A vida não é um conto de fadas. Mesmo instituições como o Casamento não são o que a propaganda vende. “Felizes para sempre” não existe. Você sabia que 50% dos casamentos acaba em divórcio e a outra metade, em MORTE?
Por isso sempre fiquei com pé atrás ao ouvir promessas de vendedores, mas algumas conseguem decepcionar mesmo os mais adeptos do ceticismo racional. A durabilidade das mídias físicas, por exemplo.
Neste artigo do Akihabara News o autor descreve como achou um cartão de memória CF, durante uma expedição a um parque nacional no Japão. O cartão estava enlameado, exposto ao Sol (e consequentemente chuva, vento, tempestade, Gojira, etc) desde 2003, mas após uma limpeza funcionou perfeitamente. Seis anos sob as intempéries (sem quis escrever intempéries) e ainda funcionava, impressionante, não?

Não deveria. Tenho livros de antes da 2a Guerra Mundial que “funcionam” perfeitamente. Há tábuas de argila com quase 5000 anos de idade que ainda “funcionam”. Hoje em dia a promessa “felizes para sempre” do armazenamento de dados é tão Eterna quando o casamento do Fábio Junior com a Patrícia de Sabrit.
Os CDs quando lançados tinham vida estimada em 100 anos. Todos acharam o máximo (exceto os sumérios e egípcios) mas nem isso foi cumprido. Tenho DVDs aqui que já ressecaram e soltaram a camada de dados. Fui obrigado a ripar meu Caçada ao Outubro Vermelho, o disco apresenta rachaduras no anel interno. Outros, no caso de CD-Rs simplesmente não funcionam mais, apesar de nenhum risco ou arranhão ser visível.
Dada a quantidade de dados geradas por um geek anualmente, backups em DVDs ou mesmo BluRays estão fora de questão, mesmo não levando em conta a fragilidade. A solução mais prática embora cara talvez seja guardar sua memória digital em meio físico, como HDs usando RAID para garantir integridade dos dados.
Como uma guerra nuclear é uma possibilidade menos provável hoje em dia um pulso eleotrmagnético pode ser desconsiderado como risco, mas ainda há o problema de roubo e dano por incêndio, por exemplo. Onde colocar o backup do backup?
A Nuvem pode ser uma alternativa, mas ainda sou conservador demais para vê-la como solução principal. Estamos muito dependentes da solução de segurança mais fraca conhecida pelo Homem, a senha. Não adianta ter níveis de criptografia altíssimos se algum idiota monta um script em Python, roda durante alguns meses um ataque de força bruta e descobre que minha senha é “vendramini”. (5s de engenharia social também servem, nesse caso)
Eu entendo a Nuvem como um excelente backup do backup, para armazenar conteúdo digital criptografado. O Amazon S3 – Simple Storage Service está se saindo uma alternativa usada por praticamente todo mundo. Oferecem redundância, facilidade de acesso, armazenamento pesado, etc, tudo por US$0,15 por GB/mês.
Uma alternativa interessante para quem não quer pagar só pelo armazenamento é utilizar serviços como o Dreamhost ou o Bluehost para hospedar sites E de quebra subir seus arquivos criptografados de backup. Vira uma Nuvem de Pobre, eficiente o bastante para ser considerada até por mim.
Estamos lidando com nossas memórias, que nunca foram tão frágeis. Ou paramos, pensamos e planejamos ou corremos o risco de descobrir um belo dia que perdemos tudo, e nossas lembranças estão perdidas para sempre, como lágrimas na chuva. E sim, já usei essa referência, não seja um implicante.
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12 de outubro de 2009, 11:57
Infelizmente, esta é uma realidade crítica.
Observei nestes últimos anos que, basicamente, se quisermos um backup confiável (de forma relativamente xiita da palavra confiável, é claro) devemos imprimir o que for severamente importante – relatórios, teses, dissertações, biografias de vida (nem todas, óbvio), etc. Não adianta nem falar mal sobre as características da mídia em si. Os disquetes, por exemplo, são altamente aleatórios – podem não ter durabilidade maior que 6 meses, como podem funcionar perfeitamente após 5 ou 6 anos. Neste caso, o problema será encontrar um leitor que funcione ou um computador que ainda tenha unidade de disquete (o meu desktop tem, mas controladora morreu a uns três anos). Também pouco importa quem forneceu a mídia e o seu conteúdo: creio que aqueles que ainda têm os disquetes de instalação do Win95 ou Win98 (oficiais) devem entender o que estou falando.
Tenho cds (da época que um cd-r custava na casa de algumas dezenas de Reais) que simplesmente amarelaram – muito mais rápido que minha coleção de SuperInteressante de 1987/1990 (quanto ainda dava para ler essa revista) – sem falar na descamação, é claro.
O que me deixa triste mesmo é saber que a minha coleção de 9 temporadas de Arquivo X vão desvanecer muito antes do que eu imaginava…
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Afinal de contas, as Fundações eram o plano A ou o B?
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outubro 13th, 2009 @ 3:23
Concodo que a impressão é a melhor opção ainda. O problema é que nem as tintas das impressoras de hoje (inclusive a impressão a laser) estão durando muito. Dependendo de onde ficar o papel, dura alguns meses
__________________________________<- isso aqui é uma linha =)
Caminhando pelas sombras… literalmente.
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12 de outubro de 2009, 12:21
Soube que guardar CDs e DVDs em pé aumenta a vida útil, mas como é muito mais prático (questão de espaço) guardar deitado, acho que vou perder todos os meus discos mais cedo do que gostaria. Pelo menos o CD do Nelson Gonçalves tem 13 anos mas ainda funciona.
A solução de guardar tudo em HD funciona até que bem. Afinal, estamos sempre trocando de HD a cada 2 ou 3 anos, de modo que a vida útil aumenta um bocado. O problema é perder fotos de 300k quando a gente tinha uma câmera vagabunda em meio a pastas de fotos de mais de 8 mega. Arquivos antigos somem, nem o Spacemonger encontra mais.
Se você não consegue encontrar por acaso e nem lembra mais que existe, a informação morreu.
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outubro 12th, 2009 @ 21:50
Essa de guardar deitado eu não sabia que prejudicava. :O
Eu sempre preferi investir numa boa gravação da mídia óptica de qualidade e depois de gravá-la eu a deixo numa embalagem praticamente fechada, em qualquer posição mesmo.
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Linke para mim. Mas linke direito. E o esquerdo, também, cara!
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12 de outubro de 2009, 12:25
Olha,
Eu gosto dos Cloud Servers. Acho uma boa solução. Mas, tendo em vista o seu custo, ainda prefiro os SSD (Solid State Disk) que tem durabilidade muito maior.
Não precisamos buscar alternativas que durem “para sempre”. Podemos muito bem de tempos em tempos dar uma reformulada nas maneiras que fazemos backup… Temos que dar tempo ao tempo. Tenho certeza de q com o passar dos anos, novas tecnologias aparecerão.
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outubro 12th, 2009 @ 12:41
[quote]Tenho certeza de q com o passar dos anos, novas tecnologias aparecerão.[/quote]
A solução imagino que ainda será uma substituição de mídias. O problema de ter uma tecnologia super-resiliente é que ela será cara demais para ser substituída mais tarde. Lembro de ter lido lá pelos idos de 1998 que cientistas desenvolveram um HD capaz de resistir a uma bomba nuclear. Não lembro de quanto era a capacidade, mas acho que mesmo um super-HD de 5 GB não seria muito útil hoje em dia.
Você consegue hoje vislumbrar quais 5 GB dos seus dados são os mais importantes?
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outubro 13th, 2009 @ 3:18
de tempos em tempos dar uma reformulada?
Rapaz tu num sabe o tamanho do tubo de DVDs de um colega meu (na verdade são vários tubos). Para algum camarada achar alguma coisa lá é quase impossível se o dono não estiver por perto…
Dá muito trabalho isso… ahh nemmm!!!
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Caminhando pelas sombras… literalmente.
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12 de outubro de 2009, 12:42
o que sera que tinha no compact flash? }:)
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outubro 12th, 2009 @ 14:10
Era um usuário japonês, faça as contas.
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outubro 13th, 2009 @ 3:27
O artigo conta: “boring press coverage photos”
Talvez ele não fosse tão japones assim né?

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Caminhando pelas sombras… literalmente.
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12 de outubro de 2009, 12:55
É verdade, em termos de armazenamentos de dados, cada vez as mídias têem vida curta.
Geralmente para meus backups uso CDR que tenha uma camada de tinta protetora.
Em relação à riscos/arranhões das mídias não me preocupo, pois eu mesmo tiro arranhões(dou um polimento) das minhas mídias(CD-ROM/CD-RW, DVD), e fica limpinho(sem arranhões) parecendo novo, aprendi na época em que alugava PlayStation.
gokernel
gokernel@hotmail.com
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12 de outubro de 2009, 13:04
Não é a toa que soluções de Storage vendidos de grandes empresas para grandes empresas são uma área rentável. Que eu saiba, HP, Dell, e afins, todas tem toda uma linha de solução de Storage para grandes empresas.
Talvez, se as pessoas não se contentassem com os HDs que tem, elas pudessem fazer uma linha de Storage Pessoal…
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12 de outubro de 2009, 13:22
Cardoso,
Quero ver você deixar seu livro de antes da 2º Guerra seis anos no quintal com chuva e ele ainda funcionar…
Ok, essas midias são um saco, mas ainda tem algumas vantagens como economia de espaço e preservação dos dados sempre iguais. Coisa que nao ocorre com o papel que amarela com o tempo ou a película de cinema que embolara, perde a cor e etc..
O único porem da tecnologia é a confiabilidade. Muitas vezes as commodities chinesas nao duram ou funcionam como deveriam..
Mas isso vale para tudo.
Sua agendinha telefônica de papel é muito mais confiável que sua antiga agenda Casio ou seu atual aparelho celular.
Abraço
http://www.fabiodigital.com
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12 de outubro de 2009, 13:30
Quanto a previsão que CD’s deveriam durar 100 anos e duram as vezes 10 semanas, só tenho uma coisa a dizer. Tudo quando é lançado tem uma qualidade superior ao que vai ser usado no mercado. Os cientistas fazem o melhor produto possivel. Os empresarios arrumam um jeito de popularizar a tecnologia tirando qualidade para ficar acessivel, e estragar todo dia para vender mais, aquecendo a economia. Um bom exemplo são os primeiros pc’s que chegaram no Brasil, um 386 tinha um preço exorbitante, mas tem placa cpu de 386 que funciona até hoje. Não se pode falar a mesma coisa de um pentium 4, baratinho com placa cpu pc-chips.
Quanto a deixar nossa memoria para posteridade, gostaria muito de poder fazer como os homens das cavernas que deixaram seus desenhos nas paredes que depois de milhares de anos ainda estão ai, mas com o advento da camera digital na mão de uma mulher , não existe parede suficiente no mundo.
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12 de outubro de 2009, 14:25
http://www.getdropbox.com/
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Lutem pelos seus direitos, exijam o que é certo, vamos construir um país melhor.
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12 de outubro de 2009, 16:04
fita magnética > all. Já vi uma DAT com mais de 10 anos guardada em boas condições (leia-se dentro do armário da fitoteca
) ler perfeitamente sem nenhuma engasgada e sofrer uma restauração full sem nenhum dado perdido. A melhor solução pra backup que já vi.
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outubro 12th, 2009 @ 21:36
Pena que as fitas DAT são um tanto caras (em relação à capacidade de armazenamento, comparadas à outros meios, como discos rígidos atuais) e lentas para a recuperação dos dados (lembro que era uma questão de horas recuperar algo em torno de 40, 80GiB).
:O
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Linke para mim. Mas linke direito. E o esquerdo, também, cara!
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12 de outubro de 2009, 16:40
E se de repente os serviços de backup na “núvem” virem que estão perdendo dinheiro e decidirem encerrar o serviço? E se você, ou eles, ficarem sem conexão?
A única vantagem que eu vejo nisso é você ter com quem reclamar.
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“Ismos” se preocupam apenas com o que eles acham melhor para os outros, sem se preocupar com o quê as pessoas realmente querem.
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12 de outubro de 2009, 16:46
Por isso quando eu for deixar algo para a Eternidade (realmente com E maiusculo) vou fazer o seguinte:
1º- Gravarei um disco de metal (penso em Aço ou aluminio)
2º- Numa placa de barro ou argila deixarei em 4 ou 5 liguas a base de leitura do disco (e uma em especial como foi feito no livro Contato de Carl Sagan
3º- Colocarei eles dentro de uma caixa Hermeticamente fechada (e sem umidade) se possivel de Chumbo (vai que os EMP’s da vida consiga atacar ele…) e de preferencia em forma de parabolica que tb atenua os efeitos
Assim a Skynet ou o Ciclons não conseguirão pegar ele
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Donwload de mangás antigos:
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Twitter: Cafetaum69
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12 de outubro de 2009, 17:24
Também sou mais de usar um HD, a relação custo/armazenamento é mais relevante, mas como não tenho um Dock ainda não fica prático o serviço
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outubro 12th, 2009 @ 18:12
Kr….
nessa hora eu pensei no metode de gravação de vinil mesmo (os velhos LP’s)
pois assim é o metodo mais fisico e simples para gravação e leitura desse material
Afinal, é uma tecnologia de 100 anos e que já é binario
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12 de outubro de 2009, 18:26
Aproveitando que você mencionou o Amazon S3, alguém conhece um programa (preferencialmente gratuito) que faça backup/sincronização de dados com o serviço automaticamente?
Os poucos que eu encontrei eram para Linux… pensei em utilizar o mozy.com que tem um serviço assim (com o programa), mas o preço sobe pra US$5 por mês por pc…
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“Better to understand a little than to misunderstand a lot”
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12 de outubro de 2009, 21:11
Ainda tenho um cd de 11 anos atrás que funciona, incrivelmente funcionou perfeitamente, consegui copiar todos os arquivos, tutoriais e banco de dados, espero que isso aconteça com meus, mais de 200 dvds, que até então se mostraram confiáveis depois de uns 2 a 3 anos. Lembrando que os trato como recém nascidos.
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13 de outubro de 2009, 03:06
hmmm… quem é o maluco por informática que ainda não perdeu algo pra uma mídia durável que não durou nada?
E se a gente passasse a usar cartões micro-perfurados?
__________________________________<- isso aqui é uma linha =)
Caminhando pelas sombras… literalmente.
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13 de outubro de 2009, 10:44
Seria legal se vc escrevesse
“…e nossas lembranças estão perdidas para sempre, como lágrimas na chuva. E sim, já usei essa referência, não seja um replicante. “
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13 de outubro de 2009, 10:51
O jeito é imprimir tudo que possa ser impresso e depois plastificar.
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Overlord @ PoA\RS
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outubro 13th, 2009 @ 11:43
Haja Papel, Chegado!
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13 de outubro de 2009, 12:25
Minha coleção de pr0n foi embora junto com 2 DVDs que simplesmente “trocaram de pele”.
Hoje em dia fica tudo no HD do notebook com backups diários para o PC de casa e semanais em DVDs.
___________________________________________%
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13 de outubro de 2009, 13:50
“…roda durante alguns meses um ataque de força bruta e descobre que minha senha é “vendramini…”"
Testei a sua senha aqui e não funcionou
;-;
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CDs, DVDs nunca mais.
Todo meu bkp é feito em HD e bom já estou rumo ao HD de 1Tb
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In Twitter
“Geek um Estilo de Vida”
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13 de outubro de 2009, 14:04
Eu tenho um HD de 160GB e não ocupo nem metade dele.
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“It rockets through the universe… It fuels the lies and feeds the curse… Believes we could be glorious…”
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13 de outubro de 2009, 14:48
Eu ja falei pro pessoal, tem que investir em cristais ou diamantes.
Gravar bytes dentro de cristais com informacoes armazenadas em qubits é o caminho.
Se da certo nas ficcoes de perry rodan, arthur clake, dentre outros… tem que da certo na vida real
–
Eu cavo, tu cavas, ele cava.
Não é bonito.
Mas é profundo!
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outubro 13th, 2009 @ 18:54
[quote=hamacker]perry rodan[/quote]
Seu velho…
[s]
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13 de outubro de 2009, 17:52
Eu uso o dropbox e estou muito satisfeito, voce nem percebe sinque ele fazendo o upload dos arquivos para os servidores.
Solta tudo na pastinha dropbox e esquece, o dia que precisar o backup da pronto, sem contar que da pra sincronizar computadores, meu mac e PC possuem todas minhas fotos sincronizadas gracas a ele, uma maravilha.
Rodrigo Fante
Front End Developer – London
http://rodrigofante.com
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13 de outubro de 2009, 19:14
Odeio estes artigos… eles me dão medo.
» André Simões
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14 de outubro de 2009, 01:41
Bom, perdi meu hd com todas as minhas fotos e músicas… foi ruim mas me fez perceber que não eram tão úteis. Acho que tá rolando uma supervalorização dos dados, ou esqueceram que vocês são usuários comuns e nao superempresas!
—-
Se for pra usar algo ruim, que pelo menos seja de graça.
Responder