SuperOneClick: fazendo root em (quase) todos smartphones Android

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Sei que muitos já sabem o que é um usuário “root”, mas vamos entrar no campo da “legalidade”: é legal fazer root em seu aparelho Android? A Bia Kunze compara o root do Android para um jailbreak do iPhone. No caso desse segundo, nos Estados Unidos, ele recentemente se tornou algo permitido, dentro de algumas certas condições: usar para fins educacionais. Mas isso é algo realizado no exterior e certamente não possui validade em território brasileiro. E claro, baixou software pirata, já entra no ramo da pirataria.

Quanto ao Android, o Google não dá a mínima para se o seu Android é “rooteado” ou não. Infelizmente, algumas empresas podem limitar o uso de diversos recursos do celular que estão disponíveis em um aparelho mas, não estão em outros. Por isso, em Android, o uso do root é tão frequente.

Um exemplo disso, foi o recente problema com a Motorola em não fornecer atualização do Android 2.2 para o Milestone. Problema que poderia ser resolvido facilmente, realizando o processo de “root”. Se por um lado pode perder a garantia, por outro, você instala uma versão atualizada e otimizada do sistema que a própria fabricante não quis, a princípio, liberar.

Mas, vamos para o SuperOneClick. Basicamente é um programa, apenas para Windows, que serve para “rootear” o seu celular Android. Com isso, temos a vantagem de que se o Google consertar alguma vulnerabilidade no Android, ele pode ser atualizado facilmente.

Vale lembrar que o aplicativo funciona em todos os aparelhos com Android, exceto sete da marca HTC (desses sete, apenas o G2 não pode ser “rooteado” por nenhum aplicativo. Para os outros seis, recomenda-se a utilização do Unrevoked).

O procedimento ébastante simples: basta colocar o celular em modo de depuração (Configurações, Aplicativos, Desenvolvimento), conectar o celular no computador via USB. Pede-se para que desative o cartão SD antes de fazer o root (colocar em modo “apenas carregar” ao invés de modo Saída USB).

Os benefícios, como disse, são a instalação de aplicativos que as operadoras não permitem, realização de tethering em alguns modelos, overclock no processador do smartphone e a instalação de ROMs customizadas ou atualizadas. Mas, antes de qualquer coisa, verifique o histórico da fabricante em relação à realização de root.

Fonte: Gizmodo.

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Autor: Yeltsin Lima

Estudante de Publicidade e Propaganda, Web Developer, gosta de escrever sobre tecnologia e raramente (agora) sobre ciência. Não sabe escrever biografias, muito menos a própria.

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