Vendas na França — óbvio que Ni no Kuni acaba com a festa do Kirby (12ª semana)

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Durante a 11ª semana do ano a Nintendo da França só teve o que comemorar: com o lançamento de Kirby Star Allies, o Nintendo Switch emplacou nada menos que cinco jogos no Top 5 de vendas. Infelizmente, para a japonesa, a festa durou pouco: na semana seguinte (a 12ª), o PS4 recebeu um senhor lançamento de peso e jogou o novo game do Kirby para a terceira posição nas vendas.

O nome do senhor lançamento? Ele responde por Ni no Kuni II.

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Ranking dos jogos mais vendidos na França durante a 12ª semana de 2018 (19 a 25 de março, SELL [GfK])

  1. [PS4] Ni no Kuni II: L’Avènement d’un nouveau royaume – Edition collector (Bandai Namco, 23/03/18);
  2. [PS4] Ni no Kuni II: L’Avènement d’un nouveau royaume (Bandai Namco, 23/03/18);
  3. [NSW] Kirby Star Allies (Nintendo, 16/03/18).
  4. [NSW] Mario Kart 8 Deluxe (Nintendo, 28/04/17);
  5. [NSW] Super Mario Odyssey (Nintendo, 27/10/17).

Foi um tiro fatal, que matou dois coelhos: a edição de colecionador de Ni no Kuni II: Revenant Kingdom toma a liderança, com a edição normal do PS4 vindo em seguida. O Top 3 francês da 11ª semana cai exatamente duas posições na semana seguinte, enquanto The Legend of Zelda: Breath of the Wild e Splatoon 2, que estavam na 4ª e 5ª posições, somem do Top 5 de jogos mais vendidos na França entre os dias 19 e 25 de março.

É isso o que acontece quando a Nintendo tenta se dar bem num território que pertence à dona Sony: numa semana a japonesa mete 5 × 0; na outra, a dona da casa retoma o topo. Como desde o meio de janeiro o Switch ultrapassou a base instalada do Wii U na França, podemos especular se uma improvável versão Switch do Ni no Kuni II: Revenant Kingdom faria quase tanto sucesso na França quanto a do PS4.

Fonte: SELL via GameBlog e Jeux Video.

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Autor: Emanuel Laguna

O “tio Laguna” nasceu no Siará em meio à Fortaleza de 1984. Sempre gostou de brincar de médico com os aparelhos eletrônicos e entender como um hardware dedicado a jogos funciona, mas pretende formar-se como Engenheiro Eletricista qualquer dia. Antes apaixonado pelos processadores gráficos desktop, vê nos smartphones, tablets e outras geringonças mobile o futuro da computação.

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