TAT7 – o seu iPhone debaixo d’água
mar30

TAT7 – o seu iPhone debaixo d’água

Todo mundo que conheço e gosta de fotografia já pensou em fazer algumas fotos em sessões de mergulho. Acho que deve ser influencia dos milhares de Globo Repórteres falando de natureza ou então da revista National Geographic. Porém, duas coisas são certas. As fotos sub-aquáticas ficam maravilhosas quando bem feitas e o custo de se fotografar abaixo da água é muito alto. Se você possuí uma câmera reflex é necessário ter uma caixa estanque compatível com sua câmera. Mesmo as mais simples custam uma boa quantidade de dólares e não podem ser levadas a altas profundidades. Algumas compactas também são preparadas para situações extremas como frio e água, mas não sei como a maioria poderia se comportar com a água do mar, por exemplo. Vejo-as sendo utilizadas em piscinas e rios de água doce, porém sempre com a limitação da profundidade (geralmente de 5 metros). Porém, quando falamos de fotos e filmagens com celulares acho que esse é um terreno quase virgem. O pessoal que curte tecnologia pode até me informar se existem celulares vedados contra água, pois eu não me lembro de nenhum. Mas, se você possui um iPhone agora é possível levar ele para brincar durante suas aulas de mergulho. Acaba de ser lançado o TAT7, a primeira carcaça impermeabilizada para mergulho com o iPhone. O equipamento nada mais é do que uma caixa transparente onde o telefone é acomodado. Existem 3 botões externos para acionar a gravação de vídeo e a filmagem. Dependendo da localização dos ícones do seu iPhone é possível visualizar também as fotos feitas. O fabricante garante que é possível submergir até a uma profundidade de 30 metros. Muito interessante para quem pratica o esporte. A disponibilidade do produto é imediata e o preço é um pouco salgado, mas deve valer a pena para quem quer registrar imagens diferenciadas e impressionar a galera do facebook. Quem quiser um só tem que investir US$ 84,95. Vejam abaixo o curtíssimo vídeo de...

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Bleszinski quer um Gears of War mais… adulto
mar30

Bleszinski quer um Gears of War mais… adulto

Talvez eu seja a única pessoa no mundo que não gostou muito do Gears of War 3. Quer dizer, não que o jogo seja ruim, mas achei o seu enredo o mais sem graça da série e fiquei com a sensação de que e a Epic Games precisa inovar mais nos próximos capítulos e mesmo que a maioria dos fãs não concordem comigo, Cliff Bleszinski revelou que também acha que será preciso mudar um pouco a maneira como a história será contada no futuro e usou uma analogia curiosa para ilustrar seu raciocínio. O game designer disse que caso eles trabalhem em novos jogos Gears of War, espera poderem atingir diálogos mais no estilo dos apresentados por Christopher Nolan nos filmes do Batman, ao contrário do que Tim Burton ou Joel Schumacher fizeram com o mesmo personagem. Bleszinski citou ainda o Band of Brothers para dizer que o seu estilo mais sério sempre foi algo que tentou alcançar com o Gears, mas o fato de na época a Epic estar há muito tempo sem trabalhar em um título voltado para o enredo de certa forma acabou atrapalhando isso. Pois acho que é exatamente isto o que eu gostaria de ver num próximo Gears of War, um jogo que deixasse um pouco de lado os diálogos canastrões típicos de filmes de ação sem muito conteúdo e trouxesse personagens que nos passassem a sensação de que estão metidos em algo muito maior do que apenas a matança de inimigos alienígenas, algo que é preciso ser dito, o Halo: Reach conseguiu fazer muito bem. Eu sou até suspeito para falar do Band of Brothers por ser muito fã da produção, mas gostaria muito que mais jogos de ação investissem nesse sentimento de companheirismos visto na irretocável minissérie ou mesmo no capítulo da série Halo supracitado. O Gears of War de certa forma até tenta fazer isso, mas na minha opinião não alcança um bom resultado, talvez justamente por não possuir a maturidade de um filme do Nolan. [via...

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Brian Reynolds gostaria que próxima geração tivesse um teclado
mar30

Brian Reynolds gostaria que próxima geração tivesse um teclado

Gráficos fotorealistas? Simulações de física beirando a perfeição? Inteligência artificial muito acima do que estamos acostumados? Tudo isso seria muito bom nos consoles da próxima geração, mas para Brian Reynolds, chefe de game designer na Zynga e profissional que está na indústria desde 1983, tendo trabalho com Sid Meier e idealizado o Rise of Nations, ao ser questionado se os novos consoles trarão fortes componentes sociais, ele disse que é isso o que ele deseja ver: “Eu certamente gostaria de vê-los tendo um, tanto como jogador quanto como game designer… Lembro-me do meu tempo como game designer para consoles, trabalhei muito próximo de vários caras que desenharam e fizeram consoles e eles sempre foram contra ter um teclado nos consoles. Um teclado, que os tornasse parecido com um computador e então não esses legais sistemas de entretenimento. As mídias sociais são sobre conversar uns com os outros e fazermos o envio de imagens… bem, é sobre fazer o envio de imagens, mas também sobre comentar sobre elas… Tenho certeza que eles não decidirão repentinamente colocar teclados nos consoles. Talvez utilizem telas sensíveis ao toque ou algo assim; Eu imagino isso, porque os smartphones e o iPad são dispositivos sociais fantásticos, mas como você trabalha com isso em um console?” Interessante, mas talvez Reynolds tenha esquecido que tanto o Playstation 3 quanto o Xbox 360, além de serem compatíveis com teclados, ainda possuem acessórios que adicionam teclas alfanuméricas aos seus joysticks, mas talvez ele esteja pensando em uma solução mais acessível e que esteja disponível a todos os usuários, como um teclado disponível em uma tela sensível ao toque, o que o Wii U poderá ter. Mas de todo esse papo de componentes sociais, o que gostaria mesmo é que os consoles permitissem tirarmos screenshots e gravarmos trechos de vídeos de qualquer jogo, a qualquer...

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Xbox 360 é usado mais para entretenimento do que para partidas online
mar30

Xbox 360 é usado mais para entretenimento do que para partidas online

A Microsoft conseguiu alcançar a meta de transformar o seu console em uma central de entretenimento e segundo Yusuf Mehdi, responsável pela parte de estratégia e marketing da plataforma, a quantidade de tempo gasto pelos donos de um Xbox 360 em aplicativos de entretenimento usados para assistirmos filmes, programas de TV e ouvirmos música já é maior do que o período em que eles passam jogando online. A companhia afirma que a utilização do console para esse fim mais do que dobrou no último ano, fazendo com que o tempo total gasto na Xbox Live tenha aumentado em 30%. Eles revelaram também que os assinantes de conta Gold gastam em média 84 horas conectados ao serviço e em comparação, a estimativa é de que a média de tempo gasto assistindo televisão é de 150 horas. Não foi dito no entanto como esse uso fica se comparado ao tempo total de jogo, nem se tal aumento tem ligação com a mudança imposta à dashboard, que facilitou a utilização com o Kinect. Porém, o mais provável é que o aumento do interesse dos usuários esteja relacionado a adição de vários novos canais, algo em que a Microsoft tem investido pesadamente há vários meses. Eu ainda uso meus videogames basicamente para jogar, mas acho que ainda faço isso por não termos uma oferta de conteúdo no Brasil como a que vemos nos Estados Unidos. A situação aos poucos tem melhorado, com os parelhos podendo ser utilizados, por exemplo, para vermos filmes no Netflix, mas de qualquer forma é bom saber que um Xbox 360 ou Playstation 3 podem ser utilizados por mais pessoas do que apenas aquelas que gostam de jogar. [via...

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O poder de uma textura (e muito conhecimento)
mar30

O poder de uma textura (e muito conhecimento)

É muito difícil de acreditar, mas tudo isso o que você está vendo na imagem acima, e poderá conferir de maneira muito mais impressionante no vídeo após o break, é uma demo técnica feita com a ajuda do Unreal Development Kit e apenas uma textura medindo 256×512 pixels. Para chegar a tal resultado o artista Tor Frick abusou dos efeitos de iluminação e de todo o seu conhecimento para criar um laboratório inteiro, mostrando que, com um pouco de paciência e dedicação, as empresas poderiam desenvolver jogos que consumissem bem menos memória, mas sem perder muita qualidade visual. “Normalmente, em cenas como esse existiria um monte de texturas, com cada uma geralmente muito maior do que esta aqui, o que consumiria muita memória,” explicou Frick. “Cada bit de memória que você não usa no ambiente significa mais que pode ser usado no personagem ou qualquer outra coisa. Uma economia como essa pode ser especialmente útil para entregarmos conteúdos mais bonitos nos dispositivos portáteis.” Tudo bem que as paredes ficaram com um aspectos de plástico, mas isso não tira o mérito da façanha, muito menos torna a demo menos fantástica.  [via...

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Assassin Creed 3 no PC não suportará teclado e mouse
mar30

Assassin Creed 3 no PC não suportará teclado e mouse

Acho que já disse isso aqui antes, mas ultimamente quase tudo o que tenho jogado no PC tenho feito com joystick. Sei que para os PC gamers isso deve soar praticamente como se eu tivesse xingando suas mães, mas o fato é que com exceção dos jogos de estratégia, acho um bom controle como o do Xbox 360 muito mais confortável do que a dupla teclado e mouse e penso ainda que certos gêneros ficam muito melhor se aproveitados dessa maneira. Uma série que acho que serve para ilustrar isso muito bem é a Assassin’s Creed. Eu não consigo me imaginar jogando algo desse tipo com um mouse e de acordo com Alex Hutchinson, diretor criativo do terceiro jogo da franquia, aqueles que estavam esperando que no computador o game pudesse ser jogado sem um controle, é bom começar a aceitar a utilização de tal acessório. “Nós definitivamente daremos suporte ao PC, mas acho que será um PC com controle. Não nos vejo investindo pesadamente numa configuração com teclado e mouse. Penso que se você quer jogar no PC e quer jogar Assassin’s Creed, você possui um joystick.” Talvez eu esteja pensando apenas no meu lado e no fundo a decisão da Ubisoft não passe de preguiça, mas concordo com o comentário feito por Hutchinson. Eu entendo que algumas pessoas tenham uma certa dificuldade em se adaptar a um joystick, mas repito, acho que certos gêneros não funcionam muito bem com teclado e mouse e acho mesmo que ter um controle no PC é algo obrigatório para quem gosta de jogar na...

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Golpe MASTER para matar de vez o Flash. Vindo da Adobe.
mar29

Golpe MASTER para matar de vez o Flash. Vindo da Adobe.

Que as coisas não vão bem para o Flash não é novidade. O antes grande diferencial dos Tablets Android deixou de ser oficialmente desenvolvido para a plataforma. Nos desktops ele ainda é grande fonte de instabilidade e consumo de CPU. O HTML5 vem tomando espaço, e de agregador de recursos Flash hoje é um mal necessário. Seu último grande reduto é na área de joguinhos casuais, que rende horrores para a Zynga e seus malditos Ville. De olho nisso a Adobe resolveu alterar as regras do jogo (e reze para que não as altere novamente!). Agora quem desenvolver jogos high-end usando recursos premium do Flash Player, como Stage 3D, para gráficos com aceleração por hardware, terá que pagar. Quanto? Até US$50 mil de receita anual tá tranquilo. Mais que isso, o desenvolvedor terá que pagar um dízimo de 9% da receita do jogo. A Zynga, com FarmVille, FrontierVille e CityVille faturou US$311,2 Milhões só no último trimestre de 2011. Isso dá US$28 milhões, SEM FAZER NADA. Note que as aplicações para desenvolver os jogos foram VENDIDAS pela Adobe. Agora o momento WTF: A Adobe diz que fez isso para… estimular inovação e experimentação, e que isso vai beneficiar o ecossistema. Vai, o ecossistema de jogos em HTML5, rodando de forma decente em todos os browsers e tablets. Fonte:...

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Asus Transformer transforma vitória em vergonha alheia
mar29

Asus Transformer transforma vitória em vergonha alheia

Lembra quando a Hasbro subiu nas tamancas e processou a Asus, por lançar um tablet com teclado chamado… Transformer Prime? A boa notícia é que o juiz que pegou o caso mandou a Hasbro catar coquinho em Cybertron, provavelmente explicou que um tablet é bem diferente de um robô alienígena gigante, que encaixar um tecladinho é bem diferente de virar um caminhão, e que se não processaram o Michael Bay por perdas e danos, não será a Asus que pagará o pato. Caso encerrado, dura lex sed lex, excelente, mas nos autos do processo surgiu uma informação suculenta (pra Apple) e humilhante para quem está acostumado com números na casa dos milhões. O Asus Transformers, iPad Killer da empresa, que iria salvar o mundo das cáries E desbancar a Apple? O Grande Campeão Android? Teve 2000 unidades vendidas na pré-venda de alguns meses, e quando foi despachado para os pontos de venda no mundo todo, a quantidade de tablets enviados foi de… 80 mil. Só para dar uma idéia de comparação, o 1o iPad vendeu 300 mil unidades. No primeiro dia. Isso mesmo. 80 mil. Todo o auê nos sites, todo o papo “se prepara, Apple, sua hora chegou” se resumiu a 80 mil unidades. ENTREGUES NAS LOJAS, não vendidas, veja bem. Curioso é que haters adoram dizer que o iPad é um produto de nicho. E esse Asus é de quê então? De gueto? O Ecossistema do Android é fragmentado, eu sei, mas esses números são problemáticos. O iPad, claro nasceu perfeito, assim como o iPhone, e da mesma forma tem seus defeitos e deficiências corrigidos a cada versão. Isso custa caro, só é possível por causa da quantidade de unidades vendidas. Um produto que não atraia interesse não é continuado. O fabricante prefere lançar um novo, tentar mais uma vez e apostar que quem não gostou do antigo, gostará desse. Com isso não temos tablets com um longo histórico de otimizações, nem longevidade garantida. Ninguém vai escrever uma aplicação específica para o Transformer, sabendo que primeiro tem um mercado potencial máximo de 80 mil usuários, e segundo, há enormes chances de ano que vem ele não existir mais. O resultado são aplicações genéricas, estilo “um tamanho serve pra todos”. Há uma enorme preguiça em fazer apps para tablets Android, os desenvolvedores e designers apelam para soluções porcas e simplistas. Veja este slideshow da PC Magazine. Nem as Apps do Google são decentes. Ao mesmo tempo a CNN tem uma App que não só é bonita como é, segundo muitos, melhor no Android do que no iPad. Qual o segredo? DINHEIRO. Investiram pesado em homologação em um monte...

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Fabricantes podem não estar interessadas em acabar com os usados
mar29

Fabricantes podem não estar interessadas em acabar com os usados

Você provavelmente já está sabendo dos rumores dizendo que os sucessores do Xbox 360 e do Playstation 3 trarão um sistema para tentar diminuir ou mesmo acabar com o comércio de jogos usados, mas o analista de mercado Michael Pachter deu um interessante ponto de vista mostrando porque as fabricantes não gostariam de fazer isso. “Não é do interesse da Sony ou Microsoft bloquear os jogos usados. Isso beneficiaria levemente a Activision e a EA, e atingiria o negócio da GameStop. Se a Sony fizer isso unilateralmente, imagino que a GameStop se recusaria a vender o console e as vendas do PS4 seriam prejudicadas.” Porém, talvez mais importante seja a especulação de que se uma das duas empresas decidir impedir que jogos usados rodem em outros aparelhos, a outra poderia liberá-los, conseguindo assim uma considerável vantagem de mercado, então, segundo ele, nenhuma das três fabricantes “serão estúpidas o suficiente para fazer isso sozinhas.” Pachter não costuma ter um grande prestígio com os jogadores e suas previsões normalmente acabam virando motivo de piadas, mas dessa vez acho que muita gente lhe dará ouvido e caso ele não acerte, com o Durango e o Orbis impedindo mesmo a reprodução de usados, o mais provável é que aconteça o que Lewis Ward, gerente de pesquisa do IDC, acredita, uma revolta por parte dos consumidores e que eventualmente resultará na criação de hacks que permitirão a prática. Isso no entanto me fez pensar se o fim do comércio de usados pode ser mesmo tão ruim, já que ao comprarmos jogos pelo Steam, por exemplo, não podemos revendê-los depois e poucos reclamam disso. Será que a explicação estaria no preço mais baixo praticado nas promoções ou numa cultura diferente dos jogadores de PC? [via...

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Produtor de Cave Story diz que Kojima não sabe fazer jogos
mar29

Produtor de Cave Story diz que Kojima não sabe fazer jogos

Para muita gente Hideo Kojima é um dos maiores game designers que a indústria já viu, sendo responsável por títulos elogiadíssimos como Snatcher, Metal Gear e Zone of the Enders, porém, nem todos concordam com tal opinião e uma dessas pessoas é Tyrone Rodriguez, ex-editor do IGN e fundador da Nicalis, empresa que ficou conhecida por adaptar os jogos Cave Story e VVVVVV para o 3DS. Durante uma entrevista ele falou sobre os ataques de Phil Fish às desenvolvedoras japonesas, que discordou citando alguns jogos produzidos por lá, como o The World Ends With You e Demon’s Souls, mas ao ser questionado sobre a Konami, não teve medo de tecer duras críticas. Para Rodriguez, a empresa japonesa não faz bons jogos e aproveitou para sugerir a Kojima que ele parasse de fazer jogos e começasse a produzir filmes ruins. “Ele é terrível fazendo jogos. Metal Gear é bom, apesar dele,” declarou o sujeito. “Eu não gostei de nenhum jogo dele talvez desde o Metal Gear Solid original,” e justificou sua opinião dizendo que os últimos títulos do japonês são entediantes e mal escritos, além de terem histórias e controles ruins. É óbvio que com tal comentário Tyrone Rodriguez conquistará uma imensa legião de inimigos, mas como da série Metal Gear Solid só joguei o primeiro, não posso dizer que ele está errado, mas o Zone of the Enders 2 achei simplesmente fantástico e até pelo seu currículo acho que nunca ousaria dizer que Kojima-san não sabe fazer jogos. Enfim, acho que o Sr. Rodriguez conseguiu seus 15 minutos de fama e agora ele deveria tratar de aproveitar sua empresa para nos apresentar alguns bons jogos além do NightSky, porque tirando ele, só vimos adaptações e um dos sites mais legais que um estúdio possui. [via The...

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