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Devs assinam carta aberta condenando intolerância dos gamers

Por em 2 de setembro de 2014

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Nas últimas semanas fomos testemunhas de dois casos que me revoltaram enquanto ser humano e gamer: o primeiro foi o ataque sofrido pela desenvolvedora Zoe Quinn, acusada de oferecer “favores adultos” em prol de conseguir reviews positivos para seu game Depression Quest. O caso foi exposto por seu ex-namorado, o que deixa evidente se tratar de um caso de Revenge Pr0n.

O segundo foi o que envolveu a crítica de mídia feminista Anita Sarkeesian, que recebeu ameaças de morte endereçadas a ela e à sua família depois do último vídeo que ela publicou da série Tropes vs. Women. Isso levou a um movimento forte da indústria em uma carta aberta de repúdio ao comportamento nocivo entranhado na comunidade gamer.

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Especificações técnicas do New 3DS: sucessor seria lançado em 2017

Por em 31 de agosto de 2014

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Fez um ano que comprei o meu Nintendo 3DS XL e 9 meses que de facto estou com ele em mãos (tks Receita Federal), mas o fiz sabendo que logo a Nintendo lançaria uma atualização do console. Calma, o tio Laguna não quer dar uma de Mãe Dináh (RIP) ou algo do tipo logo agora até porque é meio tarde demais para isso. O caso é que para mim fez todo o sentido a Nintendo lançar uma versão atualizada do Nintendo 3DS este ano.

Confesso que cometi propositadamente o erro de ler os comentários de vários outros grandes portais sobre o New 3DS (XL) e neles percebi um ódio monstro contra uma suposta “atitude capitalista” da Nintendo em oferecer mais um novo console no mercado. Não deveriam e o tio Laguna gostaria de apresentar alguns bons motivos, especulando também sobre o hardware.
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E se o PlayStation não tivesse existido?

Por em 17 de agosto de 2014
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Sim, existiu o Super Nintendo Play Station (Crédito: Kotaku)

Nintendo e Sony já trabalharam juntas para que esta criasse um drive de CD-ROM para o SNES. O ano era 1988 e o codinome do projeto era “Play Station”. Três anos depois, ao reler o contrato firmado com a Sony, o então presidente da Nintendo Hiroshi Yamauchi percebeu que estava na verdade era ajudando a criar um fortíssimo concorrente no ramo dos videogames: ele preferiu abortar tudo pois os jogos feitos para o SNES Play Station pagariam royalties de licenciamento à Sony, não à Nintendo.

Depois de algumas brigas judiciais entre as japonesas que resultaram em algumas raríssimas unidades do console híbrido, o então presidente da Sony Norio Ohga pediu que Ken Kutaragi, o homem que convenceu a Big ‘N’ a incluir um chip sonoro da Sony em cada Super Nintendo, retirasse o que havia de SNES no Play Station para desenvolver um console próprio. Nascia assim o PlayStation (duas palavras, sem nenhum espaço entre ambas), console da 5ª geração que foi lançado no Japão dia 3 de dezembro de 1994.

O tio Laguna fica aqui a imaginar: e se a história tivesse se desenvolvido de forma diferente?
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Eduardo Campos, Robin Williams e como você se comporta nas redes sociais

Por em 14 de agosto de 2014

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Esses dias atrás eu escrevi no Twitter que felicidade, segundo a internet, seria comer Paçoquita cremosa, de bacon, com Nutella, assistindo um mashup de Game of Thrones e Guardiões da Galáxia, versão LEGO, ao lado de um barbudo ou uma ruiva, com gatos no colo.

Só que depois do que vi acontecendo nesta semana, percebi que, para boa parte desta mesma internet, felicidade é tentar fazer os outros rirem a todo custo. E opinar! Seja sobre o que for, seja com o argumento que for.

Quero deixar claro aqui que não há nada de errado em tentar fazer os outros rirem. Isso é muito bem vindo e foi o que salvou muita gente — eu, inclusive — de ficar ainda mais irritado/triste com o que aconteceu na Copa do Mundo, contra a Alemanha. Apenas para citar um exemplo.

O humor sempre foi uma excelente arma pra se defender contra problemas do nosso cotidiano, em várias esferas, incluindo a política. Mas quando isso é feito com falta de respeito, perde sua legitimidade e sua essência.

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Xbox, the One: para mudar cenário, Microsoft ofereceu US$ 25 bilhões pela Nintendo

Por em 10 de agosto de 2014
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Seria uma oferta irrecusável? (Crédito: My Cinema)

Uma oferta dessas ainda não chega tão perto dos 80 bilhões de dólares que Rupert Murdoch ofereceu à Warner, mas é um belo negócio a ser considerado.

Aliás, se pudermos resumir o mais forte motivo para a SEGA cair fora do mercado de consoles em uma única palavra, seria Microsoft. A empresa vizinha da Nintendo de Redmond tinha (e ainda mantém) um gigantesco poder de marketing e, literalmente, bilhões de dólares em dinheiro vivo à disposição. Tal dinheiro foi suficiente para convencer várias grandes editoras e desenvolvedores a lançarem diversos jogos multiplataforma e até alguns exclusivos para seu Xbox.
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Criador do Rocket assiste sessão exclusiva de Guardiões da Galáxia

Por em 5 de agosto de 2014

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Fato: a Disney está enchendo as burras de grana com Guardiões da Galáxia (alías, já leu a resenha?). De longe o filme era a aposta mais arriscada do Marvel Cinematic Universe, principalmente por se focar em personagens absolutamente desconhecidos do grande público e um tanto obscuros mesmo para quem lê quadrinhos. No fim a película se mostrou não só o melhor filme da Marvel até agora como um dos mais divertidos dos últimos anos: uma aventura que diverte, emociona e traz conteúdo, não sendo nem de longe descerebrada. E mais, conseguiu gerar empatia no público por personagens que até então ninguém nem sabia que existiam, principalmente Rocket e Groot.

E a Marvel resolveu dar um presente justamente ao co-criador do guaxinim desbocado e beberrão: Bill Mantlo ganhou uma sessão exclusiva do filme, já que ele não poderia de forma alguma se dirigir ao cinema para assistí-lo.

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O nome é Xiaomi, mas pode chamar de Chacal

Por em 25 de julho de 2014

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Antes de mais nada uma pequena aula de quadrinhos: o Chacal, um vilão do segundo escalão da Marvel foi o responsável pela maior dor de cabeça da vida do Homem-Aranha (e por tabela, por uma das piores sagas dos anos 90): alter-ego do doutor Miles Warren, cientista e professor de bioquímica de Peter Parker, ele é o criador de todos os clones que atazanaram o cabeça de teia por mais de duas décadas. Um deles, que assumiu o nome de Ben Reilly (o primeiro Aranha Escarlate; o atual é o primeiro clone imperfeito de Parker, conhecido antes como o serial killer Kaine) chegou a atuar como o Aranha por um tempo, depois do Chacal dar a entender que Parker era o clone e ele, o original. Isso sem contar que ele também clonou Gwen Stacy (duas vezes), o primeiro grande amor de Parker.

Dado esse background não é difícil fazer uma associação com a Xiaomi, fabricante chinesa de dispositivos mobile que quer se posicionar no mercado como uma concorrente grande e séria, mas se limita apenas a lançar cópias de seus adversários.

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