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Coisas do Brasil: Gradiente inicia hoje pré-venda do seu Iphone C600; Vivo joga preço de iPhones na estratosfera

Por em 22 de novembro de 2013

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First things first: os capítulos anteriores envolvendo Apple e Gradiente se encontram aqui, na ordem – [1][2][3][4][5][6][7][8] e [9].

Aproveitando que os novos iPhones 5s e 5c finalmente chegaram ao Brasil mais caros do que qualquer um poderia imaginar, a Gradiente muito espertamente aproveitou que ninguém lembrou que ela havia prometido o lançamento de seu Iphone C600 para outubro e iniciou sua pré-venda no mesmo dia de seu concorrente, com quem ela está em pé-de-guerra pelo direito da marca “iphone”.

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A novela continua: Gradiente recusa acordo com Apple e anuncia Iphone C600

Por em 29 de julho de 2013

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Para quem não acompanhou os capítulos anteriores dessa pantomina, estes são os links para as notícias relacionadas, em ordem cronológica: [1][2][3],[4][5][6] e [7].

Após alguns meses onde não se ouviram novidades, agora chega a informação de que não houve acordo: a Apple ensaiou uma aproximação com a IGB Eletrônica (proprietária da marca Gradiente) de modo a conseguir comprar o direito de uso na marca “iphone” no Brasil para produtos eletrônicos; segundo a permissão que ela possui, ela só pode utilizar o nome em artigos de vestuário, calçados e chapelaria (eu sei, não faz sentido). Entretanto a Gradiente por fim bateu o pé e levará o processo adiante.

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Gradiente tem marca “iphone” bloqueada, que pode ir a leilão. Motivo? Quase um milhão deles [UPDATE]

Por em 24 de abril de 2013

Pague o aluguel! Quer dizer, a dívida!

Vamos ser rápidos para não perder tempo: os links relativos à história inteira estão aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e por fim, aqui também.

No capítulo anterior vimos que Apple e Gradiente haviam entrado num acordo para encerrar os processo mútuos que mantinham uma contra a outra na disputa pela marca “iphone”, que a Gradiente registrou há muitos anos atrás e numa jogada esperta, lançou um produto antes de perder o registro e processou a maçã para arrancar dinheiro. Se é certo ou não o que ela fez são outros quinhentos, já que quem detém a marca tem direito a negociá-la.

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Final feliz? Apple e Gradiente ensaiam acordo pela marca “iphone”

Por em 11 de março de 2013

Trégua?

Lembram da pendenga Apple vs. Gradiente pela disputa do nome iPhone? O Meio Bit vem cobrindo o caso da “kibada do século” (copyright 2012 Cardoso, all rights reserved) desde o início, e você pode rever o desenrolar dessa pantomina aqui, aqui, aqui, aqui e finalmente aqui também.

Parece que as coisas estão caminhando para o fim, e pelo menos uma das partes envolvidas vai sair lucrando (muito) nessa história: tanto a Apple quanto a IGB Eletrônica (antiga Gradiente) suspenderam ação judicial pela disputa da marca “iphone” por 30 dias, de modo a chegar a uma solução amigável. Ambas assinaram o pedido de trégua no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro no fim de fevereiro.

De acordo com uma fonte ligada ao processo, ambas empresas devem resolver o problema numa negociação extrajudicial, ou seja: a Apple vai desenbolsar uma grana bem alta (troco de pinga pra Cupertino, é verdade, mas a ideia era não pagar um tostão sequer) para continuar usando o nome, tal como fizeram com a Cisco e a Proview anteriormente (a primeira com razão, a segunda foi sacana mesmo).

No fim das contas é triste ver uma empresa outrora importante como a Gradiente, que inclusive foi representante oficial da Nintendo no Brasil, ter se reduzido a uma mera patent troll. Não importa se a patente é antiga ou não, ela não tinha produto nenhum com a marca e lançou o G Gradiente iphone no limiar de perder o registro. Se isso não é ser mal intencionado não sei mais o que é.

Fonte: Veja na Folha.

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Gradiente reconhece: “meu iPhone não é tão bom quanto o da Apple, mas compre assim mesmo”

Por em 27 de dezembro de 2012

Ao falarmos sobre emissoras de televisão que transmitem gratuitamente sua programação e, em teoria, vivem de publicidade, é consenso que no Brasil temos a Rede Globo e o resto: as outras emissoras de TV aberta simplesmente disputam migalhas da audiência não coberta pela maior rede de televisão deste país. Há momentos em que as outras emissoras simplesmente reconhecem que não podem concorrer contra a “Vênus Platinada”: o SBT, na época em que era vice-líder de audiência, já tentou concorrer contra os filmes da Globo ao propagandear que exibiria produções de gêneros bem distintos dos filmes exibidos pela emissora da Máfia, digo família Marinho.

Inclusive o tio Laguna lembra que quando o terceiro filme da franquia Rambo chegou aos cinemas brasileiros, Globo e SBT iriam exibir os filmes anteriores no mesmo dia e horário. Entretanto, quando chegou o tão anunciado momento, o sensato dono do SBT, Silvio Santos, anunciou pessoalmente na TV que o primeiro Rambo seria exibido num outro dia e colocou qualquer coisa para concorrer contra o segundo Rambo, exibido na Globo. Utilizando-se de um raciocínio parecido, a Gradiente tenta explicar a confusão, que envolve a marca iPhone no Brasil, num vídeo no mínimo bizarro:

A bela voz feminina explica que “iPhone” é uma palavra criada pela empresa brasileira e que seria resultado da junção de internet e telefone, mas o mais gozado é ver a Gradiente enaltecendo o produto da Apple ao dizer que os verdadeiros iPhones teriam maior velocidade e melhor resolução que os celulares Android que ela venderá sob tal marca mundialmente famosa. Sim, a empresa brasileira reconhece claramente que o produto que venderá é inferior.

Não basta o Brasil ser o país do coitadismo, dos ativistas políticos bundões e dos gafanhotos digitais, também somos o país onde o iPhone nacional usa 2 chips SIM e roda Android. Ao menos os chineses kibam as coisas em silêncio. Ou quase isso.

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