Sky, o promissor novo jogo da thatgamecompany
set13

Sky, o promissor novo jogo da thatgamecompany

Temporariamente exclusivos dos aparelhos da Apple, Sky é o novo jogo do mesmo estúdio que nos deu os excelentes Flower e Journey.

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Keynote Apple — nova Apple TV finalmente recebe 4K e HDR
set12

Keynote Apple — nova Apple TV finalmente recebe 4K e HDR

Apple introduz a nova Apple TV, compatível com 4K, HDR e com conteúdo exclusivo; filmes do iTunes em 2160p custarão o mesmo que suas versões em HD, com direito a upgrade gratuito.

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Journey chega ao PS4 no dia 21 de julho, com cross-buy
jul07

Journey chega ao PS4 no dia 21 de julho, com cross-buy

Journey, um dos games mais fantásticos já lançados chegará ao PS4 dia 21 de julho; quem adquiriu a versão de PS3 o receberá de graça

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Se criadores ouvissem Jenova Chen, jogos sociais seriam melhores
abr30

Se criadores ouvissem Jenova Chen, jogos sociais seriam melhores

Criador do Journey critica a maneira como os jogos sociais aproveitam a interação entre as pessoas apenas para que elas possam aumentar suas estatísticas e defende que eles deveriam se preocupar em permitir uma troca emocional.

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Novo jogo da thatgamecompany será destinado a um público maior, diz Jenova Chen
jul02

Novo jogo da thatgamecompany será destinado a um público maior, diz Jenova Chen

Co-fundador da thatgamecompany diz que sucessor de Journey será voltado a uma audiência maior

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Criador do Journey defende interfaces sensíveis ao toque
fev15

Criador do Journey defende interfaces sensíveis ao toque

Mesmo correndo o risco de no futuro me arrepender do que direi, considero Jenova Chen um gênio. Além do game designer merecer todos os elogios por se arriscar na criação de jogos que não se escoram na venda de violência, ele ainda conseguiu fazer com que as experiências propostas em seus título não se tornassem algo maçante e por tudo isso tenho uma enorme admiração por ele e muita curiosidade de saber como será seu próximo projeto. Por enquanto não temos muitas informações sobre o que ele está desenvolvendo, sabendo apenas que será algo lançado para várias plataformas e durante uma entrevista Chen revelou que o game deverá aproveitar a maneira como os sistemas permitem que o usuário joguem através de simples toques. “Neste momento estou de olho nas interfaces sensíveis ao toque. Praticamente todos os novos PCs, celulares, tablets e consoles possuem elas de alguma maneira. O Wii U, por exemplo. Quem sabe o que o Playstation 4 poderá ter? O PS Vita possui e sobre o Xbox 360? Minha mãe veio ao meu laptop e tentou tocar no meu web site porque ela tem usado o iPad. Acho que essa é uma interface mais natural. Ela definitivamente não possui a sensação de um joystick, toda aquela resposta tátil se perde, mas desde que você leve em consideração múltiplas plataformas, o touch parece ser o método mais universal neste momento.” Concordo plenamente com a opinião de Chen e tenho um exemplo sobre isso dentro de casa. Apesar do meu filho não ter muito contato com aparelhos com telas sensíveis ao toque, qualquer celular que ele pega a primeira coisa que faz é colocar o dedo na tela para ver se algo acontece e parece quase instintivo que pessoas com menos experiências com aparelhos eletrônicos tentem fazer o mesmo. Também me chamou a atenção o fato do game designer ter citado consoles, mais precisamente o Playstation 4 e como recentemente alguns rumores surgiram na internet garantindo que o joystick do novo console terá um touchpad, assim como vimos no Vita, talvez Chen saiba mais do que realmente falou. [via...

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Estaria faltando incentivo intelectual nos games?
maio25

Estaria faltando incentivo intelectual nos games?

Além de comprovar que o pessoal da thatgamecompany não era um estúdio-de-um-jogo-só, Journey parece ter despertado o interesse de muitas pessoas em relação a o que seu criador, alguém com tamanha criatividade e senso artístico, pensa sobre os games. Depois de jogar na estrutura do multiplayer a culpa da atitude lamentável de alguns e de dizer que o público do Playstation 3 é mais aberto a games que se aproximam da arte, Jenova Chen dessa vez criticou a maneira como os jogos eletrônicos são incapazes de motivar intelectualmente os adultos. “A minha maior reclamação em relação aos games é que eles não são bons o suficiente para os adultos. Para os adultos gostarem de algo, eles precisam ter um estímulo intelectual, algo relacionado a vida real. Jogar pôquer te ensina a enganar as pessoas e isso é relevante para a vida real. Um headshot com um rifle de precisão não é algo relevante para a vida real. Os games precisam ser relevantes intelectualmente.” Mas antes que alguém diga que Chen está filosofando demais e agindo de menos, ele deixou claro que a busca por um game mais profundo e que traga algo de novo é um dos planos do seus estúdio para o próximo projeto. “Podem os games fazer você e outra pessoa aprenderem um com o outro algo intelectual e relevante? Podem os games fazer você e outro humano experimentarem uma emoção tão profunda que seja capaz de tocar os adultos? Estou trabalhando em tudo isso. Fazendo jogos emocionais e tornando-os intelectualmente relevantes; fazendo jogos onde as pessoas possam se conectar.” Eu discordo de Jenova Chen, principalmente por achar que um dos principais aspectos dos games é justamente nos permitir, seja quando criança ou adulto, assumir o papel de um encanador que tem como inimigos tartarugas, ou então de um exímio lutador de uma arte marcial que nem mesmo conhecíamos, podendo pilotar um caríssimo aviação num perigoso combate futurista ou ainda fazer um gol na final da Copa do Mundo. Acho sim que os games podem e até precisam ganhar mais conteúdo intelectual, mas por favor, não acabem com a fantasia dos jogos eletrônicos, porque sinceramente, não é toda vez que estou com paciência para jogar algo com a complexidade de um Nietzsche. [via...

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Para Jenova Chan, público da Sony é mais aberto a jogos artísticos
maio08

Para Jenova Chan, público da Sony é mais aberto a jogos artísticos

Poucas são as desenvolvedoras que conseguiram aproximar tanto seus jogos da arte como a thatgamecompany. Todas as suas criações foram lançadas para os videogames da Sony e embora uma explicação para isso ter acontecido seja a parceria que o estúdio tinha com a fabricante, para o seu fundador e principal responsável por obras como o Journey e Flower, o sucesso desses games pode estar no público do Playstation 3 ser um pouco diferente do visto em outros consoles. “A Sony tem um gosto mais artístico e voltado para o público adulto. Eles se preocupam sobre como os adultos se sentem em relação aos seus jogos,” declarou Jenova Chen. “O jogador que possui um Playstation 3 é mais suscetível a se interessar por jogos artísticos se comparado a quem possui um Wii ou um Xbox 360.” Jack Buser, diretor sênior da PlayStation Digital Platforms, aproveitou para ganhar um pouco de respeito junto a esta audiência e concordou com o game designer, afirmando que vários dos jogos mais vendidos através da PSN são voltados para um público mais adulto, exigindo que eles pensem e caiam de cabeça na experiência. Talvez olhando no geral ambos estejam corretos, mas eu nunca gostei muito dessa ideia de que o videogame tal é voltado para crianças, enquanto que aquele outro é melhor para adultos, marcianos ou psicopatas. Todos os consoles, independente da geração, possuem jogos para todas as idades, em maiores ou menores quantidades e acho que cabe ao jogador encontrá-los. Sei lá, fica parecendo que alguns querem uma espécie de “segregação” até nos games e acredito que quando a thatgamecompany lançar jogos para outros consoles, eles terão uma grata surpresa, pois jogo bom vende em qualquer plataforma. [via...

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Journey e a mudança de paradigma no multiplayer
abr03

Journey e a mudança de paradigma no multiplayer

De vez em quando eu falo aqui sobre o quanto desprezo o multiplayer competitivo dos jogos, seja por causa da necessidade de nos dedicarmos ferozmente para alcançarmos um nível minimamente aceitável, ou mesmo por causa da maneira como boa parte das pessoas não nos respeitam quando somos jogados numa daquelas arenas virtuais, transformando a experiência em uma representação do que muitos de nós vivemos na escola, por exemplo. Porém, para Jenova Chen, um dos game designers que mais tem se destacado nos últimos anos devido a maneira como tem aproximado suas criações da arte, isso só acontece por causa da maneira como os jogos são pensados. “Nenhum de nós nasceu para ser um babaca. Acredito que muito frequentemente não são os jogadores que são babacas, é o design dos jogos que os tornam imbecis. Se você passa todo dia matando um ao outro, como você se tornará um cara legal? Todos os jogos de console são sobre matar um ao outro. Está vendo? São os nossos jogos que nos tornam babacas.” Quem ainda não jogou o Journey talvez não consiga entender muito bem como um multiplayer pode ser diferente do que vemos num Counter-Strike ou Call of Duty, mas aqueles que tiveram o prazer de viver (sim, porque jogar é pouco para descrevê-lo) a obra de Chen sabe que ele está coberto de razão. Ao lado do Demon’s Souls o título da thatgamecompany é certamente a melhor experiência que já tive online, simplesmente por terem utilizado de maneira brilhante a conexão com a internet e não é por acaso que ambos ilustram muito bem o quão marcante pode ser termos que ajudar uns aos outros, mesmo sem sabermos quem é a pessoa que está do outro lado, mostrando que talvez não tenhamos mesmo nascido para sermos babacas. [via...

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