle, eles vão ficar nas caridosas mãos do Google. Sem garantia de disponibilidade, crash-recovery, SLAs e outras cositas más que rolam numa empresa.
NOKTHX. Windows killer my arse.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 8:57
Exatamente o que eu pensei
Bem que seria uma boa idéia usar o Chrome OS como terminal burro.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 13:57
Em todas as empresas que trabalhei é comum o “servidor fora do ar”.
“crash-recovery”? Você acha mesmo que o servidor da sua empresa é mais seguro em relação a integridade dos dados do que o multimilionário data-center da Google?
Responder
novembro 20th, 2009 @ 20:22
A diferença é a seguinte: o servidor da empresa onde eu trabalho é da MINHA empresa. Os quaquilhões dos servidores da “nuvem” são do GOOGLE.
Entendeu a finesse dos detalhes? A detenção do controle das informações?
No fim das contas talvez este seja a raíz da discussão entre os defensores do fechamento e da liberdade da Informação (AKA FOSS vs O Resto Do Mundo).
Responder
19 de novembro de 2009, 23:57
Esse SO é só o subsidio para o que o Google realmente quer: Que todos coloquem sua vida online.
Responder
20 de novembro de 2009, 01:20
Não me surpreendi com a apresentação, simplesmente porque acho totalmente coerente a proposta do navegad… ops, sistema operacional com os reais objetivos do Google.
Por um lado, é fato que a velocidade das conexões de internet vêm subindo substancialmente, e não será surpresa que em poucos anos até os países subdesenvolvidos terâo acesso à internet de qualidade. Lembrem-se do WiMax também, se é que algum dia isso se tornará realidade. Neste caso, um genuíno NETbook pendurado na nuvem é totalmente coerente e funcional.
Por outro lado, fazer de suas aplicações um gateway, ou melhor, um internet shaping, é uma bela estratégia de mercado. Um equipamento que só acessa a internet e, taticamente, tem todos os serviços do Google disponíveis imediatamente e gratuitamente.
O preço real do sistema é o seu clique nos links patrocinados. Pode apostar que tudo isso custará ZERO dinheiros.
Responder
20 de novembro de 2009, 01:23
:sick:
Que lixo! Isso no Brasil não vai servir pra nada! Já to vendo o futuro! Um monte de gente comprando sem saber direito o que é! E vai usar onde? Mal possuímos uma conexão descente em casa, quero ver na rua! rs!
Outra! “Outro efeito colateral (positivo) dessa sistemática de armazenar tudo na nuvem …”
Péssimo isso! Vamos ver, chego em casa pra pegar aquele arquivo importante para uma apresentação, projeto, trabalho da facudade ou qualquer outra coisa importante do nosso dia a dia e encontro uma “Velox” em manuntenção”.
Vou xingar muito essa nuvem!
Edit: Vou xingar não! Simplesmente não terei esse lixo!
Responder
novembro 20th, 2009 @ 14:02
“e encontro uma “Velox” em manuntenção”
Hoje você já encontra um disco ou pendrive defeituoso, ou uma queda de eletricidade…
Responder
novembro 20th, 2009 @ 15:54
Para isso existe backup…
Qual o “backup” da manutenção da empresa lá? Ter vários planos de internet?
Responder
novembro 20th, 2009 @ 18:00
Me diga quantos usuários médios fazem backup de qualquer coisa.
Vou te dizer: praticamente nenhum.
Ou seja, ele esta na mão de qualquer jeito de uma queda de rede, queima de HD, queima de pen drive, risco no CD ou DVD etc.
Ficar sem internet, é só mais um risco que a maioria dos usuarios médios ja correm todo dia com seus dados. Usuário médio não pensa em segurança de dados.
Se pensasse, não haveria tanto roubo de dados.
A nuvem, inclusive, vai aumentar a segurança deles. Na nuvem, os servidores fazem backup. Mesmo que o cara fique sem conexão, os dados dele pelo menos não correm mais risco. Agora, sem nuvem, os dados dele podem virar fumaça a qualquer momento.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 18:29
Nem me lembra… Estava eu movendo uma partição de 212GB (99% full) no Gparted quando de repente… A energia acabou. Confiei na minha (falta de) sorte. Me dei mal: não tinha nem no-break nem backup. }:)
Responder
novembro 21st, 2009 @ 9:53
Uma das vantagens da nuvem é justamente você não ter que se preocupar com “manutenção”, backups e outros. Isso fica tudo a cargo da provedora dos serviços. Com o tamanho da infraestrutura da Google eu duvido muito que ouviremos algum dia alguem dizer que perdeu seus dados hospedados no Google Docs sem ser por culpa própria.
E eu me referia a acesso a seus dados, não a corrupção de dados. Quando falta luz você perde o ACESSO aos seus arquivos mesmo quando eles estão offline do mesmo jeito.
Responder
novembro 21st, 2009 @ 12:19
Você se esqueceu que a questão era que você poderia não ter coneção de internet disponivel, ou se tiver em uma velocidade muito baixa…
Por isso falei de “backup” da operadora de telefonia…
Não é só quando falta luz que você fica sem internet. Eu mesmo fiquei dois meses sem pagar minha conta de net, porém ainda assim pude usar meu PC para fazer todos os meus trabalhos da facul, já que minha IDE era offline. Sem contar, quando a propria operadora resolve dar problemas do nada, modem queima (sem queimar o pc, o que é normal), etc.. etc… etc… Aqui mesmo a net cai direto, sem nenhum motivo razoavel.
Não estou me referindo só a arquivos pessoais. Existem muito mais coisas além disso em um desk convencional.
Responder
novembro 21st, 2009 @ 12:27
Ah… então talvez por “backup” você se referiu a no-break? Pelo menos no meu caso eu tenho um backup na questão de “acesso”: Além do Virtua tenho 3G. Quando o Virtua sai do ar ou mesmo quando falta luz (Virtua não funciona sem luz) eu ligo meu notebook com 3G.
Então é possível haver “backup” também para a conexão. Nem todo mundo tem? Da mesma forma nem todo mundo tem no-break.
O que estou tentando mostrar post após post não só aqui mas também no Youtube é que a maioria dos argumentos contra a computação em nuvem é irrelevante, pois as situações mudam muito menos em relação ao que já era antes do que estão tentando afirmar.
Ok. Perde um pouco por adicionar mais um fator: além da luz, pode cair a própria Internet. No entanto isso é compensado por uma falta de acesso a mais que o offline também tem: o fato de que você perde acesso aos seus dados toda vez que está longe do seu computador offline, a não ser que se empenhe bastante em sincronizar dispositivos portáteis, que também oferecem novos riscos. Já na nuvem, seus documentos ganham uma acessibilidade muito maior por poderem ser acessados até no outro lado do mundo bastando achar um computador qualquer com conexão à Internet.
novembro 21st, 2009 @ 13:02
[quote=Marco Mugnatto]Ok. Perde um pouco por adicionar mais um fator: além da luz, pode cair a própria Internet. No entanto isso é compensado por uma falta de acesso a mais que o offline também tem: o fato de que você perde acesso aos seus dados toda vez que está longe do seu computador offline, a não ser que se empenhe bastante em sincronizar dispositivos portáteis, que também oferecem novos riscos. Já na nuvem, seus documentos ganham uma acessibilidade muito maior por poderem ser acessados até no outro lado do mundo bastando achar um computador qualquer com conexão à Internet.[/quote]
Faz certo sentido o que vc disse sobre backup de conexão. No entanto, mesmo com um backup de conexão, há muitos outros fatores que podem gerar problemas no acesso a dados na nuvem, como o ele já mencionou e você mesmo admitiu. Claro, Nuvem pode adicionar várias funcionalidades, mas não deixa de adicionar vários problemas. OK. Convenhamos que não estar em nuvem também adiciona algum problemas, mas também adiciona funcionalidades. Sendo assim, passa a ser uma questão pessoal de escolha, e não uma questão do que é melhor.
Aqui no Brasil por exemplo esse modo de trabalho por enquanto não funcionaria pra imensa maioria. Nem conexões razoáveis nós temos aqui, que dirá confiáveis. E os custos de um “backup de conexão” podem ser realmente inibitórios (nem sei se existe essa palavra, mas acho que sim).
se a nuvem é o futuro, eu num sei… não sou Mãe Diná, nem nada parecido (sai pra lá jacaré)… mas acho que só o futuro dirá.
No mais, prefiro ter meus dados confidenciais guardados comigo, o google já sabe muito a meu respeito.
:p
sobre a proposta do google… acho que eles deviam ter dito que era um SO pra netbooksNET, daí não se criaria essa expectativa toda. Já que como dito, os Netbooks estão se aproximando dos Notebooks…
novembro 21st, 2009 @ 15:19
Realmente, cada um, faz o que quer.
Se voce prefere deixar dados confidenciais em um laptop, que pode ser roubado a qualquer momento, pode deixar.
Se voce prefere deixar seus dados confidenciais em um cluster de servidores com trocentas camadas de segurança, dentro do Google, pode deixar.
Cada um sabe o que émelhor pra si próprio.
Obs: Os maiores clientes de computação em nuvem hoje, são empresas. Por que será???
novembro 21st, 2009 @ 21:14
Não estava falando de no-break…
E eu não estava falando para não usar nuvens, e sim para ter o “minimo” direito de usar os dois! Isso o Chrome OS não faz, já qualquer distro xing ling com o firefox faz.
novembro 21st, 2009 @ 21:41
Se voce quer ter a possibilidade de não ter de usar a nuvem, não use o ChromeOS.
Use quaquler SO xing-ling.
Tem Windows, Linux, FreeBSD e Solaris pra isso.
novembro 22nd, 2009 @ 19:44
Exato, essa é a questão.
O meu questionamento estava unicamente relacionado a objetividade do ChromeOS já que ele não tras nenhuma inovação de fato… Nem o tempo de Boot me parece ser a justificativa. Afinal mesmo que eu queira usar só a nuven, distribuições Linux para isso existem aos montes, e usar um navegador qualquer, como o Firefox por exemplo.
Bem, para muitos só o fato de ter a marca Google já faz com que o sistema se justifique.
novembro 22nd, 2009 @ 20:28
Olá.
Pelo o que entendi, você não é a favor do modelo de computação em nuvem, enquanto modelo em que os dados ficam armazenados fora de sua infraestrutura local. Se estou certo nesse entendimento, compreendo o porque de você não ter visto nenhum diferencial no sistema ChromeOS.
A questão toda, é que o modelo de cloud computing esta em franca expansão no mercado corporativo e dificilmente será abortado a partir do ponto e que já estamos.
Eventualmente, um dia desses, você poderá ser obrigado pela empresa em que você trabalha ou trabalhará, a usar um sistema baseado completamente em nuvem de servidores. E essa mesma empresa, poderá exigir que você utilize no trabalho, apenas um SO que não grave dados localmente. (política de segurança contra vazamento de informações por roubo de laptop, perda de laptop etc)
Essa é uma palicação prática, que um SO assim possui (segurança contra vazamento local) que por ventura, e a contra-gosto, você poderá ter de engolir.
Como te disse, o mercado corporativo hoje já é de longe o maior cliente de cloud.
Só aqui, tivemos nos últimos 3 meses, mais vendas de serviços em nuvem do que nos 12 meses anteriores a este período. 92% foi para corporações e média/pequenas empresas.
As corporações já entenderam, que desde que o contrato de serviços seja bem feito e que eles conheçam o provedor do serviço cloud, não há o que temer.
Aliás, os ganhos superam as vezes em muito eventuais problemas. Backup por exemplo, é algo que já não preocupa tanto equipes de TI em muitas empresas que usam cloud em serviços críticos. Eles sabem que o backup é feito no data center, e já acessam esse backup sempre que querem, inclusive.
Economizam dinheiro e pessoal com isso. E melhor ainda, direcionam muita gente que cuidava de infraestrutura interna, para tarefas de desenvolvimento de aplicações e serviços novos que tenham relação direta com seu core business.
Depois de sentirem o gosto doce disso, dificilmente voltam atrás.
Tem um vídeo bem interessante sobre os benefícios da computação em nuvem para empresas que querem focar em seu negócio e se preocuparaem menos com infraestrutura básica (data center, backups de servidores etc).
novembro 22nd, 2009 @ 20:55
Não, você não entendeu nada…
A critica era exclusivamente ao ChromeOS… Mesmo que a empresa exige que todos os dados locais sejam temporarios, todos os outros sistemas do mercado podem fazer isso.
E se a mesma empresa necesseitar de um aplicativo offilne, como um dos muitos existentes, para fazer algum “tipo” de coisa, no caso especial do ChromeOS ela não vai poder.
Nada contra computação na nuvem, e sim contra chamar um navegador em fullscren de sistema operacional.
novembro 22nd, 2009 @ 21:21
Sobre o entendimento, como disse, foi o que eu pude “abstrair”. É que em suas colocações anteriores você havia sido bastante crítico em especifico sobre a computação em nuvem. (não só ao ChromeOS)
Mas isso é achismo meu sobre você. É irrelevante na prática.
Sobre todos os outros sistemas opederem fazer com que seus dados sejam apenas temporários, isso não é tão simples. Não existem muitas soluções prontas para isso por ai. Poderia ser preciso desenvolver uma solução toda dentro da própria empresa para tal, mas isso custa dinheiro e o ChromeOS… É de graça. (você pode compila-lo e usar mesmo em maquinas não homologadas pelo Google ou então entregar ano que vem máquinas homologadas pelo Google para seus executivos, o que vai ter o custo de aquisição dos netbooks, mas ai depende da estratégia da empresa e o preço que ela quer pagar para ter uma solução assim)
Se alguem na empresa necessitar de um aplicatiovo offline é simples: use outra máquina com outro SO, afinal ficou claro que máquinas com o ChromeOS não devem a princípio se tornarem as máquinas principais.
Elas servem principalmente para um executivo em viagem ou visita externa, que não quer ter o risco de ter seus dados roubados em caso de perda ou roubo de seu netbook de serviço.
Dentro da empresa, pode deixa-lo encostado e usar o laptop ou desktop corporativo. O netbook seria apenas para ambientes “hostis”.
Como disse, essa é uma das aplicações possíveis. É possível fazer tudo isso com outro Linux, mas não sem investir em desenvolvimento para chegar na mesma coisa. E esse desenvolvimento vai custar mais caro do que comprar netbooks já homologados para seus executivos, com certeza.
novembro 22nd, 2009 @ 22:47
Complicado? Nada… Mesmo que não exista um “usuario convidado”, qualquer script besta deleta tudo. E como estamos falando de distros Linux (o Chrome é uma delas), isso pode ser feito ainda com maior facilidade. Até usar o Live-CD resolve… Simplesmente chegar e usar…
Se estamos falando de desenvolvimento, fica muito mais caro portar um aplicativo para o uso online, ou contrar serviços pagos que implemantam o que é de graça off… Se está se referindo a viagens, esse pc seria uma “peso” caso você também tivesse outras necessecidades, além do que já está disponivel online, seja para uso pessoal ou corporativa. Forçaria a pessoa ter outro note para fazer as mesmas tarefas de costume, e ai usar a parte da nuvem…
E sobre instalar em hardware não homologado, bem… Eu tive problemas com a rede ao usar a compilar aqui, então não é algo assim tão pratico. Fora que é bem provavel que eles sejam mais caros que os “normais”, sem contar que fica caro comprar todo um conjunto “hardware+software” para isso, sendo que um live-cd por exemplo resolve o problema, se não que usar o CD (que é lento), pode ser via pendrive. copia para uma partição, etc.. etc.. Sem contar que existem diversas distros que já implementam em seu painel de controle a opção de deletar todos os dados pessoais a cada sessão, existem diversos scripts prontos na net para isso, etc.. etc.. E mesmo, que em uma remota possibilidade, seja necessario desenvolver um aplicativo mais complexo, ainda é mais barato que comprar centenas de netbooks, já que o aplicativo poderia simplesmente ser replicado para a infra já existentes. (lembrando que seria um aplicativo extremamente basico, já que ao contrario do que você disse, tornar a sessão temporaria é algo simples)
Ainda acho que isso tudo é mais uma coisa “se o Google fez então é bom”… E não é bem assim.
novembro 22nd, 2009 @ 23:21
Vou tentar não me extender muito pra não mopolizar o tópico, mas:
Se o ChromeOS implementar uso offline de aplicações e gravar dados delas localmente, passará a ser alvo potencial da técnica de cold boot para roubo de informações de arquivos. Na nuvem, não existe esse problema.
Já sobre o investimento em desenvolver algo assim para colocar em funcionamento sem o ChromeOS, não sairia muito barato não. Se você quiser ficar igual a ele no quesito segurança (imune ao ataque de cold boot, pelo menos para os seus documentos ou parte deles) você teria de usar técnica bem sofisticadas. Sairia mais caro do que uns 10 ou 15 netbooks dados a executivos da empresa para que não exponham dados vitais em viagem)
Sobre carregar netbook e laptop em viagem, isso não seria um enorme incomodo, já que os netbooks já são bem menores. E nessa aplicação que usei, seria um mal menor para evitar vazamento de dados.
Sobre Livecd, pode ser útil para essa finalidade também, assim como um sistema instalado em um pendrive. No caso do pendrive, um pouco mais perigoso, pois esaria sugeito a roubo e/ou ataques de cold boot.
Para oferecer o mesmo nível de segurança do ChromeOS, você deveria criptografar todas as partições de um laptop, inclusive swap. Usando por exemplo o Truecrypt.
Mas mesmo o Truecrypt está sijeito a ataques de cold boot Só se livra deles com o uso de soluções de hardware para esse fim, que possuem custo elevado por unidade.
Lembrando- que em teoria o ChromeOS também está sujeito em menor escala ao ataque de cold boot, pois dados de navegação são armazenados em cache e na RAM. Mas como os documentos estão todos na nuvem, mesmo com um cold boot bem sucedido ao ChromeOS, ele teria acesso a uma quantidade pequena de dados confidenciais, e não a todos os documentos.
Na média, o ChromeOS totalmente em nuvem, é mais seguro até que o Truecypt!!!!
novembro 21st, 2009 @ 15:55
Eu já acho que em pouco tempo internet vai ser um serviço tão essencial quanto energia elétrica, imagino meus avós pensando: “Mas depender de um negócio desses? Se a energia cair, vcs ficam no escuro? Eu não, por isso ainda confio na minha boa e velha lamparina.”
20 de novembro de 2009, 01:29
Pra netbook isso ta muito bom, é alguma serventia pra um montinho de plástico querendo ser um micro.
Agora, alguém já usou o Asus Express Gate?
Tem acesso a dados locais e tudo.
Bem mais legal que isso!
http://www.youtube.com/watch?v=w41vS3UcZdk
Responder
20 de novembro de 2009, 01:43
Para quem quiser testar “a porcaria” (hehehe), ai vai:
http://samuelcorradi.com.br/baixe_chrome_os.html
Responder
20 de novembro de 2009, 02:01
O negócio boota em 4 ou 5 segundos. Eu e o Jonny Ken gravamos um vídeo demonstrando:
http://www.youtube.com/watch?v=4yULtEY2Kv0
Responder
20 de novembro de 2009, 02:21
e SE minha mae querer abrir um oficio. pra nao forçar a barra .doc nao digo nem .docx…
Mais se estiver na nuvem blz..open sucess file
e Se tiver no disco removivel famoso pen-driver o que acontece a seguir
Responder
20 de novembro de 2009, 04:55
Se esta “nova” idéia desce certo, o Asus Express Gate http://www.blogplus.com.br/?p=1346 (sistema operacional de 2008) já teria deslanchado. Depender da nuvem para utilizar o seu computador no tipo de conexão que as nações de terceiro mundo possuem é algo muito penoso.
Responder
20 de novembro de 2009, 06:05
achei o conceito bem parecido com o iphone os
Responder
novembro 20th, 2009 @ 18:32
Talvez não seja o mesmo, mas eu fiz uma brincadeira no twitter, falando que, como o iPhone, no começo só aceitava web apps. Depois, surge uma SDK e aparecem as aplicações para iPhone OS/Chrome OS. }:)
Responder
20 de novembro de 2009, 06:14
Ainda prefiro os sistemas atuais. (Windows e Freebsd)
Esperar mais um pouco para ver se a idéia de deixar tudo na nuvem vai funcionar mesmo.
Por enquanto é Windows para o WoW e Free para apreendizado.
Responder
20 de novembro de 2009, 07:31
eu gosto de ter meus arquivos bem offlines pertinho de min em um hdsinho externo sempre com backup…
ta loko se vou mantêlos na nuvem sem qualquer controle…
vide recentes tempestades que assolaram o rio grande do sul e nos deixou sem energia e consequentemente nem internet por horas…
Responder
novembro 20th, 2009 @ 10:25
Pois é, né? Mais vale ter seu hdzinho junto de você e perder tudo na enchente. }:)
Responder
novembro 20th, 2009 @ 18:11
Exatamente. Perder o HDzinho, o note/desktop etc. Ai acabou-se.
Na nuve, seus dados tem backup automático nos servidores e você acessa de qualquer lugar.
E os usuários médios (maioria) que nem sabem o que é backup??? Será que os dados dessa maioria estão mais seguros nos servidores do Google ou em casa?
Responder
novembro 20th, 2009 @ 14:28
“ta loko se vou mantêlos na nuvem sem qualquer controle…”
Estão muito seguros no seu hdzinho que você pode esquecer na mesa e alguem pegar e ler seus dados, ou então esbarrar e riscar o disco… Muito mais seguros que nos data-centers milionários da Google…
“vide recentes tempestades que assolaram o rio grande do sul e nos deixou sem energia e consequentemente nem internet por horas…”
Consequentemente sem energia também para carregar a bateria do notebook necessária para mante-lo funcionando offline…
Responder
20 de novembro de 2009, 07:43
Sinceramente estou decepcionado, não com o SO em si, mas simplesmente pelo fato de que aqui com a maravilhosa internet que temos não vai pegar…
Responder
20 de novembro de 2009, 07:47
E os tards já tinham comprado o caixão pra MS
Me desculpa, mas eu acho que o ChromeOS não decola…
Pelo fato que internet de verdade só existe no primeiro mundo e poucas pessoas achariam seguro deixar seu arquivos na “nuvem”.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 8:29
Dica: A MS está seguindo pelo mesmo caminho, vide Azure.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 10:37
Azure não tem nada a ver com Chrome OS. Azure é uma plataforma para desenvolvedores, não um sistema para usuário final. Se existe um concorrente para o Azure, esse é a Amazon Web Services.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 14:12
Poucas pessoas nunca mandaram arquivos importantes por e-mail. Isso e “colocar na nuvem” é a mesma coisa.
Responder
20 de novembro de 2009, 07:58
“Em suma, o Chrome OS é uma distribuição peso-pena do Linux”
Linux é sempre Linux. Acredito que ficou claro que o Chrome OS é uma Distro Linux e não um SO. Sigo esta linha de raciocínio pois ninguém usa o Sistema Operacional Suse ou Mandriva, e sim o Linux com as distribuições.
Responder
20 de novembro de 2009, 08:16
Resumindo, Chrome OS vai ser apenas para clientes da GVT.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 18:33
Vou poder usar o Chrome OS, então. EMOTICON
Responder
20 de novembro de 2009, 08:35
Tenho duvidas que irá emplacar aqui no mato, porém num pais onde existe internet com uma banda boa, pode ser até que emplaque. Mas se for considerado que uma maquina com o Chrome OS vai ser a segunda ou terceira maquina da pessoa, tem grandes chances de dar certo.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 9:06
Dual boot…. e quando o serviço cair, ou roubarem tua senha sem você saber, você estará nu sentado no formigueiro. Ou seja… é uma forma de exclusão digital.
Responder
20 de novembro de 2009, 08:43
Ele trsansformará a máquina em algo parecido com um Thin Client…
Responder
20 de novembro de 2009, 08:57
Baixando 0.0
Responder
20 de novembro de 2009, 09:01
Então, segundo o conceito do Google, estou utilizando meu “Firefox OS” dentro do SO…. a unica vantagem que consegui visualizar , é o fato dele “bootar” quase que instantaneamente. Tem aceleração de vídeo pelo menos (Flash 10) ?
Responder
20 de novembro de 2009, 09:11
O que ferrou tudo foi a tal da nuvem, principalmente para os brasileiros. Mas não adianta, Cloud Computing é o proctologista da tecnologia: podemos até bater o pé, negar e fazer piadinhas.
Mas um dia teremos que aceitar.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 14:18
O Windows 3.0 também era acusado o tempo todo de rodar as coisas similares muito mais lentamente que o DOS…
Responder
20 de novembro de 2009, 09:41
Rodrigo só gostaria de fazer uma ressalva sobre o seu comentário que o Chrome O.S somente poderá executar aplicativos web, existe uma tecnologia do próprio Google que provavelmente estará integrada em seu S.O denominada “native client” que permite a execução de aplicativos standalone nativamente em um browser. No site do projeto existe um screenshot de um usuário jogando Quake pelo Firefox.
Não sei se isto foi abordado no lançamento do produto, pois infelizmente não pude acompanhar, mas como falei no início do texto é só uma ressalva, agora é só esperar pra ver…. E que venha o Chrome OS
Responder
20 de novembro de 2009, 09:55
Ok, parece mesmo um OS que tem um o navegador como shell… Mas vamos lembrar de alguns itens que também não deveriam ter dado certo*:
- Micro computadores, afinal o mundo só terá demanda de 4 a 5 computadores de “verdade” I.
- Memória maior que 64k. B.G.
- Mouse. Isso é piada. Algo com esse nome jamais dará certo. X.
- Fotografia digital é besteira passageira. K.
Google não é sinônimo de bobeira. Não acredito que eles deixem como solução final, um sistema que funcione somente on-line. Um sistema de sincronismo me parece muito mais provável.
Eles terão até o meio do próximo ano para dar uma certa maturidade ao produto, o qual continuará “beta” por algum tempo ainda. Nesse meio tempo eles terão acesso a todo esse “hype” gerado e farão as correções que acharem relevantes. Também não acredito que o Brasil e todos seus problemas de infra-estrutura digital tenham grande peso na equação. América do Norte, Europa e Ásia são mercados muito mais interessantes.
E para fechar, um fato estatístico: A empresa aonde trabalho é imensa. Minha área tem uns 40 engenheiros. Todos têm pelo menos mestrado (requisito da empresa), trabalham com computadores acima da média. Muitos trabalham com algum tipo de programação. Apenas um tem o perfil “geek” (alem de mim).
Extrapole isto ao nosso país… Se pessoas assim representarem 10% da população (chutei muito alto) e portanto não são clientes típicos do Chrome OS, você ainda terá +- 175.000.000 de possíveis usuários que não dão a mínima se o sistema é “um linux enxuto”, não roda games directx, não instala aplicativos localmente. Eles querem acesso a internet, um pacote “office kind”, alguns jogos em flash… Bingo.
Vamos esperar e ver no que dá.
*: As frases citadas não estão idênticas as declaradas, mas passam a idéia do que foi dito. Quanto aos autores, deixei uma pista de quem acredito ter feito tais afirmações, mas me resguardo o direito de estar errado, já que conto apenas com minha memória (<64k) e estou sem tempo hábil para uma pesquisa adequada.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 11:30
Edit.
Responder
20 de novembro de 2009, 10:21
Se reconhecer meu pendrive de primeira já ganhará pontos extras…
Responder
novembro 20th, 2009 @ 22:44
[quote=khlauss]
Se reconhecer meu pendrive de primeira já ganhará pontos extras…
[/quote]
[2]…
Responder
20 de novembro de 2009, 10:27
(paranoid mode on) Na minha opinião, este é “mais um passo do Google rumo ao domínio do mundo”. Eles estão olhando muito à frente de nós e pensando pra daqui a dez, vinte anos. É claramente um produto voltado às gerações Y e Z, que estão pouco se lixando em “entender de computadores ou sistemas operacionais”. Querem mais é se plugarem o mais rapidamente possível para fuçar o orkut/facebook/wathever alheio, postar suas fotos de espelho de banheiro e fofocar banalidades nos emessenes/tuitis da vida. É bem como já foi dito ali atrás, este é o público alvo do Chrome OS. O google sabe que dinossauros como nós que gostamos de fuçar, entender de computador, e nos preocupamos com coisas “chatas” como privacidade dos seus dados e fazer backup de seus arquivos estão com os dias contados. Nós não contamos. E tem gente que acha a Microsoft maligna, rsrsrsrsrsrs. MUITO MEDO do Google e sua cloud compting com eles gerenciando todos os nossos dados. (paranoid mode off).
Responder
20 de novembro de 2009, 12:27
O ciclo se fecha.
Com essa onda de netbooks e aplicativos e dados nas nuvens, retornamos aos primórdios da computação em que os ditos terminais burros eram conectados aos gigantescos mainframes.
Os netbooks são os terminais burros do novo milênio se conectam aos maiframes nas nuvens (ou na NET).
Mudam os nomes mas a idéia é a mesma.
Responder
20 de novembro de 2009, 12:29
Pensando na realidade brasileira, principalmente com relação a conectividade, com todo o respeito aos que gostaram da idéia, esse OS só vai servir para aquela sobrinha de 13 anos, que ganhou de presente um Netbook com modem 3g integrado (que ela nem sabia que existia), que fica 12 horas (prá não dizer 28) ‘onlaine’ nos MSN’s e Orkut’s da vida e que, DE VEZ EM QUANDO, faz um trabalho escolar no computador.
E MESMO ASSIM, OLHE LÁ… Porque, dependendo de onde ela estiver, vai tudo por água abaixo, com a velocidade de conexão abaixo das discadas (Kd meu modem de 56k???)…
No Japão, vai ser o ‘Ó’!! Lá ‘ganha’ um netbook com modem 3g, quem se dispor a pagar uma quantia irrisória por 10MBits de conexão (foi num post do MeioBit que li sobre isso…)
4br4ços.
Responder
20 de novembro de 2009, 13:14
Percebe-se que você não tem a mínima noção do que é um sistema operacional. É a mesma coisa que dizer que, para um programa poder ser considerado um navegador (ou browser), ele tem que acessar a internet e permitir instalar um monte de porcaria nele.
E anunciado não quer dizer lançado. Serve para dizer pro mundo “_Oh, gente! Tem coisa boa a caminho” e gerar expectativa. Nenhuma novidade, até porque a especulação sobre isso era grande.
Responder
20 de novembro de 2009, 13:38
O que acho estranho é que o Chrome OS é feito para consumir pouco da máquina e rodar as coisas na nuvem, ou seja, não exigindo muito hardware. Porém a cada dia as configurações dos netbooks ficam melhores, o que causa uma certa controvérsia.
Responder
novembro 20th, 2009 @ 15:40
Se rodar num eeePC 701, eu ficarei feliz.
Responder
20 de novembro de 2009, 15:33
Como eu vou ver meus DVD’s XXX???
Responder
Pr0n tubes? (seu dvd nas nuvens) }:)
Responder
novembro 21st, 2009 @ 15:58
Compartilhando o vídeo com todos na “nuvem”.
Responder
20 de novembro de 2009, 16:06
Daqui um dia Sergey e Larry page vão soltar um pum, e quem dizer que está fedendo é porque não entende o conceito de perfume. E que hoje puns podem ser nojetos, porém “amanhã” todo mundo vai peidar na cara um do outro, já que peidos podem ser levados para qualquer lugar.
Responder
novembro 22nd, 2009 @ 1:07
É meu caro, fanatismo é uma desgraça, se fosse eu que tivesse lançado esta porcaria ai seria motivo de piada, mas é o todo poderoso Google, então é o futuro.
Esse SO ai na minha opinião será um completo fracasso, ele não adiciona nada de inovador, aliás adiciona é uma palavra que não se enquadra nele, pois qualquer coisa que rode um browser faz o que ele faz e muito mais.
A questão é quem vai querer comprar um netbook que venha com isso instalado ? Qual o benefício que ele me traria em relação ao do concorrente ?
De fato o ChromeOS tem sim seu nicho, Googleboys, se bem acho que nem eles jogariam seu dinheiro fora num negócio desses, ainda mais aqui no Brasil com a internet maravilhosa e abundante que temos.
E não venham com “é rápido, boot em -5 segundos, peso p :O nis, mimimimimi”, pois tem distros Linux que é tudo isso daí e não se resume a um navegador.
Responder
20 de novembro de 2009, 16:25
Excelente conceito. Imaginava alguma coisa diferente, não tão cloud-dependent, mas gostei muito do que foi proposto. Já que Linux é uma “botsa” com a qualidade de software, nada mais justo que jogar tudo para as web apps e não comprometer o sistema. Simplicidade ao extremo.
Vai ser muito legal ver o Gears funcionando nesses aparelhinhos. Tudo on-line, com um “espelho” off: arquivos locais como simples backup, invertendo o que acontece hoje. Muito massa.
Quem sabe o Google se agrada com a experiência do Chrome OS nos netbooks e resolve fazer uma distro realmente decente do Linux para desktop. O problema são os forks; isso pode matar o projeto.
EDIT:
Para quem interessar possa, os caras do dgdt compilaram o código-fonte para máquinas virtuais: VMWare e VirtualBox. Fica a dica.
EDIT 2:
Apenas cuidado. Essa aberração aconteceu logo depois de criar a máquina.
Responder
20 de novembro de 2009, 16:38
Um detalhe interessante: o Chrome OS é baseado no Ubuntu.
http://br-linux.org/2009/ubuntu-chrome-os-do-google-tem-participacao-intensa-da-canonical/
Responder
novembro 20th, 2009 @ 17:04
Ia avisar isso aqui a agora. Impressionante! E a Canonical está trabalhando nisso há algum tempo
Responder
novembro 22nd, 2009 @ 19:34
:O
Ou seja, realmente o Chrome OS não está aí para bater o Ubuntu (ou outra grande distro GNU/Linux): é, de facto, uma versão do Ubuntu feita pela Canonical, sob contrato da Google.
Muito interessante tal ponto sobre o Chrome OS: interessante pois, ao invés de reinventar a roda com um simples fork, a Google dá o devido crédito financeiro à Canonical e, em troca, a líder em buscas colocará no mercado mais uma distro com suporte decente.
Responder
Para se autodemonimar um SO é preciso ter a capacidade de reconhecer hardware, de aceitar a instalação de programas autonomos.
Não é bem assim né.. saca só: http://www.ibaug.de/vb/diss-barthelmann.pdf (página 15)
Responder
21 de novembro de 2009, 01:35
Li de cima a baixo os comentários, muito interessantes e de quem entende do riscado. Eu não entendo e por isso me concentro nos conceitos marketianos. Esse OS é uma boa tentativa da angelical Google. No entanto não se trata de entrar em um nicho mas toda uma nova visão de como será o futuro da computação (?). Não resta dúvida que a angelical Google não joga para perder. As melhores mentes estão lá. Não há lealdade a isto ou aquilo, a este ou aquele OS. Me recordo quando alguém disse que “a informação está na porta da geladeira”. Com isso queria dizer que a dona de casa (e todos) têm acesso ao conhecimento de forma simples e direta. Não precisa saber nada de técnica. Quem faz o “PC” de geladeira é que precisa saber o que deve ser feito. A angelical Google está mil anos na frente da MS que se queima por causa de um estúpido Win7. É minha opinião.
Responder
novembro 21st, 2009 @ 3:07
Considero o Win7 um tremendo sucesso.
Controverso é em 2010 estarmos correndo atrás de um sistema operacional que faça menos porque ninguém quer saber de se aprofundar o mínimo nas coisas. Mesmo que essa coisa seja o que ela mais vai usar na vida.
Triste estarmos pagando caro por hardware com poder de fogo de 2001.
Se é pra ser um boi, quero ser um boi requintado!
Um conceito minimalista é sucesso, mas isso é demais!
Eu duvido que seja só isso. O google está escondendo algo, mesmo.
Sinto que acabaremos perdendo muito com essa vitória do google, se for só isso.
Responder
novembro 21st, 2009 @ 6:49
Se o Win7 é ou não um sucesso, só os acionistas poderão dizer. Isso não impede que este OS (embora muito bom operacionalmente) seja uma pedrinha no desenvolvimento de técnicas informativas. Em outras palavras, o Win7 é um freio enquanto o Chrome (embora primário) é um acelerador: passado versus futuro. É minha opinião.
Responder
novembro 23rd, 2009 @ 13:04
Amigo, os acionistas eu não sei, mas o Ballmer já anda com o sorriso mais largo do que boca de sapo, anunciando que o W7 vendeu o dobro de unidades em um mês do que o Vista no mesmo período. Até o momento, estima-se que 40 milhões de cópias já tenham sido vendidas.
Quanto ao futuro, nesse caso o Opera Unite é ainda mais revolucionário, pois ao invés de centralizar a informação nos servidores de uma única empresa, propõe que a informação esteja disponível na nuvem, porém com cada desktop de usuário logado agindo como Servidor.
Exemplo, posso ter em casa meu All-in-One sempre conectado, com meu HD wireless de 500GB servindo meus arquivos e posso acessar esses arquivos com meu netbook em qualquer lugar do mundo. Melhor, posso autorizar meus amigos a se servirem desses arquivos, etc., etc. Porém, tudo continua sendo meu e estando na minha propriedade. Prefiro assim.
Responder
novembro 23rd, 2009 @ 14:18
A não ser que ocorra um enchente, incendio, falta de internet, falta de energia elétrica, queima de fonte, quebra de HD, roubo do computador ou roubo do HD externo, ou ambos etc.
Ai seu computador em casa não será acessado por ninguem, nem na nuvem, nem localmente.
Guarda seu backups em locais geograficamente espalhados?
Acha que esta mais seguro em casa, mesmo???
Responder
novembro 23rd, 2009 @ 16:53
Bom, seguindo a linha catástrofe, é mais fácil acreditar que aqueles problemas de conectividade que o Gmail teve há alguns meses podem se repetir nos servidores do Google, sobretudo quando estiverem armazenando os arquivos do mundo inteiro. Aí, eu ligo meu netbook, bem feliz com o boot ocorre em 7 segundos, mas só vai aparecer uma mensagem: “sorry, the server is busy
“. Eu sugiro que essa mensagem seja exibida numa tela azul berrante.
Na boa, não são modelos excludentes. Armazenar meus arquivos em um servidor é algo possível há um bom tempo e Dropbox, Skydrive e GDocs estão aí para isso.
Porém, o Google sugere seu OS para ser usado na segunda máquina da casa. Veja lá que nem eles pensam que alguém seria confiante ao ponto de só manter seus arquivos na nuvem.
E eu concordo com eles: primeiro, meus arquivos aqui comigo, depois, por praticidade e segurança, uma cópia dos principais na rede. Quanto a forma de compartilhar conteúdo, creio que concordamos que o modelo do Opera Unite é melhor, não?
Mas esse nosso exercício de tentar prever o futuro na bola de cristal é uma tarefa inglória, só serve para nos divertirmos mesmo. São muitas variáveis, os smartphones, por exemplo, chegando aos 32GB de RAM, com Office, GPs e o diabo a quatro integrado. A enchente pode levar minha casa embora, mas eu espero escapar são e salvo, com um N97 e todos os meus arquivos no bolso da camisa.
novembro 23rd, 2009 @ 22:34
O Google sugere o SO deles como segundo, não porque é menos seguro, mas sim porque ele não é um SO de uso geral. Ele é para nuvem. Para trabalho e divertimento online. Nada mais.
Outros SOs tradicionais, vão continua a ser usados, pois são de uso geral.
As famosas instabilidades do GMail são algo que ocorre no inicio de qualquer serviço novo, principalmente quando estes serviços novos passam por uma primeira onda de crescimento abrupto.
Mas dificilmente essas instabilidades vão continuar. Hoje em dia, por exemplo, até em contas gratuitas do Apps, o serviço está com uptime igual ao do Apps profissional (pagpo).
A plataforma amadureceu muito.
Sobre o Opera Unit, ele é um modelo extremamente interessante, que tem seu nicho também. Mas ele se baseia em compartilhamento com terceiros e hospedagem em maquina sua. O problema ai, é que a hospedagem possui um ponto único de falha. (sua maquina). É lógico que backup externo, melhora em muito essa segurança, mas ela não será igual a manter seus dados em um DC controlado, com DNSs redundatens, backup separado não por salas, mas por estados inteiros, HDs em RAID 10 ou 5, sistema de UPS etc.
Um DC oferece segurança, que nunca seria possível em casa ou em uma pequena empresa.
Mas no final, é uma questão pessoal: cada pessoa e empresa, deixa seus dados onde quer. Cada um tem sua razões.
E por último, eu não estou defendendo o Google. Estou só defendendo o modelo de clud computing (quando bem executado) como um modelo seguro, barato e bastante viável. Isso serve para qualquer bom provedor de soluções cloud que garanta bem seus serviços.
21 de novembro de 2009, 11:26
Acho que toda a seção de comentários sobre o post do Ghedin merece até outro post de análise: “As reações sobre o Chrome OS” – e esse é um trabalho para Carlos Cardoso, que obviamente deve começar pensando em um título de verdade e não nessa mixórdia que eu propus.
Sinceramente, estou fascinado, tentando entender a lógica por trás da atitude de quem ataca a Microsoft e seu “monopólio” e, ao mesmo tempo, explode de felicidade com a possibilidade de usar um sistema operacional onde todos os seus arquivos ficarão, não na SUA máquina, mas sim nos servidores do GOOGLE.
Não estou interessado em atacar nem a MS, nem o Google. Uso o Windows 7 e acho um sistema operacional fantástico, também nem cogito a possibilidade de não usar o Google para pesquisar na Web. Adoro o Microsoft Office, tanto quanto não vivo sem o GReader para ler as notícias que me interessam.
No entanto, se a Microsoft é monopolista porque seu Windows detém 90% da preferência do mercado, não poderíamos dizer o mesmo do Google, cujo mecanismo de busca detêm 80% da preferência?
“Ah, mas que não gosta do Google, pode usar o Yahoo ou o Bing. Há escolha!” – Sim, claro, assim como quem não gosta do Windows pode comprar um Mac ou optar por FreeBSD ou Linux – ambos tem um preço irrisório, apenas algumas aspirinas.
Ora, eu entendo fãs das duas empresas, entendo também quem odeie as duas por conta de seus “monopólios”, só não consigo entender, e isso me fascina, quem ataca o “monopólio do Windows” e, ao mesmo tempo, louva a possibilidade de deixar todos os seus documentos (e até os aplicativos que usa!) sob a guarda do Google.
Em tempo: nem é isso que o Google planeja! A recomendação deles é clara, no sentido de que o seu sistema operacional seja utilizado em uma máquina secundária!
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novembro 21st, 2009 @ 12:52
Eu acho que a computação em nuvem é menos monopolizante que a offline. O motivo é simples: uma das coisas que talvez mais impede as pessoas de testarem alternativas é o fato de ter que instalar os programas. Todo mundo acha um saco ter que ficar configurando, organizando disco, e gastando muito tempo e espaço em disco para ficar instalando coisas que nem sabe se irá utilizar no fim das contas. Então as pessoas preferem usar aquele que todo mundo usa.
Na computação em nuvem é como se você já tivesse todos os softwares pré-instalados. Basta clicar um link. Por exemplo… Muitos aqui jamais se imaginaram instalando uma IDE para desenvolver sistemas em sua máquina. Mas você pode ter uma IDE rodando aí agora em segundos. Basta clicar aqui: http://www.coderun.com/ide
Além disso, quando eu uso uma aplicação em nuvem que pouca gente está usando, ao compartilhar um documento criado nela, eu forneço um link que abre além do documento a aplicação que o gerou. Isso se torna muito mais viral. A pessoa abre o link pra ver o documento, e acaba de quebra também conhecendo a aplicação. Por exemplo clique aqui para ver uma planilha que fiz, e de quebra vai conhecer instantaneamente e sem atritos essa excelente planilha online: http://www.editgrid.com/user/mugnatto/TesteMeioBit
Então vejo a nuvem até como uma poderosa arma contra os monopólios alimentados na época do software em pacote.
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novembro 22nd, 2009 @ 1:55
Eu já posso passar todas as minhas fotos do servidor do google pro servidor da ms e depois pro servidor do mais novo e cool visualizador de imagens num clique?
O problema é abrir essa planilha em outro lugar sem salvar ela aqui antes.
Se eu quiser simplesmente migrar de programa eu terei que reenviar N planilhas?
Não sei nem exatamente se isso é um problema, mas a impossibilidade já me faz coçar a cabeça.
Não é uma forma de sequestro?
Agora imagina uma pessoa que não quer nem saber como funciona um SO.
Com o tempo ela vai colocar todos os seus dados na nuvem.
Essa pessoa, pelo simples trabalho que dá migrar, nunca mais vai trocar de “nuvem”.
Onde isso vai dar?
É o começo de um novo modelo ou é a ascensão de um grande servidor que terminará por dono da maior parte das coisas?
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novembro 22nd, 2009 @ 10:44
“Eu já posso passar todas as minhas fotos do servidor do google pro servidor da ms e depois pro servidor do mais novo e cool visualizador de imagens num clique?”
Pode. Tanto http://www.picnik.com/ como https://www.photoshop.com/ permitem que você abra diretamente suas fotos que estão no PicasaWeb (gerenciador de imagens online da Google), diretamente dele, sem ter que baixar as fotos antes. Experimente lá e verá.
Outro exemplo é o Box.Net, disco virtual que permite intercambio entre vários serviços Web.
A nuvem também tem tudo a ver com intercambio de dados. O XML nasceu com essa filosofia. E AJAX é abreviação de JavaScript + XML.
Sim, muitos dos serviços não tem essas possibilidades e no mínimo realmente exigiriam que você salvasse fora e desse um upload na outra aplicação, mas lembro que a computação offline também tem muito disso, afinal tem muito software que gera formatos proprietários, que só podem ser lidos na aplicação que os gerou. Logo, mais uma vez é um problema que já existia na computação offline, e que nem sempre existe na nuvem como expliquei acima, e com a vantagem de que na nuvem “todo mundo tem pré-instalado” o software que gerou o arquivo. Então você pode muito mais tranquilamente trabalhar com diversas aplicações diferentes. Se um documento só pode ser aberto em uma única aplicação, pelo menos você não vai ser obrigado a instalar essa aplicação para abrir o documento. Já na computação offline, se um formato de arquivo só é compatível com determinada aplicação, você é obrigado a matar espaço no seu disco com instalações só para poder abrir o documento. Ponto para a nuvem.
No offline o criador do documento fica até inibido “não vou editar na última versão do Wordperfect (hipotético) pois sei que o amigo vai ter problemas para abrir lá no Word dele…”. Na nuvem não há este problema, pois o amigo só precisa clicar em um link.
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novembro 22nd, 2009 @ 17:05
Sanando minha ignorância, começo a ficar com menos medo das nuvens.
Muito obrigado.
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novembro 21st, 2009 @ 13:08
tio mano, já que vc num tem assinatura, posso assinar por você?
off: tu num era o pendragao alguma coisa? ou só a foto é que é igual?
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novembro 21st, 2009 @ 15:27
Você também esqueceu de citar que não existe só a nuvem do Google. Pode usar qualquer outro serviço em nuvem de outras empresas, ou um que você mesmo monte em um servidor sob sua guarda.
Afinal, o ChromeOS acessa qualquer site, não só os do Google.
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21 de novembro de 2009, 12:15
Como eu vivo dizendo, o browser é o programa mais importante do computador…
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21 de novembro de 2009, 18:37
Postei isso direto do Chrome OS!
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22 de novembro de 2009, 03:34
Entendi que o Chrome OS nada mais é que o browser Chrome e uma série de aplicativos que ficam à sua disposição num big servidor, assim como os resultados pessoais (um tanto ditatorial caso não se possa escolher o servidor). Havendo uma conexão, o tal Chrome OS entra em alguns segundos. Esperamos que o sistema dê suporte pelo menos aos aplicativos feitos para o Windows. Claro que tudo isso será muito bom quando tivermos uma conexão popular grátis e confiável, p.ex., via satélite.
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23 de novembro de 2009, 14:19
Ista sim é uma resposta a altura para o uso de um netbook, e não um windows xp tanto quanto lento. O Google quer começar a ganhar dinheiro também com o uso de suas ferramentas, torna-se uma Apple Store de rápida utilização, e como todas as informações são/estão via web, a compatibilidade será muito boa.
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24 de novembro de 2009, 12:36
Acho que o Chrome OS pode deixar uma impressão negativa, pois nem tudo que fazemos precisamos da necessariamente da web.
Um exemplo? Uma pessoa com uma pendrive e quer editar um DOC ou ODF. Comofas? Vai ter gerenciador de arquivo ou vai abrir o Chrome com o conteúdo do dispositivo?
Vai existir associação de extensões x aplicativos? Se eu der um duplo-clique num ODF, ele vai abrir o Google Docs utilizando o meu arquivo? E imagens?
E o que falar de dispositivos USB? Uma webcam externa, um leitor biométrico, uma multifuncional (não suportada pelo CUPS), etc? Comofas²?
Quero ver essa integração… acho que o Google pecou em achar que a gente precisa 99% da internet e que não fazemos outras coisas com nossos SOs.
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novembro 25th, 2009 @ 18:28
Lembre-se que este SO não é para heavy-users.
É para o usuário mais comum do mundo. Não nós.
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novembro 26th, 2009 @ 8:32
Mas as tarefas que eu citei são triviais. Muitas pessoas carregam dados em pendrive e querem editar seus documentos (DOC/ODF, XLS, etc.) e imprimi-los.
Sabemos que um grande problema no Linux (por culpa dos fabricantes) é a ausência de suporte para impressoras e multifuncionais.
Isso pode gerar uma imagem negativa pro ChromeOS quando um usuário comum (não nós, heavy-users) tentar imprimir um documento ou simplesmente editar um DOC que ele começou elaborando num MS Office no Windows e quer terminar no seu netbook com ChromeOS.
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novembro 26th, 2009 @ 17:11
Bom. Pelo o que vimos no código fonte do sistema aqui na empresa, será muito provável que o Google adicione suporte para pendrives e outros dispositivos USB no sistema para carregar arquivos deles e jogar na nuvem.
Isso tá sendo amplamente debatido em comunidades técnicas de SO. Não fomos só nós que percebemos esse gancho no código fonte.
Sobre impressoras e multi-funcionais, é provável também que o Google embarque drivers em sua versão oficial. Ele deverá suportar diversas marcas oficialmente, assim como suportará o hardware de diversas marcas de netbooks oficialmente.
Se tudo isso for feito realmente, e parece que vai ser, este SO deverá cobrir essas necessidades básicas.
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novembro 27th, 2009 @ 9:03
[quote]Se tudo isso for feito realmente, e parece que vai ser, este SO deverá cobrir essas necessidades básicas.[/quote]
E o melhor é que será facilmente portado para as outras distros Linux.
A partir de agora o suporte a hardware só tende a aumentar pro lado do Linux.
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