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Wingardium Leviosa – A Magia da Levitação, via ciência

Por em 2 de janeiro de 2014

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A 3ª Lei de Clarke dita que “Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de magia”. É verdade. Não percebemos isso por ser o nosso dia-a-dia, mas andamos com dispositivos mágicos capazes de acessar boa parte do conhecimento humano, não temos telepatia mas podemos falar com a maior parte dos bilhões de pessoas do planeta apenas digitando alguns números. Voamos, viajamos no espaço e detectamos água em planetas a 1.000 anos-luz de distância. Algo além da magia, se em Star Trek a Enterprise usasse os sensores para identificar um planeta a 1.000 anos-luz de distância os fãs reclamariam da “mentirada”.

Agora temos outra criação científica entrando no campo da magia, a levitação. Não antigravidade, algo que não parece ser possível segundo os modelos atuais, e não usando magnetismo, como aquele pessoal que levita sapos usando ímãs monstruosamente fortes. A tecnologia aqui é muito mais sutil. Usa… som.

Yoichi Ochiai, Takayuki Hoshi e  Jun Rekimoto, da Universidade de Tóquio (você tinha dúvida que esse tipo de tecnologia do futuro vinha do Japão?) desenvolveram um conjunto de transdutores ultrassônicos que forma um ponto focal no espaço tridimensional. Objetos colocados naquele ponto sofrem forças multilaterais e ficam “presos” naquele ponto.

O paper com a descrição da pesquisa e a parte teórica pode ser baixado aqui. É muito interessante de se ler, eu até conheço algumas daquelas palavras. O efeito em si? Assista no vídeo abaixo.
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Beats Electronics compra de volta US$ 265 milhões em ações e se separa da HTC

Por em 27 de setembro de 2013

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Quando a HTC e a Beats Electronics fecharam uma parceria onde a fabricante taiwanesa adquiriu 51% das ações da marca do Dr. Dre por US$ 300 milhões, tornando-se a sócia majoritária da companhia de modo a levar a qualidade dos fones e alto-falantes para seus produtos. A intenção era de um beneficiamento mútuo: a Beats queria crescer e a HTC precisava aumentar o apelo de sua marca, que perdeu o mojo depois que o Google levou a linha Nexus para a Samsung, Asus e LG.

De 2011 para cá o negócio não se mostrou muito vantajoso para a Beats. Ela não aumentou o alcance de sua marca tanto quanto desejava e a situação da HTC não era das melhores. Já em 2012 metade das ações voltaram para as mãos de Dre, o que permitiu sua empresa introduzir seus alto-falantes em aparelhos de outros fabricantes, como o Slate 7 da HP. Mas o pior veio este ano, quando a HTC levou uma senhora bordoada ao ter fechado um acordo com o Facebook para lançar o HTC First, aquele que seria o primeiro smartphone a sair de fábrica com o Facebook Home (lembra dele?): a AT&T o sabotou de forma sistemática, ao passo que nem ser vendido por apenas um dólar adiantou de muita coisa, além de seu lançamento na Europa ter sido adiado indefinidamente (mas a gente sabe que ele foi cancelado). Com isso a marca teve uma redução nos lucros de 83% no segundo trimestre.

Agora os boatos foram confirmados: a empresa de Taiwan anunciou que vai vender de volta à Beats os 25% das ações que ainda detém por US$ 265 milhões. Como não foi revelado o valor do negócio envolvendo a recompra da primeira metade das ações é seguro dizer que a HTC no fim saiu no lucro,mas a Beats saiu como entrou: sem ter crescido muito e ainda perdendo dinheiro no processo.

Há indícios que Dre e cia. já tenham um novo investidor na mira, até porque a Beats está expandido por conta prórpia para lançar produtos para automóveis e um serviço de streaming chamado Daisy, tendo como prováveis parceiros Apple e AT&T. Já a HTC declarou que pretende manter a parceria com a Beats e não esclareceu os motivos da venda das ações.

Fonte: Engadget.

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Alto-falante de gel transparente pode revolucionar mercado de dispositivos de áudio

Por em 2 de setembro de 2013

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Acredite se quiser, isso aí que os pós-doutorados de Harvard Jeong-Yun Sun e Christoph Keplinger estão esticando é um alto-falante completamente funcional. Para quem é fanático por música e fica horas ajustando seus sistemas em busca do ponto de equalização perfeita, a novidade pode agradar e muito, já que os novos acessórios possuem um sistema ativo de cancelamento de som externo, além de serem capazes de produzir um som com muito mais clareza que os falantes atuais.

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Beats quer encerrar a parceria com a HTC

Por em 19 de agosto de 2013

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Há um certo consenso entre os entendidos de áudio que os fones da série Neats by Dr. Dre estão entre os melhores que existem e são razoavelmente acessíveis (ainda que sejam muito caros, não são como os da marca Seinnheiser). Por isso houve um certo frisson quando a Beats Electronics fechou uma parceria com a HTC em 2011, de modo a fornecer sua expertise com exclusividade para seus smartphones. Na época a HTC adquiriu 51% da Beats, se tornando sócia majoritária da empresa.

Entretanto as coisas mudaram de lá para cá. Em 2012 a HTC abriu mão de metade de suas ações, que foram readquiridas pela Beats. Com essa liberdade a Beats lançou seus falantes para outras plataformas, como por exemplo a HP. Tendo visto que é muito mais negócio manter a independência, a empresa agora pretende comprar todas as suas ações de volta e vendê-las a uma outra companhia que seja mais capaz de fazê-la crescer.

Não é uma surpresa tão grande assim. A HTC tomou uma porrada muito forte ao ter abraçado o Facebook Home: o HTC First foi sistematicamente sabotado pela AT&T e nem mesmo ser vendido por um dólar o salvou, além de ter sofrido uma queda nos lucros de 83% no segundo trimestre. Isso aliado ao fato de que a empresa taiwanesa e a Beats não terem chegado a um acordo em questões estratégicas levou a companhia do Dr. Dre a querer pular fora, já que a parceria não vai levá-la a lugar nenhum.

Na minha opinião é uma pena que a HTC esteja em vias de perder um parceiro que é conhecido por seus produtos de qualidade, mas essa situação era quase certa levando em conta a situação pela qual ela passa agora. Já para os fãs da Beats é uma possibilidade de ver mais marcas com os falantes e fones da marca, o que pode ser interessante.

Fonte: Mashable.

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Chupa Predador — conheçam a câmera que vê… sons.

Por em 10 de maio de 2013

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Uma das coisas mais legais do Predador foi o sistema de visão multi-espectral dele. Tão legal que deixou muita gente do Pentágono agitada, memorandos voaram entre departamentos e o DARPA criou óculos semelhantes para forças especiais. Sim, Osama foi morto em Full Technicollor. Só que luz é só parte da equação.

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emHardware

MegaPhone: Amplificador passivo para iPhone, feito à mão.

Por em 25 de agosto de 2011

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Existem traquitanas, umas bacanas e outras nem por isso. E existem as invenções geniais…

Eu sempre fui fã daquelas caixinhas de som super-phodangers capazes de transformar um simples iPod em um som para qualquer festa.

Mas essas caras da EnAndIs elevaram a minha empatia por tais produtos a um nível completamente diferente.

O MegaPhone para iOS é um exemplo do quão boa e bem-vinda pode ser a clareza de boas, realmente boas (e belas) invenções.

Com o formato de um chifre todo estiloso (ou uma corneta, se incomodar) e que cairia bem até na decoração da sala do próprio Óðinn, o MegaPhone é bem curioso não apenas pelo formato inusitado ou pelo potente som que é capaz de amplificar.

Mas também pelo facto de ser um aplificador passivo e não utilizar pilhas, cabos, baterias, nada. Segundo o seu designer, o pitch de venda (meio afrescalhado, concordo) é o seguinte:

“A forma foi desenhada para amplificar e otimizar a melhor saída de som possível do aparelho. O amplificador repousa sobre uma fina estrutura de madeira, permitindo que o objeto possa ‘flutuar’ sobre a mesa. Isso para que a vibração do objeto possa ser aumentada e também para que a emissão do som seja melhorada. É perfeito para se ouvir música do iPhone sem fones de ouvido, para uma áudio-conferência como se a pessoa estivesse falando ao-vivo na mesma sala”.

A peça é feita artesanalmente de cerâmica manipulada e madeira reciclável, todo feito à mão e tem agradado à todos por onde passa, que até ganhou uma Fan Page no Facebook.

Se bem que eu  tenho quase certeza que ele funciona em qualquer outro smartphone, desde que a saída de som seja na parte inferior do aparelho.

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