Ciência a serviço de genros e governos

Quer seja você um genro de saco muito cheio ou o encarregado de uma nova agência secreta com a missão de silenciar de uma vez Julian Assange, seus problemas podem estar caminhando para um fim.

Para a ciência e Vincent Walsh, líder de um interessantíssimo projeto de “estimulação magnética trans-craniana” pela University College de Londres, é um novo começo.

Na demonstração encarada por um editor da New Scientist no centro de estudos de neurociência da universidade, é possível vislumbrar a que ponto as coisas poderão chegar em bem pouco tempo.

Tendo a área responsável pela linguagem rapidamente estimulada, Roger Highfield (nome adequado) simplesmente é impedido de falar brevemente por alguns segundos durante a estimulação. Isso sem qualquer invasão.

Interessante ainda notar que, mesmo a uma boa distância da câmera, até mesmo o vídeo é afetado substancialmente pelo estímulo magnético da tal traquitana. Hmmmmm, ideias esquisitas por aqui…

Utilidades estranhas à parte, a pesquisa caminha na direção de levar a TMS para as clínicas e atuar mais diretamente em distúrbios e doenças que envolvem o cérebro e o todo o sistema nervoso, como enxaquecas, derrames, doenças degenerativas, entre outras.

A pesquisa tem se mostrado tão positiva e seus resultados tão encorajadores que tem atraído com sucesso o olhar da comunidade médica e científica.

Não tão publicamente, claro, outros olhos com certeza devem pousar sobre os avanços e tudo pode se tornar bastante polêmico se Assange ou a sua sogra começarem a gaguejar subitamente.

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Autor: San Picciarelli

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