Amazon chegou ao Brasil trazendo Kindle a R$299! E não foi só ela: isso é demais!

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E não é que as previsões de novembro de 2011 estavam certas?

A Amazon realmente aportou em solo tupiniquim no final de 2012, como eu tinha escrito. Com tantos boatos e com tanto vai ou não vai, achei que só veríamos isso em 2013, lá pelo meio do primeiro semestre. Entretanto, a chegada de outros concorrentes fez a gigante de Jeff Bezos acelerar seus planos e parar de mimimi.

A sua chegada, na madrugada de ontem para hoje, 6 de dezembro, não foi a única: há mais de dois anos bato na tecla da Kobo, empresa canadense concorrente da Amazon, e que podemos dizer que ocupa o terceiro lugar nos Estados Unidos, após a própria Amazon e a Barnes & Noble. A discreta vinda da Kobo não significa pouca coisa. Apesar de achar que a Kobo não será líder no Brasil, acredito que ela venha a adotar o estilo Google “Don’t be evil”, como já faz em outros países. A Kobo é o equilíbrio entre tantas gigantes, e foi fechar contrato justamente com a Livraria Cultura, que é um ícone de prazer na leitura.

Há algumas semanas, já tínhamos acompanhado a chegada da iBookstore no Brasil, na surdina. De repente, lá estava ela, vendendo eBooks. Quem também chegou de forma discreta foi a Google: se você entrar na Play Store brasileira, já verá por lá os links para a compra de livros e filmes. Ou seja, de repente, de novembro para cá, temos simplesmente as quatro maiores empresas do mundo na venda de e-Books, todas vendendo exemplares em português (falta só a B&N).

Essa notícia me empolga e, creiam, é muito importante. Depois de muito blábláblá, de muita promessa, ameaças, choro por parte das editoras, agora é definitivo. O Brasil entrou na era dos livros digitais. E eles vieram para ficar e vão mudar tudo. Isso não vai acontecer do dia para a noite, pois as editoras brasileiras são extremamente tradicionais, e vão ficar agarradas ao que têm o quanto puderem. Mas que vai mudar, ah, isso vai.

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Para começar, de forma vagarosa e crescente, teremos uma melhor oferta de preços, além de promoções para livros digitais. Antes, qualquer livraria online vendia e-Books pelo mesmo preço estipulado pela editora, e assim não havia competição. Com empresas internacionais na parada, que querem mais é que o digital domine tudo, a concorrência vai provocar queda de preços e uma melhor oferta para os leitores, que já com seus smartphones e tablets em mãos, não veem a hora de começar a usufruir disso.

São benefícios para o leitor, mas não se preocupem, pois as editoras também vão sobreviver. Apesar de todo o medo e de toda a insegurança que sentem, editoras são e serão por ainda muito tempo essenciais na cadeia do livro, seja ele digital ou físico. O que elas precisam entender é que não vendem papel impresso, e sim conteúdo. Conteúdo curado, escolhido, lapidado. Com a onda dos autores independentes, muitas pessoas rejeitadas por editoras poderão publicar seus e-Books, mas isso de forma alguma significa que as editoras deixarão de exercer seu papel de hub (dos títulos mais populares, dos autores mais recomendados, dos melhores revisores e designers, além de editores).

Há também mais uma cena importante aparecendo nesse burburinho. Eu, que achava que os e-Readers estavam mortos para o Brasil, posso ainda ter alguma esperança de que isso esteja errado. Enquanto a Apple aposta em seu iPad e a Google prepara a chegada de seu popular (e fofo) tablet Nexus 7, Kobo e Amazon chegam com seus e-Readers. Os preços não são os que eu esperava (R$150 era pedir demais), mas gadgets com tela e-Ink a R$300 já são muito agradáveis.

No ano passado, o e-Reader mais barato que encontrávamos era o Kindle, vindo direto dos Estados Unidos, por R$550. Agora temos dois, no Brasil, na faixa dos R$300. Isso deve popularizar um pouco esse tipo de aparelho, embora eu ache que ele irá se manter no campo dos grandes apreciadores de leitura. Porém, fico mais feliz ainda em saber que agora os livros podem chegar a muitos outros lugares. Não será mais necessário entrar em uma livraria e comprar algo, ou carregar peso nas costas, ou gastar R$40 em um livro.

As pessoas, todos os tipos de pessoas, poderão ler em qualquer lugar, seja em seus smartphones baratinhos, ou em uma lan house, ou no computador da escola, ou em um tablet, onde for! Os obstáculos que nosso país majoritariamente rodoviário oferece não serão mais um problema. Aldeias de índios terão acesso aos lançamentos, e às mesmas promoções, que nós, que moramos na cidade grande. As possibilidades são infinitas, e muito empolgantes.

Estamos terminando 2012 com o gostinho de que 2013 será um ano chave para os livros no Brasil. E vocês estão participando disso. E aproveitando.

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Autor: Stella Dauer

Stella Dauer é jornalista de tecnologia, especialista em gadgets e livros digitais. É editora-chefe do EuTestei, que possui um canal de reviews no YouTube. É colunista do MeioBit e iG Tecnologia.

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  • Aquele momento em que escrevemos um artigo sobre a mesma coisa e postamos quase na mesma hora D:

    • Melhor termos 2 textos que nenhum. 😉

      • @Max_Laguna:disqus VISH

        • Diego Turco

          só bola fora

      • Bruno Medina

        Briguinhas no aberto? Que sux…

    • E apenas um é bem escrito (troll mode off)

      • JSparrowTheJack

        Boa.

        • Diego Turco

          e apenas um acrescenta algo relevante.

      • Nenhum dos dois é bem escrito…

  • Cassiano “SpellCat” Calegari

    Interessante, mas estava mais ansioso com a loja de departamentos que com a loja de livros. Meu sonho é poder comprar livros universitarios, seja na amazon, seja ja ibookstore, por um preço humanamente acessivel =D

    • Compartilho do mesmo sentimento, pagar o preço pedido nos livros de Direito tanto físico quanto virtuais é impraticável.

      • Cassiano “SpellCat” Calegari

        Sei como é, acabei de terminar a facul de direito com uma biblioteca bem razoável de livros que eu nunca vou ler inteiros e que me custaram um absurdo =D

  • Waldir Leoncio

    Bom que consegui usar a mesma conta da Amazon.com. Pena que não importaram meu histórico de compras, as recomendações foram pras cucuias. :-/

    • Lazaro Fernandes Lima

      notei isso tb, tomei um susto quando a Amazon BR me recomendou paulo coelho e livros do padre marcelo rossi 😛

  • OK, o início de vendas de ebooks é ótima, mas o preço do Kindle não é nada camarada – simplesmente segue a regra “dobro do preços nos EUA”. Custa 69 doletas lá.

    http://www.amazon.com/gp/product/B0051QVESA/ref=fs_tq

    • ClaudioLisboa

      Aqui na inglaterra custa 69 libras, 240 reais. Se for pensar por aí, o preço esta bem camarada sim. Questão de calculos:

      69 dolares + 60% de Importação + 30% de ICMS + custos de transporte de um pais ao outro…. Chegaremos a quase 260, 270 reais, soma-se a isso a margem de lucro da Amazom Brasil que, evidentemente, deve lucrar para bancar os custos de investimento no mercado nacional.

      Agora leve em conta que o Kindle é praticamente subsidiado pela Amazon americana que tem garantia do retorno com a vendas do livros, no Brasil essa garantia não está … garantida…. Ainda.
      E agora compare com o gol produzido no brasil e vendido a 27 mil pra gente e a 15 pros mexicanos
      Ou mesmo com o Iphone e Ipad que são produzidos ai, com incentivo do governo e custam 3 vezes e meia mais que o iphone vendido nos EUA.
      Se a NOVA politica de vendas da Amazom for seguida pelos outros vendedores de eletronicos e carros o brasil seria melhor.

    • OverlordBR

      Desculpe, mas a tua “regra do dobro do preço dos EUA” está completamente errada.

      Aqui no Brasil, já está inflacionada há anos: agora é “regra do, no mínimo, TRIPLO do preço dos EUA”. 🙂

      Só mais um exemplo:
      Nos EUA, uma batedeira KitchenAid está U$ 349,95.
      A mesma batedeira, no Brasil: R$ 1660.

      • não achei essa batedeira na amazon br, me passa o link?
        No mais, é como o rodrigo falou, está comparando A MESMA versão do kindle? (com publicidade/sem publicidade/3g/wifi),

        E compare os p-reços dos livros, e vai ver que estão bem parecidos

      • KitchenAid Afinal todo mundo que uma batedeira dessas ne?

        Produto de nicho meu caro. sempre foi e sempre vais er caro no brasil pois sao importadas poucas unidades.

        • OverlordBR

          Foi só um exemplo.
          O produto não precisa ser de nicho, meu caro, para sofrer preço mais elevado no Brasil.
          Aliás, se tu pensares: qualquer produto importado (exceto as quinquilharias da DealExtreme) tem preço “de nicho” no Brasil. 🙂

    • 69 a versao com publicidade, que duvido seja a que está vindo no momento no Brasil.

      Sem publicidade o valor é 89 dólares, o que incluindo impostos e cambio dá um valor de R$310,00 – ou seja, estão vendendo com prejuízo, o preço é muito bom.

      • Bom ponto. Não lembrei das duas versões. De qualquer forma, parece que ainda não há confirmação sobre qual das duas virá.

      • Tem que ver isso aí, não se sabe da cobrança de imposto sobre o Kindle, afinal, há discussão acerca da imunidade tributária sobre e-books.
        O Kindle pode estar completamente livre de impostos, e amazon tendo um bom lucro sobre a venda desse produto.

        • Não, ele não está livre de impostos, existe um debate e uma proposta de lei para isentar, mas não existe nada aprovado, hoje ele pagaria 20% de taxa de importação, a menos que tenham encontrado alguma brecha.

          Fora ICMS, pis/cofins, IPI, custo da operação no Brasil, lucro da loja no Brasil etc.

          • É que existem decisões reconhecendo a imunidade tributária dos livros e jornais (art. 150, VI, d da Constituição) para esse tipo de produto.

    • O preço já era de se imaginar, agora o que falta é quando, e se, irão lançar o Paperwhite ou o Kobo Glo. Ainda temos apenas a versão mais basica de ambas empresas.

      • acredito que irão. Mas o paperwhite tá em falta até nos EUA, nem pra europa eles estão conseguindo enviar. Imagine o brasil…

  • Legal, mas por que eBook é tão caro? Ja que é um arquivo, nem impresso ele é, poderia ser muito mais acessivel.

    • Mas os preços estão bem compatíveis com o kindle us. E mesmo sendo só um arquivo, tem que pagar quem escreveu, quem editou, quem revisou, quem montou o ‘layout’ e quem desenhou a capa. Nos casos dos em português tem que pagar também quem traduziu.
      Lembrando que essas pessoas todas trabalham em escritorios, que pagam aluguéis das salas e tudo o mais,

      Além disso, vi muitos livros a menos de R$10,00. DEZ REAIS. Se você acha isso caro, levando em conta que uma cerveja no bar custa R$6, então o problema é com você mesmo

      • Carlos Magno GA

        E quem não quiser pagar o preço de 30 reais por Tormenta de Espadas, pode pagar os 10 dólares (20 reais) da versão inglesa e economizar a grana que pagaria a tradução.

    • A galera se apega mesmo ao formato fisico. Acho que isso so vai mudar daqui 20 anos quando nao existir formatos fisicos para se reclamar.

      • Pois é, eu admito que me apego ao formato físico. Mas pensa, os livros que tenho comprados na minha conta do kindle estão na MINHA conta, ou seja, não posso emprestar pra quem eu quiser, não posso trocar 2 por 1 no sebo.

        Se eu der um kindle pra minha mãe, ela vai querer ter a conta dela, na amazon br (eu por enquanto vou manter a minha na us), ou seja, o que eu comprar, não dá pra passar pra ela. Bem, tem o ‘lending’, mas não são todos que permitem, enfim…
        Físico ainda tem suas vantagens

        • Carlos Magno GA

          Você pode dar o livro de presente também, igual ao Steam. Assim ela nunca vai precisar entrar no site e, quando quiser um livro novo, é só ligar pro filho.

          • Tá, se eu comprar um livro na amazon, ler, depois de lido eu posso passar ele pra conta da minha mae? Acho que não…
            E se a minha mae ler e quiser emprestar pra uma amiga dela, e assim por diante, de boas?
            Aqui em casa, os livros circulam entre mim, minha irma e minha mae, e a gente as vezes empresta pra algum amigo.

          • A verdade é que eu mesmo sendo consumidor não concordo com “emprestar” ou “revender” a pessoa ja absorveu o que queria do livro. So deve ser disponibilizado para ela mesma ler no futuro. O que eu acho é que para isso acontecer os livros deveriam ser bem mais baratos. tipo uns R$5 maximo por obra, É o mais justo.

          • Exatamente, por isso que eu estou achando que este preço que está sendo cobrado está absurdo!

          • Por esse não poder revender, trocar e emprestar que eu acho que só tem sentido o livro digital APENAS se ele custar entre 90% e 75% MENOS do que sua contraparte impressa.

            Apenas livros técnicos tem sentido custar acima de 20 reais.

    • Já vi os preços de livros destrinchados e acredite: impressão é fator mais barato.

      • Sim, mas não é só isso, tem a distribuição e logistica que ficam muito barateadas e facilitadas com o e-book, embora o preço não acompanhe em proporcionalidade.
        Pelo menos não devemo ver livros digitais mais caros que os analógico (Saraiva)

    • Ludson Aiello

      O buraco é bem mais em baixo, como o @twitter-45355899:disqus falou.. envolvem contratos com autores internacionais para obras traduzidas, muitos contratos amarram o preço do livro digital a uma determinada porcentagem máxima se baseando no valor do livro impresso, o que impede uma margem de desconto maior, mas como o próprio thiago falou, muitos livros estão com valores abaixo de R$ 10,00, na editora onde trabalho por exemplo colocamos lançamentos a R$ 9,90, o que dificilmente o mercado pratica. Mas o preço médio é de R$ 19. Mas pensemos pela ótica da praticidade, enquanto você compra um título por R$ 24,90 impresso,precisa ir até a livraria ou comprar online e aguardar de 3 a 5 dias pra chegar em casa, e depois precisa dar fim no livro por falta de espaço ou doar/revender. No e-book, você compra e em 10 minutos está lendo, sem se preocupar com o espaço para armazenar ( a menos que vc seja um retardado por filmes e jogos e tem menos de 10 mb de espaço livro em seu disco rígido ou espaço limitado em seu tablet). rsrs

  • AnGr4

    Ótimo, mais concorrentes para e-books. Vamos ver se finalmente colocam preços justos, e não essa palhaçada de cobrar praticamente o mesmo de um livro físico. Pode ter certeza: se o preço na apple store fosse bom, meu ipad já estaria lotado. Até lá eu loto meu armário.

  • R$ 40 por Tormenta das Espadas está bem salgadinho hein…mas já é um começo.

    • Humberto Henrique

      Mais caro q o livro físico :/

  • Viva, o kindle tá acessível. Só faltam livros pra colocar nele. R$40,00 num livro do GoT, enquanto paguei US$14,99 pra comprar o bundle com os 4 primeiros na amazon US. Sem comentários.

    • Eu comparei alguns exemplos (kindle br vs kindle us), e o preço não estava assim tãão fora. Livros de $10 sendo vendidos a R$24. Fazendo a conversão, você vê que o ‘extra’ pra vir pra cá foi realmente pequeno. Claro que, se basear em 5, 6 casos não é o suficiente, maaaaas, já mostra que preços muito maiores não serão 100% dos casos

    • paulokdvc

      Realmente, faltam colocar livros nele!

      hauhau

      Engraçado, não tem correios, não tem frete e não tem páginas impressas, mas os preços estão bem agregados pra isso.

    • Depende do livro. O Poder do Hábito tá mais barato na Amazon brasileira que na Matriz.

  • juliocesar757

    Surpresa não ter chegado custando R$1.999,00. Já é um grande avanço por aqui.

    • E depois eu sou o exagerado com preços. <3

    • ainda temos que aguardar. talvez eles queiram nos enrabar com o preco dos eBooks fora do normal?

  • Ainda acho caro os livros.

  • Guest

    Fui comprar livros na Amazon brasileira, achando que o sistema era unificado com o da americana… Mas não é. Você tem que ter uma conta em cada uma. O que significa que se eu comprar livros na Amazon do Brasil, pra ler os livros de uma conta, vou ter que deslogar da outra. Saco… Espero que resolvam isso eventualmente.

    • Como na PSN, na Live, no Itunes…

      • Mas nesse caso isso só acontece no Brasil. A conta da Amazon é a mesma em qualquer site da empresa, seja o americano, europeu, japonês ou de Etérnia.

    • Voce pode migrar a conta. Tem um link pra facil isso clicando em um botão. Mas eu não vou fazer, to contente com a amazon US, já que pro kindle só compro em ingles mesmo.

    • Não só aqui, na amazon uk tb..
      pode ir se acostumando com a ideia.

    • Pessoal, postei isso sem querer e não conseguia logar porque tinha errado a senha. O sistema é unificado sim, o que eu comprar na Amazon do Brasil tá valendo na minha conta “titular” na Amazon matriz 🙂

  • paulokdvc

    Como todos aqui podem falar que os preços americanos são
    iguais aos daqui do Brasil?

    Em uma rápida comparação olhem ai embaixo e digam por vocês
    mesmos!

    http://www.amazon.com/Eragon-and-Eldest-Omnibus-ebook/dp/B0031RDVKK/ref=sr_1_15?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1354804594&sr=1-15&keywords=eragon

    http://www.amazon.com.br/Eragon-ebook/dp/B00A3D9FEG/ref=sr_1_1?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1354804417&sr=1-1

    http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=17529042&sid=89297021214126417562958125

    PS: Dois minutos com um livro aleatório!
    PS²: Reeditado para dizer que na Amazon americana são os 2 (dois) primeiros livros da trilogia e não 1 (um) só!

    • Mas aí não é o mesmo livro.
      Você tem que comparar o mesmo livro, não a tradução.

      • Pois é. E eu fiz esse teste com o Percy Jackson, e o preço estava igual. Ou seja, alguns estão iguais, outros não.
        E mesmo assim, a tradução também custa, não é mesmo?
        E não é só tradução, mas a própria estrutura da editora aqui do brasil.

  • Agora é só escolher o que tem mais opções de leitura de arquivos.

    • Meu voto iria para o Kobo nesse departamento. 😉

      • Também achei o KOBO o mais interessante de todos que temos disponíveis no momento.

  • Edmilson_Junior

    Concordo com o texto, muita gente vai sentir falta dos livros de papel, da capacidade de empresta-los ou doa-los ou mesmo vender o usado mas tudo é uma questão de adaptação. Prefiro o livro digital ao físico para ler, só de poder escolher o tamanho da fonte e do livro não fechar quando eu soltar já me agrada bastante.

    PS: Só no penultimo parágrafo eu percebi que o texto era escrito por uma mulher, e isto não é um comentário prejorativo, o parágrafo demonstrou muito bem a felicidade da autora, realmente contagiante. Obrigado.

  • Diogo

    Seja muito Bem-Vinda Amazon!
    Finalmente as pessoas que amam livros e leitura têm um alternativa decente.
    Todas as vezes que fui mal-atendido nas Saraivas, FNACs e Culturas da vida dizia a mim mesmo que um dia poderia contar com a Amazon.
    Mal posso crer que os livros que estou terminando de ler podem ser os últimos em formato tradicional que manuseio (pessoalmente, não sentirei falta).
    A chegada dos Kindles ao Brasil é a realização de um pequeno/grande sonho que julgava ainda distante.
    Mais leves que muitos livros, retroiluminados (alguns modelos), possibilidade de aumentar a fonte (chega de letras miúdas!), confortáveis…
    Para minha felicidade ser completa só falta lançarem o PaperWhite por aqui.

  • Antonio Azevedo

    Na Amazon/Kindle americana nunca compro ebook acima de 5 dólares. Acho um preço justo para um ebook médio pagar no máximo 9,99 dólares. Isto significa 11 a 24 reais, aproximadamente.
    Ainda tem pouca coisa neste preço na Amazon brasileira, preferiria até que ela investisse mais em baixar os preços dos ebooks do que do aparelho físico. Mas, a questão deve ser mesmo os contratos com as editoras nacionais…

  • Ludson Aiello

    Nem tão tradicionais, ou pelo menos algumas conseguem ver o futuro e se posicionam buscando este mercado que vai crescer muito nos próximos meses.. sou responsável por produtos digitais de uma editora com foco principal em livros de entretenimento / romance / fantasia, e para a abertura de mercado dos 3 grandes players entre ontem e hoje (Amazon, Google e Kobo), baixamos o preço de grandes livros com o objetivo de incentivar a compra para gerarmos uma nova geração de leitores digitais. esse é o futuro.

  • Vinícius Angiolucci

    Não entendo tanto estardalhaço. É tão ruim assim preferir livros de papel? =)
    Acho que um livro impresso é bem mais confortável e prazeroso de se ler. “Folhear” e-book é a coisa mais tosca que já vi.

    • Carlos Magno GA

      Cara, depende. O Kindle é bem mais confortável que iPad/iPhone/Android por não ter luz. E não tem aquele problema de ficar segurando o livro aberto enquanto lê ou mesmo o peso do livro.

      Não tenho o Kindle, mas tenho cada livro na minha conta da Amazon que daria meio quilo em papel (Guerra dos Tronos, por exemplo). Deve ser chato pra folear/consultar livros técnicos, mas livros em prosa deve ser legal de ler. Também tem o fator tempo/comodidade. Nem sempre você está com o livro que você quer ler na hora que você quer ler.

      Eu tenho guerra dos tronos em papel, mas já li 3 livros no iPhone 3GS (com aquela resolução péssima) no metrô.

    • Aelson Collor

      Confortável é andar com dois livros de mais de 400pag na mochila né ? rsss

      Mas ai entram vários fatores como a quantidade que a pessoa lê, comprar um leitor digital para ler um ou dois livros por ano, não tem utilidade. Agora joga este numero para 50 e talvez o leitor ajude.

  • Fantástico, eu não via a hora …
    Já tenho um Kindle, mas faltava conteúdo, agora não mais!
    Quero um com tela maior para ler PDF algo que me frustra muito no meu, e agora vou poder comprar aqui no BR, vamos ver o preço né. rs…

    Será que teremos uma comunidade forte de Kindle no Brasil?

  • Diogo Lima

    Legal é a duração da bateria nas especificações: 4 semanas!

    * 30 minutos por dia

  • E as grandes livrarias brasileiras, percebendo que não iam conseguir concorrer com os ebooks, já estão desesperadas http://oglobo.globo.com/tecnologia/livrarias-pedem-protecao-contra-grandes-redes-de-books-6959633

  • Rafael Costa de Araujo

    Minha dúvida ao comprar o kindle é a compatibilidade. Só consigo ler livros comprados na amazon?
    Acabei de entrar no Google Play e está lá
    “Observação: os livros no Google Play não são compatíveis com Kindle “.

    • Carlos Magno GA

      Aparentemente não. Segundo a Wikipédia, o Kindle suporta o formato dele (AZW) e mais TXT, PDF, MOBI sem proteção e PRC. Os outros formatos, como HTML, DOC, DOCX, JPEG, GIF, PNG, e BMP têm que ser convertidos.

      O artigo diz que dá pra converter EPUB também usando um programa que vem com ele, mas estou meio desconfiado.

  • Carlos Magno GA

    Acabou de sair hoje (dia 19 de Dezembro) o Kindle para venda no Brasil pelo preço de 299 BRL. Eles estão utilizando a infra-estrutura do Ponto Frio e, por enquanto, não tem pra vender nas lojas físicas.

    Chequei com uma loja e com o Twitter oficial do Ponto Frio. Só tem online e, infelizmente, eles só fazem entrega expressa para São Paulo: o meu só vou poder receber no ano que vem, pois vou estar viajando.

  • Aelson Collor

    Já estou com o meu 🙂 preço razoável, a entrega foi rápida.

    Só terminar os livros físicos para começar os digitais.

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