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Digital Drops Blog de Brinquedo

FaceBuffy, o smartphone caça-vampiros

Por em 23 de novembro de 2011

Quando o assunto é competir entre quem lidera, as grandes marcas da tecnologia precisam querer algo além de apenas o apelo e a empatia dos consumidores.

Para que o lançamento do próximo gadget acerte na veia, o seu sucesso não depende unicamente daquilo que pode mais inovar, agradar ou facilitar a sua vida, mas também do sangue do concorrente escorrendo ou jorrando (de preferência) pelo ralo ao lado. Ou seja: boas idéias, trabalho e sorte. Um pouco de ajuda sobrenatural não mata ninguém..

Em um golpe que, ao meu ver, de tão irônico chega a ter um discurso óbvio (e deliciosamente engraçado) o Facebook vai revelando aos poucos que no armário de Zuckerberg tem bem mais que apenas pom-pons vários volumes de programação e uma foto autografada pelo Pink & Cérebro.

Há bom humor também na vida do menino-que-não-pisca, além do bom e velho plano para dominar Webhalla. Especialmente agora que a vaga está vazia e Tim Cook não é o “cara”.

O AllThingsD publicou uma declaração do Facebook de que a caça aos chupadores de hemáceas está aberta e que eles estão a trabalhar com a HTC na fabricação de um genuíno smartphone do clã dos Zuckerbergs, o Buffy.

Seria esse o estopim para uma guerra mais declarada e menos descarada entre as grandes redes de lycans como o Facebook, os vampiros como o G+, Twitter e Yahoo, e Crepusculinhos como Instagram, MySpace, LinkedIn, Hi5 e Badoo?

Não é a primeira vez que Zuck acusa o Google de estar contruindo o “seu pequeno Facebook” às suas custas.

Tudo bem querer dominar o mundo e tudo mais, mas a essa altura do game cujo foco é o mobile, criar um smartphone que evoca a sagrada figura de Kristy Swanson não pode passar batido, certo?

O caça-Edwards rodará uma versão modificada do Android e o CTO do Facebook, Bret Taylor, garante que além de poder ser utilizado em plena luz do dia, será um smartphone único e totalmente integrado ao clã da rede social.

Provavelmente porque o cartão de acesso da HTC (Taiwan) ao portal de Hellmouth para o inferno é o único que ainda está vigente, por pouco, o Buffy não seria fabricado pela Samsung. Parcerias com demônios Coreanos não devem estar muito na moda…

Um porta-voz do Facebook disse oficialmente ao AllThingsD que “a estratégia é simples: Pensamos que todo dispositivo portátil é melhor quando é profundamente social. Estamos trabalhando em toda a indústria, com operadoras, fabricantes de hardware, provedores de OS e desenvolvedores para que possamos trazer ao mercado experiências sociais mais poderosas para pessoas em todo o mundo”.

Com uma base inicial de +350 milhões de usuários mobile, o Facebook até pode se dar ao luxo de empreitar nesse tipo de experimento onde mexe com os cramulhões do coisa-ruim.

A tentativa, entretanto, declara abertamente que o discurso de Zuckerberg sobre o Facebook ser apenas um desenvolvedor de ambientes para todas as outras plataformas, de não querer botar a mão em hardware e de que não compete diretamente com ninguém é pura mandinga.

Especialmente agora, em uma época em que o Android não é mais apenas números inflados de vendas e o WP7 começa a mostrar as garras.

Para quem não sabe, a Microkia é na verdade uma mutação bem-sucedida entre a Microsoft (o Nosferatu big-ass da indústria) e a Nokia (ex-Elvira do quasi-extinto Império Negro dos Dumbphones). Se você puder aguentar, essa é a verdade. A propósito, o nome verdadeiro da Oracle é Tom Marvolo Riddle.

Quanto ao Buffy, eu só acho que vale a pena comprar um se a Kate Beckinsale fosse a garota propaganda ou se ela falasse tudo de voz do aparelho, numa versão Selena de um Siri que preste realmente para algo. Tipo, Siririna?

Até porque, pelas minhas contas, a Sarah Michelle Gellar tem 34 e ainda é muito MILF, mas já que é para achar que esculachar é dar um upgrade…

O FaceBuffy é esperado nas primeiras luas-cheias de daqui a 12-18 meses.

emCelular Meio Bit Mobile

Skype anuncia vídeo-chamada do Facebook integrada ao beta

Por em 17 de novembro de 2011

A Skype anunciou hoje uma versão beta para Windows e Mac que possibilitará o usuário fazer e receber vídeo-chamadas integradas ao mesmo serviço oferecido pelo Facebook.

O adicional é gratuito e expande um pouco mais publicamente a parceria firmada entre as empresas, que já existe um pouco mais discretamente há algum tempo.

Desde Julho os usuários do Facebook tem podido utilizar suas webcams para vídeo-chamadas via Skype diretamente a partir do website da rede. Da mesma maneira, também tem sido possível usar a função de chat com usuários do Facebook através do aplicativo do Skype, embora sem vídeo.

Jonathan Rosenberg, CTS da Skype, diz que a empresa está pronta para auxiliar milhões de pessoas a se comunicarem de maneira mais simples e rápida, particularmente através de vídeo-chamadas.

“Trabalhar em conjunto com o Facebook tem realmente nos levado um passo mais próximo dessa meta” — diz Rosenberg.

O resultado do mix combina oficialmente, mesmo que ainda em beta (comumente honestos e bem arredondados) os 170 milhões de usuários do Skype com os mais de 800 milhões de membros do Facebook.

Todos sabem que a Microsoft comprou o Skype com US$ 8.5 bilhões nesse ano, embora não tantas pessoas saibam que a empresa também é dona de um pequeno recorte de ações do Facebook.

Enfim, boas notícias, sem mimimis de segurança e outros hatings, finalmente unindo dois serviços que certamente um bom número de pessoas ao menos os imaginavam conversando.

Nada como ver a Microsoft arregaçando as mangas, como nos velhos tempos…

emÁudio Vídeo Fotografia Mobile

Siris em processo de virarem Caranguejos. Nunca Lagostas. Nunca serão!

Por em 15 de novembro de 2011

Nem eu imaginava que havia tanta gente trabalhando para que o Siri virasse caranguejasse para outras plataformas.

Os incansáveis da Applidium conseguiram crackear o coding dos controles de autenticação que fazem com que o Siri rode apenas no iPhone 4S. Para mostrar que não estão de brincadeira, liberaram no mesmo instante um conjunto de ferramentas para que outros desenvolvedores pudessem fuçar nas suas descobertas.

Não estou aqui para julgar o quão eficaz ou idiota é a abordagem da Apple em trancar o Siri dentro do último smartphone da linha; nem tampouco para levantar discussões sobre como a sua própria contra-cultura de canibalizar prévios lançamentos consegue, incrivelmente, tamanho apelo na insanidade alheia e números de venda obeso-mórbidos mundo afora. Siriously! Longe de mim.

Com isso fora do argumento, ter descoberto pela persistência alheia que na verdade a principal ferramenta de autenticação – e também de conversão do aúdio – junto aos próprios servidores da empresa é uma ferramenta open-source, o Speex Codec, é de se fazer pensar um pouco.

Crabs

Compra-se o Siri por milhões. Materializa-o via muito código aberto. Blinda-se tudo com licenciamentos e patentes. Faz-se mais milhões ainda. Genial? Nem por isso? A Amazon comprou agorinha um concorrente (não melhor que o Siri) para entrar no jogo. continue lendo

emMeio Bit Mobile

Livestand. Novo app de Notícias da Yahoo!

Por em 3 de novembro de 2011

Screen2

A empresa Yahoo! tem grande parte do seu recorte de negócio através do mercado de notícias. Apesar de uma infra-estrutura para a busca de primeira, competir com o Google nunca foi uma tarefa das mais fáceis. O mingau mensal da empresa é feito à base pura e simples de veicular informação através de contratos com publicadores e o redirecionamento da notícia pela interweb — e claro, o Flickr.

Essa semana a Yahoo! disponibiliza seu novo aplicativo para portáteis, o LiveStand. Desenvolvido totalmente a partir da tecnologia HTML5, o projeto é bastante redondo e oferece algumas inovações, tanto no visual como em funções também.

Inicialmente, apenas a versão para iOS (iPad) pode ser baixada na Apple Store norte-americana. Para os outros países e aparelhos a rodar Androids, a empresa promete uma espera não superior a alguns dias a mais.

Em um cenário totalmente saturado, acho que a Yahoo! até que conseguiu responder à competição atual diante de projetos como o Flipboard, Pulse e outros. continue lendo

emMeio Bit Mobile

Prato do dia: Siri hackeado.

Por em 2 de novembro de 2011

Como todo bom e velho lançamento da Apple, além de rituais de mortificação corporal em meio às filas intermináveis Apple Stores afora, a empresa dificilmente dá a benção sem uma pequena penitência.

Como um dos principais fatores para justificar a migração para o iPhone 4S, a Apple apostou todas as suas hóstias em sua mais recente aquisição (ó, o Siri) e provocou o mesmo ruído inquieto de sempre.

O iPhone 4S tem lá as suas atualizações, tal como a nova câmera de 8mp. que minimamente se adequou aos outros smartphones high-end do mercado e também um processador novinho, o A5 (do iPad2) fabricado por seu principal concorrente, a Samsung.

Como fazer para que milhões de fiéis que acabaram de comprar seus iPhones 4 desembolsem uma nova quantia e meio que voluntariamente concordem em trocar 6 por ½ dúzia?

Que tal um ‘assistente virtual’ que dá respostas engraçadinhas para perguntas quasi-práticas? Se você faz o tipo que fala com seu celular na rua em voz alta, então foi arrebatado pelo brinquedo bonitinho.

Mas alguns donos de iPhone são como bucéfalos determinados, não tão facilmente domáveis. Um grande recorte de clientes reclamou e muito das justificativas nada convicentes da Apple para não liberar o Siri para o resto da linha.

A lenga-lenga fora desde que os processadores anteriores não suportariam o Siri (pôxa, quer dizer que o A4 é tão ruim assim? Até ontem era a coisa mais phodanger que existia…), que haveriam problemas de performance, de bateria, de disenteria… etc.

Tudo lero-lero. Steve Troughton-Smith, um hacker irlandês que atualmente mora em São Francisco (EUA) e seu amigo Grant Paul acabaram dando um jeito de fazer com que os servidores da Apple — todos bem treinadinhos para executar o Siri apenas em iPhones 4S — se confundissem e passassem a pensar que até um iPod Touch 4G roda com o A5, não guageja e nem morre de fome quando tira da solidão milhares de Fanboyants pelo mundo.

Aliás, há gente trabalhando para que até o iPhone 3G funcione, ora veja só. A funcionalidade foi totalmente portada para o iPhone 4 e o iPod Touch 4G, assim como 100% da UI utilizada pelo Siri, os tokens de autenticação e parte do código da versão que roda nativa no iPhone 4S.

Há quem diga que é uma pena o hack ter chegado imediatamente antes da Apple ter vendido logo de cara mais de 4 milhões de unidades, apenas nos primeiros três dias (sendo que mais de 1 milhão de iPhones 4S foram vendidos já nas primeiras 24hs, sem contar algumas pré-reservas). Que pena para você não é early-adopter?

O próprio Troughton-Smith diz que não pretende colocar o hack à venda no Cydia e outros inferninhos e promete liberar geral assim que se certificar que vai servir o Siri de bandeja no iPhone 3GS.

Quando questionado sobre como ele conseguiu o feito, o humirde Troughton-Smith disse que não perdeu mais do que 10 minutos para os noves-fora e assim fazer os primeiros testes em seu iPhone 4.

Nos vídeos abaixo, Troughton-Smith mostra o funcionamento do Siri no iPhone 4 e também em um iPod Touch 4ª geração.:

Iphone 4:

iPod Touch 4G:

Fonte: Int’l Business Times

 

emMeio Bit Mobile

Anonymous anuncia ataque a Fox News em 5 de Novembro: Operação Fox Hunt

Por em 27 de outubro de 2011

“May the Hunt Begin”

Assim assinou uma ameaça publicada pelo grupo Anon no YouTube no dia 22 de Outubro.

Irritados com a cobertura tendenciosa da emissora, o Anonymous parece estar determinado a levar à cabo a operação “fox hunt” e cumprir com o ataque na data prometida.

Diversos meios de comunicação, concorrentes diretos ou não da Fox, tem re-publicado o vídeo aos quatro cantos e acabam ajudando a criar ruído.

Segundo o Anon, o ataque “servirá de exemplo para toda a mídia corporativa“.

O Gawker, ironizando, disse que o ataque é uma idéia idiota, e que

“…por pior que seja (a FN), a melhor maneira para atacar a Fox News é apenas assistir a quaisquer cinco minutos da palhaçada em programas como “Redeye” e “Fox and Friends”, encontrar um momento particularmente estúpido e, em seguida, escrever um post em um blog ​​ridicularizando o conteúdo.”

Coisas como o que disse Megyn Kelly (âncora de um dos jornais) sobre uma das manifestantes ter “exagerado” em sua reação ao ter sido dominada com uma dose violenta de spray de pimenta parecem ter sido a gota d’agua.

Segundo o Anon, a Fox News tem procurado ridicularizar individualmente os ocupantes do protesto #OccupyWallStreet e ganhou o ódio imediato de muitos.

A justificativa é que o protesto, fundamentalmente, é feito por uma entidade global representada pelo povo — o mesmo caráter não-individual que constitui a base da ideologia ativista do Anonymous em si.

A tentativa de desmembrar essa ‘entidade’ expondo individualmente pessoas que decidiram unir-se ao protesto é o que mais enfezou o grupo. E noves fora, sabemos como a indústria corporativa de notícias pode jogar sujo para desencorajar e intimidar quem vai contra. Por aqui também não é muito diferente não…

A questão do modo como a cobertura da mídia tem cobrido os protestos tem sido o epicentro de calorosos debates em todo o mundo, especialmente nos EUA.

O dia 5/11 será movimentado, pois também é a data que o Anonymous determinou para o “Operation Cash Back”, data em que todos os manifestantes do Occupy Wall Street devem encerrar suas contas bancárias, colocando seu dinheiro em cooperativas de crédito, conforme noticiou o Dot Daily.

fonte

emInternet Meio Bit

LibreOffice em tablets iOS e Android. Mas calma, não é para agora agora…

Por em 24 de outubro de 2011

Iosandroidlibre

O nome Tor Lillqvist lembra alguém para você? Se você alguma vez já usou o GIMP no lugar do Photoshop, ele é o cara a agradecer. Tor é o programador que portou o GIMP para o Windows e acabou contratado da Novell para fazer o mesmo com o Evolution.

O que ele tem a ver com o titulo do post? A Document Foundation – do LibreOffice – anunciou sua intenção de levar todo o seu projeto para as plataformas iOS e Android por meio do trabalho voluntario e de alto nível de Lillqvist.

“O objetivo é levar o LibreOffice para iPads e tablets Android e posteriormente até em aparelhos menores” — DF.

Mesmo sendo necessário mexer em toda a UI – e ainda há uma boa dose de trabalho pela frente com todos os tweaks necessários – a Document Foundation é talvez a única organização a pensar em um suíte global para tablets. A Apple lançou o iWork para iPad, claro, apenas para a sua plataforma, portanto não entraria nesse molho.

Aliás, uma das grandes reclamações dos usuários de tablets hoje, inclusive grande parte daquela que compõe o paradigma de que os tablets ainda não estão prontos para substituir os laptops, é justamente essa. A de que não se pode produzir em pads com a mesma qualidade.

Com o tempo, isso certamente mudará. Afinal de contas, quem não gostaria de um tablet e OS mobile que realmente dessem conta do recado, podendo-se assim abandonar de vez máquinas grandes sem comprometimento da produtividade? Mas essa hora ainda chega, inevitavelmente…

Todo o código do LibreOffice já está compilado, não tão quase-quase à disposição para o trabalho, mas a DF informou que o primeiro lote deve estar disponível em algum momento do final de 2012 ou início de 2013. A partir daí a disponibilização de alphas e betas deve ocorrer com mais velocidade.

Não é nada para fazer com que todos já saiam pulando de alegria, mas são de fato boas novas. O LibreOffice é uma opção gratuita ao Microsoft Office e segundo a DF, aproximadamente 500 mil usuários do OpenOffice migraram para a sua versão no último ano.

O que você achou?

E na sua opinião, para onde vai o form-factor do tablet nos próximos dois anos?

emComputação móvel Mobile