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GeForce GTX 580: nVidia corre atrás das Radeon HD 6000 com o verdadeiro Fermi?

Por em 18 de novembro de 2010

Imaginemos a seguinte situação: acabamos de fazer aquele generoso investimento por uma nova placa de vídeo no computador desktop.

Ela ficará escondida dentro daquele gabinete metálico, sendo notada apenas quando saciamos o desejo pelos melhores e mais fluidos gráficos tridimensionais que a nova peça permitirá, nos raros novos jogos para PCs.

Laguna_nGaGaGlasses_11nov2010

Como ostentar tal luxo?

Como alimentaremos uma possível admiração alheia por esse investimento sofisticado que, fisicamente, parece ser tão discreto?

Bom, alguns modificam bastante o gabinete a fim de exibir todo o interior do desktop, ao colocar mais furos e janelas: o porém é que tal reforma só parece chamar a atenção dos micreiros e outros entusiastas por casemod.

Mas há uma outra alternativa mais esperta, mais elegante, mais fashion e alinhada com as “tendências da estação”: se a moda é o 3D estereoscópico, por que não entrar nela com muito estilo?

No próximo mês, dezembro (aka final da primavera), a chiquérrima grife italiana Gucci colocará no mercado estilosos óculos compatíveis com o 3D Vision Surround.

Isso mesmo, nada de baratos óculos futuristas vindos de filmes como Tron Legacy: o modelito de módicos US$ 225, dos óculos 3D unissex da Gucci, remete ao estilo retrô dos anos 80 e a armação tem basicamente o mesmo desenho que a diretora criativa Frida Giannini trouxe para a coleção Eyeweb Gucci, no inverno do ano passado.

Todo esse luxo combina com o glamouroso desfile Graphics Fashion 12, dos novos processadores gráficos DirectX 11 da nVidia. E a primeira GPU na tal passarela é ninguém menos que a badalada Top Model GeForce GTX 580:

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Nasce a ‘2ª geração’ de GPUs DX11 da AMD: Radeon HD 6870 e 6850 são postas à prova

Por em 29 de outubro de 2010

Melhorar no que faz daria mais lucro que retalhar as costas dos concorrentes?

Bom, a nVidia já se declarou como uma empresa de software, foi suspeita de “incentivar financeiramente” desenvolvedores de software a utilizarem o PhysX e parece A-D-O-R-A-R uma ‘treta’ com a Intel.

Laguna_AMDRadeonGPU_26out2010

Enquanto isso, a ATi completava o processo de integração com a AMD e fazia a despedida da marca com “chave de ouro”, ao deixar disponível no varejo toda a sua primeira geração de GPUs DirectX 11 (Evergreen, a série Radeon HD 5000) em placas de vídeo de diversas faixas de preço e desempenho.

A série Radeon HD 5000 mostrou-se excelente do ponto de vista do custo benefício e, com isso, a ATi obteve, pela primeira vez em sua história, a liderança no mercado de processadores gráficos dedicados: no segundo trimestre de 2010, a divisão de processadores gráficos da AMD obteve 51,1 % do mercado, ante 48,8 % da nVidia e 0,1 % da Matrox.

Quando incluímos os processadores gráficos integrados (IGP, akavídeo onboard’) na conta, o mercado ficou distribuído assim: a Intel é líder com 54,3 % dos computadores vendidos e infestados pelas GMAs; a AMD logo atrás com 24,5 % do mercado e a nVidia com 19,8 %.

Óbvio que a nVidia não deixaria isso barato, afinal fez da ‘GeForce’ um reconhecido sinônimo de placa aceleradora 3D entre leigos: a empresa tratou de lançar a décima-primeira série de suas GPUs (GeForce GTX 400) o mais rápido que pôde. Resultado: os três primeiros processadores gráficos não obtiveram bom desempenho por watt. Para contornar o desastre em potencial, a empresa refez a estrutura dos Gráficos Fermi para obter melhores resultados no segmento mid-end.

E quem foi que disse que a AMD+ATi deixaria a pobre nVidia em paz?

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