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YouTube pagou US$ 1 bi à indústria musical, e gravadoras querem mais

Por em 3 de fevereiro de 2014

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Que a indústria da música é retrógrada, atrasada e faminta por grana todo mundo sabe. Não é de hoje que as gravadoras vivem pegando no pé de quem quer que seja que possa representar uma redução de seus ganhos, sejam pessoas normais compartilhando clipes e MP3 nos torrents, sejam pessoas subindo vídeos com covers (vide o que aconteceu com o Nick, que tomou três strikes dos representantes da banda Supertramp e teve seu canal do YouTube exterminado) ou mesmo o próprio Google.

Uma última pesquisa realizada pela empresa Tubular Labs revelou que de todos os vídeos hospedados no YouTube, cerca de 38,4% são de vídeo de músicas, todas com direitos autorais. A última confusão que envolveu vloggers de games se deu principalmente porque o Content ID, a ferramenta automática que identifica material com copyright detectou trechos de músicas que reclamantes pequenos, donos de empresas pequenas marcaram suas propriedades e distribuíram flags a torto e direito. Já no caso de gravadoras e grandes redes, a conversa é diretamente com quem tem grana, no caso o Google.

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Canais do YouTube são afetados com novas regras de copyright

Por em 11 de dezembro de 2013

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Que o Google e a indústria de copyright andam de mãos dadas há muito tempo, isso não é novidade. No ano passado ela já havia prometido que sites que promovessem pirataria iriam sumir das buscas. Em 2013 já vimos uma iniciativa da Nintendo em reverter a monetização de vídeos de canais que lucram com seus games, algo que a empresa voltou atrás após um sem número de reclamações. Depois a empresa mirou em bandas cover, seguindo processo da NMPA contra canal que hospeda diversos vídeos de usuários e não estaria repassando os royalties para as gravadoras.

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Indústria do copyright está introduzindo currículo anti-pirataria em escolas primárias da Califórnia

Por em 23 de setembro de 2013

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É um fato que a indústria do copyright odeia qualquer tipo de acesso a material controlado por direitos autorais, mas a verdade é que todos os meios tentados por MPAA, RIAA e seus parceiros de modo a coibir a prática do compartilhamento vem falhando miseravelmente. Ao invés de mesmo que Gabe Newell e o Comedy Central fizeram, combater a pirataria com serviços de qualidade, se concentram em punir os usuários, o que dá a luz a processos no mínimo ridículos.

Agora resolveram mudar a estratégia: as empresas acima citadas em conjunto com os principais provedores de conteúdo dos Estados Unidos estão desenvolvendo um currículo escolar que vai do elementar à sexta série, ensinando às crianças que compartilhar é mais feio que colar na prova.

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Pandora e Pink Floyd trocam farpas sobre royalties

Por em 27 de junho de 2013

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Os três integrantes do Pink Floyd, Nick Mason, Roger Waters e David Gilmour publicaram um manifesto contundente contra o Pandora no USA Today no domingo passado, reclamando que a rádio online está tentando reduzir os royalties dos artistas em até 85%.  A nota é assinada de forma conjunta pelos três músicos do Pink Floyd, mas parece ter sido escrita mesmo por Roger Waters. O tecladista Rick Wright infelizmente morreu em 2008, mas se estivesse vivo, certamente também assinaria.

Este é o primeiro parágrafo do texto, traduzido livremente:

“Grandes músicas inspiram emoções profundas, e empresas e negócios sempre buscaram usar este poder para fazer dinheiro. Não tem nada de errado nisto, todo mundo merece ganhar seu sustento, mas muitas vezes isto leva a um comportamento menos que escrupuloso. O mais recente exemplo é como o Pandora está lutando por uma lei especial no Congresso para cortar os royalties dos músicos, e as táticas que eles estão usando para enganar os artistas para apoiarem este corte injusto no pagamento.”

A nota do Pink Floyd continua dizendo que é uma questão de princípios para a banda que a música deles esteja disponível para todos os fãs por um preço justo, mas que os serviços de música online e mobile devem pagar aos artistas e músicos que criaram o material. Segundo o texto, 90% dos artistas que recebem menos de US$ 5 mil pelas músicas tocadas online. Para completar, o trio disse considerar estranho que o Pandora faça lobby pela lei Internet Radio Fairness Act (IRFA) no Congresso tentando reduzir o valor pago pelos royalties depois de todo o sucesso dos últimos anos, incluindo uma oferta de ações de US$ 235 milhões e o aumento da audiência, que duplicou no mesmo período.

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Piratas Gastam Mais com Música, Cadê seu Deus Agora, RIAA?

Por em 14 de novembro de 2012

Stupid RIAA is Stupid

Eu não vou falar o quanto a RIAA, a toda-poderosa indústria do copyright de música, vive em um universo paralelo, por que o Cardoso já fez isso muito bem. Mas, em se tratando deles, a fonte de piadas prontas é inesgotável.

Uma pesquisa da Universidade de Colúmbia constatou que quem compartilha arquivos gasta 30% mais com música do que quem não.

A RIAA não gostou do resultado e resolveu colocar seu próprio time em campo, que chegou a conclusões deveras divertidas.

Ontem, Joshua Friedlander, vice presidente de pesquisa e análise de estratégias, deu uma declaração de que os piratas certamente não compra mais música por que eles baixam música.

Segundo ele, a explicação é simples: os piratas têm mais interesse em música do que o consumidor comum.

“Na verdade, a comparação é injusta, já que estamos comparando pessoas interessadas em música com aqueles que não tem interesse algum. Claro que quem tem interesse em música compra mais.”

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Forças Ocultas tiram do ar um dos maiores sites educativos da Internet

Por em 31 de janeiro de 2012

O calcanhar de Aquiles dos serviços de troca de arquivos estilo P2P é a organização. A quantidade de arquivos falsos é muito grande, há casos de empresas contratadas por estúdios apenas para semear torrents falsos e enormes, fazendo com que os piratas percam tempo e banda. Usuários espíritos de porco também adoram renomear filmes velhos, apenas para ver seus torrents subirem momentaneamente nas estatísticas.

Serviços que catalogam e classificam conteúdo P2P são essenciais.

Especialmente na área de Pr0n, onde um clique errado e você descobre da pior maneira a diferença entre Lady´n´boys e ladyboys.

Infelizmente a área de material educativo adulto é a mais pirateada. Estima-se que mais de 90% do conteúdo seja ilegal e convenhamos, sujeito tem que ser um tipo especial de loser pra pagar por Pr0n. Mesmo os maiores defensores de direitos autorais não ligam pra material adulto pirateado, o que é uma postura moralista e hipócrita, mas é a realidade.

Para piorar nem mesmo os fãs ligam. Os sites e fóruns vivem sofrendo ataques de seus próprios usuários. O PureTnA, que já foi o maior site de torrents adultos da Internet fechou depois que um invasor apagou todo o conteúdo do banco de dados deles.

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P2P: LimeWire até lutou por ele, mas, em troca, levou um belo chute da RIAA

Por em 8 de novembro de 2010

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Compartilhar arquivos é ilegal?

Não, não adianta a “velha desculpa” de querer fazer backup, daqueles velhos CDs que arranharam, e ‘emprestar’ as músicas ao contato miguxo do instant messenger favorito.

Se tais ficheiros forem algumas das mais de 11 milhões de faixas musicais, distribuídas por uns 400 serviços de distribuição/comércio online que sejam licenciados pelas empresas integrantes da RIAA, tal compartilhamento é pura e simplesmente enquadrado como pirataria.

Tio Laguna, por que só a associação da indústria fonográfica yankee teria direito exclusivo ao controle da distribuição e comércio digital das músicas existentes?

Eu gostaria de ver esse “testamento de Adão” que afastaria qualquer possível futuro concorrente na partilha do ‘bolo musical’…

Foi com esse raciocínio citado que a Lime Wire LLC, uma subsidiária do Lime Group, tomou coragem para abrir um processo contra a RIAA há quatro anos. Ooh La La!

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