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Digital Drops Blog de Brinquedo

No Reino Unido, fazer backup e programas como o iTunes agora são ilegais

Por em 7 de agosto de 2015 - 24 Comentários

backup

Existe uma verdade de que gente velha não entende como a internet funciona. Se esses anciãos ocupam posições de poder e/ou possuem alianças com gente poderosa e cheia da grana, acontecem casos absurdos como o juiz que bloqueou o YouTube no Brasil por causa da Ciccarelli ou, mais recente o caso do Nissim Miojo Ourfali.

A última piada veio do Reino Unido e sem muita surpresa, tem a ver com a indústria do copyright. Lá, a Suprema Corte derrubou uma lei que liberava a cópia de arquivos com direitos autorais para uso individual. Assim, para todos os efeitos o ato de fazer um backup — e programas que facilitam a cópia de arquivos, como o iTunes — estão infringindo a lei.

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emApple e Mac Destaques Software

RIAA quer que BitTorrent bloqueie material com copyright

Por em 6 de agosto de 2015 - 39 Comentários

copyright

A gente já entendeu que a MPAA e a RIAA estão fazendo de tudo para tentar impedir o compartilhamento de material com copyright, seja batendo nos usuários ou nos sites e portais que compartilham material livremente na internet. Ainda assim, sabemos que a maior fonte é mesmo a Locadora; torrent é fácil de usar, prático e dá resultado.

É por isso que a RIAA mudou de estratégia e apontou seus canhões diretamente para o fornecedor da tecnologia: o BitTorrent.

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emWeb 2.0

MPAA está tentando reviver o SOPA à força

Por em 5 de agosto de 2015 - 32 Comentários

stop-sopa

Parece que foi ontem, mas já se passaram mais de três anos: em 2012 a internet virou um campo de batalha por causa do movimento da indústria do copyright, na tentativa de passar leis no congresso norte-americano como a SOPA e a PIPA, e na Europa com a ACTA, de alcance global. Todas elas visavam combater a pirataria com duras medidas, que acabariam por afetar inúmeros sites e mesmo o usuário final, caso sonhasse em consumir algum produto com direitos autorais de forma ilegal.

No fim as três propostas foram arquivadas, mas desde os ataques contra a Sony a discussão voltou à tona. O promotor Jim Hood, presidente da Associação Nacional dos Procuradores-Gerais tem fortes conexões com Hollywood e é um dos principais lobbystas da volta da SOPA, integral ou travestida de outra lei. Ele inclusive escreveu uma carta acusando o Google de ser conivente com a pirataria. Claro, a empresa não gostou nada disso.

Enquanto essa situação não se desenrola, a MPAA continua aprontando das suas. Embora a SOPA esteja morta, isso não os impediu de tentar invocar seus poderes em mais uma ação para tentar destruir um domínio de compartilhamento de conteúdo.

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emCinema Internet

Acabou a farra: Vimeo anuncia controle de Copyright

Por em 23 de maio de 2014 - 12 Comentários

scarjo

O YouTube já foi um lugar legal. Hoje controla direitos autorais com uma fúria stalinista, matando sem dó projetos como o #365 Músicas do Nick Ellis, como se covers gravados em casa com um iPad fossem destruir carreira de bandas estabelecidas. Em outros casos a NASA teve seu canal bloqueado quando uma emissora de TV de Bumfuck, ND alegou violação de copyright, sendo que o vídeo da NASA era o ORIGINAL que a emissora usou numa reportagem.

O melhor mesmo foi quando um vlogger cearense foi intimado a provar que tinha direito a usar uma música da trilha sonora de um vídeo. A música em questão havia sido retirada da página de músicas em domínio público sugeridas pelo YouTube.
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emDestaques Internet Vídeo Web 2.0

YouTube pagou US$ 1 bi à indústria musical, e gravadoras querem mais

Por em 3 de fevereiro de 2014 - 9 Comentários

youtube

Que a indústria da música é retrógrada, atrasada e faminta por grana todo mundo sabe. Não é de hoje que as gravadoras vivem pegando no pé de quem quer que seja que possa representar uma redução de seus ganhos, sejam pessoas normais compartilhando clipes e MP3 nos torrents, sejam pessoas subindo vídeos com covers (vide o que aconteceu com o Nick, que tomou três strikes dos representantes da banda Supertramp e teve seu canal do YouTube exterminado) ou mesmo o próprio Google.

Uma última pesquisa realizada pela empresa Tubular Labs revelou que de todos os vídeos hospedados no YouTube, cerca de 38,4% são de vídeo de músicas, todas com direitos autorais. A última confusão que envolveu vloggers de games se deu principalmente porque o Content ID, a ferramenta automática que identifica material com copyright detectou trechos de músicas que reclamantes pequenos, donos de empresas pequenas marcaram suas propriedades e distribuíram flags a torto e direito. Já no caso de gravadoras e grandes redes, a conversa é diretamente com quem tem grana, no caso o Google.

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emÁudio Google Internet Música Web 2.0

Canais do YouTube são afetados com novas regras de copyright

Por em 11 de dezembro de 2013 - 92 Comentários

youtube

Que o Google e a indústria de copyright andam de mãos dadas há muito tempo, isso não é novidade. No ano passado ela já havia prometido que sites que promovessem pirataria iriam sumir das buscas. Em 2013 já vimos uma iniciativa da Nintendo em reverter a monetização de vídeos de canais que lucram com seus games, algo que a empresa voltou atrás após um sem número de reclamações. Depois a empresa mirou em bandas cover, seguindo processo da NMPA contra canal que hospeda diversos vídeos de usuários e não estaria repassando os royalties para as gravadoras.

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emÁudio Cultura Gamer Google Internet Mundo Estranho Vídeo Web 2.0

Indústria do copyright está introduzindo currículo anti-pirataria em escolas primárias da Califórnia

Por em 23 de setembro de 2013 - 14 Comentários

play-fair

É um fato que a indústria do copyright odeia qualquer tipo de acesso a material controlado por direitos autorais, mas a verdade é que todos os meios tentados por MPAA, RIAA e seus parceiros de modo a coibir a prática do compartilhamento vem falhando miseravelmente. Ao invés de mesmo que Gabe Newell e o Comedy Central fizeram, combater a pirataria com serviços de qualidade, se concentram em punir os usuários, o que dá a luz a processos no mínimo ridículos.

Agora resolveram mudar a estratégia: as empresas acima citadas em conjunto com os principais provedores de conteúdo dos Estados Unidos estão desenvolvendo um currículo escolar que vai do elementar à sexta série, ensinando às crianças que compartilhar é mais feio que colar na prova.

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emInternet Miscelâneas Web 2.0