Google lança o YouTube TV, sua própria operadora de TV por assinatura via internet
mar01

Google lança o YouTube TV, sua própria operadora de TV por assinatura via internet

Google entra no mercado de TV por assinatura com o YouTube TV, seu próprio serviço de streaming de canais com transmissão ao vivo e DVR, por US$ 35/mês.

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HBO considera oferecer serviço Go para todo mundo
set12

HBO considera oferecer serviço Go para todo mundo

HBO estuda a possibilidade de dissociar seu serviço de streaming da assinatura de TV à cabo, como forma de aumentar os rendimentos da emissora

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Nova Apple TV talvez só dê as caras em 2015
jul31

Nova Apple TV talvez só dê as caras em 2015

Não vai ser dessa vez: problemas com operadoras de TV à cabo e acordo Comcast/Time Warner podem jogar lançamento de uma Apple TV remodelada para 2015

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Fox libera streaming das temporadas de Simpsons, mas…
jul22

Fox libera streaming das temporadas de Simpsons, mas…

Simpsons World disponibilizará episódios das 25 temporadas para streaming nos EUa, mas apenas para clientes de TVs por assinatura

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Vamos processar a Anatel?
jan21

Vamos processar a Anatel?

A ANATEL é o órgão que regulamenta e fiscaliza (ou deveria) as telecomunicações no Brasil, mas na prática não é assim que a coisa funciona. Se ela fizesse seu papel com competência, não teríamos conexões de banda larga sofríveis, 3G abaixo da crítica e celulares com tarifas absurdas para uma péssima qualidade de serviço. Isso não é exclusividade da ANATEL, mas vamos nos concentrar nela. A Lei Geral de Telecomunicações diz, em seu Artigo 2o, Inciso I o seguinte:  Art. 2° O Poder Público tem o dever de:         I – garantir, a toda a população, o acesso às telecomunicações, a tarifas e preços razoáveis, em condições adequadas Vamos nos concentrar nesse único Inciso que surge logo no comecinho da lei. Ela diz que o Poder Público deve garantir a toda a população o acesso às Telecomunicações. Segundo o IBGE, mais de 22 milhões de brasileiros não tem acesso a telefone fixo nem celular, o que é bastante gente. Tarifas e preços razoáveis? Só pode ser piada. Telefones a preços exorbitantes andam de mãos dadas com o que em 2011 era a tarifa de celular mais cara do mundo, chegando a custar 10x mais que na China. Exemplo: um Galaxy SIII na Vivo custa R$1.079,00 se você o adquirir atrelado a um plano de R$236,00 por mês, que lhe dá direito a 400 minutos de ligações e acesso ao 3G+ com 3GB de franquia de dados. No fim de um ano, você terá pago R$3.911,00. Em determinadas épocas do ano, você gasta um valor até menor do que esse para voar até Miami*, ficar uns três dias e comprar o aparelho desbloqueado e sem plano por lá. O mais incrível e lamentável: se você aumenta o plano para um com 1.200 minutos a franquia continua em 3GB de dados mas o valor sobe para exorbitantes R$476,00 por mês. E o aparelho? Continua pelo mesmo valor! Nem um mísero Real a mais de desconto. Retirando a franquia de 3GB o valor da conta é reduzido em R$70,00. No plano de 400 minutos isso equivale a R$0,44 por minuto de ligação ou R$0,36 no plano de 1200 minutos. Agora vamos às condições: recebemos em casa péssimos serviços, sejam de TV a cabo, celular ou banda larga. É comum haver residências em uma mesma rua recebendo velocidades diferentes e pagando o mesmo valor pelo serviço por “inviabilidade técnica”. Conexões que entregam menos do que prometem (por conivência da ANATEL), com quedas constantes e equipamentos de péssima qualidade são a rotina do consumidor no Brasil. Resumo: o órgão regulamentador das telecomunicações não garante nem cumpre o que promete em nenhuma das esferas, além...

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Eu só queria TV a Cabo em casa.
dez20

Eu só queria TV a Cabo em casa.

Antes de começar, uma pergunta: você, atualmente, encontra-se satisfeito com seus planos de telefonia (fixo e celular), banda larga, 3G e TV a Cabo? Por satisfeito, entenda-se: contente com o serviço prestado, pagando um preço justo por um produto de qualidade. É pouco provável que alguém esteja 100% satisfeito, independente de quem seja a operadora. A qualidade dos serviços dos prestadores varia absurdamente de região pra região. O 3G da operadora X funciona muito bem no Nordeste, mas quem mora no Sudeste não quer nem ouvir falar no nome da empresa. No Brasil, as empresas falham miseravelmente na prestação dos serviços. Somos inundados com telefonemas, SMS, emails e todo tipo de propaganda invasiva oferecendo maravilhosos serviços e planos. Atletas famosos, modelos, celebridades, todos sorriem e recomendam que você faça parte dos clientes satisfeitos dessas empresas. O duro é achar o cliente satisfeito. Já começa na pré-venda. Desde que cancelei a GVT TV (que ficou seis meses na minha casa, sem funcionar direito desde o dia que foi instalada) procurei outra prestadora, até que decidi pela ClaroTV (antiga Via Embratel). Escolhi o plano no site, me ligaram, tudo nos conformes e a instalação foi agendada. Adivinha se alguém apareceu pra instalar? Marcaram de novo a instalação e ganha um doce quem acertar se instalaram ou não. É uma situação lamentável. Eu quero consumir o produto, mas implorar pra instalarem é demais. Podiam mandar o Jim Carrey, que era um psicopata mas pelo menos instalava a TV bonitinho. Em paralelo ao descaso na pré-venda, recebemos planos muito ruins, com preços extorsivos. Banda larga que não entrega o que promete, sinal de TV fora do ar só de ouvir a previsão do tempo, 3G que só funciona em EDGE (quando funciona) e por aí vai. E ai de quem quiser entrar em contato com o SAC, seja pra cancelar, seja pra agendar uma visita técnica. A título de comparação, nos EUA, a AT&T vende um smartphone por 199$ com contrato de dois anos de fidelidade. E o plano? $70 com VOZ E SMS ILIMITADOS + 4GB de franquia de dados. Imagine você comprando, no Brasil, um smartphone por 199,00 reais, falando e enviando SMS ilimitados e pagando 70,00 por mês. Parece impossível nos próximos 2000 anos. Na Rogers, você contrata TV a Cabo com 61 canais em HD, porrilhões de filmes, dezenas de canais de variedades, séries, esportes e o escambau por $71. No Brasil, planos similares (alguns sequer existem, diga-se) sairiam por pelo menos 500,00 reais sem a mesma qualidade. E o smartphone teria um descontão, baixando pra uns 1000,00 reais numa fatura de algumas centenas de reais por mês. A chamada...

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