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Em 10 anos teremos gráficos realistas, diz IL&M

Por em 6 de agosto de 2012
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  • http://nada-aqui.posterous.com Marcio Neves Machado

    Eu nem faço questão de hiper-realismo fotográfico. Para mim bastam que as animações alcancem a “naturalidade”, onde a transição de uma animação para a outra seja suave e sem trancos, a animação não seja robótica e não se perceba “juntas” faciais (como a boca parecer a de um fantoche de ventríloquo, quando se mexe). Só isso já seria o suficiente para eu dizer “pronto, não precisa melhorar mais” :)

    • http://www.vidadegamer.com.br/ Dori Prata

      Mas você já viu o L.A. Noire? Acho bastante convincente as animações faciais.

      • http://nada-aqui.posterous.com Marcio Neves Machado

        Comprei no Steam, mas ainda não joguei. Um tipo de reclamação que eu li e ouvi bastante do jogo é o que a animação facial não condiz com a corporal. Onde uma é perfeita nos mínimos detalhes, a outra parece que economizaram esforços. E outra é o loop de animação do rosto da pessoa se contorcendo para indicar se ela está nervosa, mentindo ou sendo sincera. Mas, como falei, não vi em primeira mão… ainda :)

        • http://www.vidadegamer.com.br/ Dori Prata

          Também li as mesmas críticas, mas também não posso afirmar porque ainda não comecei a jogar.

  • http://www.facebook.com/101pedro Pedro Oliveira

    O objetivo de se chegar ao hiper realismo é justamente o poder de criar qualquer coisa em cima disso. Na verdade é recriar a realidade. Isso, unido a tecnologia de imersão visual e de outros sentidos, a realidade se funde com o virtual e vice-versa. Quem assistiu o trailer de H+ sabe do que estou falando. A sua vida vira o seu próprio game.

  • Pingback: Produtor do Tekken sonha com a existência de um único console – Meio Bit

  • http://twitter.com/luiscesarfc cesar ⊗

    Acho que a imersão total do personagem com os cenários também requer bastante atenção. Tem horas que chega a ser absurdo uma simples cadeira barrar a passagem de alguém em um game.