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A Globo não curte mais o Facebook… Magoei. :(

Por em 11 de abril de 2013

Alheia ou indefesa ao crescimento do Facebook, as organizações Globo decidiram executar uma manobra um tanto polêmica. Todas postagens para conteúdos do G1, O Globo ou Editora Globo não poderão mais conter links ou deeplinks.

Deeplink, no jargão dos mercenários da internet, é um link que direciona um usuário para dentro de um site e não para uma capa geral ou de categoria. Para os usuários dos serviços da empresa, ficará um pouco mais trabalhoso acessar o conteúdo, visto que terão de buscar a página do veículo e então buscar a notícia.

Veja o impacto disso nas publicações da revista Época:

epoca-sem-links

Quer ver o post? Veja lá no perfil da revista no Facebook e tente procurar depois no portal.

Tipo assim, é algo que o Meio Bit jamais faria sem um pedido direto da Luciana Vendramini. E não por mais do que 1 dia, a não ser que ela venha pelada e traga cerveja. Aí pode ser que aguentemos 2 dias sem postar links onde quer que seja.

Bom, voltando à Globo, há algumas explicações para essa manobra:
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emInternet Propaganda & Marketing Publicidade Web 2.0

Você não precisa de um case para seu telefone

Por em 25 de setembro de 2012

Ao contrário do que tentam convencer você e o mundo, seu telefone não precisa de um case para proteção. Adicione alguns palavrões, piadas sobre sofá e você tem um artigo postado por um dos editores do Gizmodo US.

Embora seja apenas mais uma diatribe virulenta típica de um blog de tecnologia, ou seja, apenas mais um dia na internet, há algumas verdades no meio de tantos f*cking e sh*t. A maior verdade é que 90% dos acessórios dos smartphones do mundo são puramente estéticos e, pior ainda, feios bagarai.

Voltando um pouco ao que disse o nosso amigo Jesus (sim, esse é o nome do autor do artigo), haveria 3 motivos para colocar um case no seu iPhone 5. Sim, na cabeça dele só existe 1 aparelho digno de fazer parte de sua diatribe. Mas o argumento vale para todos os aparelhos.

Motivo 1: cases não protegem a tela

Maior parte dos cases não envolvem uma proteção de fato à tela, pois nada protege de fato da queda em um piso irregular.

Embora as beiradas um pouco mais altas de maior pare dos cases efetivamente protejam a tela quando o aparelho é colocado em uma superfície lisa, como uma mesa, eles são incapazes de proteger de uma bala.

Sem utilidade nenhuma no Rio de Janeiro ou na Síria

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emAcessórios Artigo Meio Bit Mobile

Site ajuda a escolher o que dar de presente

Por em 23 de novembro de 2011

Integrando dados de redes sociais com 400 mil itens publicados em lojas online, o site Oqdar.com se propõe a facilitar a vida de todas as pessoas que não gostam de chegar num aniversário de mãos abanando. O conceito é simples. Os interesses registrados no Facebook são usados como base para indicar produtos que provavelmente agradariam ao felizardo em questão.

Para executar o processo basta que presenteador e presenteado tenham contas no Facebook. E quanto mais interesses o felizardo tiver, mais eficiente fica a busca. Por outro lado, ao testar o sistema, vi que muitas pessoas com interesses comuns (como por exemplo “Heineken”) recebiam a mesma sugestão de presente, um caríssimo cooler da marca à venda no Submarino. Para piorar, veja a sugestão ao lado do cooler.

Ok, o sistema ainda não é perfeito.

O site é um dos primeiros produtos da aceleradora carioca Polo Marte, sob o comando do ex-gerente de produto da Globo Marcelo Gluz. Ao contrário de outras iniciativas no estilo, a Polo Marte é focada no uso de tecnologias e conceitos para desenvolver produtos com uma experiência ou funcionalidade diferenciada. Nesse sentido Oqdar é um bom exemplo.

Não é originalíssimo, mas parece bem executado. continue lendo

emMeio Bit Propaganda & Marketing

Agora é oficial: o futuro da Nokia é disputar mercado com Xing-Ling S/A

Por em 26 de outubro de 2011

Hoje aconteceu em Londres o Nokia World, o equivalente finlandês aquele evento em que as ações da Apple sobem praticamente sem explicação. Lá, a empresa mostrou seus novos celulares com Windows Phone 7 que prometem brigar com iPhones e Androids mundo afora, algum blá-blá-blá, provas de que poucos gostam mesmo de Symbian e, por fim, a nova linha de smartphones light, chamada Asha.

Como é?

Neste artigo falamos um pouco sobre a estratégia da Nokia em focar no mercado de entrada, com aparelhos robustos, baratos e funcionais, e nos celulares que não são smartphones, um espaço hoje ocupado quase que inteiramente por aparelhos Xing Ling. E pela própria Nokia.

Asha 303 roda Angry Birds. Agora vai!

Cá entre nós, a linha Asha, que segundo a Nokia quer dizer “Esperança” em hindu, parece ser bem bacana, com uma oferta de hardwares minimamente decentes, alguns melhores do que meu N97, mas todos rodando a versão burrofone do Symbian, também chamada de S40.

Nas palavras da Nokia:

A Nokia segue trabalhando em sua missão de levar muita qualidade, integração com redes sociais e estilo para produtos que tragam um bom custo-benefício ao consumidor, na estratégia de conectar o próximo bilhão de usuários à internet. Esses clientes querem produtos com inovações como entradas para dois chips, serviços localizados e conteúdo, além de baixar aplicativos, tudo isso com uma experiência que só os celulares da Nokia conseguem passar.

Fato: a esperança hindu tem várias cores

Dentro do conceito da Nokia, smartphone light é todo aquele que não está rodando um OS de smartphone, mas com algumas funções de smartphone. Ou seja, é mais ou menos como água levemente gaseificada. Faz o mesmo que água, custa como refrigerante e seu nome não tem significado nenhum.

Por outro lado é fácil ver um mercado imenso a ser explorado.

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Lucros da Amazon caem devido às altas vendas do Kindle Fire (WTF?)

Por em 26 de outubro de 2011

A maior empresa de comércio eletrônico do mundo anunciou esta semana que seus lucros no último trimestre caíram 73% em relação ao mesmo período do ano anterior. Como o faturamento da empresa cresceu muito no período, a queda abrupta mostra o esforço da empresa para entrar em um novo mercado.

Fire coloca fogo no dinheiro dos acionistas

O alvo do esforço é um certo iPad e a munição chama-se Fire. No primeiro dia o tablet amazonense vendeu 95 mil unidades, uma quantidade astronômica comparada com os 200 mil tablets vendidos no Brasil em todo o primeiro semestre deste ano, e agora a empresa precisa correr para atender à demanda. Ou seja, precisa investir pesado.

A Amazon faturou US$ 10,9 bilhões no terceiro trimestre de 2011. Neste mesmo período do ano passado o faturamento foi de US$ 7,56 bi. Para se ter uma ideia, a B2W, maior companhia de varejo online do Brasil faturou no 2º trimestre de 2011 R$ 2 bilhões.

Com informações da própria empresa

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Novidade: usuários de tablet também não querem pagar por conteúdo online

Por em 26 de outubro de 2011

Uma pesquisa divulgada essa semana sobre o hábito de usuários de tablets norte-americanos é uma espécie de balde de água fria em quem esperava cobrar por acesso a conteúdo nesses computadores sem teclado. E não era pouca gente que acreditava nisso. Pior. Pesquisas mais antigas apontavam nesta possibilidade.

O que eles não contavam é que com a popularização do suporte, pessoas pouco dispostas a pagar para ler notícias (err, nós) passariam a dividir espaço com os endinheirados early-adopters (leia-se macfags e hipsters em geral). Hoje a coisa anda tão popular que 11% dos adultos norte-americanos possuem um tablete para chamar de seu.

A coisa toda fica ainda mais patética para quem torcia por um novo mercado quando a pesquisa fala que o segundo uso mais popular dos tablets é para ler notícias. O primeiro é navegar na internet.

Ou seja, mais de metade das pessoas usa o aparelho para ler notícias, mas não aceita pagar por isso. Pior ainda (sim, fica ainda pior). Esses mesmos usuários declararam que lêem mais notícias no seu não-computador sem teclado do que leria em outros dispositivos.

O problema para quem quer cobrar por conteúdo na verdade não é a pouca disposição das pessoas desembolsarem, mas a absurda oferta de conteúdo de qualidade ofercido gratuitamente. Grátis é um preço imbatível.

Com informações do Journalism

emInternet Meio Bit Mercado Mobile

Os 3 caminhos da Nokia

Por em 19 de outubro de 2011

C2-06: 2 chips, touchscreen e browser capado

Conversamos com o pessoal de produto e marketing da Nokia nesta semana e levantamos a estratégica da companhia para os próximos anos e descobrimos, entre outras coisas, que a função “lanterna” é altamente apreciada em alguns lugares do mundo.

Falando sério, a empresa finlandesa não está parada e continua investindo para manter-se a líder do mercado. Seja por bem, ou por mal.

A ascensão do smartphone light

A popularidade do C3, o celular Nokia mais vendido no Brasil, mostra que há um espaço grande para telefone celulares que fazem mais do que apenas ligar. Eles servem para apurrinhar seus amigos no Facebook, enviar emails com piadas velhas para a família e até achar o caminho do bar.

Segundo a empresa, a diferenciação entre um smartphone light e um full é basicamente o sistema operacional. Os lights rodam em Symbian S40, já os full rodam em S60, o Anna, o Belle ou qualquer OS obscuro prestes a ser descontinuado, como o Maemo e o MeeGo.

Os novos aparelhos do segmento, cujo líder é o C3, não têm GPS, mas têm Nokia Maps localizado via rede de celular. O seu browser canaliza todo o conteúdo por um proxy que diminui o consumo de dados. E algumas versões ainda são touch e outras dual SIM.

Voltando ao mercado light, aparelhos baratos e funcionais como C3 e o C2 estão ajudando a Nokia a manter-se bem no mercado brasileiro, já focado em reposição e é uma boa aposta para outros segmentos menos exigentes.

O casamento da Nokia com o Windows Phone muda tudo de novo

Perdendo terreno por todos os lados e ficando cada vez mais atrás na corrida dos smartphones, a maior fabricante de telefones celulares do mundo, a Nokia, está em vias de se reposicionar no mercado novamente.

Quer dizer, reposicionar-se em termos, pois o objetivo declarado da empresa é estar em todos os segmentos. Todos. E este posicionamento esquizóide, típico de um líder de segmento, continua. continue lendo

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