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Digital Drops Blog de Brinquedo

OPINIÃO: ao contrário do Master Chief, não boto fé na Cortana

Por em 3 de abril de 2014

Não me entendam mal. Eu adorei tudo que vi sobre a Cortana, desde a concepção, usar o nome de uma Inteligência Artificial conhecida do público geek foi de uma visão ímpar, diametralmente oposta à IBM, que obrigou Clarke e Kubrick a removerem qualquer referência à empresa em 2001 — Uma Odisséia no Espaço, pois o computador era “o vilão”. Por estupidez marketeira deixaram de associar HAL-9000 à IBM.

Se a Cortana cumprir 15% do que promete já dará voltas em torno do Google e da Apple. O assistente de voz do Windows Phone hoje é a irmã menor da Siri. Especial mas muito amada, que só precisa de oportunidade pra mostrar que tem um coração enorme. Com a Cortana virará A Madame Curie. 
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Infelizmente não estamos prontos para uma inteligência artificial realmente esperta num game

Por em 14 de março de 2014

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Há pouco mais de cinco anos atrás o Dori publicou um artigo onde ele discutia um dos comportamentos mais chatos de uma inteligência artificial: a tendência suicida dos inimigos. Diferentemente de uma situação real, onde pessoas procuram se proteger de um adversário e planejam táticas de ataque, a maioria das IAs segue o pensamento de colmeia: os inimigos se lançam sem nenhum planejamento como loucos em cima do jogador, que só tem o trabalho de mirar, atirar e eliminar os inimigos.

A partir daí passa a ser um exercício de força: muitos suicidas atacando em massa para te matar, tentando vencê-lo pelo cansaço ou forçando o esgotamento de recursos. Apesar de The Last of Us ter sido elogiadíssimo, oferecendo situações interessantes como negociações com os inimigos ao fazer um deles refém, entre outras, haviam trechos em que esse design de IA ficou evidente (o momento em que você está fugindo do subsolo e um horda tenta impedí-lo de sair pela porta a tempo).

Enquanto jogadores calejados, nós sempre quisemos que a inteligência artificial evoluísse a ponto de pensar como nós – tomar decisões rápidas, traçar táticas para nos surpreender, nos forçando a sair de uma zona de conforto e a usar o cérebro, a ser mais esperto que a máquina. O grande, ENORME problema é que a maioria dos jogadores não aceita ser superado pela CPU, e quando isso acontece ele reclama que o jogo está “quebrado”.

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Sobre o fim do GdH: que Deus guie bem teu caminho, Morimoto-sensei!

Por em 2 de março de 2014
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Equipe do FórumPCs em 2005 (Crédito: Flávio Xandó)

Há um ano e três meses, morria o FórumPCs: ele foi o primeiro sítio eletrônico focado em tecnologia que o tio Laguna acompanhou, foi lá que conheci o Digital Drops e, por causa deste, o MeioBit. Foi no FórumPCs que conheci os textos de muita gente interessante como o meu conterrâneo Luis Sucupira, o mestre Benito Piropo, o Alexandre Ziebert, a Elis Monteiro, o Flávio Xandó, o Julio Preuss, entre outras pessoas que escreviam (enormes!) textos excelentes sobre hardware de computadores e outros assuntos relacionados que interessavam muito a nós, uma espécie em extinção: o micreiro.

Dez ou mais anos atrás, nós entusiastas de hardware fazíamos questão de montar nossos próprios computadores pessoais desktop e, para isso, era mais interessante que necessário termos noções de eletrônica embora a tecnologia já fosse integrada o bastante para que, em qualquer problema que surgisse, fosse considerada apenas a troca da peça defeituosa, como uma placa-mãe, por exemplo. Portais como o FórumPCs nos mantinham a par do que havia de mais moderno nesse nicho. Um nicho que contava com boa concorrência. Um desses concorrentes teve anteontem o mesmo fim do FórumPCs. Estou a falar do Guia do Hardware, fundado pelo Carlos Eduardo Morimoto.

Houve uma época em que o tio Laguna era bastante curioso sobre o mundo GNU/Linux, uma época em que eu admirava aqueles que eram capazes de “compilarem seus próprios sistemas do zero”. Morimoto-sensei era um desses desbravadores. Com a ajuda de colaboradores bem competentes, Morimoto desenvolveu a mais famosa e, talvez, a melhor distribuição Linux brasileira, o Kurumin. Numa época em que eu tinha BASTANTE tempo livre, investi meu tempo e paciência para tentar me livrar das “garras mercenárias da Microsoft” e o Kurumin foi minha porta de entrada para aquele mundo livre e cheio de unicórnios do Debian, onde eu pagaria um preço justo pelo software. Se fosse de graça, melhor ainda, mas paguei pelos CDs do Kurumin à época.
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Americanos desenvolvem viagem no tempo e bombardeiam Afeganistão no passado

Por em 30 de janeiro de 2014

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Existe uma ilusão, que persiste mesmo em tempos de internet e Photoshop, de que imagens são confiáveis, são provas aceitáveis e inquestionáveis, e que realmente valem por mil palavras. Só se for um trecho da biografia da Ex-Vice Miss Bumbum. Na realidade imagens são perfeitamente manipuláveis, e não é de hoje.

Uns 10 minutos depois de a fotografia ter sido inventada, Daguerre pensou “humm vou photoshopar umas gostosas do meu lado nesse selfie e mandar pros brothers”. Uma foto famosa de Abraham Lincoln usou o corpo de outro sujeito. Na 1ª Guerra Mundial fotos compostas de elementos de diversas outras imagens para dar um tom épico e dramático eram publicadas como factuais. O Camarada Stalin por sua vez popularizou o ato de remover desafetos de fotos (e da existência, mas das fotos era mais complicado).
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Unity Engine agora suporta totalmente o PS Vita

Por em 24 de janeiro de 2014

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O que faz uma boa engine? A qualidade se seus gráficos ou a possibilidade de facilitar o trabalho do programador, desenvolvendo uma só vez e permitindo portar para várias plataformas? Este é o assunto da vez do #SciCast, e sim, games também podem ser ciência.

Geralmente o ideal para uma boa engine é uma combinação de portabilidade e beleza técnica, e apesar de muita gente torcer o nariz para a Unity Engine por ela não ser capaz de entregar gráficos ultrarrealistas, ela é fácil de ser utilizada e é extremamente acessível, ainda mais agora que estúdios indies tem acesso à plataforma gratuitamente.

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Quem diria, booth babes mais atrapalham do que ajudam no marketing

Por em 20 de janeiro de 2014

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Uma tradição antiga em qualquer feira que se preze, seja de games, tecnologia ou da indústria automotiva é o uso das modelos promocionais, as famosas booth babes. Não me entendam mal, não vou bancar o hipócrita pois como homem eu gosto da presença de garotas bonitas nas barracas, mas é um fato que esse emprego é muito questionado não só pelas feministas como profissionais em geral, já que na maioria das vezes elas são apenas um “adereço visual”, são poucas as ocasiões em que elas sabem o que estão promovendo e conseguem se sair bem numa conversa mais técnica. A última vez que testemunhei isso foi na BGS 2012, no stand da Nintendo – curiosamente o lugar que continham as booth babes mais elegantemente vestidas da feira: ao invés de trajes mínimos ou cosplays, vestidos azuis simples. Afinal, a Big N cria produtos para toda a família.

A CES 2014 não foi diferente. A quantidade de moçoilas promovendo os diversos produtos das fabricantes era a esperada. Apesar de ser uma forma básica de atrair a atenção dos homens para seus stands, segundo um estudo conduzido recentemente essa estratégia não está vencendo – financeiramente falando.

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Cientistas desenvolvem novo tratamento à base de células-tronco capaz de combater a super tuberculose

Por em 17 de janeiro de 2014

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A tuberculose já foi uma das doenças que mais matou na história. O Mycobatcetium tuberculosis, popularmente conhecido como bacilo de koch (em homenagem ao patologista alemão Robert Koch que o identificou em 1882, descoberta que lhe rendeu o Prêmio Nobel de Medicina em 1905) é uma bactéria pra lá de nociva, já que se propaga pelo ar. Ela foi causa de mortes aos borbotões desde a introdução da Agricultura e Pecuária, já que o contato com o gado pode ter propiciado a evolução da bactéria e por tabela também gerou nosso primeiro contato com o vírus da varíola.

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