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ABSURDO! Japinhas ameaçadas por Tarados e seus Celulares Silenciosos

8 anos atrás

Eu sei que vai soar absurdo, mas os japoneses são tarados. É, isso mesmo. Não são só os tentáculos envolvendo sapos, tentáculos e japinhas esmigalhando melancias com o traseiro. Não são só os hentais ecchi, loli e bukkake. Nem mesmo as máquinas de vender calcinhas usadas de colegiais. A maior indicação da taradice japonesa é a necessidade de avisos assim nas estações de metrô:

upskirt

A polícia de Tóquio faz batidas e monta armadilhas com policiais disfarçadas de colegiais (fetiche duplo!) e prendem todo tipo de tarado, principalmente os que gostam de fotografar por baixo das saias das meninas.

Alguns usam equipamentos elaborados, com câmeras dentro do sapato, controle remoto, espelhos, etc. Na última Comiket um mané foi preso fazendo vídeos debaixo das saias das cosplayers.

 

A situação se complicou com o advento dos celulares com câmera, pois você pode levar o aparelho de forma inocente enquanto literalmente filma a vítima, pegando um close generoso da dita-cuja da dita-cuja. Assim, ó:

japatarado

Para evitar isso por Lei celulares no Japão não podem ter modo silencioso para as câmeras fotográficas. Todos eles, inclusive os iPhones fazem um som alto quando tiram uma foto, mesmo que estejam em vibrador (epa!).

Isso por algum tempo coibiu o uso por parte dos tarados, mas no ano passado os números de casos de voyeurismo fotográfico cresceram muito. Foram 1741 ocorrências, 1.6x os números de 2006. A tecnologia mais uma vez é a culpada.

As App Stores estão cheias de programas que tiram fotos de modo silencioso, discreto, sem som, flash ou aquela luz maldita do autofoco. O celular fica absolutamente imperceptível, igual a este ninja aqui:

japatarado2

Como comparação aos 1741 casos, a média de tarados fotógrafos de calcinhas presos em Toronto é UM a cada dois meses. O de Calgary ainda não foi pego 🙂

Ano passado no Japão um gênio do crime prendeu um MP3 Player com câmera no sapato e filmou debaixo da saia de uma colegial de 18 anos, em uma escada-rolante. Pressionado ele revelou que tinha mais de 250 vídeos.

A pressão social por sucesso a qualquer preço, o desprezo das japinhas por homens que não sejam bem-sucedidos e encaminhados coloca os jovens em uma posição difícil. Muitos apelam para prostituição disfarçada, como as Soaplands, termas onde o sujeito é ensaboado por japinhas e os Clubes de Saúde, salões de massagem onde vale tudo menos aquilo naquilo.

Os mais tímidos viram Otakus, isolando-se socialmente e preferindo casar com travesseiros de anime. Outros apelam para a realização de fetiches como fotografar por debaixo das saias, pois não incluem interação com as vítimas, que fatalmente os rejeitariam.

É o típico caso onde se explica, mas não justifica.

Como as câmeras andam cada vez menores (eu tenho uma daquelas canetas-espiãs, é minúscula, mas calma, não andam com ela no sapato) a situação tende a se agravar, logo os tarados profissionais não mais precisarão de celulares. Será possível comprar sapatos prontos para uso, já com discretas câmeras indiscretas.

Até a tecnologia contra-atacar e desenvolverem detectores, a única saída –terrível, eu sei- será as japinhas passarem a usar shorts, pois as chances dos tarados diminuírem de número é virtualmente zero, em um país que produz uma pérola como esta:

Fonte: TT

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