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eBooks: nem chegaram e já estão indo embora?

Por em 17 de setembro de 2012
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  • http://www.meadiciona.com/charles_anjos Charles Albert

    a questão é preço, enquanto não tiver ngm pra lançar ebooks decentes (EPUB, não aquelas porcarias de PDF) bem mais baratos que livros de papel, essa porcaria não engrena. o que eu duvido que aconteça, dada a natureza gananciosa e perversa das editoras brasileiras.

    • Eduardo Oliveira de Souza

      Não é só o preço dos ebooks. Livro no Brasil, em geral, é (muito) caro. Isso porque livro tem isenção tributária.

  • http://www.facebook.com/arturluiz.com.br Artur Luiz Oliveira

    Problema das empresas, levando em consideração que produtos digitais internacional não levam impostos super caros. As editoras que percam seu “precioso” mercado… Eu tô nem ai!

    Só compro e-book internacional e em inglês! Porquê prefiro mandar dinheiro pra fora do que alimentar financeiramente pessoas sem visão de mercado!

  • http://www.facebook.com/sergioreisalveslazzari Sergio Reis Alves Lazzari

    Excelente reflexão!Mas somos o país do 45 do segundo tempo…Ainda poderemos ter o natal dos ebooks/e-reders

  • http://dimarm.myopenid.com/ Marcos Rodrigues

    Infelizmente a Kobo está pensando pequeno. Pensei que eles seriam mais ousados e agressivos: Uma parceria com a Saraiva, por exemplo.

    Mas parece que o mercado de ebooks só vai engrenar realmente quando Google, Apple e Amazon Chegarem…

  • Renan Carvalho

    Não entendi porque tanto drama pelos leitores de ebooks, o melhor aparelho para ler ebook é o celular que está sempre com você fazendo com que se possa ler livros no metro, ônibus, filas e qualquer outro lugar monótono sem ter que levar um livro grande e pesado por ai ou mesmo um leitor de ebook que também são maiores que os celulares !

    • http://twitter.com/criscmaia Cristiano Maia

      Bateria, tamanho e qualidade da tela são os principais pontos que tenho dificuldade de ler livros grandes no celular…

      • http://www.facebook.com/profile.php?id=1361364147 Paulo Ricardo Schwind

        Idem. Mesmo o COOL-ER ,com todas suas limitações, é melhor para ler do que qualquer celular.

      • Renan Carvalho

        Eu tenho um xperia mini pro de só 3 polegadas e leio tranquilamente em qualquer lugar =) além disso aplicativo pra ler ebook quase não gasta bateria depende mais do brilho da tela.
        Normalmente uso 20% de brilho em ambientes internos, 40% externos e antes de dormir 1%

        • http://twitter.com/criscmaia Cristiano Maia

          HTC One X, tela gigante responsável por 60% do consumo da bateria, mesmo no brilho menor possível sempre :(

  • http://www.facebook.com/luisfelipealves Luis Felipe Alves

    Será que alguém consegue me explicar porque no Brasil alguns livros em versão digital custam mais caros que a versão impressa? Enquanto este tipo de absurdo continuar, a leitura digital não vai pra frente…

  • Rafael Vieira

    O que acho um absurdo inexplicável e acho que já foi assunto de algum post antigo: assinar a Info na versão digital (desconsiderando promoção impressa + digital) é quase o mesmo preço que assinar a versão em papel, sendo que o custo é absurdamente menor, na versão digital.

    Uma put@#$%&* só esse tal de Brasil.

  • Rafael Vieira

    Ah, esqueci.
    Mais um ótimo post, Stella.
    Parabéns.

  • Cau Gomes

    A questão do ebook no Brasil passa pelas grandes editoras atreladas às grandes livrarias, Cultura, Saraiva, entre outras. Aqui, por questões de lucros exorbitantes, se prefere comercializar livros impressos aos digitais. Os lucros advindos com os impressos no Brasil é muito maior. Na verdade, esses grupos não têm interesse na promoção do ebook. Acreditem.
    A Amazon tem uma política de preços diferente, quem compra lá, como eu, sabe disso. O serviço, atendimento, é muito diferenciado. Eles têm um padrão de qualidade muito acima do que a gente está acostumado por aqui. E é claro que eles pretendem fazer o mesmo aqui. Só que a estrutura que oferecemos, logística, contratos, etc, é muito aquém dos que eles pretendem para iniciar o negócio. Não é à toa a queda de braços que estão tendo com esse grupos.
    Veja o serviço no segmento de ebooks oferecido pelas saraivas e culturas da vida…falo por experiência: péssimo. Preço alto, sistema de compra e download horríveis e atendimento…bem, deixa essa questão de atendimento pra lá.
    Sei que muita gente culpa os impostos, mas realmente não vejo isso como problema para os altos preços do ebook e baixa qualidade dos serviços, de forma geral.
    Na semana passada, comprei um livro digital na Cultura, comprei o livro no sábado e eles só conseguiram me enviar o link para baixar o livro na segunda, depois de muitos telefonemas. Tentei comprar outro hoje pela Saraiva, e o site, no qual já sou cadastrado há muitos anos, simplesmente se recusa a me vender o livro, porque diz que eu não estou no país. Acreditem!
    Esse é o nível do nosso serviço.
    Acho que existe uma certa má vontade desses grandes grupos em fazer o segmento deslanchar. Apenas isso.
    Infelizmente, convivemos com a falta de ousadia do setor, para implantar serviços de qualidade e preços competitivos.
    A entrada da Kobo no Brasil parece promissora, mas a sociedade com a Cultura, infelizmente, não me faz acreditar que as coisas realmente vão mudar.
    Por isso, prefiro aguardar a demora da Amazon com sua excelência em atendimento e serviço.
    Acho que vale a pena esperar.

  • Guilherme Ceolin

    Na minha humilde opinião, penso que as grandes editoras só irão mudar as políticas vigentes quando houver uma competição maior no mercado editorial brasileiro, não só quando grandes players como Google e Amazon entrarem no mercado, mas também quando a maioria dos novos autores começarem a lançar seus livros de forma independente em formato digital (Epub, concordo que PDF não se presta para isso) ao invés de batalhar espaço em editoras consagradas e ouvirem NÃO 99% das vezes.

    Nunca foi tão fácil, rápido e barato publicar uma obra literária. E com qualidade equivalente, veja bem. Ainda há uma certo preconceito (meu inclusive, embora estou tentando mudar isso) em consumir literatura independente. Parece que só aqueles autores que conseguem passar pelo filtro de malha finíssima de grandes editoras têm valor no mercado. Enquanto isso vários talentos promissores da literatura desistem cansados de terem suas obras negadas.

    Eu vejo que infelizemente há uma certa retroalimentação negativa na qual autores não são procurados se não publicarem por editoras consagradas mas também não publicam de forma independente porque não são procurados.

    Talvez se mudarmos estes paradigmas como consumidores de literatura possamos fazer com que as editoras se tornem mais competitivas no mundo digital.

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